Podia ficar calado, mas há que dizê-lo com frontalidade. Os colegas do quadro, como eu, não devem considerar os colegas contratados como coisas, daquelas que têm de ficar para trás, coisas menores que devem ir para longe. Tenham tento no que dizem. Afinal são todos seres humanos com famílias e vidas para viverem. A vossa perspetiva está profundamente errada. Cuidado com as tentativas de escravidão dos contratados Não pensem só no vosso umbiguinho!
No meu ponto de vista, o colega não entendeu bem o comunicado.
Ninguém está a considerar os colegas contratados como coisas, porque quando nós, desterrados, ficámos efetivos longe também não nos considerávamos coisas. Simplesmente ficámos onde existia,na altura, vaga, esperando para nos aproximarmos um futuro próximo. Para mim vagas são vagas, perto ou longe, cada um concorre para onde pretender. O fundamental é que as vagas que existirem sejam disponibilizadas a todos os professores independentemente de serem efetivos ou contratados. Depois cada um faz a sua opção em função da sua vida pessoal e profissional.
Se os profs contratados não estão efetivos é porque as vagas reais nunca foram as declaradas e estas medidas de austeridade estão a destruir empregos e a escola pública a fim de forçar a passagem para o privado, que continua escandalosamente a ser financiado com os nossos impostos.
Cara colega, as vagas nunca foram reais? E os colegas que ficaram efetivos deturpando o sistema, indo para outros grupos de recrutamento? Podemos dialgoar sobre as medidas de austeridade mas não podemos deixar de afirmar que uma escolha tem em vista uma mudança. Escolher efetivar numa escola distante do local de residência não pode ser visto como algo de ânimo leve. E a culpa sempre foi nossa porque o sistema ia permitindo isso. A verdade é que efetivar num QE implica ficar naquela escola. E, por haver tantas mudanças, tantas alterações, os contratados nunca conseguiram vagas. As reais vagas que afirma…
Bravo! Já que os sindicatos deixaram passar esta (afinal os dirigentes sobem sempre de escalão e não correm o risco de ter “horários zero”) é bom que os professores tenham autonomia e capacidade para se mobilizarem sem os sindicatos. Espero que continuem e não parem por aqui.
Desculpem a pergunta estúpida… mas não concorreram para efetivar? Eu concorri ao país todo e, se ficar colocado, tenho que ir. Ora, a ideologia do MEC até faz sentido. Quem está efetivo é porque escolheu aquele lugar para ficar lá. Se não queriam efetivar não concorriam e continuavam contratados a levar com afirmações: “viveste no bem bom e não concorreste ao país todo!”
Não se esqueça que muitos professores que há uns anos atrás pertenciam a um QZP eram obrigados a concorrer a QE de uma certa zona e por isso efetivaram longe.
O problema está na mudança constante de regras de concursos e da não disponibilização das vagas reais nos vários concursos que se realizaram. Não se aceita o desrespeito pela graduação profissional e a prioridade que os docentes de QZP têm sobre os QE (na MI) quando estes poderão manifestar preferências por escolas fora do QZP em que estão vinculados.
Não quero dizer que não possam ocorrer alterações, o que não pode é tentar corrigir uma injustiça com outra.
Já que o MEC está ser pressionado para efetivar os professores há muito contratados, deveria ter acautelado na legislação uma 1ª prioridade considerando apenas o tempo de serviço no Estado.
Se o MEC considera que há lugar para todos não se entende porque não permite aos profs do quadro concorrerem libertando o mesmo nº de lugares para os profs contratados vincularem.
Caro colega, vê-se bem que nao sabe do que fala…. Caso não saiba, os colegas efetivos em QZP são OBRIGADOS a concorrer a TODAS as escolas do seu seu QPZ quer queirai ou não lá efetivar
Muito bem explicado. Ficou claro que não estão contra os colegas contratados, mas pretendem também poder concorrer a fim de não serem ultrapassados definitivamente.
As medidas excessivas de austeridade levadas a cabo por este governo, deixam antever que será praticamente impossível alguém desterrado conseguir aproximar-se de casa, mudar de grupo ou passar a ter componente letiva depois destas vagas serem ocupadas definitivamente pelos colegas contratados, independentemente da sua graduação profissional.
A lógica por trás desta providência cautelar é uma lógica falhada. Ninguém é obrigado a concorrer para efectivar longe, se o fizeram foi porque equacionaram bem os prós e os contras e o custo que daí decorreria para as suas famílias. Se não o fizeram, deveriam ter feito e não contar com o “ovo no cú da galinha” das vagas para mobilidade.
O problema está nas mentalidades. Gerou-se a ideia de que se podia concorrer para sabe-se lá onde para efectivar, aguentar uns aninhos e depois basar para a cidade natal. Basta parar um pouco e reflectir para constatarmos que tal não seria sustentável. Não é sustentável para as comunidades sub-desenvolvidas que eram utilizadas como trampolim para a efectivação e depois descartadas quando o propósito estava cumprido, nem é sustentável a longo prazo para o equilíbrio do sistema.
Este governo está a tentar destruir a escola pública, é um facto, mas para quem acompanha a situação da educação é fácil constatar que há muita desunião na profissão, muito egoísmo e falta de solidariedade inter-geracional. Grande parte dos problemas que afectam os professores surgem da falta de visão crónica da comunidade e da instrumentalização dos assuntos por parte dos sindicatos.
Equacionaram os prós e os contra dessa efetivação, claro. E sendo um dos contras a possibilidade de ficar vários anos longe do local realmente desejado, o grande prós era poderem sempre concorrer prioritariamente para mudar de quadro em relação aos professores contratados. Se agora esses podem concorrer à sua frente para zonas de interesse, está tudo a ser deturpado!
E sim, é a grande vitória do MEC, conseguir que muitos colegas não percebam o porquê desta providência, dividindo ainda mais a classe, sendo mais uma facada na Escola Pública..
É claro que os prós e os contras foram equacionados. Mas o problema é que as regras estão sempre a mudar, por isso as consequências são MUITO diferentes do que as previstas aquando a decisão.
Acharia justo que na sua empresa entrasse alguém novo para o lugar que ambicionava? Certamente que não.
Vamos lá analisar as coisas como elas são:
Quando um indivíduo concorre a um lugar do Estado, sujeita-se a ficar colocado onde hajam vagas.
Isto, se alargar o leque de preferências ao nível nacional!
As prioridades subjectivas que um qualquer candidato a um emprego no Estado tem de analisar são, na minha óptica duas:
a) Tem prioridade por ficar próximo de casa, sujeitando-se a não ficar vinculado definitivamente, e assim permanecer indefinidamente;
b) Tem prioridade em ficar vinculado definitivamente, para depois, em concursos internos, candidatar-se aos lugares preferenciais, com a vantagem de ser “interno”, logo com direitos acrescidos face aos candidatos externos.
Agora vamos aos factos:
Por vicissitudes várias (casa comprada, comodismo, questões familiares), muitos QZP e Contratados ainda não conseguiram lugar efectivo num Quadro de Escola.
Estes alegados argumentos são muito justos, mas, na minha opinião, são argumentos frágeis por parte de quem, supostamente, deveria acautelar uma estabilidade profissional no Estado.
Que diremos dos emigrantes que procuram a estabilidade profissional e financeira a milhares de quilómetros de casa?
São muito poucos os felizardos que conseguem ter a conjugação perfeita: Concorrer ao Estado e ficar na Escola da vila como efectivo.
Isto para dizer que há que respeitar os “desterrados”, que afinal não puseram o comodismo pessoal como primeiro critério para se vincularem.
Concluindo, é da mais elementar justiça que toda e qualquer prioridade concursal envolva em primeiro lugar os Professores do Quadro de Escola.
Qualquer dramatização com base em argumentos fundamentados em alegadas acções hostis “contra” os “Candidatos a Quadro no Estado” (Um candidato ainda não é, formalmente, funcionário efectivo, entenda-se!), são demagógicas e atentatórias ao Direito dos Funcionários do Quadro.
E nem sequer estamos a falar de competência individual. Essa seria considerada eventualmente numa instituição privada!
Sejamos honestos, pelo menos uma vez na vida, caramba!
Estes tipos que meteram a providência cautelar realmente só estão a fazer figura de urso.Cada um gasta o dinheiro onde quer, mas apenas são riidículos.A força dos contratados é um fato só que ainda não aprenderam.O ano passado o grupo de Educação Especial mostrou aos tipos do quadro que não eram ninguém.Perderam as brutas classificações e os de 3º prioridade a maioria ficou a ver passar os navios argentinos.A maioria não conseguiu vinculação e ficaram atrás dos 150 colegas que vincularam em 2013.Pena é que o exemplo dos grupos 910 , 920 e 930 não sejam estendidos aos outros grupos Estes grupos é os únicos onde as habilitações são transversais para todos os níveis de ensino.Todos os colegas que estão habilitados ao 2º ciclo do básico deviam automáticamente puder concorrer ao 3º ciclo.A maioria dos contratados tem mais habilitações que os do quadro.´
Não deve ser o teu caso Bronco porque se de “facto” fosses mais inteligente não “vestias” todos os professores com o mesmo “fato” de urso…
Aprende a escrever…
O colegas do 2º ciclo a partir dos anos 90 tem licenciaturas das ESES que podem lecionar o 2º ciclo e 1º.A qualidade das ESES está provada há muito tempo pois foi daí que veio muita da renovação pedagógica.Os colegas do pré-escolar também tem dado o seu contributo nos agrupamentos em termos de renovação didática.Felizmente ninguém passa por uma boa ESE sem ficar imbuído do modo verdadeiro de saber ensinar. Um docente de Matemática e Ciências da Natureza tem sempre a capacidade de abordar estas duas disciplinas de um modo lúdico .Depois vê-se todo este trabalho perdido no 3º ciclo e Secundário com o insucesso nestas disciplinas.É só exigência e mais nada.A verdadeira escola Inclusiva vai chegar e os professores mofentos a lembrar os terríveis liceus dos tempos cinzentos da ditadura acabarão.Felizmente a autonomia das escolas vem facilitar a criação de disciplinas novas onde a inovação educacional vai nascer.Um colega meu do Pré-escolar a lecionar Educação Especial propôs numa escola secundária propôs como combate ao insucesso que as disciplinas tivessem uma metodologia de projeto.O insucesso continuou porque os alunos tinham de trabalhar individualmente.Pobres alunos que se v~eeem cada vez mais segregados por correntes elitistas.Pena que a pedagogia de Paulo Freire tenha sido esquecida.
@Figuroese: Ultrapassando o já mencionado aspecto “bronco” do seu comentário (pergunto-me que excelência terá em Educação, Formação e Cidadania), vou-lhe clarificar uns aspectos que parece ainda não ter percebido:
Os “Contratados” não têm força jurídica nenhuma, com excepção daqueles que já trabalham para o Estado há vários anos. Estes, e só estes, têm, de acordo com a Lei Laboral, direito ao vínculo efectivo na instituição para a qual têm trabalhado sucessiva e ininterruptamente. Aliás, o Tribunal Europeu deu-lhes razão.
Falando agora nos “Contratados” em sentido genérico, estes são trabalhadores efectivamente contratados para suprir necessidades pontuais na instituição que os contrata. A termo certo, obviamente! Ou seja, salvaguardando os casos particulares mencionados no parágrafo anterior, não são Funcionários Públicos com direitos garantidos indeterminadamente.
Um contratado só o é no exercício do contrato. Findo o contrato, deixa de ser contratado e o seu estatuto é o de “Desempregado”. E um desempregado não é mais que isso: desempregado!
E um qualquer desempregado, conscientemente concorre às ofertas de emprego que surgem, de entre elas um trabalho com contrato por tempo indeterminado com o Estado.
Ora um desempregado, pela lógica mais elementar, fundamentada nas Leis do Trabalho e no ‘Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas’ (que a maioria dos funcionários públicos nunca leu!) só acede a uma profissão mediante concurso externo. Obviamente!
Do outro lado, estão os Funcionários Públicos. Estes estão vinculados ao Estado, por força do contrato. E qualquer vaga que surja no universo da Função Pública, e neste caso, dos professores do Ensino Público, deve ser objecto de concurso internamente. Nada mais lógico!
Os lugares que se mantêm vagos, esses sim, são muito naturalmente lançados em concurso externo.
—-
O problema e a polémica surgem quando é desvirtuada esta regra básica!
Noutros círculos poder-se-ia chamar de factor “Cunha”.
Mas há sempre quem aproveite os ventos da incompetência dos dirigentes para navegar ao sabor dos mesmos… Isso é feio!
“O ano passado o grupo de Educação Especial mostrou aos tipos do quadro que não eram ninguém. .Perderam as brutas classificações e os de 3º prioridade a maioria ficou a ver passar os navios argentinos. A maioria não conseguiu vinculação e ficaram atrás dos 150 colegas que vincularam em 2013.”
Ou seja, é de todo correto que, havendo dois professores com as mesmas habilitações e que tiraram uma pós-graduação em Educação Especial, os mais graduados sejam ultrapassados por já serem do quadro relativamente a quem não o é. Essa é mesmo para rir, sem sombra de dúvidas!!!
Já agora, onde vai buscar os dados para afirmar que a maioria dos contratados tem mais habilitações que os do quadro?
Só para terminar, há quem se queixe do comunicado ter 1 erro, ao trocar uma vez “há” por “à”.
Mas vê-se aqui comentários que, relativamente a erros, são excecionais…
Ricardo, não baixe o nível… Estão a dar a sua opinião, deixe-os e contraponha.
Lol! O meu já sabem qual é e por que zona ando…. 😉 Outros também já deram a cara e nome. Os demais, é só ir ao Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto e pedir, já que é público.
Já devo ter uma “death squad” à minha procura… Só acho estranho ainda não me terem encontrado, já que nestas terras alentejanas todos se conhecem e sabem onde vivemos. 😉
Há quem diga que vivemos em ‘Democracia’;
Há quem diga que vivemos num ‘Estado de Direito’;
Há quem diga que vivemos numa ‘República das bananas’;
Há quem diga que vivemos numa ‘República de bananas’;
Há quem diga que vivemos em ‘Ditadura’.
Bem, a segunda opção, objectivamente, não é!
A primeira, só com uns “shots” se pode aceitar sem preplexidade.
As três últimas são claramente as mais aproximadas à realidade.
E só se pode relativizar a quarta opção porque, felizmente, temos cidadãos activos como o Prof. Infinito.
Sei que possivelmente não irá ler isto, visto já passarem alguns dias desde que fez o seu comentário, mas tinha que me pronunciar…
MUITO OBRIGADO! O seu comentário dá forças e vem ao encontro do que tento transmitir aos meus alunos a nível transversal…
Esta gente anda a brincar com coisas sérias, andam a cuspir no prato onde comem.
É a velha história de uma carreira previligiada, uns lutam para sobreviver (nomeadamente os contratados precários) outros cag….. postas de pescada!!
Ainda vamos ouvir esta imensidão de descontentes (cerca de 150 almas) dizer que os chatos dos contratados é que são os culpados de tudo isto, eles nem criam importunar o MEC…
Tudo isto é uma INFINITA estupidez!!!!!
Os colegas contratados não têm culpa da estupidez do MEC, mas também não pode esperar que aqueles que agora se vêm prejudicados não lutem pelos seus direitos, explanados na lei, assim como os colegas contratados devem fazer relativamente à diretiva comunitária! E relativamente a isso, tenho realmente pena que tenham apenas sido a “imensidão” de pouco mais de 100 contratados a juntarem-se à ANVPC na luta pelos seus direitos.
Sabe porquê? porque são precários e têm medo da “death squad” das direcçõpes de escola, das autarquias, etc,etc. Como sabe os concursos nacionais têm os dias contados (o Sr. Infinito com estas atitudes ajuda à festa) e o pessoal para ter comida na mesa, sujeita-se…..
Não andam com as costas forradas, não se podem dar ao luxo de brincar com coisas sérias, são realidades diferentes…mas isso o colega ainda não entendeu!!
Somos todos professores, vamos falar de aquilo que interessa a todos. Não acham que se devia respeitar a graduação profissional para qualquer tipo de concurso ou mobilidade ? Não acham que um professor efetivo quando está anos e anos atrás de uma vaga na sua área de residência, quando sabe que finalmente essa vaga existe, descobre que não pode concorrer ?
Mas os problemas de inépcia dos nossos dirigentes não se ficam por aqui, infelizmente!
No último concurso nacional constatei que as vagas libertas por professores de Quadro que concorreram a outro quadro de escola não foram correctamente equacionadas no algoritmo do Sistema.
A previsível rotação de professores em mobilidade geográfica não aconteceu, apesar de não serem vagas negativas.
Isto, para assinalar que, além de decisões políticas em vésperas de concursos, as aplicações informáticas postas à disposição não são testadas correctamente! E este aspecto técnico é extremamente difícil de provar, a não ser por triangulação de candidaturas, cruzadas com as preferências individuais e as respectivas graduações.
Nos últimos tempos tenho ouvido coisas do arco-da-velha acerca dos colegas contratados. Recuso responder a banalidades de uma certa leveza mental, sobretudo acentuada pela estupidez humana selvagem, da lógica do supostamente mais forte – o professor de quadro. Supostamente porque na realidade o não é!
A trogoditaria da classe efetiva que anda por aí na apregoar a suposta ultrapassagem por seres inferiores (os contratados) no acesso as vagas.
Que atitude tão baixa, mas condizente com o estatuto intelectual de quem emite estas barbaridades. Do género, “preocupa-me incomensuravelmente o meu bandulho e, os que vieram depois são escoria a abater!”.
Mas que triste figura de quem por ter um canudo mal recebido, que nunca devia ter sido na mão mas na testa, com força, adequada, que reflectisse, pelo menos e em letras douradas, mais ou menos pequenas, o que por lá vai dentro!
Gente efetiva efetivamente desmunida de bom senso, que se acha acima da ralé contratada, esses professorzitos provisórios (segundo a nomenclatura de outros tempos) que desgraçadamente, estupidamente, impunemente, desmesuradamente, desavergonhadamente, indecendemente, criteriosamente, impossivelmente, idiotamente, lhes querem tirar o lugar de conforto. do seu castelo de cartas. Que descaradamente lhes trincam a vaidade de serem efetivamente efetivos ou “afetivos” como já ouvi um dizer e não digo onde!
O orgulho de se achar mais do que os colegas contratados vem seguramente (facto clinicamente comprovado) da pequenez mental destas figurinhas dos quadros de uma qualquer banda desenhada que ninguém quer ler,, simplesmente porque de lixo se trata e aborrece pelo odor emitido…
Se fosse juiz mandava internar compulsivamente os donos destas ideias de parasitismo não assumido.
Se fosse canalha, então batia-lhes palmas e pagava-lhes jantares.
Se fosse contratado, professor claro, tratava de meter uma providencia cautelar contra a insanidade destes enquadrados que se acham no direito de xingar quem anos a fio sofreu da precariedade, do desemprego, do mal viver sem salário como eles – os efetivos, incomodados pelo desejo de estabilidade de quem tem esse direito.
Se fosse contratado, exigia respeito, se me cruzasse num ambiente informal com um desses “afetivos” talvez perdesse as estribeiras e lhe acertasse onde lhe doi mais, naquele ponto minúsculo intra-craniano, com uma bala imaterial – a do desprezo efetivo.
Jorge Costa (professor do quadro há 23 anos, ex-professor provisório, provisório também na vida, como todos)
Depois de ler tamanha insensatez, ocorre-me perguntar-lhe porque não solicitar a rescisão do seu contrato? Existirá certamente algum colega que lhe agradecerá eternamente.
Desculpe, mas o único que coloca os colegas contratados num plano inferior é o colega ao escrever o que escreve. Porque nem os centos e cinquenta e tal da petição nem as centenas/milhares que não avançaram por desconhecimento da mesma ou qualquer outro motivo apenas consideram justo que a lei geral de admissão à função pública seja respeitada. Qual é o problema de entender o seguinte: existem “x” vagas então abra-se o concurso e quem pretender (profs do quadro ou contratados) concorrem como bem entenderem??????????????????? Porque que raio vamos excluir alguém???????? Para sua informação há gente efetiva cujo marido ou esposa ainda são contratados. Veja se entende que NÃO existem professores do quadro contra professores contratados, mas sim professores a quererem trabalhar uns mais perto de casa e outros com amis alguma “estabilidade”, tendo o MEC a eliminar horários ano após ano. IRRA!!!!
Senhora professora,
Entenda. Concorreu para lá, efetivou… agora tem que esperar. Respeite os colegas que são tão competentes (ou mais) e que há mais de 15 anos que trabalham bem ou igual aos colegas do quadro. Nem a designação de professor temos direito! Como é que estas pessoas que são pedagogos e não têm qualquer traço de humanidade? Falam em direitos… mas nos seus. Isso é tem um nome apenas, é individualismo.
Jorge é raro ver professores do quadro com a sua clarividência.O nosso bem haja por ter tido a coragem de dizer o que muitos pensam.Estes parvalhões da providência cautelar deviam ser internados compulsivamente e já.Gente desta não pode estar no ensino e um dia haverá transversalidade de habilitações a todos os professores do básico.Novas disciplinas nascerão e os mais bem preparados em Ciências da Educação continuarão a fazer progredir a inovação educacional que as ESES trouxeram a este país.
As ESES…. Realmente fantásticas… só saber, só inovação, inovação no saber… até sabem coisas que não existem… Quero ver alguém de uma ESE a saber ensinar alguma coisa de MAT ou FQ a pessoas acima dos 12 anos. Têm mesmo de nascer novas disciplinas….
Caro Jorge Costa:
É com muita pena que leio o que escreveu. Nunca imaginei, tendo lido quase todos os seus posts, que baixasse a esse nível de comentários insultuosos. É assim que se divide ainda mais uma classe, rebaixando ao máximo aqueles que apenas lutam pelos seus direitos, algo que você tanto pediu que os professores contratados fizessem. Ou as leis só servem para um lado?
A única coisa coisa que posso dizer, sem nunca baixar ao nível do seu comentário (algo indigno num professor e educador), é o seguinte: http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/06/os-insultos-de-jorge-costa.html
Obrigado Jorge Costa, pelo texto mais bem elaborado que li nos últimos tempos.
Parabéns pela construção lexical rica e fabulosa, que remete a um cenário real pobre e português.
A luta pelos direitos individuais, não pode significar a eliminação dos direitos dos demais. No caso, dirijo-me aqueles que acham que os professores dos quadros devem estar sempre num patamar superior em relação ao professores injustamente contratados anos sem fim. Como disse em tempos, colocar por graduação profissional sem o estigma das prioridades injustas que coloquem os sacrificados sempre para o fim.
Bruno, não é a ti que critico mas à corrente efetivista de uma determinada forma de pensar que elimina a pessoa, reduzindo-a, esquecendo os sacrifícios que fez,que nunca teve hipótese de entrar nos quadros e não só porque o MEC nunca o quis mas até os próprios professores dos quadros que se sentiam ameaçados.
Mas, Bruno, tal como disse, quem nunca concorreu para todo o país deve ficar atrás, e isso mantenho.
De resto entendo que agiram mal ao meter os contratados todos no mesmo saco, porque seguramente, a esmagadora maioria, não o merece.
Escusa de vir agora tentar dourar a pílula. Aquilo que o Sr J.C. escreveu foi ordinário, baixo, reles, estúpido. É que nem sequer apresentou um único argumento, nem podia, pois a estupidez não tem defesa possível. Quem escreve o que o Sr escreveu não é digno de ser chamado Professor. O Sr não passa de uma besta. Tenho dito.
O que se defende é que a graduação impere nos concursos. E que os quadros concorram primeiro às vagas. As duas premissas são coincidentes para todos os professores dentro do mesmo grupo de recrutamento, a não ser nas situações que um docente contratado não concorreu para todas as vagas possíveis. Por isso “colocar por graduação profissional sem o estigma das prioridades injustas que coloquem os sacrificados sempre para o fim” é tudo o que se pede na petição. Provavelmente “construção lexical rica e fabulosa” atrapalhou o raciocínio.
Relativamente ao resto… não sei em que escola leciona nem quem são os seus colegas mas não vivemos no mesmo planeta. Sou do tempo em que me perguntavam se eu era colega ou provisória e que as cadeiras da sala de professores tinham “donos”. Ao que respondia que era provisória porque na minha terra, colegas são as p………..Tratava por Sr e Sra os colegas efetivos. Nada disso se passa agora. Os colegas que chegam são acarinhados e bem tratados desde que não venham hostis e imbuídos do espírito de que todos os os efetivos são dinossauros desatualizados que têm de ser combatidos. E que todas as direções de escola são, por definição, maléficas e exploradoras. São tratados como iguais e sentidos como iguais. Os meus amigos na escola são os fumadores. É nisto que sou elitista. 🙂 São os proscritos da sala de professores. Todos que chegam me tratam por tu. Mesmo que possam ser meus filhos. Contratados, QZPs, efetivos, brancos, pretos, homens e mulheres. A maior parte só sei que são contratados quando se aproxima um concurso ou se forem mesmo muito novos. Fala-se de trabalho, de férias, de compras, de deixar de fumar, de politica, de atualidade, das mulheres, dos maridos, das relações amorosas, dos filhos, de dinheiro, fala-se mal e bem uns dos outros, de tudo e mais alguma coisa mas não do vínculo ou da falta dele. A não ser que calhe em conversa banal, como as restantes. Portanto essa treta de os efetivos serem assim e os contratados assado é de uma estupidez atroz. Somos todos colegas, todos pessoas.
Jorge no quadro há professores solidários e outros não.Se os professores do quadro fossem unidos não tinham só 100 míseras assinaturas.Os professores do quadro com o tempo serão postos no seu lugar.Desde 2007 que estão e bem fixos 4 anos e só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna,Isso também acabará.o ano passado tiveram direito a 750 lugares para mudar.Por mim tinham tido 0.Quem está quadro de escola deve aí continuar e ponto final.A mobilidade por doença entende-se.Agora o privilégio da mobilidade interna tem de acabar.Com estes concursos já quase 3000 colegas contratados vincularam.No próximo ano certamente mais alguns milhares irão a vinculação extraordinária e se o Ps ganhar já nem haverá concurso interno(o que tem sentido é os concursos quadrienais.No tem do do PS preparava-se e bem que os titulares nunca mais poderiam mudar de quadro.Foram impedidos e bem de ir a concurso durante 7 anos..Os contratados tem conseguido tudo,até as graduações de certos grupos mudámos a nosso favor.
“Os professores do quadro com o tempo serão postos no seu lugar.Desde 2007 que estão e bem fixos 4 anos e só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna.”
1. Quem diz uma barbaridade como ” serão postos no seu lugar” mostra claramente a arrogância, a cegueira e a indignidade que se apoderou de uns tantos de há uns tempos a esta parte.
2. Quem diz que ” só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna” demosntra claramente a sua ignorância sobre a história dos concursos. Com efeito, a mobilidade interna, embora com outro nome, já existia muito antes de 2007.
3. Chamar “porcaria” à mobilidade interna apenas mostra uma certa dor de cotovelo e talvez um dia venha a engolir o que disse.
[…] insultos do professor Jorge Costa…“), o Jorge Costa veio dizer (tanto num comentário no blogue do Arlindo, como num comentário ao post atrás referido), que o post e os comentários nele contidos […]
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Podia ficar calado, mas há que dizê-lo com frontalidade. Os colegas do quadro, como eu, não devem considerar os colegas contratados como coisas, daquelas que têm de ficar para trás, coisas menores que devem ir para longe. Tenham tento no que dizem. Afinal são todos seres humanos com famílias e vidas para viverem. A vossa perspetiva está profundamente errada. Cuidado com as tentativas de escravidão dos contratados Não pensem só no vosso umbiguinho!
No meu ponto de vista, o colega não entendeu bem o comunicado.
Ninguém está a considerar os colegas contratados como coisas, porque quando nós, desterrados, ficámos efetivos longe também não nos considerávamos coisas. Simplesmente ficámos onde existia,na altura, vaga, esperando para nos aproximarmos um futuro próximo. Para mim vagas são vagas, perto ou longe, cada um concorre para onde pretender. O fundamental é que as vagas que existirem sejam disponibilizadas a todos os professores independentemente de serem efetivos ou contratados. Depois cada um faz a sua opção em função da sua vida pessoal e profissional.
Se os profs contratados não estão efetivos é porque as vagas reais nunca foram as declaradas e estas medidas de austeridade estão a destruir empregos e a escola pública a fim de forçar a passagem para o privado, que continua escandalosamente a ser financiado com os nossos impostos.
Cara colega, as vagas nunca foram reais? E os colegas que ficaram efetivos deturpando o sistema, indo para outros grupos de recrutamento? Podemos dialgoar sobre as medidas de austeridade mas não podemos deixar de afirmar que uma escolha tem em vista uma mudança. Escolher efetivar numa escola distante do local de residência não pode ser visto como algo de ânimo leve. E a culpa sempre foi nossa porque o sistema ia permitindo isso. A verdade é que efetivar num QE implica ficar naquela escola. E, por haver tantas mudanças, tantas alterações, os contratados nunca conseguiram vagas. As reais vagas que afirma…
Bravo! Já que os sindicatos deixaram passar esta (afinal os dirigentes sobem sempre de escalão e não correm o risco de ter “horários zero”) é bom que os professores tenham autonomia e capacidade para se mobilizarem sem os sindicatos. Espero que continuem e não parem por aqui.
Desculpem a pergunta estúpida… mas não concorreram para efetivar? Eu concorri ao país todo e, se ficar colocado, tenho que ir. Ora, a ideologia do MEC até faz sentido. Quem está efetivo é porque escolheu aquele lugar para ficar lá. Se não queriam efetivar não concorriam e continuavam contratados a levar com afirmações: “viveste no bem bom e não concorreste ao país todo!”
Não se esqueça que muitos professores que há uns anos atrás pertenciam a um QZP eram obrigados a concorrer a QE de uma certa zona e por isso efetivaram longe.
O problema está na mudança constante de regras de concursos e da não disponibilização das vagas reais nos vários concursos que se realizaram. Não se aceita o desrespeito pela graduação profissional e a prioridade que os docentes de QZP têm sobre os QE (na MI) quando estes poderão manifestar preferências por escolas fora do QZP em que estão vinculados.
Não quero dizer que não possam ocorrer alterações, o que não pode é tentar corrigir uma injustiça com outra.
Já que o MEC está ser pressionado para efetivar os professores há muito contratados, deveria ter acautelado na legislação uma 1ª prioridade considerando apenas o tempo de serviço no Estado.
Se o MEC considera que há lugar para todos não se entende porque não permite aos profs do quadro concorrerem libertando o mesmo nº de lugares para os profs contratados vincularem.
Caro colega, vê-se bem que nao sabe do que fala…. Caso não saiba, os colegas efetivos em QZP são OBRIGADOS a concorrer a TODAS as escolas do seu seu QPZ quer queirai ou não lá efetivar
Muito bem explicado. Ficou claro que não estão contra os colegas contratados, mas pretendem também poder concorrer a fim de não serem ultrapassados definitivamente.
As medidas excessivas de austeridade levadas a cabo por este governo, deixam antever que será praticamente impossível alguém desterrado conseguir aproximar-se de casa, mudar de grupo ou passar a ter componente letiva depois destas vagas serem ocupadas definitivamente pelos colegas contratados, independentemente da sua graduação profissional.
A lógica por trás desta providência cautelar é uma lógica falhada. Ninguém é obrigado a concorrer para efectivar longe, se o fizeram foi porque equacionaram bem os prós e os contras e o custo que daí decorreria para as suas famílias. Se não o fizeram, deveriam ter feito e não contar com o “ovo no cú da galinha” das vagas para mobilidade.
O problema está nas mentalidades. Gerou-se a ideia de que se podia concorrer para sabe-se lá onde para efectivar, aguentar uns aninhos e depois basar para a cidade natal. Basta parar um pouco e reflectir para constatarmos que tal não seria sustentável. Não é sustentável para as comunidades sub-desenvolvidas que eram utilizadas como trampolim para a efectivação e depois descartadas quando o propósito estava cumprido, nem é sustentável a longo prazo para o equilíbrio do sistema.
Este governo está a tentar destruir a escola pública, é um facto, mas para quem acompanha a situação da educação é fácil constatar que há muita desunião na profissão, muito egoísmo e falta de solidariedade inter-geracional. Grande parte dos problemas que afectam os professores surgem da falta de visão crónica da comunidade e da instrumentalização dos assuntos por parte dos sindicatos.
Equacionaram os prós e os contra dessa efetivação, claro. E sendo um dos contras a possibilidade de ficar vários anos longe do local realmente desejado, o grande prós era poderem sempre concorrer prioritariamente para mudar de quadro em relação aos professores contratados. Se agora esses podem concorrer à sua frente para zonas de interesse, está tudo a ser deturpado!
E sim, é a grande vitória do MEC, conseguir que muitos colegas não percebam o porquê desta providência, dividindo ainda mais a classe, sendo mais uma facada na Escola Pública..
Manuel, o Presidente do Sporting devia estar a falar da tua boca….
É claro que os prós e os contras foram equacionados. Mas o problema é que as regras estão sempre a mudar, por isso as consequências são MUITO diferentes do que as previstas aquando a decisão.
Acharia justo que na sua empresa entrasse alguém novo para o lugar que ambicionava? Certamente que não.
@ao Manuel:
Vamos lá analisar as coisas como elas são:
Quando um indivíduo concorre a um lugar do Estado, sujeita-se a ficar colocado onde hajam vagas.
Isto, se alargar o leque de preferências ao nível nacional!
As prioridades subjectivas que um qualquer candidato a um emprego no Estado tem de analisar são, na minha óptica duas:
a) Tem prioridade por ficar próximo de casa, sujeitando-se a não ficar vinculado definitivamente, e assim permanecer indefinidamente;
b) Tem prioridade em ficar vinculado definitivamente, para depois, em concursos internos, candidatar-se aos lugares preferenciais, com a vantagem de ser “interno”, logo com direitos acrescidos face aos candidatos externos.
Agora vamos aos factos:
Por vicissitudes várias (casa comprada, comodismo, questões familiares), muitos QZP e Contratados ainda não conseguiram lugar efectivo num Quadro de Escola.
Estes alegados argumentos são muito justos, mas, na minha opinião, são argumentos frágeis por parte de quem, supostamente, deveria acautelar uma estabilidade profissional no Estado.
Que diremos dos emigrantes que procuram a estabilidade profissional e financeira a milhares de quilómetros de casa?
São muito poucos os felizardos que conseguem ter a conjugação perfeita: Concorrer ao Estado e ficar na Escola da vila como efectivo.
Isto para dizer que há que respeitar os “desterrados”, que afinal não puseram o comodismo pessoal como primeiro critério para se vincularem.
Concluindo, é da mais elementar justiça que toda e qualquer prioridade concursal envolva em primeiro lugar os Professores do Quadro de Escola.
Qualquer dramatização com base em argumentos fundamentados em alegadas acções hostis “contra” os “Candidatos a Quadro no Estado” (Um candidato ainda não é, formalmente, funcionário efectivo, entenda-se!), são demagógicas e atentatórias ao Direito dos Funcionários do Quadro.
E nem sequer estamos a falar de competência individual. Essa seria considerada eventualmente numa instituição privada!
Sejamos honestos, pelo menos uma vez na vida, caramba!
… há ” dezenas de anos”
Estes tipos que meteram a providência cautelar realmente só estão a fazer figura de urso.Cada um gasta o dinheiro onde quer, mas apenas são riidículos.A força dos contratados é um fato só que ainda não aprenderam.O ano passado o grupo de Educação Especial mostrou aos tipos do quadro que não eram ninguém.Perderam as brutas classificações e os de 3º prioridade a maioria ficou a ver passar os navios argentinos.A maioria não conseguiu vinculação e ficaram atrás dos 150 colegas que vincularam em 2013.Pena é que o exemplo dos grupos 910 , 920 e 930 não sejam estendidos aos outros grupos Estes grupos é os únicos onde as habilitações são transversais para todos os níveis de ensino.Todos os colegas que estão habilitados ao 2º ciclo do básico deviam automáticamente puder concorrer ao 3º ciclo.A maioria dos contratados tem mais habilitações que os do quadro.´
Não deve ser o teu caso Bronco porque se de “facto” fosses mais inteligente não “vestias” todos os professores com o mesmo “fato” de urso…
Aprende a escrever…
Que figurinha Figuroese….LAMENTÁVEL!!!!!Tenha vergonha……2º ciclo a dar 3º…..LOL…..e secundário não?
O colegas do 2º ciclo a partir dos anos 90 tem licenciaturas das ESES que podem lecionar o 2º ciclo e 1º.A qualidade das ESES está provada há muito tempo pois foi daí que veio muita da renovação pedagógica.Os colegas do pré-escolar também tem dado o seu contributo nos agrupamentos em termos de renovação didática.Felizmente ninguém passa por uma boa ESE sem ficar imbuído do modo verdadeiro de saber ensinar. Um docente de Matemática e Ciências da Natureza tem sempre a capacidade de abordar estas duas disciplinas de um modo lúdico .Depois vê-se todo este trabalho perdido no 3º ciclo e Secundário com o insucesso nestas disciplinas.É só exigência e mais nada.A verdadeira escola Inclusiva vai chegar e os professores mofentos a lembrar os terríveis liceus dos tempos cinzentos da ditadura acabarão.Felizmente a autonomia das escolas vem facilitar a criação de disciplinas novas onde a inovação educacional vai nascer.Um colega meu do Pré-escolar a lecionar Educação Especial propôs numa escola secundária propôs como combate ao insucesso que as disciplinas tivessem uma metodologia de projeto.O insucesso continuou porque os alunos tinham de trabalhar individualmente.Pobres alunos que se v~eeem cada vez mais segregados por correntes elitistas.Pena que a pedagogia de Paulo Freire tenha sido esquecida.
@Figuroese: Ultrapassando o já mencionado aspecto “bronco” do seu comentário (pergunto-me que excelência terá em Educação, Formação e Cidadania), vou-lhe clarificar uns aspectos que parece ainda não ter percebido:
Os “Contratados” não têm força jurídica nenhuma, com excepção daqueles que já trabalham para o Estado há vários anos. Estes, e só estes, têm, de acordo com a Lei Laboral, direito ao vínculo efectivo na instituição para a qual têm trabalhado sucessiva e ininterruptamente. Aliás, o Tribunal Europeu deu-lhes razão.
Falando agora nos “Contratados” em sentido genérico, estes são trabalhadores efectivamente contratados para suprir necessidades pontuais na instituição que os contrata. A termo certo, obviamente! Ou seja, salvaguardando os casos particulares mencionados no parágrafo anterior, não são Funcionários Públicos com direitos garantidos indeterminadamente.
Um contratado só o é no exercício do contrato. Findo o contrato, deixa de ser contratado e o seu estatuto é o de “Desempregado”. E um desempregado não é mais que isso: desempregado!
E um qualquer desempregado, conscientemente concorre às ofertas de emprego que surgem, de entre elas um trabalho com contrato por tempo indeterminado com o Estado.
Ora um desempregado, pela lógica mais elementar, fundamentada nas Leis do Trabalho e no ‘Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas’ (que a maioria dos funcionários públicos nunca leu!) só acede a uma profissão mediante concurso externo. Obviamente!
Do outro lado, estão os Funcionários Públicos. Estes estão vinculados ao Estado, por força do contrato. E qualquer vaga que surja no universo da Função Pública, e neste caso, dos professores do Ensino Público, deve ser objecto de concurso internamente. Nada mais lógico!
Os lugares que se mantêm vagos, esses sim, são muito naturalmente lançados em concurso externo.
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O problema e a polémica surgem quando é desvirtuada esta regra básica!
Noutros círculos poder-se-ia chamar de factor “Cunha”.
Mas há sempre quem aproveite os ventos da incompetência dos dirigentes para navegar ao sabor dos mesmos… Isso é feio!
“O ano passado o grupo de Educação Especial mostrou aos tipos do quadro que não eram ninguém. .Perderam as brutas classificações e os de 3º prioridade a maioria ficou a ver passar os navios argentinos. A maioria não conseguiu vinculação e ficaram atrás dos 150 colegas que vincularam em 2013.”
Ou seja, é de todo correto que, havendo dois professores com as mesmas habilitações e que tiraram uma pós-graduação em Educação Especial, os mais graduados sejam ultrapassados por já serem do quadro relativamente a quem não o é. Essa é mesmo para rir, sem sombra de dúvidas!!!
Já agora, onde vai buscar os dados para afirmar que a maioria dos contratados tem mais habilitações que os do quadro?
Só para terminar, há quem se queixe do comunicado ter 1 erro, ao trocar uma vez “há” por “à”.
Mas vê-se aqui comentários que, relativamente a erros, são excecionais…
Ricardo, não baixe o nível… Estão a dar a sua opinião, deixe-os e contraponha.
Nomes? Queremos nomes dos docentes e interpuseram a providencia cautelar? Queremos sangue! Queremos cabeças a rolar…
Lol! O meu já sabem qual é e por que zona ando…. 😉 Outros também já deram a cara e nome. Os demais, é só ir ao Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto e pedir, já que é público.
Lamento ter tido conhecimento desta providência tarde de mais…..com mais tempo seriam muitos profs a aderir……Boa sorte!
Cristina, ainda há muitas coisas para lutarmos. Esta foi só a primeira!
Acho que ainda vivemos numa democracia! Mas, há sempre alguém que não sabe o que isso significa! É triste!
Estás feito infinito!
Eu defendo-te Infinito!!!
Já devo ter uma “death squad” à minha procura… Só acho estranho ainda não me terem encontrado, já que nestas terras alentejanas todos se conhecem e sabem onde vivemos. 😉
Há quem diga que vivemos em ‘Democracia’;
Há quem diga que vivemos num ‘Estado de Direito’;
Há quem diga que vivemos numa ‘República das bananas’;
Há quem diga que vivemos numa ‘República de bananas’;
Há quem diga que vivemos em ‘Ditadura’.
Bem, a segunda opção, objectivamente, não é!
A primeira, só com uns “shots” se pode aceitar sem preplexidade.
As três últimas são claramente as mais aproximadas à realidade.
E só se pode relativizar a quarta opção porque, felizmente, temos cidadãos activos como o Prof. Infinito.
Sei que possivelmente não irá ler isto, visto já passarem alguns dias desde que fez o seu comentário, mas tinha que me pronunciar…
MUITO OBRIGADO! O seu comentário dá forças e vem ao encontro do que tento transmitir aos meus alunos a nível transversal…
Esta gente anda a brincar com coisas sérias, andam a cuspir no prato onde comem.
É a velha história de uma carreira previligiada, uns lutam para sobreviver (nomeadamente os contratados precários) outros cag….. postas de pescada!!
Ainda vamos ouvir esta imensidão de descontentes (cerca de 150 almas) dizer que os chatos dos contratados é que são os culpados de tudo isto, eles nem criam importunar o MEC…
Tudo isto é uma INFINITA estupidez!!!!!
Parabens Jorge Costa pela sua lucidez!
Os colegas contratados não têm culpa da estupidez do MEC, mas também não pode esperar que aqueles que agora se vêm prejudicados não lutem pelos seus direitos, explanados na lei, assim como os colegas contratados devem fazer relativamente à diretiva comunitária! E relativamente a isso, tenho realmente pena que tenham apenas sido a “imensidão” de pouco mais de 100 contratados a juntarem-se à ANVPC na luta pelos seus direitos.
Sabe porquê? porque são precários e têm medo da “death squad” das direcçõpes de escola, das autarquias, etc,etc. Como sabe os concursos nacionais têm os dias contados (o Sr. Infinito com estas atitudes ajuda à festa) e o pessoal para ter comida na mesa, sujeita-se…..
Não andam com as costas forradas, não se podem dar ao luxo de brincar com coisas sérias, são realidades diferentes…mas isso o colega ainda não entendeu!!
Somos todos professores, vamos falar de aquilo que interessa a todos. Não acham que se devia respeitar a graduação profissional para qualquer tipo de concurso ou mobilidade ? Não acham que um professor efetivo quando está anos e anos atrás de uma vaga na sua área de residência, quando sabe que finalmente essa vaga existe, descobre que não pode concorrer ?
É o mais óbvio e justo critério, Alexandre!
Mas os problemas de inépcia dos nossos dirigentes não se ficam por aqui, infelizmente!
No último concurso nacional constatei que as vagas libertas por professores de Quadro que concorreram a outro quadro de escola não foram correctamente equacionadas no algoritmo do Sistema.
A previsível rotação de professores em mobilidade geográfica não aconteceu, apesar de não serem vagas negativas.
Isto, para assinalar que, além de decisões políticas em vésperas de concursos, as aplicações informáticas postas à disposição não são testadas correctamente! E este aspecto técnico é extremamente difícil de provar, a não ser por triangulação de candidaturas, cruzadas com as preferências individuais e as respectivas graduações.
Caros colegas de profissão
Nos últimos tempos tenho ouvido coisas do arco-da-velha acerca dos colegas contratados. Recuso responder a banalidades de uma certa leveza mental, sobretudo acentuada pela estupidez humana selvagem, da lógica do supostamente mais forte – o professor de quadro. Supostamente porque na realidade o não é!
A trogoditaria da classe efetiva que anda por aí na apregoar a suposta ultrapassagem por seres inferiores (os contratados) no acesso as vagas.
Que atitude tão baixa, mas condizente com o estatuto intelectual de quem emite estas barbaridades. Do género, “preocupa-me incomensuravelmente o meu bandulho e, os que vieram depois são escoria a abater!”.
Mas que triste figura de quem por ter um canudo mal recebido, que nunca devia ter sido na mão mas na testa, com força, adequada, que reflectisse, pelo menos e em letras douradas, mais ou menos pequenas, o que por lá vai dentro!
Gente efetiva efetivamente desmunida de bom senso, que se acha acima da ralé contratada, esses professorzitos provisórios (segundo a nomenclatura de outros tempos) que desgraçadamente, estupidamente, impunemente, desmesuradamente, desavergonhadamente, indecendemente, criteriosamente, impossivelmente, idiotamente, lhes querem tirar o lugar de conforto. do seu castelo de cartas. Que descaradamente lhes trincam a vaidade de serem efetivamente efetivos ou “afetivos” como já ouvi um dizer e não digo onde!
O orgulho de se achar mais do que os colegas contratados vem seguramente (facto clinicamente comprovado) da pequenez mental destas figurinhas dos quadros de uma qualquer banda desenhada que ninguém quer ler,, simplesmente porque de lixo se trata e aborrece pelo odor emitido…
Se fosse juiz mandava internar compulsivamente os donos destas ideias de parasitismo não assumido.
Se fosse canalha, então batia-lhes palmas e pagava-lhes jantares.
Se fosse contratado, professor claro, tratava de meter uma providencia cautelar contra a insanidade destes enquadrados que se acham no direito de xingar quem anos a fio sofreu da precariedade, do desemprego, do mal viver sem salário como eles – os efetivos, incomodados pelo desejo de estabilidade de quem tem esse direito.
Se fosse contratado, exigia respeito, se me cruzasse num ambiente informal com um desses “afetivos” talvez perdesse as estribeiras e lhe acertasse onde lhe doi mais, naquele ponto minúsculo intra-craniano, com uma bala imaterial – a do desprezo efetivo.
Jorge Costa (professor do quadro há 23 anos, ex-professor provisório, provisório também na vida, como todos)
“A calúnia e a injúria são armas da ignorância.”
Troglodita é quem escrevinha esta coisa que mais parece diarreia mental. Mas não se preocupe: nenhum juiz o vai mandar internar compulsivamente.
Depois de ler tamanha insensatez, ocorre-me perguntar-lhe porque não solicitar a rescisão do seu contrato? Existirá certamente algum colega que lhe agradecerá eternamente.
Desculpe, mas o único que coloca os colegas contratados num plano inferior é o colega ao escrever o que escreve. Porque nem os centos e cinquenta e tal da petição nem as centenas/milhares que não avançaram por desconhecimento da mesma ou qualquer outro motivo apenas consideram justo que a lei geral de admissão à função pública seja respeitada. Qual é o problema de entender o seguinte: existem “x” vagas então abra-se o concurso e quem pretender (profs do quadro ou contratados) concorrem como bem entenderem??????????????????? Porque que raio vamos excluir alguém???????? Para sua informação há gente efetiva cujo marido ou esposa ainda são contratados. Veja se entende que NÃO existem professores do quadro contra professores contratados, mas sim professores a quererem trabalhar uns mais perto de casa e outros com amis alguma “estabilidade”, tendo o MEC a eliminar horários ano após ano. IRRA!!!!
Senhora professora,
Entenda. Concorreu para lá, efetivou… agora tem que esperar. Respeite os colegas que são tão competentes (ou mais) e que há mais de 15 anos que trabalham bem ou igual aos colegas do quadro. Nem a designação de professor temos direito! Como é que estas pessoas que são pedagogos e não têm qualquer traço de humanidade? Falam em direitos… mas nos seus. Isso é tem um nome apenas, é individualismo.
Obrigado, Jorge Costa, pelo seu testemunho e o seu apoio.
Jorge é raro ver professores do quadro com a sua clarividência.O nosso bem haja por ter tido a coragem de dizer o que muitos pensam.Estes parvalhões da providência cautelar deviam ser internados compulsivamente e já.Gente desta não pode estar no ensino e um dia haverá transversalidade de habilitações a todos os professores do básico.Novas disciplinas nascerão e os mais bem preparados em Ciências da Educação continuarão a fazer progredir a inovação educacional que as ESES trouxeram a este país.
As ESES…. Realmente fantásticas… só saber, só inovação, inovação no saber… até sabem coisas que não existem… Quero ver alguém de uma ESE a saber ensinar alguma coisa de MAT ou FQ a pessoas acima dos 12 anos. Têm mesmo de nascer novas disciplinas….
correcção: trogloditaria, enfim uma invenção de dicionário adequada a estas figurinhas desfiguradas…
Caro Jorge Costa:
É com muita pena que leio o que escreveu. Nunca imaginei, tendo lido quase todos os seus posts, que baixasse a esse nível de comentários insultuosos. É assim que se divide ainda mais uma classe, rebaixando ao máximo aqueles que apenas lutam pelos seus direitos, algo que você tanto pediu que os professores contratados fizessem. Ou as leis só servem para um lado?
A única coisa coisa que posso dizer, sem nunca baixar ao nível do seu comentário (algo indigno num professor e educador), é o seguinte: http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/06/os-insultos-de-jorge-costa.html
Obrigado Jorge Costa, pelo texto mais bem elaborado que li nos últimos tempos.
Parabéns pela construção lexical rica e fabulosa, que remete a um cenário real pobre e português.
A luta pelos direitos individuais, não pode significar a eliminação dos direitos dos demais. No caso, dirijo-me aqueles que acham que os professores dos quadros devem estar sempre num patamar superior em relação ao professores injustamente contratados anos sem fim. Como disse em tempos, colocar por graduação profissional sem o estigma das prioridades injustas que coloquem os sacrificados sempre para o fim.
Bruno, não é a ti que critico mas à corrente efetivista de uma determinada forma de pensar que elimina a pessoa, reduzindo-a, esquecendo os sacrifícios que fez,que nunca teve hipótese de entrar nos quadros e não só porque o MEC nunca o quis mas até os próprios professores dos quadros que se sentiam ameaçados.
Mas, Bruno, tal como disse, quem nunca concorreu para todo o país deve ficar atrás, e isso mantenho.
De resto entendo que agiram mal ao meter os contratados todos no mesmo saco, porque seguramente, a esmagadora maioria, não o merece.
Escusa de vir agora tentar dourar a pílula. Aquilo que o Sr J.C. escreveu foi ordinário, baixo, reles, estúpido. É que nem sequer apresentou um único argumento, nem podia, pois a estupidez não tem defesa possível. Quem escreve o que o Sr escreveu não é digno de ser chamado Professor. O Sr não passa de uma besta. Tenho dito.
O que se defende é que a graduação impere nos concursos. E que os quadros concorram primeiro às vagas. As duas premissas são coincidentes para todos os professores dentro do mesmo grupo de recrutamento, a não ser nas situações que um docente contratado não concorreu para todas as vagas possíveis. Por isso “colocar por graduação profissional sem o estigma das prioridades injustas que coloquem os sacrificados sempre para o fim” é tudo o que se pede na petição. Provavelmente “construção lexical rica e fabulosa” atrapalhou o raciocínio.
Relativamente ao resto… não sei em que escola leciona nem quem são os seus colegas mas não vivemos no mesmo planeta. Sou do tempo em que me perguntavam se eu era colega ou provisória e que as cadeiras da sala de professores tinham “donos”. Ao que respondia que era provisória porque na minha terra, colegas são as p………..Tratava por Sr e Sra os colegas efetivos. Nada disso se passa agora. Os colegas que chegam são acarinhados e bem tratados desde que não venham hostis e imbuídos do espírito de que todos os os efetivos são dinossauros desatualizados que têm de ser combatidos. E que todas as direções de escola são, por definição, maléficas e exploradoras. São tratados como iguais e sentidos como iguais. Os meus amigos na escola são os fumadores. É nisto que sou elitista. 🙂 São os proscritos da sala de professores. Todos que chegam me tratam por tu. Mesmo que possam ser meus filhos. Contratados, QZPs, efetivos, brancos, pretos, homens e mulheres. A maior parte só sei que são contratados quando se aproxima um concurso ou se forem mesmo muito novos. Fala-se de trabalho, de férias, de compras, de deixar de fumar, de politica, de atualidade, das mulheres, dos maridos, das relações amorosas, dos filhos, de dinheiro, fala-se mal e bem uns dos outros, de tudo e mais alguma coisa mas não do vínculo ou da falta dele. A não ser que calhe em conversa banal, como as restantes. Portanto essa treta de os efetivos serem assim e os contratados assado é de uma estupidez atroz. Somos todos colegas, todos pessoas.
Jorge no quadro há professores solidários e outros não.Se os professores do quadro fossem unidos não tinham só 100 míseras assinaturas.Os professores do quadro com o tempo serão postos no seu lugar.Desde 2007 que estão e bem fixos 4 anos e só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna,Isso também acabará.o ano passado tiveram direito a 750 lugares para mudar.Por mim tinham tido 0.Quem está quadro de escola deve aí continuar e ponto final.A mobilidade por doença entende-se.Agora o privilégio da mobilidade interna tem de acabar.Com estes concursos já quase 3000 colegas contratados vincularam.No próximo ano certamente mais alguns milhares irão a vinculação extraordinária e se o Ps ganhar já nem haverá concurso interno(o que tem sentido é os concursos quadrienais.No tem do do PS preparava-se e bem que os titulares nunca mais poderiam mudar de quadro.Foram impedidos e bem de ir a concurso durante 7 anos..Os contratados tem conseguido tudo,até as graduações de certos grupos mudámos a nosso favor.
“Os professores do quadro com o tempo serão postos no seu lugar.Desde 2007 que estão e bem fixos 4 anos e só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna.”
1. Quem diz uma barbaridade como ” serão postos no seu lugar” mostra claramente a arrogância, a cegueira e a indignidade que se apoderou de uns tantos de há uns tempos a esta parte.
2. Quem diz que ” só agora com o Crato é que conseguiram a porcaria da mobilidade interna” demosntra claramente a sua ignorância sobre a história dos concursos. Com efeito, a mobilidade interna, embora com outro nome, já existia muito antes de 2007.
3. Chamar “porcaria” à mobilidade interna apenas mostra uma certa dor de cotovelo e talvez um dia venha a engolir o que disse.
[…] insultos do professor Jorge Costa…“), o Jorge Costa veio dizer (tanto num comentário no blogue do Arlindo, como num comentário ao post atrás referido), que o post e os comentários nele contidos […]