A lista dos 311 Encerramentos

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7 comentários

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    • Sílvia F on 23 de Junho de 2014 at 22:24
    • Responder

    Não sei se acontece com outros estabelecimentos de ensino, mas pelo menos uma escola indicada na lista já esteve encerrada durante o presente ano letivo.

    • Isabel Pereira on 23 de Junho de 2014 at 22:57
    • Responder

    Será k a lista está correta? É k há situações em k se isto for verdade serão feitas turmas com 30 alunos!!!

    1. ou mais!

    • Safira on 23 de Junho de 2014 at 23:58
    • Responder

    É tão triste ver estas listas! Já fomos tantos, as aldeias do nosso país estão a ficar desertas!

    • THIS MORTAL COIL on 24 de Junho de 2014 at 8:51
    • Responder

    Grande deserto que o senhor Crato criou….é de estar de luto….Portugal no seu deserto esplêndido.

      • Quem fechou mais? on 24 de Junho de 2014 at 15:01
      • Responder

      O fecho das escolas

      David Justino, no Governo de Durão Barroso, encerrou 472 escolas. Maria de Lurdes Rodrigues, primeiro, e Isabel Alçada a seguir, nos Governos de José Sócrates, fecharam mais 2500 e 711, respetivamente. Nuno Crato, agora no Executivo de Passos Coelho, decretou 500 encerramentos no primeiro ano e agora prepara-se para fechar mais 311. Como se pode verificar, esta reorganização escolar que acontece desde 2002-2003 não é uma questão ideológica. É uma necessidade do País. É uma questão de adequação à atual realidade do ensino em Portugal e ao número de alunos. O que não implica que não tenha de se guiar por critérios de bom senso e às necessidades locais da população.
      A aposta nos grandes centros escolares, com boas condições de ensino, por troca com as pequenas escolas, uma em cada pequena aldeia, com cada vez menos alunos, às vezes não mais do que dois ou três, impôs-se naturalmente. O abandono do interior e a consequente baixa natalidade assim obrigaram.
      Mas claro que cada caso é um caso, e assim deve ser analisado, conhecendo a realidade local e não decidindo apenas desde um qualquer andar da 5 de Outubro em Lisboa. As características próprias das escolas a encerrar e o contexto em que elas se encontram têm de pesar numa decisão deste género. Assim como garantir a deslocação de alunos (no próximo ano letivo serão mais quatro mil alunos).
      A renovação é necessária. A mudança também. O fecho de escolas, que vem sendo feito ao longo dos últimos dez anos, deve ser visto de forma positiva. Se foi possível encerrar cerca de sete mil escolas, é porque algo estava mal. Mas é necessário assegurar uma melhor qualidade de ensino e práticas pedagógicas. E salvaguardar os interesses dos alunos e das suas famílias.

      In DN Editorial de 23-06-2014

      1. Sinceramente não entendo como há professores, ou melhor pseudoprofessores – incluindo os que só veem os quatro paredes do ministérios, que se convencem, ou querem fazer querer, que se trabalha melhor com 30 alunos numa sala do que com 16 ou 17… E mais, na última década encerraram quase 5000 escolas, para um país como o nosso (e já estou a generalizar, porque para ser mais preciso teria de referir quase só o interior) não acha um número exagerado?? E será que todos esses serviços fecham no interior porque está a ficar desertificado…ou será que o interior está a desertificar-se muito por causa do encerramento destes serviços todos?? Mas se a ideia é mesmo acabar com a escola pública sugiro ao Sr Ministro o fecho de todas as escolas de um distrito e agrupar os alunos todos num estádio de futebol (pode ser um que esteja às moscas desde o Euro 2004), assim basta um professor para cada mil alunos. Fica a sugestão!

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