O paradoxo de simpson – “Crato”
O paradoxo de simpson é um paradoxo estatístico que ocorre quando o efeito total é positivo mas, quando dividimos em grupos, o efeito fica negativo (ou vice-versa).
Na BCE temos algo diferente mas próximo de um paradoxo de simpson.
Ou seja, a lei prevê uma coisa que na realidade não se pode aplicar ao grupo.
Senão vejamos: se eu tiver apenas um professor e a esse professor atribuir uma majoração dos subcritérios de 50% a “conta” é simples e objetiva…
No entanto se eu tiver de fazer isso a listas de grupos de docentes esta aplicação simplesmente não tem solução. E não tem solução porque é ilegal “mexer” na graduação profissional convertendo-a.
Tudo é ainda mais grave quando, esta aplicação, dentro do mesmo concurso resulta em valores diferentes de graduação em função do grupo/escola em que estamos inseridos.
Poderíamos não fazer isto. Fazíamos a simples aplicação dos 50% caso a caso. Mas aparentemente isto não é correto porque no conjunto não teríamos uma aplicação equitativa dos 50% em que, invertidas as ponderações, teríamos resultados iguais.
Aqui chegados temos um paradoxo jurídico e matemático. A BCE1 tinha um erro de fórmula a BCE2 tem uma aplicação ilegal porque é objetivamente irresolúvel aplicação matemática da lei.
Qualquer tribunal dará razão a um qualquer candidato que reclame, até porque estamos a falar de critérios subjetivos onde muitos podem responder o que quiserem.
O que fazer?
A cada solução da DGAE irá corresponder um erro. A cada erro, colocações erradas. Em cada colocação errada estarão em causa milhões de euros e sobretudo um prejuízo incalculável nos alunos e famílias.
No meu ponto de vista deviam parar de imediato este concurso. Ainda hoje.
Ainda hoje o processo BCE tem de ser parado. Façam uma conferência de imprensa e parem com isto!!!
A seguir deverão ser admitidas a concurso todas as vagas pedidas por todas as escolas para que se possam colocar os professores até 3ª ou 4ª feira pela lista nacional ordenada.
Se isto não for feito muitos alunos irão ter 5 professores (com intervalos de 2 semanas) até dezembro e o MEC sujeita-se a um “BES” educativo onde serão pagas indeminizações incalculáveis.


17 comentários
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ora nem mais…..
Concordo plenamente! É impossível resolver um erro com uma ilegalidade… Se a colocação fosse feita pela reserva de recrutamento (todos os horários a concurso nacional), a questão dos atrasos nas colocações não ocorria, pois o que não falta são candidatos para os horários pedidos… a não ser que fosse o próprio MEC o responsável pela incapacidade de promover um processo célere e transparente! Como já se viu este ano, isso é perfeitamente expectável… Tenham vergonha!
FF`
Tens razão qdo dizer que é impossível resolver um erro com uma ilegalidade. O problema é que esta solução tb é ilegal.
Gostei. Gostei sobretudo da parte do “BES”. Hehehehe.
Aliás até é giro fazer umaa analogia à “BCE” – Banco Central do Entroncamento — tantos são os fenómenos a que estamos a assistir
Concurso sobre a sigla BCE:
1- BCE – Banco de Colocações Erradas
2- BCE – Banco de Carreira Estragada
3- BCE – Banco das Colocações Enviesadas
4- BCE – Banco Completamente Esgrouviado
PS: pertencem todas ao Banco Mau!!!
Votem até 2ª feira às 23:59h
Este caos só se resolve quando houver um concurso com vagas reais para vinculação (há mais 8 anos que não há) que acabe com a constante falta de professores nas escolas (às dezenas em alguns casos) e com estes concursos ridículos que todos os anos sobressaltam os professores, as famílias, os alunos…o país.
Este SÓ pode ter como orientador a LISTA GRADUADA que sempre vigorou e, quando não houver horário, o prof. concorre à MI (como já é usual).
Nota final: num período de contenção em que se cortou em tudo nas escolas, gostaria de saber o valor da fatura desta palhaçada que nós, contribuintes, teremos de pagar.
A solução proposta está incluída no mesmo paradoxo, pois tb ela é ilegal.
A solução legal deste problema passa sempre pela alteração do DL 132/2012 com a redação dada pelo L 83-A/2014.
Porreiro pá! É tudo ilegal e continua-se a colocar gente na ilegalidade…
Se em vez de mudarem a porcaria dos subcritérios mudassem o despacho é que tinham prestado um bom serviço ao país.
Assim…vão pagar. Ou se calhar não….porque basta demitirem-se e depois quem vier que pague.
“…usem como critério único a graduação profissional dos candidatos. Mudem a disposição legal que o impede, como tantas vezes já fizerem para fins bem menos justificados.”
Santana Castilho
Se repararem a GP vale bem menos que 50%. O candidato mais graduado com 40 passa a 20 por sua vez com os 50% fica com 10. A sua GP na classificação final é apenas 25%. Isto faz com que seja facilmente ultrapassado por outro que tenha mais 10% num subcritério qualquer. Vergonhoso!
E não podemos ir para tribunal todos em conjunto para reclamar?????
Colegas,
Reparem que em muitos casos o candidato que tem a melhor GP e define a nota de base para a conversão da GP (como o MEC fez) acaba por ser ultrapassado por outros muito menos graduados pela valorização dada aos subcritérios.
Na maioria das listas o mais graduado não é o 1.º da Lista, sendo que em muito poucas mesmo isso acontece.
PARECE-VOS JUSTO?
Colocações pela Graduação Profissional e nada mais.
Estão sempre a inventar e a dificultar cada vez mais os concursos e pior, a brincar com a vida das pessoas. Quando penso que são professores que dão estas ideias «brilhantes» da porcaria dos subcritérios, nem quero acreditar! Tenho a certeza que nunca passaram por isto! Tenho a certeza que, para quem inventa estas coisas, foi sempre a graduação profissional que contou e agora não querem saber de quem cá anda. É uma tremenda injustiça. O meu caso é igual a tantos outros, infelizmente, que aqui vão aparecendo. Coragem para todos os colegas. Este concurso é a maior vergonha de todos os tempos!
Enquanto vocês, meus caros colegas, se entretêm com as vossas verborreias mentais, já fostes empalado desde um orifício a outro, pela grande vara da austeridade! O que fazeis é precisamente o que eles querem que faças… Enquanto discutis banalidades já está um mês passado, milhares de salários poupados, dezenas de professores fora do quadro, um novo estatuto que dá aos lugares nos quadros o mesmo que sempre tiveram os contratados e um ministro que bate recordes de idiotice sem se demitir.
Continuai pois a discutir fórmulas…
Correctissimo. É fundamental vincular aos quadors da administração pública Professores e Técnicos necessários e acabar com esta austeridade criminosa.
A mha avaliação curricular vai desde 91,250 a 40:(
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