O Balanço da BCE

A meio do 1.º período, ainda há 128 horários completos por preencher nas escolas

 

Até ao início da tarde desta segunda-feira, na sétima semana do ano lectivo e num período escolar de cerca de 13 semanas, ainda havia 128 horários completos por preencher, nas escolas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) e com contrato de autonomia. Os dados foram avançados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) ao início da noite.“

Até às 14h30 do dia de hoje, tinham sido preenchidos 1086 horários completos e 96 estavam em processo de aceitação por parte dos candidatos seleccionados. Encontram-se em processo de selecção e recrutamento pelas escolas 128 horários completos. Este valor representa cerca de 9% do total de 1310 horários completos disponibilizados para contratação através da Bolsa de Contratação de Escola no dia 20 de Outubro”, lê-se no comunicado do MEC que não esclarece quantos alunos continuam sem professor, mais de um mês depois do arranque do ano lectivo, marcado por polémicas, atrasos e erros nas colocações dos docentes, da responsabilidade da tutela e que já levaram o ministro da Educação, Nuno Crato, a pedir desculpa.

 

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5 comentários

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    • Vítor on 28 de Outubro de 2014 at 13:44
    • Responder

    O homem certo no lugar certo. Mais uma prova que a descentralização e autonomia funcionam na perfeição em Portugal. O expoente máximo do ridículo e do absurdo!

      • MMC on 28 de Outubro de 2014 at 15:53
      • Responder

      Nem mais… Mas mesmo assim os eruditos da nossa sociedade continuam a defender essa descentralização… Enfim…

        • Vítor on 28 de Outubro de 2014 at 16:19
        • Responder

        MMC, os eruditos da nossa sociedade, independentemente da sua conotação ideológica(e eu até sou de direita) arrogam-se de opinar sobre a colocação de professores como quem opina sobre a qualidade das maçãs que compram no mercado. É para eles uma banalidade e a opinião pública dá voz a esta gente. Veja-se o Senhor Presidente da República a comparar as atuais colocações de docentes coma a realidade que ele conheceu na Inglaterra dos anos 70 do século passado. Tirando o Paulo Guinote e poucos mais, não há uma única alma que publicamente tenha tempo de antena para explicar o disparate da descentralização dos concursos e a minimização da graduação profissional. Veja bem, se o Crato demorou 4 dias a perceber o disparate da BCE, o Nogueira demorou 3. Olhe…. é o que temos.

  1. “Os docentes podem ficar colocados em vários horários em simultâneo”…

    “Este procedimento tornou mais célere o processo de colocação definitiva dos professores”…

    NOT NORMAL!

  2. 128 vs 288
    “Afinal são mais de 128 os horários de professores por preencher, ao contrário do que anuncia o Ministério da Educação. Nas contas feitas pela RTP, a partir de documentos da tutela, são 288.”

    In:
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=777598&tm=8&layout=122&visual=61

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