… é ser telefonista e convencer um professor a aceitar uma colocação.
“A diferença é que vamos ter os telefones dos professores e poderemos pressioná-los directamente, no bom sentido. Ou seja, sensibilizá-los, de maneira a que não deixem esgotar todos os prazos para aceitação ou recusa”, explicou Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)
Mas não querem ser responsabilizados pelo insucesso dessa “missão”.





18 comentários
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Oh que lindo, já podiam contratar as amiguinhas assim podem tambem contratar os amiginhos e assim ficam com os contactos telefónicos para irem tomar um cafézinho, tão fofinhos.
Ou seja… tudo na mesma! Colegas a receberem chamadas de várias escolas e a terem 48h para aceitarem a que entenderem. Talvez no Natal isto esteja mais ou menos nos eixos…
Já estão avisar que vai haver falsos enganos e que a culpa não é do Sr. Diretor!
Agora os diretores trabalham num call center .):)
País à deriva……………..
Com uns a venderem tv por cabo e outros a “impingirem” colocações vais ser impossível andar com o tlm ligado
E quem paga os telefonemas? são cobrança ao destinatário.
Abriram a caixa de Pandora e não querem fecha-la
Não se tome o Filinto pela floresta.
Francisco Queirós
E só acontece por estupidez dos mesmos…é tão giro agradar ao ministro e aos pais ,)
“São 102 os Agrupamentos/Escolas que estão em concurso na BCE de 13 de Outubro”… devido a “erros passados”… “mas não querem ser responsabilizados”….?!
Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas mas que ideia simpática, oca e sem sentido. Deveria sim falar de rigor, transparência e exigência – estas eram as palavras que se exigia deste vice. Infelizmente ouvimos patetices… que tristeza.
Há dois anos colocaram-me no Agrupamento de Escolas TEIP de Marrazes , Leiria , “por engano “. Abriram desses critérios absurdos, malucos , um deles era o de já ter lecionado naquele Agrupamento de Escolas. O horário estava destinado a uma Menina Bonita, amiga do senhor vice- diretor . Mas eu que já lá tinha estado e tinha mais tempo de serviço ? Calhou-lhes mal ! Não tiveram outro remédio se não colocar-me lá a mim. Haviam de ver a cara de revolta e desapontamento do senhor vice e a cara de contentamento de alguns dos funcionários. MAS , aconteceu que eu tinha acabado a Profissionalização e ainda não estava reconhecida em DR ( Diário da República) todavia tinha o comprovativo da UAberta como era profissionalizada. O senhor vice ( que não tem nível nenhum) quando soube isso mandou chamar-me e mandou-me embora. Meteram lá essa tal Menina muito menos tempo de serviço do que eu e não sei se era profissionalizada , julgo que não . Deram-me 15 dias de serviço , pagaram -me 15 dias de remuneração e mandaram-me para casa. Creio que nem novo concurso abriram. Só espero que esse vice morra à fome já que eu não gosto de meter ninguém em tribunal. Isso é, de facto, uma realidade.
Há uns anos concorri para Braga, em Maximinos, para completar horário (eram 6 horas). Um dos critérios era o tempo de serviço e outro era ter trabalhado nessa escola. Eu tinha ficado lá colocado 2 anos antes, talvez, com 14 horas anuais. Colocaram um tipo mais velho uns bons anos, mas com cerca de 600 dias de servço, eu andava pelos 2000. Ninguém me tinha chamado nem a um colega com um pouco menos de tempo de serviço do que eu. Reclamei, fui à escola-sede, depois de quase admitirem o erro disseram “deixe lá, ele tem apenas 6 horas e só x dias de serviço”. Denunciei o caso, nunca cheguei a saber se investigaram ou não. Por isso nem com 6 horas há certezas de nada, quanto mais horários completos ou perto disso…
Para acabar de vez com os compadrios passa talvez pela seguinte solução, ou seja se os directores fossem avaliados pelos professores contratados com respectivas consequências boas ou más (despromovidos por exemplo) e com conhecimento do mec (pois quem paga os ordenados deles é o mec…autonomia qb), acredito que estes directores não tomariam nenhuma atitude que pudesse por em risco a sua posição o seu trabalho, assim do tipo “livro de opinião” não seria má ideia.
Então e se eu estiver a fazer um exame médico e não puder atender, passa para o seguinte ?
LOL… estes governantes são uns palhaços!
Não acredito que sejam os diretores a ligar. Nomeiam alguém para o fazer. Agora é andar com o telemóvel atrás para todo lado…Já há uns anos atrás era assim.
Não acredito no teu comentário…