21 de Novembro de 2013 archive

Iniciativas Contra a Prova

Da FNE com a participação da ANVPC.

FNE promove concentrações contra a prova de acesso

 

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) promove na próxima semana concentrações de professores em várias cidades contra a prova de acesso à carreira docente que o Ministério da Educação decidiu aplicar.

 

todos

As ações pretendem ser também momentos de esclarecimento à população para a situação destes professores, muitos deles com largos anos de serviço, apesar de não terem vínculo ao ministério.

A prova, agora designada de avaliação de conhecimentos e capacidades, está prevista na legislação desde a governação socialista de José Sócrates (2008), mas nunca chegou a ser aplicada, devido à forte oposição dos sindicatos.

Sob o lema “Todos Contra a Prova”, a FNE marcou concentrações para Coimbra (segunda-feira), Lisboa (quarta-feira), Évora (quinta-feira) e Porto e Viana do Castelo (dia 30).

Nos locais de concentração será distribuído um manifesto contra uma prova que os professores consideram “inútil, ineficaz e que desrespeita o trabalho de milhares de docentes”.

As iniciativas estão também a ser divulgadas nas redes sociais e contarão com a presença do secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

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Habituaram-se a Trabalhar Até Tarde

Brevemente disponível.

 

É castigo. 😉

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Claro Que Há Argumentos

… e muitos.

Página do Facebook aqui.
 

Professores contratados contra prova de acesso

 

Os docentes profissionalizados a contrato na Escola Básica e Secundária das Flores reuniram-se, ontem à tarde, para manifestar a sua discordância com a realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, exigida pelo Ministério da Educação. Os professores pretendem alertar para os elevados custos económicos, associados à deslocação necessária para realizar a prova, que podem ultrapassar os 600€. Dizem ainda que nada na realização da prova faz sentido e que esta é uma medida discriminatória e injusta.

 

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Opinião – O Cão Danado

Por que eu não faço a prova

 

Lista de Razões:

 

1.ª: Possuo habilitação profissional para a docência, com provas dadas e em vias de completar mestrado em ensino. Então por que razão hei-de pagar vinte euros para obter uma condição que eu já possuo?

 

2.ª: Tenho anos de experiência docente [os que me deixaram ter] com as respectivas avaliações de desempenho;

 

3.ª: Encontro-me desempregado, dependo do ensino para subsistir e, mesmo assim, não estou disponível para ser mais humilhado;

 

4.ª: Se eu aceitar esta prova que considero imoral, como poderei um dia transmitir aos meus alunos que devem lutar pela justiça, se eu próprio não lutar pelo que acredito?

 

5.ª: Isto não passa de um teste à moralidade e à integridade de cada pessoa. Quem aceitar não pode em consciência ser docente;

 

6.ª: Se a prova é ilógica e ilegal à vista de todos, por que hão-de os mesmos aceitar uma coisa que consideram injusta?

 

7.ª: Aceitando esta prova, o que será considerado o limite quando este já foi claramente ultrapassado para além do razoável? Se aceitarmos isto o que virá a seguir?

 

Assim, apelo para que não se inscrevam na prova e repudiem esta medida do governo. Aguentem TODOS até dia 27 de Novembro e aguardem as resoluções que possam emanar dos tribunais.

 

Obviamente não será necessário dizer que no fundo a verdade é esta:

 

Se ninguém se inscrever, não existe prova. Esta é a realidade. Metam isso na cabeça.

 

Então para quê o medo?

 

 

 

(Bansky)

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Os Tribunais São Um Incómodo Para o MEC

E são já muitos os casos perdidos em tribunal.

No mesmo dia que é obrigado a abrir um concurso extraordinário ao concurso de vinculação extraordinária ficamos também a saber que a Comissão Europeia deu dois meses para o MEC resolver a questão dos professores que sucessivamente estão a contrato.

Segundo as contas do Correio da Manhã, apoiadas em dados de Jorge Costa, o incumprimento pode levar o MEC a ter de indemnizar os docentes contratados em 480 milhões de euros.

 

Sobre a prova de avaliação.

… será igual ou parecido.

 

CM - GOVERNO FORÇADO RECORTADO

 

Correio da Manhã – Notícia recortada (21-11-2013)

 

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Os Locais dos Matadouros em Mapa

… retirado do jornal Correio da Manhã de hoje.

 

 

CM - MAPA

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O Apoio à Natalidade em Portugal

… trata-se desta forma.

Não acho que legalmente seja assim, mas quem souber mais informações que a coloque na caixa de comentários.

 

 

Sou professora contratada, do grupo 500, há 12 anos com 9 anos de serviço e este ano não tive colocação e pelo panorama não irei ter.

Este mail serve como um desabafo e/ou talvez esclarecimento.

No ano letivo anterior estive o último mês de gravidez de atestado uma vez que entrei em risco no dia 7 de dezembro (deixei tudo pronto: últimos testes corrigidos, avaliações feitas e reunião de avaliação preparada) e no dia 26 de dezembro tive o meu filho. Estive 4 meses de licença de maternidade, até ao dia 26 de abril.

No dia 3 de setembro como todos os professores contratados lá fui eu para o centro de emprego, infelizmente.

Quando recebi o documento da segurança social a indicar os valores que iria receber (21,87€ por dia = 656,1€ em 30 dias) fiquei surpresa e liguei para os serviços da segurança social a perguntar se não haveria engano ao que a senhora que me atendeu perguntou se eu achava pouco? E eu disse-lhe que sim (uma vez que tinha conhecimento de colegas que iriam receber à volta de 29€ diários = 870€ em 30 dias). Ela pediu-me o NISS para analisar o meu processo. Qual não é o meu espanto quando a dita senhora me diz que estive 4 meses de baixa, e eu disse “sim, de licença de maternidade que é um direito que eu tenho” ao que ela me respondeu ainda bem que o tem, mas entrou para o cálculo do seu subsídio de desemprego.

A minha frustração deve-se não só ao facto de não ter trabalho mas também de ter sido penalizada no subsídio de desemprego em 200€ porque tive um filho!!!!!!!!!

Será que o governo sabe que um filho acarreta mais despesa?!!

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