Sobre a Aplicação do Concurso

… nada tenho de mal a dizer.

 

Finalmente a DGAE acertou com uma aplicação funcional e intuitiva.

Confirma-se que o e-Bio (mesmo não tendo sido obrigatório) veio melhorar o sistema de concursos. Continuo a achar que é pena não existir um registo biográfico eletrónico obrigatório do docente em que contabilize, para além dos dados para concurso, os dados da carreira com progressões e avaliações.

Até à data esta aplicação foi sem dúvida a melhor que existiu, no entanto, a verdadeira avaliação quero fazê-la quando da manifestação de preferências.

Ai sim, existe muita margem de melhoria em relação a anos anteriores e por isso, antes de lançar os foguetes prefiro fazer uma avaliação final nessa altura.

E vocês o que acharam?

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/06/sobre-a-aplicacao-do-concurso/

26 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Zé Augusto on 3 de Junho de 2014 at 20:55
    • Responder

    Achei-a confusa e nada intuitiva. Então a parte final, para encontrar o “submeter” é um verdadeiro achado. A única coisa que é intuitiva é que se vai preenchendo facilmente porque os menus vão aparecendo, mas sem se perceber o andamento da coisa.

  1. O e-bio deveria, acima de tudo, servir para as ofertas de escola. Eu “apenas” concorri a cerca de 140 ofertas, mas há quem tenha concorrido a mais de 500 e, sinceramente, cansa um BOCADINHO estar a colocar o raio dos dados uma e outra vez, quase ad aeternum…

      • Marmelo on 3 de Junho de 2014 at 23:27
      • Responder

      Concordo plenamente… Era tão fácil fazer só “candidatar” nas ofertas de escola!

      2017 ofertas em 3 grupos de recrutamento! 🙁

    • Cristo on 3 de Junho de 2014 at 21:02
    • Responder

    A meu ver o pessoal está a habituar-se ao método 🙂

    Também quero ver se há realmente melhorias vendo nas preferências…

    • Paulo on 3 de Junho de 2014 at 21:05
    • Responder

    Intuitivo? Não achei mesmo nada…

    No preenchimento dos QZP um descalabro…

    Cenas à MEC.

    • catarina on 3 de Junho de 2014 at 21:18
    • Responder

    de facto achei tudo muito bem…falta essa parte das preferências! Lá chegaremos??!!!

    • Monteiro on 3 de Junho de 2014 at 21:24
    • Responder

    Achei de tal forma mau, que em 15 anos a concorrer, vou ficar este ano de fora porque não consegui submeter a candidatura… não encontrei o botão para submeter, não me atenderam o telefone e aqui estou eu… bem tramada….

      • isabel on 3 de Junho de 2014 at 23:49
      • Responder

      Não conseguiu submeter porque deixou tudo para o último dia!
      Já é altura de começar a perceber alguma coisa de informática…é preciso editar!!!

      • Lauro on 4 de Junho de 2014 at 10:33
      • Responder

      Credo!

      • Paulo on 4 de Junho de 2014 at 11:14
      • Responder

      Colega, no Manual de Candidatura estava escrito como submeter… e não perguntou a ninguém como se fazia?

  2. A aplicação é muito má. Cheia de menus. O manual também cheio de recuos e avanços. Para além disso em termos de acessibilidade está péssima.

    • sandra s. on 3 de Junho de 2014 at 21:53
    • Responder

    Por amor de Deus, Arlindo… achei a aplicação péssima. Demorei pelo menos 3 horas a preencher tudo e a tentar perceber como se preenchia.Só no final e depois do “voltar a trás e à frente” inumeras vezes, comecei a perceber a lógica da aplicação. Irra, já não há paciência.

    • rainha on 3 de Junho de 2014 at 22:05
    • Responder

    Não sei como é que acharam intuitiva!! Seria mais fácil ter sido tudo de seguida e não andar para a frente e para trás!! Francamente, mudem de informáticos!!! No entanto, preenchi o questionário e avaliei apenas com o suficiente e já lá foi com sorte!

  3. Pareceu-me melhor, mas concordo com os colegas relativamente à questão do “submeter” e da introdução das preferências. Este campo o ano passado foi uma dor de cabeça e este ano com os QZP não me pareceu particularmente melhorado. Agora bom ,bom, bom, era que a aplicação (a nível das escolhas de escolas) quando se seleciona um qzp, nos desse logo todos os códigos das escolas daquela zona e nós depois só tínhamos de apagar o que não quiséssemos ou alterar a ordem em que surgiam apresentados… Isso é q era!!!
    Mas, é claro, eu também gostava mt de ganhar o euromilhões e ainda não tive essa sorte…

    • AAAAAA on 3 de Junho de 2014 at 22:16
    • Responder

    Muito má! Pior do que as anteriores pois temos de estar sempre a confirmar!

  4. Confesso que detestei a aplicação. As questões vão aparecendo e aparecendo e aparecendo num rol interminável, é necessário sair da página da candidatura para ir preencher preferências e graduação e depois tem de se regressar e heis que há ainda mais coisas para preencher. Ultrapassa-me a necessidade de afirmar 3 vezes que fui avaliada com bom ou mais e duas vezes que não sou deficiente apesar da minha escolha de profissão parecer sugerir o contrário. É necessário andar de um lado para o outro na horizontal para visualizar a página toda em tamanho decente, o manual era um pavor, ficam campos em branco impossíveis de preencher, como no quadro da grupo em que concorre e aquele em que está colocado, que suscitam dúvidas… numa palavra : BAH! A melhor aplicação era primeira, desde que a plataforma mudou é tudo contra-intuitivo e redundante.

    • Impaciente on 3 de Junho de 2014 at 22:31
    • Responder

    Achei muito pouco clara a aplicação. Sinceramente, achei um recuo em relação a aplicações anteriores. Ter que andar constantemente a voltar “raíz” da candidatura para lançar novas opções não faz sentido. Isso e encontrar a opção de submeter a candidatura que parecia quase um passatempo de tão dissimulada que estava.

    • Moony on 3 de Junho de 2014 at 22:40
    • Responder

    Eu gostei da aplicação. É um facto que a submissão da candidatura poderia estar mais destacada mas a partir do momento em que todos os passos têm de ser confirmados no fim da página, penso que é de prever que a submissão da candidatura também o seja!

  5. A aplicação revelou-se uma grande merda! Só quem não a utilizou pode dizer tamanho disparate!!!

    • isabel on 3 de Junho de 2014 at 23:08
    • Responder

    Eu gostava da mais da aplicação do tempo do Sócas! Tenho tantas saudades desses tempos! Ó tempo volta para trás!!!

  6. Vou gostar da aplicação no dia em que conseguir um tão sonhado contrato 🙂

    • Paulo Alves on 4 de Junho de 2014 at 3:28
    • Responder

    O meu caro (de apreço) Arlindo pediu-nos uma opinião sobre o e-Bio e eu dou a minha:

    Concordo que o dito programa devesse ser bem mais completo, com informação completa e detalhada sobre o currículum do docente. Na prática, não é exequível a curto prazo, pois implicaria o lançamento dos registos biográficos em formato papel, um a um, na dita plataforma.
    Pessoalmente, até que nem seria má ideia, para dar trabalho aos administrativos das Secretarias dos Agrupamentos Escolares, alguns deles bem absorvidos em consultar o Facebook e a plantar uns repolhos no Farmville (nem sei se isso ainda existe).

    Esse registo talvez permitisse evidenciar alguns casos particulares de colegas sem registos de progressões e avaliações.
    É o meu caso: Antes do Governo do Sócrates vigorava o antigo sistema de avaliação, que mais não era que um pro-forma imbecil, no qual se fazia um apanhado do que se fez durante um determinado período temporal, hiperbolizavam-se os factos e tinha-se a nota da praxe: Satisfaz. Os Bons e os Muito Bons eram uma excepção, em que nem sequer havia decreto regulamentar para os enquadrar convenientemente. Obviamente que a Massa amorfa dos docentes aceitava de forma algo bovina essa regra do “satisfaz”. Eu recusei-me!
    A ascensão ao escalão respectivo, a lenga-lenga da auto-avaliação era copiada entre docentes, sem grande pudor, só para não dar muito trabalho. Sei que em algumas escolas até havia, na Secção do Pedagógico, alguém para avaliar a “estética” dos relatórios! Há sempre quem se proponha a esses papéis ridículos, quanto mais não seja por afirmação de ego.

    De acordo com o então diploma legal que instituía as auto-avaliações, quem não apresentasse essa auto-avaliação ficava a penar no escalão de origem enquanto não apresentasse o dito-cujo relatório aos doutos efémeros do Conselho Pedagógico (sim, porque os cargos são efémeros e nada dizem sobre uma hipotética progressão de carreira). E por aí fiquei. Não obstante me terem sido atribuídos cargos de coordenação, de assessoria e de vice-presidência desde sempre.

    Com a revolução Sócrates, os escalões mudaram de nome e de número e, ao contrário do que se esperaria, o tempo de serviço de nada serviu para o reposicionamento dos ‘desalinahdos’ no escalão devido.
    Com 20 anos de serviço docente de quadro, continuo no 2.º Escalão.

    Sim, já fui de Herodes para Pilatos, mas fiquei sempre na dúvida sobre qual dos dois era o mais incompetente, para ser simpático.

    Este é o Mundo do funcionalismo público. A competência não se afere pelo que se faz, mas pela burocracia. E optar por ‘Arial’ ou ‘Times New Roman’ pode ser factor de diferenciação!

    (Por estes e outros motivos, não deixo de sentir alguma pena dos desesperados que anseiam por um lugar na Função Pública. Será por utopia revolucionária? Ou por comodismo? Não sei.)

    • Maria on 4 de Junho de 2014 at 11:15
    • Responder

    Quanto ao benefício do e.Bio, tenho algumas dúvidas, uma vez que nunca mais desde que o mesmo foi validado consegui introduzir qualquer alteração. Assim, neste momento está desatualizado no que toca ao tempo de serviço. Mas, certamente serei eu que não percebo nada… Quanto à Plataforma utilizada para concorrermos, nada a apontar. Achei, para espanto de alguns, muito acessível. Claro que teríamos que ler o manual antes de iniciarmos. Se não o fizéssemos, aí sim ficaríamos à nora, pois seria estranho andarmos de um lado para o outro. Para submetermos, desde que tudo estivesse finalizado, surgia naturalmente. Ei não sou do MEC!!! Nem fui autora da plataforma!!!

    • Maria on 4 de Junho de 2014 at 11:20
    • Responder

    Acrescento uma coisita que entendo que não era necessária. Disponibilizaram os documentos, entre eles a declaração de oposição e que muitos de nós imprimimos preenchemos para a respetiva entrega. Ao concorrermos e submetermos lá aparecia a mesma declaração para imprimirmos já semi reenchida, só bastando datar e assinar. Quem já a tinha entregue ficou na dúvida se teria que entregar esta última.

    • CAGADEU PUMPUM on 4 de Junho de 2014 at 11:22
    • Responder

    OH Arlindo, então logo tu que tão bom trabalho aqui tens feito, VENS ELOGIAR esta aplicação informática……. repleta de avanços e recuos????????? Extremamente confusa, obviamente….! A esmagadora maioria dos colegas que conheço (e são bastantes) teve muitas dificuldades……..!!!!!

    E VENS TU ARLINDO, ELOGIAR??????????

    Enfim, no melhor pano cai sempre a nódoa……..!!!

    Se queres elogiar uma aplicação informática de concursos, só podes elogiar UMA, a açoreana. De resto……………… é impossível fazer isso com lucidez de pensamento.

    Cumps

    • dinis on 4 de Junho de 2014 at 23:16
    • Responder

    Arlindo estavas a ironizar, certo?
    Uma aplicação péssima. Esta gente saberá o que significa “usuabilidade” ou saberá o que significa “intuitiva”, ou saberá o que significa “sequencial”.
    Tem partes perfeitamente surrealistas como a da introdução dos QZP e até o facto d eperguntar antes a quantos QZP vamos concorrer!
    Será que é gozo perguntarem várias vezes a mesma informação, como por exemplo a parte de ter bom na avaliação …
    Arlindo, a aplicação era péssima, ponto.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading