13 de Novembro de 2013 archive

Se Alguém Explicar

… agradeço.

Mas imagino o que seja.
 

Grupo 520

 

Bolsa de Recrutamento nº 8

 
1863 8913229803 ISABEL XXXX XXXX XXXX TUNA 170562 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DA BANDEIRA, SANTARÉM C TEMPORÁRIO

 

Bolsa de Recrutamento nº 9

 
1863 8913229803 ISABEL XXXX XXXX XXXX TUNA 401481 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOSÉ AFONSO, ARRENTELA, SEIXAL C TEMPORÁRIO

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Jornal das 22

Encarregados de educação em protesto pelas condições da escola, secundária da Anadia.

 

 

Santiago Maior, Beja, o protesto continua. Alunos não entram na escola em protesto pela falta de professores e terapeutas.

 

 

Professores a trabalhar desde Setembro e sem ordenado, AECs dos Olivais e não só…

 

 

Arco Maior – Universidade Católica e Santa Casa da Misericórdia têm um projecto piloto para combater o abandono escolar

 

 

A Gala do Liceu Camões

 

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Sendo Assim

… os deputados do PS bem podiam enviar a Prova de Avaliação para o Tribunal Constitucional pela forma como se encontra legislada.

É claro que politicamente não se podem opor a um princípio que eles próprios passaram a incluir no ECD. Mas podiam usar o pretexto, que todos os docentes concordam, sobre a eliminação das dispensas aprovadas no tempo de Isabel Alçada.

Já era alguma coisita.

 

 

FNE E PS CONTRA A REALIZAÇÃO DA PROVA DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS

 

 

Em reunião hoje realizada entre uma delegação da FNE que integrava o secretário geral, Cristina Ferreira e António Sota Martins, e uma delegação do Grupo Parlamentar do Partido Socialista que integrava os Deputados Acácio Pinto e Odete João, foi verificada uma forte convergência em relação à contestação à realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, considerada por ambos como uma inutilidade, para além de representar uma desconsideração em relação a milhares de docentes que têm servido o sistema educativo, alguns com mais de 30 anos de serviço.

A delegação do PS, admitindo que a existência da prova constasse do articulado do ECD, entendeu que a sua concretização eventual teria de depender de circunstâncias específicas que a justificassem, o que entende que não acontece atualmente.

Ambas as delegações verificaram que coincidem na apreciação de que a realização da prova não dá mais qualidade ao sistema educativo, nem às pessoas que venham a realizá-la.

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Já Vi Respostas Interessantes

… ao convite feito pela Paula Meneses, aos classificadores de Português, que tem de ser dada resposta até amanhã, para quem recusar a participação no “projeto”.

 

Gostava de publicar algumas dessas respostas se me fizerem chegar por mail.

Se porventura algum leitor do blogue já a deu e queira partilhar pode fazê-lo em alternativa na caixa de comentários.

Diz Mário Nogueira, no Correio da Manhã de hoje, que nenhum professor de Coimbra aceitou participar neste projeto.

E no resto do país?

 

prazos
 
E também me disseram que alguns docentes contratados receberam esse convite, o que não deixa de ser curioso. 😉

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Perguntas Naturais Sobre a Prova de Avaliação

Que revelam uma natural preocupação com a novidade da prova e com a completa falta de informação.

 

 

Informação colocada no chat, pela Felismina Roque:
 

Sou professora contratada na Região Autónoma dos Açores, mais precisamente na ilha das Flores e gostaria de divulgar o que nos foi dito relativamente à realização da prova: temos de nos ausentar da ilha a fim de realizar a prova numa das ilhas com ligação aérea direta ao continente… Ora isto implica que nos tenhamos que deslocar de véspera, pagar estadia, pagar voo e regressar de novo à ilha para realizarmos as avaliações! Não ganhamos para isto!!

 
Por uma colega:
 

Tenho cesariana marcada para essa semana, será que o ministro da educação terá a gentileza de levar-me a prova ao hospital para a fazer?

 
Alguns contratados que seguiram o conselho do atual primeiro ministro para emigrarem.
 

Estou em Moçambique, Timor, Angola, Cabo Verde ou S. Tomé e Príncipe a trabalhar como professor, não sei onde terei de fazer a prova e quero marcar a minha viagem de regresso para passar o Natal com a família.

 

E tantas outras questões por responder.

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Divulgação – Manifestações de Dia 16

Hoje são os professores contratados (alguns com mestrados e doutoramentos) que o Governo pretende obrigar a fazer (mais uma) prova de conhecimentos e capacidades (e pagar 20 euros).

Amanhã poderão ser os professores efetivos, os enfermeiros, os médicos, etc. APELAMOS A QUE TOD@S AS PESSOAS SOLIDÁRIAS COM ESTE PROTESTO SE JUNTEM ESTE SÁBADO, 16 novembro, ÀS 15H, PRAÇA DA REPÚBLICA EM COIMBRA.

 

Evento no facebook:

 

Também está já agendada à mesma hora, uma manifestação em Lisboa (à frente da Assembleia da República) e em Braga (na Avenida central).

 

Colega, REENCAMINHA A MAIS COLEGAS.

 

Obrigado! André Pestana (professor desempregado)

 

 

maniflisboa

Manifbraga

coimbra

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Mais Vale Tarde Que Nunca

ESEP toma posição sobre Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades

 

ESEP

 

Considerando que a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades estabelece a introdução de alterações significativas no acesso e exercício da profissão docente, a Direcção da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre tomou uma posição em relação a este assunto.

De acordo com a ESEP, “o processo de estabelecimento de uma Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, matéria de relevância fundamental para as Instituições de Ensino Superior (IES) e para os seus diplomados, foi iniciado e concluído sem a auscultação das instituições formadoras, facto que reputamos de profunda gravidade, pois não favorece as coordenadas de relacionamento institucional que devem reger a tutela e as IES, nem possibilitou que os principais responsáveis pela formação dos professores pudessem contribuir para o debate desta questão”. Em comunicado assinado pelo director da Escola Superior de Educação, Luís Miguel Cardoso, e pelo presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Joaquim Mourato, os responsáveis referem que “a introdução desta prova não surgiu, até à presente data, consubstanciada ou justificada em evidências, estudos ou pareceres que indicassem, de forma explícita, a necessidade de criação de um mecanismo de aferição da qualidade do processo formativo que é da responsabilidade das Instituições de Ensino Superior”. No documento pode ainda ler-se que “a prova em questão suscita também uma reflexão que se prende com a sua natureza retroactiva“, uma vez que, “de facto, este mecanismo não só se aplica a todos os que, a partir do momento presente, têm conhecimento de que existe esta condição para acesso à profissão docente, como a todos os professores que iniciaram o seu percurso profissional sem terem conhecimento, à partida, deste requisito, o que constitui uma quebra dos procedimentos, regras e expectativas iniciais dos diplomados e se traduz, na prática, no rompimento do princípio da confiança jurídica“.

 

Semanário Linhas De ELVAS

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Todos Contra a Prova

Em pouco mais de 24 horas já aderiram a esta página mais de 11 mil docentes e a tendência tem sido de crescimento contínuo.

Na página estão a ser colocados relatos de professores que apresentam os motivos para a recusa da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades que estão a ser recolhidos neste e-mail.

Já não são apenas professores contratados que se manifestam contra esta prova, os professores dos quadros já começam a mobilizar-se também para esta recusa.

A semelhança que vejo nesta movimentação só tem paralelo com a recusa da divisão da carreira em duas categorias do tempo de Maria de Lurdes Rodrigues e nessa altura todos os professores se mobilizaram contra a divisão artificial da carreira. Agora também é importante que todos se mobilizem contra a prova, porque fiou provado que foi essa mobilização geral que travou a divisão da carreira.

E a prova será travada também.

 

11 mil

 

Na página também está a ser pedido o preenchimento deste formulário até ao dia 16 de Novembro que serão utilizados para reforçar a justiça dos argumentos da FNE.

 

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