Novembro 2013 archive

Mais 20 Contratos de Autonomia Assinados

… que se juntam aos 104 contratos assinados o mês passado.

 

Mas até hoje ainda ninguém conhece esta listagem de agrupamentos/escolas que assinaram estes 124 contratos.

 

 

DN mais 20 contratos

Diário de Notícias (11-11-2013)

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Na Melhor das Hipóteses

… apenas 860 professores poderiam ter direito à rescisão “amigável”, se a média da rescisão fosse de 100 mil euros.

Mas ainda não entendo como o MEC prevê poupar 93 milhões de euros no orçamento de estado de 2014 com o programa de rescisões se o valor de indemnização é inferior ao da poupança prevista e se as previsões apontam para que o valor da rescisão dê para pagar pelo menos 3 anos de vencimento aos docentes que rescindirem.

Será esta uma nova fórmula matemática inventada por Nuno Crato?

 

 

Crato tem 86 milhões de euros para pagar indemnizações

 

Básico e secundário têm 83.7 milhões para pagar rescisões a professores. Ministério diz que verba pode não ser “gasta integralmente”.

 

 

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Mais um Evento Contra a Prova de Avaliação

… desta vez criado por uma organização sindical.

 

E é bom que comecem a surgir movimentações organizadas de forma a não dispersar as várias iniciativas que começam a surgir nas redes sociais que podem não atingir o fim pretendido por falta de organização.

 

Este espaço criado pela FNE vem no seguimento desta iniciativa onde são pedidos contributos a serem remetidos até ao dia 14 de Novembro para este e-mail: [email protected]

 

Para aderir clicar na imagem ou aqui.

 

fne - todos contra a prova

 

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Protesto de Pais em Beja

Escola EB 2,3 Santiago Maior fechada a cadeado em protesto da Associação de Pais

 

Num protesto liderado pela Associação de Pais e Encarregados de  Educação, as portas da Escola EB 2,3 de Santiago Maior em Beja, foram  fechadas a cadeado como forma de exigir mais e melhores condições de  ensino para os alunos com Necessidades Educativas Especiais.
A ação visou exigir ao Ministério de Educação a colocação de mais professores e terapeutas para aqueles alunos, colocação de mais auxiliares que garantam a segurança da escola e refeições em quantidade e qualidade, num refeitório adequado.

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Tesourinho Contratual

2 horas semanais para lecionar Físico-Química, ter a disciplina de cidadania e ainda uma direção de turma?

Não será novo erro?

Ou a escravatura já chegou a Castelo de Paiva?

 

 

castelo de paiva

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Manifestações Contra a Prova de Avaliação

O evento para a manifestação de Lisboa já tem página do Facebook e lá podem recolher mais informações. O evento de Braga chegou-me por mail para divulgação.

Não sei se existe alguma movimentação para alargar esta manifestação a outras capitais de distrito. Se mais alguém tiver informações pode deixar na caixa de comentários deste post.
maniflisboa
Manifbraga

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A Música Evocativa e Ainda Actual do Blog

… em memória de Rui (Rocker) Ramos que faleceu este fim de semana.

 

 

Este ano, no Ritz Club, na comemoração dos 30 anos dos Crise Total

 

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Resumo da Semana 9 e Antevisão da Semana 10

… nas contratações de escola.

A última coluna indica o total de horários em concurso no ano letivo 2013/2014.

 

semana9

 

 

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Agenda Para a Próxima Semana

… em matéria de educação.

 

 

agenda educação

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Ideia em Evolução

A propósito deste post, que foi feito em género de brincadeira, já me surgiram alguns pedidos para andar com essa ideia para a frente e realizar uma contestação generalizada no dia 18 de Dezembro, data prevista para a realização da prova de avaliação de professores na componente comum.

Estou em conversações com uma empresa que realiza este género de serviços e que pode enviar para qualquer parte do país de forma rápida e económica as encomendas que forem feitas até uma determinada data a acordar.

As 3 t-Shirts que coloquei no post têm slogans adequados ao dia da prova, mas o que pedia neste post é ideias para outros slogans que podiam ser impressos numa T-shirt.

No caso de avançar com a ideia, os que indicarem os slogans escolhidos para as t-shirts receberão gratuitamente em casa a t-shirt impressa.

“Bora” lá a puxar pela cabeça e dar ideias de slogans para o dia da prova na caixa de comentários.

 

 

Tshirt3 Tshirt2 Tshirt1

 

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Blogosfera – A Educação do meu Umbigo

com uma nova forma de analisar os Rankings.

As explicações nos links apresentados.

 

E Se Usarmos Outra Forma De Ver Os Rankings Que Não A Oposição Público/Privado…

 

  • Do 1º ao 10º lugar – 65 provas
  • Do 11º ao 20º lugar – 113 provas
  • Do 21º ao 30º lugar – 99 provas
  • Do 31º ao 40º lugar – 142 provas
  • Do 41º lugar ao 50º lugar – 148 provas

 

Vejamos O Caso Do Ensino Secundário

 

  • Do 1º ao 10º lugar – 219 provas.
  • Do 11º ao 20º lugar – 281 provas.
  • Do 21º ao 30º lugar – 384 provas.

 

Voltemos Ao 9º Ano, Cruzando Dados Das Melhores 20 Escolas Públicas E Privadas

 

  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas privadas: 66.
  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas públicas: 180.
  • Média de provas feitas pelas escolas privadas entre o 11º e 20º lugar: 122.
  • Média de provas feitas pelas escolas públicas entre o 11º e 20º lugar: 197
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das privadas: 94.
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das públicas: 189.

 

E Para O Secundário, Acham Que É Diferente?

 

  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas privadas: 272.
  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas públicas: 515.
  • Média de provas feitas pelas escolas privadas entre o 11º e 20º lugar: 461.
  • Média de provas feitas pelas escolas públicas entre o 11º e 20º lugar: 648
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das privadas: 367.
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das públicas: 582.

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Blogosfera – Terrear

10 Notas sobre os Rankings das escolas

 

  1.  Um sistema educativo doente. O ranking das escolas (sobretudo se for conjugado com a análise dos contextos, da progressão dos resultados, do valor esperado face ao contexto – como foi mais uma vez feito pela Católica Porto) veicula uma informação útil que nos deve mobilizar para compreender os múltiplos factores que geram estes resultados. E estes factores têm necessariamente a ver com as políticas educativas, com os modos de governo das escolas, com a gramática escolar, com o contexto escolar, com as práticas pedagógicas, com o efeito professor… Não obstante estes múltiplo factores, o ranking é um termómetro. Diz-nos que o sistema está doente. Não nos diz é porque é que está tão doente.
  2. Um sistema educativo excessivamente focado na medida dos resultados. Embora diga a doença, é preciso, neste particular, ter presente que estes não todos os resultados da ação educativa. As escolas produzem muitos resultados que os exames não podem avaliar nem medir. Por isso, é sempre muito recomendável ter presente que há resultados certamente obtidos – e que são essenciais para a vida pessoal e social – e que são ignorados por esta medição.  Daqui se conclui que não podemos julgar as escolas apenas por estes indicadores.
  3. Um sistema promotor de mais igualdade de sucesso. Estes dados confirmam o que já sabemos. O sistema educativa reproduz desigualdades sociais e pode até reforçá-las. Revelam um país a várias velocidades. Denuncia um grave atentado ao direito à igualdade de oportunidades de sucesso.  O ‘efeito Mateus’ é aqui revelado em todo o seu esplendor: quem tem mais e melhores condições (de organização, de gestão, de recursos, de públicos….) tem mais e melhores resultados. Quem tem menos, menos tem. Precisamos de inverter este ciclo através de políticas e práticas mais eficazes de discriminação positiva.
  4. Mudar de paradigma de governo da educação. As notas anteriores indiciam a imperiosa necessidade de mudanças (positivas). Desde logo o modo de governar a educação portuguesa. Enquanto  o paradigma for fundado na lógica centralista do “comando e do controlo” estaremos sempre perdidos neste mundo de enganos e de faz de conta. Precisamos, decididamente, de um sistema mais adulto, mais radicalmente descentralizado,  mais livre, mais autónomo, mais responsável, mais inscrito nos territórios sociais, culturais, económicos onde as escolas estão inseridas. Isto é uma condição “sine qua non” para sairmos deste pântano. E neste quadro, exigir do Estado uma atenção particular no apoio a quem mais precisa.
  5. Mudar de paradigma profissional. Os professores têm vindo a ser reféns de uma política que os menoriza e desautoriza quase todos os dias. E também têm – devemos reconhecê-lo – contribuído para isso. Em nome de outros patamares de qualidade dos processos e resultados, precisamos de proporcionar aos professores condições para que queiram ser mais autores da sua prática profissional, mais criadores de oportunidades, mais decisores pedagógicos e organizacionais de modo a adequar o ensino aos muitos públicos que habitam as nossas escolas. E este eixo de ação é mesmo uma condição de sobrevivência profissional, um modo de não abandonar uma profissão cada vez mais impossível.
  6. Mudar o experimentalismo constante através do Diário da República. Pensar que os processos e os resultados educativos se obtêm através de novas leis, de novos programas, de novos regulamentos, de novos despachos é uma ruinosa ilusão. Pelo contrário, poderíamos até definir como axioma: quando mais mudanças, mais experiências forem decretadas através do diário de república e seus apêndices normativos, mais difícil será elevar os padrões de qualidade educativa. A estabilidade de referenciais  e estímulo determinado à ousadia e invenção nas próprias escolas é o caminho a seguir.
  7. Mudar as crenças do “bode expiatório”. Face às doenças do sistema, recorremos quase sempre ao “bode expiatório”. A culpa é sempre dos outros: do ministério, do sistema, do contexto socioeconómico, dos alunos (que não querem estudar), dos programas, das famílias, dos professores, das escolas, variando a causa em função do autor da visão. Temos de admitir que a responsabilidade (em graus variáveis, evidentemente) é todos. E cada uma das partes tem de se determinar a procurar a sua quota-parte na cura necessária. Ninguém já fez tudo o que poderia fazer para melhorar os resultados escolares. Precisamos de avançar numa aposta decisiva numa contratualização entre as partes que têm uma palavra (substantiva) a dizer na elevação das oportunidades de sucesso.
  8. Mudar o paradigma da avaliação dos professores. A avaliação dos docentes, tal como está, só serve para destruir a profissão, para dificultar (ou mesmo impedir) a emergência de uma cultura profissional mais colaborativa e exigente, mais apta a melhorar os modos de ensino. Quanto mais depressa acabarmos com este mito melhor. E colocar a avaliação efetivamente ao serviço do desenvolvimento profissional e organizacional.
  9. Mudar o paradigma da formação contínua dos professores. O último ECD quase destruiu o direito e a responsabilidade individual da formação contínua dos docentes. Precisamos de re-introduzir dispositivos de incentivo à auto-formação e acabar de vez com o mito do presencismo nas escolas. Porque o saber e o saber fazer são os ingredientes essenciais numa profissão cada vez mais exigente. A valorização da procura individual da formação e a parceria ministério-universidades no incremento desta aposta é um caminho essencial.
  10. Ver para além da montanha. Por fim, como síntese, é preciso não ficarmos por aqui, por estas análise de glorificação e de miséria. É preciso ver para além dos resultados. É preciso dar meios à escolas para elas poderem sair, pelos próprios pés, do estado em que se encontram. Não precisamos de grandes programas ministeriais. Precisamos apenas que o MEC confie nas inteligências e nas vontades dos professores e das escolas e as acenda. E a missão maior não é tanto ensinar a construir os barcos que podem levar a outras paisagens. O essencial é uma política que faça escolas (professores, pais, alunos) quererem ter o desejo do mar. Com um PS para o “Conselho de Escolas” Que é um voto para que protagonizem estas mudanças e esta visão.

 

José Matias Alves

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Blogosfera – Assistente Técnico

9536 Docentes Colocados em Horários com Duração Anual – Apenas nas Reservas de Recrutamento até RR08

 

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Os Rankings no meu Concelho

… foram uma autêntica desgraça e são analisados por Hélder Guimarães aqui.

A única exceção vai para o 1º ciclo, único nível de ensino onde algumas escolas conseguiram uma média positiva, porque quanto aos restantes níveis de ensino nenhuma conseguiu atingir níveis positivos.

Preocupante, sem dúvida.

 

Razia na Educação: conheça o ranking das escolas de Vila do Conde

 

Foi conhecido o ranking das escolas do país. O panorama geral é muito negro para os estabelecimentos de ensino públicos. O ranking é elaborado com base nos resultados dos Exames Nacionais de 4º, 6º, 9º e 12º anos.

Nos exames de 12º ano, e num universo de 619 estabelecimentos de ensino, a Escola Secundária José Régio ficou em 347º lugar, com média negativa de 9,09 valores, o que equivale a uma descida de 42 lugares. Já a Afonso Sanches está no 547º lugar com média, igualmente negativa de 7,86 valores, uma descida de 143 lugares.

Já em relação aos exames de 9º ano todas as Escolas de Vila do Conde obtiveram uma média inferior a 3. Ainda assim, e num universo de 1308 escolas, só a Carlos Pinto Ferreira conseguiu subir 77 lugares. Todas as outras desceram: A Ribeirinha desceu 267 lugares, e é agora o 529 do ranking; a Frei João desceu 251 lugares ocupando o 584º lugar; a D. Pedro IV é o número 788, caindo 340 lugares; a Saúl Dias, número 876, caiu 155 lugares; no fundo da tabela está a José Régio, número 1086 da lista, caindo 317 lugares.

O mesmo panorama repete-se nos exames de 6º ano: nenhum estabelecimento de ensino conseguiu atingir o nível positivo. A que mais se aproximou, com 2,92, foi, mais uma vez, a Carlos Pinto Ferreira que melhorou a sua posição em 111 lugares, ocupando o 308º lugar. Segue-se a Frei João, que com 2,86, desceu 163 lugares, ocupando o 362º lugar. Já a Ribeirinha obteve 2,69, ocupando o 607º lugar, o que corresponde a uma queda de 79 lugares; a D. Pedro IV conseguiu melhorar em 9 lugares e é agora o número 809 da lista; mais perto do fim está a Saúl Dias, com 2,54, a 840º da lista, conseguiu uma queda de 436 lugares.

 

Quanto aos exames do 4º ano o panorama melhora um pouco. Num universo de 4621 escolas, o lugar mais alto coube à Escola de Igreja em Vila Chã, que com 3,63, é a melhor do ranking em Vila do Conde, ocupando o lugar 111. Na positiva estão mais 11 escolas do 1º ciclo do concelho Vila do Conde: Gião de Cima (124º), Azurara (180º), Lente (454º), Bento de Freitas (538º), Vairão (602º), Básica n.º 1 de Vila do Conde (674º), Macieira (736º), Mosteiró (865º), Mindelo (1134º) e Bairro Alto (1253). Todas as demais obtiveram médias negativas que variam entre os 2,97 e os 2,14. Neste caso estão as seguintes Escolas Básicas: Medanhos (1411º), Arcos (1451º), Básica 1 da Junqueira (1552º), Violetas (1611º), Benguiados (1782º), Labruge (1894º), Malta (2092º), Modivas (2352), Padrão (2537º), Touguinhó (2572º), Vilar de Pinheiro (2631º), Aveleda (2633º), Meia Laranja (2793º), Caxinas (2838º), Real (2869º), Facho (3126º), Fajozes (3253º), Areia (3366º), Agustina Bessa Luís (3387º), Vilar (3627º), Rio Mau (3821º) e, por fim, Parada (4305º).

O panorama das nossas escolas é, deveras, desanimador. Nos exames de final de secundário nenhuma das nossas escolas obteve média positiva e ambas na metade mais baixa do ranking. Quanto aos exames de 9º ano a D. Pedro IV, Saúl Dias e José Régio ficaram abaixo do número médio. Já no 6º ano e num universo de 1148 escolas, Ribeirinha, D. Pedro IV e Saúl Dias ficaram abaixo da linha de água. O mesmo cenário se repete no 1º ciclo com as escolas de Modivas, Padrão, Touguinhó, Vilar de Pinheiro, Aveleda, Meia Laranja, Caxinas, Real, Facho, Fajozes, Areia, Agustina Bessa Luís, Vilar, Rio Mau e Parada.

 

Este cenário não nos pode deixar felizes ou impassíveis. Está em causa a aprendizagem dos nossos filhos e o futuro do nosso país. Será culpa dos recursos humanos? Dos métodos de aprendizagem? Dos exames? Da falta de recursos económicos e desinvestimento na educação pública? Aqui ficam as questões para reflexão.

 

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A Música Linda do Blog

Suede – Beautiful Ones @ Coliseu do Porto (08-11-2013)

 

 

O concerto completo

 

 

Still Life

 Snowblind
It Starts and Ends With You
Trash
Animal Nitrate
Filmstar
Sometimes I Feel I’ll Float Away
Sabotage
The Drowners
Can’t Get Enough
This Time
The Wild Ones
The Living Dead
For the Strangers
So Young
Metal Mickey
Beautiful Ones
Encore:
She’s in Fashion (Acoustic)
New Generation

A qualidade HD fica apenas para uso privado. 😉

Crítica e fotos aqui.

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Contradições

Porque se apenas os mais eficazes são contemplados com “prémios” será difícil melhorar os que continuam menos “eficazes”.

 

 

Crato dá “prémio” a 148 agrupamentos que considera mais “eficazes”

 

Chama-se “indicador de eficácia educativa — EFI” este que o ministério utiliza e lhe permite atribuir como prémio créditos horários que as escolas gerem para, por exemplo, destacar professores para o apoio a grupos de alunos com especiais dificuldades ou para ter dois professores na sala de aula, em certas disciplinas.

 

Nuno Crato diz que “há muito a melhorar” nas escolas portuguesas

 

O ministro da Educação disse à Lusa, em Paris, que ainda “há muito a melhorar nas escolas” portuguesas, quando questionado sobre os resultados do ranking das escolas, divulgados hoje.

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Os Rankings

No Diário de Notícias.

 

Rankings das Escolas Secundárias

 

No Expresso

 

4º Ano

6º Ano

9º Ano

11º e 12º Ano

 

No Público

 

Ranking das Escolas

 

No Jornal de Notícias

 

Ranking das Escolas Secundárias

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A Música do Blog

… que estou a ver e a ouvir no Coliseu do Porto.

Não sei se serei dos poucos, mas espero ser dos bons. 😉

 

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Jornal das 22

É uma taxa muito reduzida, diz Nuno Crato

 

 

Greve nas escolas

 

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Sobre o Termo Aprovação

O Decreto Lei 146/2013, de 22 de Outubro procede também à alteração do Decreto Lei 132/2012, de 27 de Junho e diz que “os candidatos que até 31 de dezembro de 2013 celebrem contratos de trabalho em funções públicas a termo resolutivo em resultado da aplicação dos mecanismos de seleção e recrutamento de pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, estão dispensados, no âmbito desses procedimentos, da obtenção de aprovação na prova de avaliação de conhecimentos e capacidades.”

Como não existe prova antes do dia 18 de Dezembro foi necessário criar uma disposição transitória para que ao abrigo do novo ECD fosse possível a celebração de contratos não existindo um dos requisitos definidos na alínea f) do artigo 22º do ECD.

Assim, o termo obtenção de aprovação surge mesmo não tendo sido realizada a prova.

 

O Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de Outubro usa também o mesmo termo na norma transitória; “Os candidatos com cinco ou mais anos de serviço docente que não obtenham aprovação na prova podem ser admitidos aos concursos de seleção e recrutamento de pessoal docente que se realizem até 31 de dezembro de 2014.”

 

Por analogia do termo usado em ambos os diplomas julgo que não seja necessário os docentes com 5 ou mais anos de serviço fazerem a prova de avaliação no próximo dia 18 de Dezembro para poderem celebrar contratos até ao dia 31 de Dezembro de 2014.

 

Tenho visto interpretações diferentes da minha em sites de alguns sindicatos que interpretam a norma transitória do Decreto Lei 146/2013 como uma dispensa de aprovação na prova para quem esteja com contrato celebrado até 31 de Dezembro de 2013.

Mas não me parece ser essa a interpretação correta.

Aguardemos.

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Indumentária para o Dia 18 de Dezembro

Só aconselho a usarem manga comprida. 😉

Vão ser obrigatórias usar no dia da prova e cada uma delas vai custar 20€.

Em breve disponibilizo a sua venda com um catálogo de mais produtos alusivos ao tema. Mas tudo a 20€, ok?

As explicações também são a 20€ à hora. 🙂

Isto já dá acima de um milhão de euros, certo? Há que ser empreendedor. 🙂

 

 

 

Proposta que me foi enviada por mail.

 

Tshirt2

ou

Tshirt3

 

…E ainda esta dedicada a quem tiver a lata de me vigiar na prova:

Tshirt1

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E Vamos Andar Nisto Até Quando?

É que para todos os efeitos para quem faltam menos de 243 dias de serviço para a mudança de escalão o ano escolar imediatamente anterior à progressão será todos os anos o último enquanto se mantiver o congelamento da carreira.

E se no requerimento entregue o ano passado já surgiu a possibilidade de os docentes optarem por aulas observadas no ano letivo anterior ou neste não se entende porque razão existe novo prazo para o pedido de aulas observadas que parece indicar o ponto 5 desta nota informativa.

 

 

NOTA INFORMATIVA ADD-001 NOTA INFORMATIVA ADD-002

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Contrastes

Serviços públicos com dificuldade em pagar salários e subsídios

 

Serviços públicos como politécnicos, universidades e hospitais não estão a conseguir ter verbas para cobrir todos os gastos com pessoal até ao final do ano, incluindo subsídios de férias.

 

 

Fortuna dos 870 multimilionários lusos aumentou 7,5 mil milhões em 2013

 

Num país em crise, os multimilionários portugueses viram crescer a sua fortuna e têm mais 7,5 mil milhões de euros do que em 2012. De acordo com um relatório do banco suíço UBS, da Ultra-Riqueza no Mundo 2013, há em Portugal 870 multimilionários, o que representa 11 por cento, um crescimento superior ao que se verifica na maioria dos países da União Europeia. Tambem na Grécia brotam da crise milionários. 

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Iniciativas Contra a Prova de Avaliação

Esta é mais uma oportunidade que os professores têm para mostrarem o que estão disponíveis a fazer contra a prova de avaliação.

Além da contestação nos tribunais, junto do provedor de Justiça e dos Grupos parlamentares também se pondera a realização de uma greve para o dia 18.

Também existem iniciativas a surgir no Facebook para o dia 18 de Dezembro.

Não desperdicem nenhuma iniciativa e enviem até ao dia 14 de Novembro as vossas sugestões para o e-mail indicado em baixo.

 

Não desistimos!

 

Os professores vão continuar a lutar contra a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades

 

cartaz_todosContraprova_spzn.png

 

O MEC acabou de determinar o calendário de realização, as condições de aprovação e os valores a pagar pela inscrição, consulta e pedido de reapreciação da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades.

Para além do que já está em curso em termos de contestação – pedido de intervenção do Provedor de Justiça e dos Grupos Parlamentares, torna-se importante auscultar os professores relativamente a outras formas de luta/contestação, nomeadamente o recurso à greve no dia 18 de dezembro.

Assim, o SPZN solicita a todos os colegas que as reflexões, comentários ou sugestões nos sejam remetidas até ao próximo dia 14 de novembro, para o email: [email protected], permitindo desta forma, o assumir de uma posição pelo SPZN, que seja fonte de debate na reunião do conselho geral da FNE que se irá realizar no dia 16 e contribua para as decisões assumidas nesse órgão.

Juntos, contra uma prova que nada prova e que constitui um desperdício de tempo, energias e recursos com uma inutilidade!

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Sondagem da Greve e Pedido de Dados de Adesão à Greve

… colocada aqui na segunda feira.

 

Partindo do princípio que grande parte dos que votaram gostava de fazer mas não podem sejam docentes desempregados é provável que a greve de amanhã tenha números bastante interessantes.

Fica este post para logo de manhã colocarem informações sobre a adesão à greve nas vossas escolas.

Na caixa de comentários indiquem se a escola está em funcionamento ou encerrada e se tiverem dados da adesão coloquem também. Estes dados são para ir analisando ao longo da manhã e quanto mais precisa for a informação melhor análise será feita.

 

 

sondagem greve

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Jornal das 22

Prova Professores Contratados – TVI

 

 

Oliveira do Hospital falta de professores SIC

 

 

FNE – 31 anos em defesa dos trabalhadores da Educação

 

 

O sonho de Nuno Crato. Os exames na Coreia do Sul param o país.

 

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Carta à Comissão de Educação Sobre o Período Probatório

… com pedido de audição urgente e que também foi enviada aos grupos parlamentares.

 

Para acompanharem o trabalho que está a ser feito pelo conjunto de docentes que se organizou no Facebook para contestar o período podem pedir para ser adicionados aqui. No caso de não terem facebook e pretenderem mais informações podem enviar-me e-mail (encontra-se na barra horizontal do blog).

Já estão adicionados no grupo quase 20% dos cerca de 600 docentes que se encontram em período probatório. Mas quantos mais estiverem no grupo maior será a força desse grupo.

 

 

À

COMISSÃO DE EDUCAÇÂO, CIÊNCIA E CULTURA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

C/ PEDIDO DE AUDIÇÂO C/ URGÊNCIA

Exmo. Senhor Presidente,

Um grupo de professores profissionalizados e com largos anos em exercício de funções, vem por este meio solicitar a V. Exª uma audição com carácter urgente, que visa esclarecer e evitar uma séria injustiça que está a ser aplicada aos professores que ora ingressaram em quadro de zona pedagógica neste último Concurso Externo Extraordinário, previsto no Decreto-lei n.º 7/2013, de 17 de Janeiro. Os professores querem assim demonstrar a sua indignação face à Nota Informativa enviada pela Direção Geral da Administração Escolar às Escolas e Agrupamentos de Escolas, em 18 de outubro, relativa à obrigatoriedade da realização do referido período probatório. A injustiça de que agora são alvo, afeta também quaisquer outros professores que ingressem futuramente em quadro através do normal concurso externo previsto no Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de Junho. Assim, expõe-se o seguinte:

Acontece que,

– O n.º 5 do artigo 7º do Decreto-Lei n.º 270/2009, de 30 de Setembro, isenta os professores da realização do período probatório, pelo facto de, à data da entrada em vigor desse diploma legal (1 de outubro de 2009), possuírem um mínimo de “cinco anos completos de exercício de funções docentes, sendo pelo menos três dos quais com horário completo pelo período de um ano letivo”; porém, no entender daquela Nota Informativa, acima referida, “… a dispensa do período probatório … “caducou” com a entrada em vigor dos diplomas que procederam à alteração seguinte ao Estatuto da Carreira Docente”, afirmando-se que com “… a publicação do Decreto-Lei nº 75/2010, de 23 de Junho, a dispensa do período probatório esgotou os seus efeitos no concurso externo de 2009”, não existindo, “… atualmente enquadramento legal para a dispensa”.

Insurgimo-nos contra tal interpretação, pois no nosso entender, viola os mais elementares princípios da hermenêutica jurídica, e além disso viola princípios constitucionais.

Ora, analisando as alterações ao Estatuto da Carreira Docente pelo Decreto-Lei 75/2010, de 23 de Junho e pelo Decreto-Lei 41/2012, de 21 de Fevereiro, não se verifica a revogação do n.º 5 do artigo 7º do Decreto-Lei n.º 270/2009, de 30 de Setembro, pelo que não é compreensível aquela terminologia legislativa: “caducou” e “esgotou os seus efeitos”.

Por outro lado, aquando do concurso para a mobilidade interna, o artº 28 do Decreto-Lei 132/2012 atribui a 1ª prioridade aos candidatos colocados no concurso extraordinário, considerando-os já como docentes de carreira.

Realce-se o seguinte e de acordo com a Nota Informativa: “O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), na redação operada pelo Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro, estabelece no seu artigo 31.º que o período probatório destina -se a verificar a capacidade de adequação do docente ao perfil de desempenho profissional exigível, tem a duração mínima de um ano, é cumprido no estabelecimento de educação ou de ensino onde o docente exerce a sua atividade e corresponde ao 1.º ano escolar no exercício efetivo de funções docentes”.

 

É uma injustiça gritante sujeitar professores que estão em “exercício efetivo de funções docentes” como professores profissionalizados há largos anos (18-25 anos ou mais) que já fizeram especializações académicas e/ou de formação contínua, com carácter científico e pedagógico, que exercem cargos de relevo e de grande responsabilidade nas instituições onde lecionam, a uma situação idêntica àquela a que os professores recém-licenciados ou no início da sua profissão são sujeitos.

 

Para além do facto destes professores terem sido posicionados no 1º escalão da tabela remuneratória, apesar dos muitos anos de serviço, na sua maioria mais do que os dos avaliadores, relembre-se que construíram uma carreira no exercício de funções docentes como professores profissionalizados, sendo agora submetidos a um período probatório cujo objetivo primeiro, é o de saber se estão aptos ou não para o exercício de funções! Por conseguinte, não é de todo aceitável a interpretação da Direção Geral da Administração Escolar.

Refira-se ainda, que a exigida realização do período probatório, implica desnecessariamente gastos orçamentais em montante significativo, numa altura em que o nosso país atravessa grandes problemas financeiros com restrições que todos conhecem e em que se apela à constrição das despesas públicas!

Pelo exposto, e de modo a demonstrarmos as nossas reais preocupações junto à vossa Comissão e visando evitar o recurso à via litigiosa para a reposição da legalidade e da justiça, requeremos a V. Exa, o agendamento de audição, com caracter de urgência, nos termos legais.

Agradecendo, desde já, a V. Exa, a sua prestimosa colaboração,

Atenciosamente

Para resposta ao pedido formulado, juntamos o nosso contacto:

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Não se Admirem por eu Clamar pelo Grancho

Porque para o bem ou para o mal era sempre ele que dava a cara quando se falava de agressões a professores, mas que “calou-se” desde 2011.

No entanto prometeu um programa para a convivência escolar e até hoje esse programa ainda não saiu de uma intenção.

 

 

JN linha sos

JN professora sem sentidos

 

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O Cordão Humano no Público On-line

Professores apelam ao boicote às provas nas redes sociais

 

 

No Facebook, muitos professores asseguram que não farão a prova de acesso à carreira docente, mas os dirigentes associativos e sindicais admitem a dificuldade de mobilização de docentes em manifestações para além do mundo digital.

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Evento Criado Conta a Prova – Cordão Humano

 … que tem como objetivo fazer um cordão humano nas escolas onde se vão realizar as provas de avaliação para professores.

 
 

A prova de avaliação que vai ser aplicada a todos os docentes contratados só tem semelhança com a divisão da carreira em duas categorias criada por Maria de Lurdes Rodrigues.

 

Nessa altura todos sabiam que era uma medida artificial e injusta que tinha como único objetivo controlar as subidas ao topo da carreira, apesar de ninguém do Governo
 

No caso da prova de avaliação também é reconhecido por quase todos que é uma medida artificial e injusta e neste caso  tem como objetivo reduzir o universo de candidatos à docência, apesar do Governo de agora também não o assumir.

 

No primeiro caso todos os professores pretenderam a eliminação da divisão da carreira como algo prioritário, apesar de poucas vagas terem ficado por preencher e na altura juntaram-se mais de 120 mil docentes em protesto contra essa divisão.

 

No segundo caso os professores pretendem que a prova de avaliação também seja eliminada, mas no caso de ela se realizar pressinto que a história se repita e que poucos não a façam.

 

A não ser que tudo isto tenha uma evolução e que todos os docentes, inclusive os docentes do quadro, se unam contra ela.

 

E será que ainda se consegue uma união como a de 2008?

 

 

Cordão Humano para dia 18 de Dezembro

 

 

Não adianta de nada dizer-se nas redes sociais que não se vai fazer a prova e depois os que ficarem em casa serem prejudicados por cumprirem a sua palavra.
A melhor maneira, a meu ver, é no dia 18 de dezembro TODOS os professores fazerem um CORDÃO HUMANO à porta das escolas onde se vão realizar os exames, vedando o acesso às mesmas.
Não quero sequer acreditar que haja colegas com lata de forçar a entrada para tentarem fazer a prova, ou que os colegas avaliadores façam o mesmo.
Desse modo, aí sim ninguém faria a prova e deixavamos o MEC a falar sozinho…
A LUTA é de TODOS!!!

Pedro Resende

 

Good+people+disobey+bad+laws

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Pedido de Divulgação – Investigação de Doutoramento sobre Motivação Docente

Pedia a colaboração dos leitores do blogue para este trabalho de investigação e para o questionário que se encontra linkado no post.
 
 

A motivação docente é uma problemática bastante relevante no sistema educativo português, porque afeta, não só os professores, como também o funcionamento das escolas, uma vez que os docentes são os principais responsáveis pela qualidade do ensino e pela motivação dos seus alunos. Além disso, estes profissionais, são os atores mais importantes na implementação das reformas educativas.
Apesar da sua importância, este aspeto tem perdido relevância, em termos de investigação, ao longo dos últimos anos, porém é cada vez mais importante conhecer os índices motivacionais dos professores, uma vez que eles contribuem, de forma incalculável, para a formação de várias gerações de cidadãos ativos.
Com o objetivo de analisar este aspeto numa ótica organizacional, considerando que a escola é, em si própria, uma organização, estamos a desenvolver uma investigação com o título: A motivação profissional dos docentes do Ensino Básico e Secundário: a influência de variáveis organizacionais, individuais e pertencentes à interface sujeito-organização.
As perguntas inseridas no questionário referem-se às percepções que possui relativamente a um conjunto de variáveis que afetam a sua motivação profissional. As respostas facultadas são totalmente confidenciais, sendo toda a informação utilizada apenas para os efeitos desta investigação.
Não existem respostas certas ou erradas. Por favor, leia cuidadosamente cada questão e faculte a sua opinião honesta. Procure responder a todas as questões.
O link para resposta ao protocolo de investigação encontra-se abaixo:
No final da investigação serão dados a conhecer os seus principais resultados, de forma a que todos possamos conhecer os níveis motivacionais dos docentes do Ensino Básico e Secundário portugueses.

 

A sua participação é bastante importante!

 

Muito obrigado!
__________
 

Com os melhores cumprimentos,

 

João Viseu

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Alguém se Quer Refugiar

… na Aboim Ascensão?

Abriu vaga para mobilidade.

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Blogosfera – Crónicas do Cão

Devemos obedecer cegamente quando sabemos que é errado? Ou desobedecer?

 

 

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A Música (combativa) do Blog

 

Yann Tiersen – Les Jours Tristes

 

It’s hard
Hard not to sit on your hands
Bury your head in the sand
Hard not to make other plans
And claim that you’ve done all you can
All alone
And life
Must go on

It’s hard
Hard to stand up for what’s right
And bring home the bacon each night
Hard not to break down and cry
When every ideal that you tried
Has been wrong
But you must
Carry on

It’s hard
But you know it’s worth the fight
‘Cause you know you’ve got the truth on your side
When the accusations fly
Hold tight!
Don’t be afraid of what they’ll say
Who cares what cowards think? Anyway,
They will understand one day
One day

It’s hard
Hard when you’re here all alone
And everyone else’s gone home
Harder to know right from wrong
When all objectivity’s gone
And it’s gone
But you still
Carry on

‘Cause you
You are the only one left
And you’ve got to clean up this mess
You know you’ll end up like the rest
Bitter and twisted, unless
You stay strong
And you carry on

It’s hard
But you know it’s worth the fight
‘Cause you know you’ve got the truth on your side
When the accusations fly
Hold tight!
Don’t be afraid of what they’ll say
Who cares what cowards think? Anyway,
They will understand one day
One day

It’s hard
But you know it’s worth the fight
‘Cause you know you’ve got the truth on your side
When the accusations fly
Hold tight!
Don’t be afraid of what they’ll say
Who cares what cowards think? Anyway,
They will understand one day
One day
One day

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Jornal das 22

Família de aluno do 1º ciclo suspenso impede a abertura da aulas, Mesquitela, Mangualde.

 

 

A prova para os professores contratados, é no dia 18 de Dezembro, custa 20 euros e é uma vergonha. FENPROF e uma deputada do PS contestam a prova e é uma vergonha

 

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Era Uma Festa

… e agora não podemos comer durante um ano para a pagarmos.

 

Escola Serra do Pilar, Vila Nova de Gaia, custou 6 milhões, funciona há um ano, e precisa de obras

 

 
JN Serra Pilar

 

Jornal de Notícias (06-11-2013)

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Nada Mais Acertado – Relatório OCDE – “How’s Life? 2013”

JN imagem insatisfação JN texto insatisfação

 

Jornal de Notícias (06-11-2013)

 

Relatório OCDE “How’s Life? 2013”

 

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Do Outro Lado do Atlântico

… há modelos de prova em fartura, mas não parecem ser de modelo “alemão”.

 

 

 

  Caderno de Questões – 024 – Professor de Educação Básica II – Sociologia
  Caderno de Questões – 023 – Professor de Educação Básica II – Química
  Caderno de Questões – 022 – Professor de Educação Básica II – Psicologia
  Caderno de Questões – 021 – Professor de Educação Básica II – Matemática
  Caderno de Questões – 020 – Professor de Educação Básica II – Língua Portuguesa
  Caderno de Questões – 019 – Professor de Educação Básica II – Japonês
  Caderno de Questões – 018 – Professor de Educação Básica II – Italiano
  Caderno de Questões – 017 – Professor de Educação Básica II – Inglês
  Caderno de Questões – 016 – Professor de Educação Básica II – História
  Caderno de Questões – 015 – Professor de Educação Básica II – Geografia
  Caderno de Questões – 014 – Professor de Educação Básica II – Francês
  Caderno de Questões – 013 – Professor de Educação Básica II – Física
  Caderno de Questões – 012 – Professor de Educação Básica II – Filosofia
  Caderno de Questões – 011 – Professor de Educação Básica II – Espanhol
  Caderno de Questões – 010 – Professor de Educação Básica II – Educação Física
  Caderno de Questões – 009 – Professor de Educação Básica II – Educação Especial (Deficiência Visual)
  Caderno de Questões – 008 – Professor de Educação Básica II – Educação Especial (Deficiência Intelectual)
  Caderno de Questões – 007 – Professor de Educação Básica II – Educação Especial (Deficiência Física)
  Caderno de Questões – 006 – Professor de Educação Básica II – Educação Especial (Deficiência Auditiva)
  Caderno de Questões – 005 – Professor de Educação Básica II – Ciências Físicas e Biológicas
  Caderno de Questões – 004 – Professor de Educação Básica II – Biologia
  Caderno de Questões – 003 – Professor de Educação Básica II – Arte
  Caderno de Questões – 002 – Professor de Educação Básica II – Alemão
  Caderno de Questões – 001 – Professor de Educação Básica I
  Gabarito – Vários Cargos

 

 

Até não faltam provas para Diretores de Escolas.

 

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É Pergunta de Componente Comum

E a resposta certa vale aprovação na prova.

 

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Jornal das 22

… com a solução para a crise explicada pelo Ministro da Educação.

 

 

 

Professores contestam os novos programas de Português, Matemática e Físico-Química do secundário.

 

 

FENPROF entrega na Assembleia da República um petição com 12 mil assinaturas contra a realização da prova de ingresso à profissão.

 

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