Este concurso encontra-se aberto até ao dia 9 de Julho e podem concorrer os docentes dos quadros do sistema de ensino público (inclui os docentes dos quadros do MEC), bem como os indivíduos com qualificação profissional.
Tendo em conta que este concurso é aberto em simultâneo para professores dos quadros e que pretende dar resposta à vinculação de docentes contratados, não percebo como pode ser dada essa resposta se existem vagas negativas em vários grupos de recrutamento. O lógico é que as vagas positivas possam ser ocupadas por professores dos quadros não deixando vaga alguma para os docentes contratados e fechando as vagas negativas das escolas.


11 comentários
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É impossível não pôr em causa as fronteiras geográficas de Portugal quando o ponto 9.1. do aviso de abertura (http://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/2014/store/avisoabertura.pdf) continua a fazer dos Açores um mundo à parte… Para quando um critério (inversamente) semelhante para os concursos do continente? A justiça e a igualdade são direitos tão giros… quando dão jeito…
Os QZP do continente estão impedidos de concorrer para a os Açores!?!?!?!? Os quadros das ilhas são reconhecidos no Continente e nos Açores não são reconhecidos os quadros do Continente?!?!?!?! WHAT!!!!!
Façam o mesmo que fizeram os dos Açores e da Madeira o ano passado com o primeiro concurso extraordinário… Tudo para Tribunal. Se querem igualdade terá de ser em ambos os sentidos e não num único.
Acoreanos. ESTERCO. NADA MAIS.
Ao contrário do concurso do continente, no concurso da RAA não existe contratação de escola, onde os critérios são praticamente feitos para quem já estava na escola, não existe reconduções e não há docentes das escolas privadas e profissionais a passar à frente dos contratados. Ao contrário do que aconteceu no ano passado em que todos os docentes que estavam a leccionar nas escolas, Os professores oriundos do Continente e não os Acoreanos, ou melhor Açoreanos, que não lhes interessavam, ficaram excluídos por não terem sido avaliados nas escolas do MEC..
Esquece que quando no continente ainda se conseguia horários, poucos eram os colegas do continente que concorriam para as regiões e aqueles que ficavam, sujeitavam às regras estabelecidas e poucas eram as vozes que reclamavam dos que ficaram no continente, que agora começam a surgir quando a torneira fechou, irónico não é??
Todos fizeram as suas opções, uns decidiram ficar perto de casa, que estão no seu direito, outros arriscaram.
Termino por dizer, cada um deita-se na cama que fez.
“açoriano”: relativo ou pertencente ao arquipélago dos Açores, ou que é seu natural ou habitante.
“Os Açores e a Madeira têm um regime administrativo próprio baseado nas suas características geográficas e culturais e nos desejos de governo próprio das suas populações.” (http://www.portugal.gov.pt/pt/a-democracia-portuguesa/as-regioes-autonomas/as-regioes-autonomas.aspx)
Não restam dúvidas. Independência! (Ou, afinal, não serão assim tão autónomos?)
E o resto????
Colocou apenas um parágrafo, eu vou colocar o resto…..
” As assembleias e governos regionais têm amplos poderes para definir as políticas de cada região, exceto no que respeita a Política Externa, Defesa Nacional e Segurança Interna, que são definidas pela Assembleia ou pelo Governo da República.
As assembleias regionais são eleitas pelo mesmo método que a Assembleia da República e os governos regionais são formados através do mesmo método que o governo nacional.”
(http://www.portugal.gov.pt/pt/a-democracia-portuguesa/as-regioes-autonomas/as-regioes-autonomas.aspx)
Resultado, cada região define as suas politicas para a Educação, 1 Ministro da Educação e 2 Secretários Regionais da Educação.
Não é independência, mas sim autonomia,
Termino a dizer que da forma como o concurso do continente está legislado, os docentes quer da RAA e da RAM não vão concorrer na primeira prioridade, por não terem o nº de contratos anuais nas escolas afetas ao MEC.
“Termino a dizer que da forma como o concurso do continente está legislado, os docentes quer da RAA e da RAM não vão concorrer na primeira prioridade, por não terem o nº de contratos anuais nas escolas afetas ao MEC.”
Justo.
Se considera justo o que se passa no continente, então, também é justo que o mesmo neste para a RAA.
Que desigualdades moribundas…..Crato cego e coxo nestas matérias como sempre.
Já me deixei disso, nem vale a pena ser professor nesse país. (…é pra esquecer). Ao fim do primeiro mês na suiça lá arranjei trabalho. E não é que, num fim de semana ganho mais que num mês a dar aulas em portugal. Vale a pena ser professor? Força a todos que têm a coragem de o ser.