Manifestação de Interesse para Timor-Leste

… para docentes dos quadros do MEC (apenas do continente) e com preferência para quem se encontra entre o 1º e o 3º escalão de vencimento.

O prazo de candidatura é até ao dia 30 de Junho e a candidatura é efetuada por mail.

 

 

Ex.mo(a) Senhor(a) Diretor(a)/ Presidente da CAP

Tendo a Coordenação do Projeto Escolas de Referência – Timor Leste manifestado a necessidade de selecionar docentes de carreira, para o exercício de funções no Projeto Escolas de Referência, venho informar o seguinte:

No âmbito do Protocolo de Cooperação entre Portugal e a República Democrática de Timor-Leste, pretende-se selecionar docentes de carreira, com qualificação profissional nos grupos de recrutamento 100 ou 110, para o exercício de funções em Timor-Leste, no Projeto Escolas de Referência mediante a figura de mobilidade prevista no artigo 68.º do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, última redação dada pelo Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro.

Não podem ser admitidos docentes das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, por não se encontrarem abrangidos pelo disposto no referido artigo 68.º.

Será dada preferência a:
1. Docentes posicionados nos 1.º, 2.º e 3.º escalões da carreira docente sem componente letiva.
2. Docentes posicionados nos 1.º, 2.º e 3.º escalões da carreira docente com componente letiva.

A seleção dos candidatos será efetuada pela Coordenação do PERTL-CF, na qualidade de entidade proponente.

Os interessados deverão remeter para o email DSEEPE@dgae.mec.pt , até dia 30 de junho de 2013, os seguintes documentos:
a) Cópia de documento de identificação;
b) Cópia do Registo Biográfico atualizado;
c) Declaração do Diretor emitindo parecer favorável sobre a mobilidade ao abrigo da alínea a) do art.º 68.º do ECD, com a indicação de ter sido ou não atribuída componente letiva ao candidato no presente ano letivo e o escalão em que o docente se encontra.
d) Curriculum Vitae.
e) Declaração de robustez física

Mais solicito a V. Ex.ª que proceda à divulgação desta comunicação junto de todos os docentes.

Com os melhores cumprimentos,

O Diretor-Geral
Mário Pereira

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309 comentários

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    • Alexandra Fazenda on 24 de Junho de 2013 at 18:40
    • Responder

    Para os docentes do quadro do MEC e então e os outros não têm direito? Mais do mesmo!!!

    • Maria Inês Clímaco on 24 de Junho de 2013 at 19:20
    • Responder

    Também não percebo porque é que estes concursos são SÓ para os do quadro, Afinal os outros não têm o mesmo direito???????? Bolas, fui contratada e agora estou no desemprego ansiosa por trabalhar nem que fossem a 500Km de distância e depois aparecem estes concursos … só para os do quadro ;-( ;-(


  1. E não poderem concorrer professores das ilhas? igual ao concurso extraordinário? Ainda alguém vai meter isto novamente em tribunal.

    • Sérgio on 25 de Junho de 2013 at 8:19
    • Responder

    Cuidado com as condições deste concurso!
    Os professores será colocados em território de Timor-Leste, mas não sabem em que localidade.
    Receberão cerca de 3500 dólares brutos, que depois dos impostos de 10% fica em 3150 dólares. A habitação não é facultada, pelo que têm de pagar uma renda que está entre os 1000 e os 1500 dólares, fora a alimentação que por aquelas bandas não é barata. Os australianos ainda consuderam Timor-Leste com a sua colónia, colocando produtos de média qualidade (alguns prestes a expirar o prazo) a preços exorbitantes. Para atrair professores para aquela ilha têm de ser mais criativos e generosos nas condições de habitabilidade e remuneração.
    Deste modo não compensa ir para tão longe.

      • João Júlio on 1 de Julho de 2013 at 3:05
      • Responder

      Está completamente enganado. Quem for colocado nesta oferta continua a receber o salario em portugal pela escola onde está colocado, com isenção de IRS. Tem garantido alojamento e mais um suplmento financeiro pago pelo Governo Timorense.

      • João Júlio on 1 de Julho de 2013 at 3:07
      • Responder

      E quanto à parte alimentar, nem vale a pena fazer comentários à barbaridade que escreveu. Eu trabalho e resido em TLS…. e não sou australiano. Sou PORTUGUÊS

        • Maria Santos on 8 de Dezembro de 2013 at 17:45
        • Responder

        João Júlio, o Sérgio tem toda a razão quando diz:«a alimentação que por aquelas bandas não é barata. Os australianos ainda consideram Timor-Leste com a sua colónia, colocando produtos de média qualidade (alguns prestes a expirar o prazo) a preços exorbitantes.»

    • Maria Simões on 25 de Junho de 2013 at 14:24
    • Responder

    há aqui muitas imprecisões a saber: a remuneração atualmente é de 1000USD limpos mas, (há sempre um mas) mas o pagamento está sempre sujeito a longas demoooooooooras, ou seja, um, dois e até três meses de atraso! Relativamente à habitação, ela existe e paga pelo projeto só que não é igual às nossas, dependendo do distrito e da realidade deste pequeno e rico país; casinha modestas para mais do que uma pessoa, às vezes oito,doze, três no mínimo partilhando, também às vezes casa de banho, cozinha, cheios, birras, maus feitios e pessoas que não se conhecem de lado nenhum e tem que viver como ‘irmãos’ em cristo pois este país é muito católico e preticante

    • pois é... on 25 de Junho de 2013 at 16:30
    • Responder

    São 1000 dólares!Estou cá e não recebo há três meses.É duro, muito duro.Vivemos oito numa casa com tudo o que isso implica.Estamos isolados.Os coordenadores das Escolas de Referência, colegas nossos, são uns canalhas para os colegas. Vamos muitos embora.
    Quem não tem emprego em Portugal devia ter prioridade.Façam barulho,pois estão aqui pessoas do último escalão que não têm necessidade nenhuma.
    Mas pensem bem…porque não somos tratados com respeito.
    Muito se vai saber e contar. Nem imaginam…estejam atentos a partir de meados de julho…

      • JOana Coelho on 27 de Junho de 2013 at 19:19
      • Responder

      1000 dólares?? +/- 766€! Ainda ganham menos do que um contratado cá? Não vale mesmo a pena…

    • Maria Simões on 26 de Junho de 2013 at 12:46
    • Responder

    …muita água vai correr debaixo da ponte e muita coisa se vai saber!
    mas professores portugueses estejam atento, a verdade tarda mas não falha!
    esta estória dava um bom guião para um filme português na sua labuta pelo mundo…querem mais?

    • Carla Nogueiro on 27 de Junho de 2013 at 1:49
    • Responder

    Olá, alguém que esteja a trabalhar em Timor, pode por favor esclarecer-me algumas dúvidas…
    Qual é o calendário escolar? Quando é que temos de ir e quando voltamos? Vimos passar férias a Portugal durante o ano? Eles pagam quais viagens?
    Recebemos o ordenado de cá completo? E sinceramente, como é a vida aí? E o alojamento e transporte é ou não faciltado?
    Muito obrigada.

    • Maria Simões on 27 de Junho de 2013 at 3:57
    • Responder

    Quando eu lá estive as dúvidas eram permanentes, e as certezas é assim: o que é hoje não é amanhã, querem uma aventura sem rede concorram – é um tiro no escuro, e mais não digo…

    • Mª Jesus Guerreiro Galvão on 27 de Junho de 2013 at 13:44
    • Responder

    Olá colegas,
    sou uma das interessadas em concorrer… expliquem melhor o que se passa, por favor, só falta 3 dias para o final do prazo. Obrigada.

    • Professor em TL on 27 de Junho de 2013 at 16:46
    • Responder

    Sou professor em Timor-Leste e parece que há por aqui algumas imprecisões, cujo objetivo ainda não consegui aferir.
    1º- Os professores ganham o que normalmente ganham em Portugal, de acordo com o seu escalão de vencimento e sem os descontos (como agente de cooperação que é ou virá a ser), acrescido de 1000 dólares americanos. É verdade que há atrasos no pagamento destes 1000$, mas o mesmo não acontece com a outra parte da remuneração.
    2º- A habitação e o transporte são assegurados pelo projeto.
    3º- As condições de habitabilidade são dignas, mas, obviamente, não esperem determinados luxos. No entanto, há condições para se trabalhar cá… Basta ver o número de professores que cá trabalham. Se fosse assim tão mau, não éramos tantos, acreditem!
    4º- É verdade que temos de conviver com pessoas menos simpáticas, temos alguns “chefes” horríveis e somos obrigados a partilhar muita coisa. Contudo, em Portugal também é assim, embora que numa escala menor, dependendo da personalidade de cada um de nós. Aliás, no que toca a partilhar coisas, alguns professores gostam e partilham mais coisas do que inicialmente estava previsto, mas isso são outros “500”.
    5º- As refeições não são excessivamente caras. Tudo depende do estilo de vida adotado. Sempre podemos comer uma katupa, um nasi goreng com frango ou peixe por menos de 5 dólares. Hoje, jantei no Hotel Timor por 9 dólares. Contudo, os produtos mais “ocidentalizados” são efetivamente mais caros. A mero título de exemplo, um litro de leite ronda 1,50$ no supermercado Páteo.
    6º- Quem for para o distrito, virá, pelo menos, uma vez a Díli por mês para se abastecer com produtos e para tratar da sua vidinha.
    7º- As vias de comunicação são, de facto, muito más fora de Díli. Um percurso de 150 Kms pode demorar 7 ou 8 horas.
    8º- Este projeto das escolas de referência está a crescer a bom ritmo e tem pernas para andar. Concorram…
    9º- É o último ponto, mas muito importante: Timor é um país do 3º mundo. Nunca se esqueçam disto…

    Abraço

    • Cristina on 27 de Junho de 2013 at 18:14
    • Responder

    Obrigada, colega, gostei do que acabo de ler. Tenho uma colega que está em Timor e adora, diz que não quer voltar. Vou concorrer, obrigada mais uma vez.


  2. eu quero mesmo concorrer…afinal vale a pena ou não?
    Alguém que me convença:))

    • Maria on 28 de Junho de 2013 at 11:50
    • Responder

    Um concurso com um prazo tão curto e descriminatorio??? E tempo para arranjar todos os documentos? Toda a gente sabe que um atestado medico não se consegue da noite para o dia.

      • Mª Galvão on 28 de Junho de 2013 at 14:13
      • Responder

      Sabe, a legislação mudou (decreto-lei 242/2009, DR nº 180 série I), refere que o Atest. Rob. Fís., pode ser substituído por uma declaração do próprio.

    • Carla on 28 de Junho de 2013 at 19:28
    • Responder

    Muito obrigada pelas informações…
    Hoje liguei para o centro de atendimento da direção geral e esclareceram-me algumas coisas. No entanto, continuo com muitas dúvidas… Ainda não consegui perceber qual é o calendário escolar e se podemos ou não vir a Portugal durante o ano. As viagens acho que não são pagas. Só a ida e a volta.
    Quanto ao atestado Maria, não é difícil. Vai a uma consulta de clínica geral e pede. Normalmente passam logo. Os documentos são todos digitalizados.
    Alguém me esclarece as minhas dúvidas por favor??

    • Cristina on 28 de Junho de 2013 at 19:41
    • Responder

    Já concorri. Digitalizei todos os documentos e enviei. Agora é aguardar. Li um pouco da legislação que lhe envio, ainda não litudo. Não sei se ajuda http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=3269&fileName=decreto_lei_48_2009.pdf

    • Cristina on 28 de Junho de 2013 at 19:43
    • Responder

    Há uns anos atrás tentei concorrer para Macau e não me foi permitido porque não era do quadro, não sei qual a justificação mas o que pretendo explicar é que foi sempre assim. Não quer dizer que concorde

    • Carla on 29 de Junho de 2013 at 14:49
    • Responder

    Obrigada pela ajuda Cristina. Eu sou do quadro, mas acho que é muito injusto os professores contratados não poderem concorrer a este tipo de concurso… Afinal somos todos professores!!! A única vantagem, é que, por cada professor do quadro que vá para Timor, fica uma vaga para um contratado… Penso eu… Pois, neste momento, já nada é igual.
    Eu ainda não enviei… Pelo que me disseram ao telefone, depois da selação, ainda temos a oportunidade de aceitar ou não… Por isso não temos nada a perder. Boa sorte a todos!!!


  3. tenho quase tudo pronto. mas esclareçam-me…é só para quem estiver no 1º até ao 3º escalão???
    se alguém ajudar..
    obg

    • Cristina on 30 de Junho de 2013 at 11:37
    • Responder

    É isso mesmo, do grupo 100 ou 110. Só não percebo é como é que sabemos dos resultados? Alguém pode dar uma ajudinha?


  4. Cristina, eu liguei pra direção geral e fiz essa pergunta. Disseram-me que depois enviam um email, provavelmente durante o mês de julho a dizer se ficamos ou não… Enviam sempre resposta, pois manifestamos o nosso interesse e depois aceitamos ou não…
    E quanto aos escalões Ana, o que diz no email é que dão preferência a quem está no 1º, 2º ou 3º escalão, mas isso não implica que os outros não possam concorrer…
    Eu também tenho uma dúvida, ou melhor várias… Mas em relação aos vencimentos, é com descontos ou não? Tanto os 1000 dólares, como o nosso ordenado daqui… Pois o colega no dia 27 de junho frizou que: ”
    Os professores ganham o que normalmente ganham em Portugal, de acordo com o seu escalão de vencimento e sem os descontos (como agente de cooperação que é ou virá a ser)”… É o nosso ordenado sem descontos??

    • Cristina on 1 de Julho de 2013 at 9:38
    • Responder

    Carla, obrigada pela informação. Eu fiquei com a ideia que é o nosso vencimento sem descontos mas posso ter percebido mal.

    • Mª Galvão on 1 de Julho de 2013 at 19:21
    • Responder

    Sem descontar o IRS, penso que é só.

    • Carla on 1 de Julho de 2013 at 20:16
    • Responder

    Obrigada às duas pela informação. Mesmo que seja o IRS, já é mais qualquer coisa…

      • Maria Brazão on 8 de Julho de 2013 at 11:49
      • Responder

      A todos os colegas que queiram trabalhar em Timor Leste só poso dizer que só o façam se necessitarem mesmo. Por aventura ou por outro espirito não o façam….a menos que concorram para Dili que sendo uma cidade suja sem grande atrativo é uma cidade. Fora disso têm que ter um espirito missionário porque as condições em que se vive e trabalha não são as melhores. .
      Há transporte uma vez por mês para ir a Dili mas nem sempre é assim……. e as viagens tirando quem trabalha em Gleno ou Liquiça são muito dificeis e dolorosas….há transporte de e para a escola É um isolamento total. .Pagam pouco para o sacrificio e agora até não pagam….. e parece que é para continuar com este ritmo pagam um mês e ficam a dever dois…..

    • Nuno Lopes on 9 de Julho de 2013 at 14:38
    • Responder

    Não tenham pena de não irem para Timor e muito menos para o projeto das escolas de referência aquilo lá é uma tortura!!! Além de estarem a muitíssimos Km do vosso país, vivem em casas todos ao monte… algumas nem condições têm… nem sempre há água, nem sempre há luz… a comida é escassa e varia entre o frango, o atum e alguns legumes… frutas há em algumas épocas…
    vale a experiência pelas crianças, mas as chefias são de uma arrogância e de uma ditadura só vista! Ultimamente nem pagam aos desgraçados que por lá andam…
    Entregaram o projeto nas mãos de duas fulanas que nem são licenciadas em ensino básico e nas coordenações de escolas estão profundos ignorantes (salvo raríssimas exceções) que não procuram nada mais além do dinheiro…
    todos falam da vida de todos e depois há as malucas das divorciadas, mal casadas e solteironas que amam aquela terra pois podem envolver-se com os militares e estrangeiros que por lá param… ou paravam! Acredito que sem UN elas andem ainda mais assanhadas… Pensem bem… têm a hipótese de trabalhar com crianças diferentes, é certo, mas na verdade nem sempre demonstram vontade de aprender… podem viajar… (não sei se ainda viajam, agora que não pagam), mas… e o amor próprio? Os professores são tratados abaixo de cão pelas chefias, e tudo porque esses professores têm mais habilitações e conhecimentos… UMA VERGONHA!

    • Isabel on 9 de Julho de 2013 at 21:50
    • Responder

    Alguém me pode dizer se um professor que não queira viver em comunidade lhe dão o subsidio para alugar casa. E já agora, qual é a renda média de uma casa em Timor?

      • Maria Santos on 26 de Julho de 2013 at 3:44
      • Responder

      Segundo me dizem, não dão, não…asseguram-me que se não queres viver em comunidade…problema teu…mas, há distritos onde facilmente se arranja uma casa por 200 ou 300 dólares americanos. Em Dili, os valores andam à volta dos 1000 dólares americanos. Diz-me quem por lá anda e chegou agora a Portugal.


  5. Alguém que se tenha candidatado já recebeu resposta?
    Relativamente âs viagens de ida, sabem qual a previsão para a sua realização?
    Cumprimentos


  6. Se já são professores do quadro em Portugal, pq querem ir pra timor
    ? Ganham dias de serviço a dobrar? ou é só pela aventura?

      • Maria Santos on 27 de Julho de 2014 at 0:56
      • Responder

      THZ,
      Porque é que os professores do quadro em Portugal não poderão querer ir para Timor?
      Porque é que os professores dos quadros não poderão deixar os seus lugares de origem para os contratados poderem brilhar?
      Porque é que só os contratados deveriam poder ir para Timor?


  7. eu adora poder ir :(… mas tem 2 únicos contras, não sou do quadro e não pertenço a nenhum destes grupos :(… deve ser uma experiência única


  8. todos os colegas que, eu conheço, lá estiveram só falam bem daquilo

    • Cristina on 15 de Julho de 2013 at 21:19
    • Responder

    Sou do QZP, fui selecionada. Fui contactada via telefone, enviaram-me a declaração. Aceitei. Aguardo novo e-mail para perceber em definitivo quando parto. Concorri porque não quero correr riscos, não é uma aventura e o facto de ser do quadro não me dá garantias. Aprendi que o “seguro morreu de velho e a providência foi ao funeral”. Como QZP, nunca fiquei colocada dois anos seguidos numa escola, concorri todos os anos, sei que sou uma exceção mas foi o que aconteceu.


  9. Boa noite, Cristina…
    também fui selecionada!! Disseram-me que partiremos na ultima semana de Agosto mas a data certa, não sei… A que grupo de recrutamento pertences? 100 ou 110?
    Tanto quanto sei devemos partir todos no mesmo vôo… Cumprimentos

    • Cristina on 16 de Julho de 2013 at 10:04
    • Responder

    Bom dia, sou do grupo 100. Esperava mais alguma informação que tarda em chegar. Sei que partimos na última semana de Agosto e mais nada.. Aguardemos. Cumprimentos

      • Mª Galvão on 16 de Julho de 2013 at 13:42
      • Responder

      Boa sorte colegas. (Não sabia que já estavam a contactar os interessados).
      Não foram chamadas para uma entrevista?
      Estão em que escalão de vencimento?


    1. Boa tarde. Também sou Educadora de Infância. Tenho a certeza que iremos ter uma boa experiência e que a seu tempo as informações necessárias chegarão. Sou de Lisboa e como, certamente, iremos ser companheiras de viagem podemos ir mantendo contacto.
      Cumprimentos.

    • Cristina on 16 de Julho de 2013 at 14:04
    • Responder

    Boa tarde. Ainda não fui chamada para nenhuma entrevista. Estou no 3º escalão. Claro que podemos manter contacto. No facebook existe uma página “Portugueses em Timor”, tenho tido algumas informações. Beijinhos


    1. Tanto quanto sei não haverá qualquer entrevista uma vez que já aceitámos o lugar de destacamento. Obrigada pela dica. Também irei aderir a essa página para obter mais informações. Beijinhos

        • Maria Brazão on 16 de Julho de 2013 at 14:59
        • Responder

        Colegas !
        Não posso deixar de vos dizer que deverão vir preparadas para o que vos espera em Timor! vão para fora de Dili, para vários distritos nomeadamente Baucau, Oecussi, Maliana ,Los Palos!!! entre outros ,estarão a muitas horas de viagem de Dili ( 5, 9, 12 para Oecussi), onde só irão, se forem, uma vez por mês, com transporte assegurado pelo projeto. Mesmo que se queiram deslocar-se por conta própria não têm essa hipótese dado os transportes publicos serem de 3º Mundo.Não contem receber o complemento de vencimento mensalmente o que é um problema ,neste momento ainda não pagaram o mês de junho e não se sabe quando será pago… porque para de levantar dinheiro de Portugal só em Dili e só num banco ANZ, com custos elevados.
        As casas para onde poderão ir com excepção para os que forem do projeto, não têm condições nenhumas.Irão trabalhar muitas mais horas do que o é perrmitido no ECD…. em condições desumanas…. serão tratadas sem respeito e frequentemente ouvirão que quem não está bem que se vá embora!!!! pelos coordenadores que são na sua maioria prepotentes. É uma prova de resistência emocional, psicológica e fisica. O isolamento é total …… não há nada de nada fora de Dili e mesmo ai faltam coisas básicas por vezes. Terão que se abastecer em Dili… nos distritos comerão legumes com legumes, ovos, salsichas e frango congelado……. É dificil por isso … digo- vos é preciso muita capacidade de adaptação, e acreditem que a experiência só é gratificante porque aprendemos ” salve-se quem puder ” . Não há solidariedade de ninguém porque está tudo a defender o seu lugar com receio de ir embora… grande parte dos professores necessitam deste dinheiro!!!!
        Isto não é filme é realidade absoluta!!!!!!!! só para terem uma ideia os professores estão a trabalhar desde setembro e não só não vão ter os dias de férias a que têm direito ( vão ter cerca de 12 dias úteis )Isto é uma violação dos direitos de qualquer trabalhador!!!!!como ainda não sabem quando as terão…..BOA SORTE

          • FC on 16 de Julho de 2013 at 15:22

          OBRIGADA, Espirito positivo heim?!?!

      • Professor em TL on 23 de Julho de 2013 at 15:50
      • Responder

      A prof. Maria Brazão ou passou um mau bocado ou está a ter um ataque de pânico.

      1º – os transportes públicos não são, de facto, iguais ao portugueses, mas são bastante aceitáveis. Eu próprio já viajei em “biskotas” e “mikroletes” e anda-se bem. Pesquisem a palavra “mikrolete” no Google Imagens para terem uma ideia do que falo. Ah… e são bem mais giros do que os nossos autocarros!

      2º – Há, de facto, alguns atrasos nos pagamentos da parte de Timor, mas duvido que este estado fique a dever alguma coisa ao projeto.
      Quanto a eventuais levantamentos de Portugal (se forem necessários), os custos elevados de que a colega fala devem rondar os 10/15 euros.

      3º- Há casas com condições, não duvidem. Tudo depende do que querem gastar… Se a habitação for do projeto, tem condições e é gratuita. Se se zangarem ou quererem mudar de ares, há casas com condições, mas talvez vos peçam um bocado de dinheiro por elas.

      4º – Eu não trabalho nem mais uma hora do que o é estipulado no ECD. É preciso saber gerir o tempo e não dar azo a bazófias. Muitas horinhas são queimadas a discutir o sexo dos anjos e vidas privadas… Nada a que não tivesse assistido em Portugal, portanto,

      5º- Comer atum, salsi… Ah? A sério, não sei bem por que experiência, que mais parece trauma, esta colega passou, mas esqueçam essa barbaridade. Só o comem, se assim quiserem.

      6º- Outra vez a história dos chefes e dos bichos papões. Colegas, aqui há de tudo, tal como aí, em Portugal. Porquê diabolizar as chefias que estão em Timor? Isto é apenas uma amostra da realidade portuguesa, visto que somos todos professores daí, de Portugal!

      7º – É, na verdade, uma prova de resistência emocional, tais as vezes que se vão emocionar com as pessoas, com as paisagens, com os valores que pairam por estes lados!

      8º – Isolamento? ”Salve-se quem puder”? Estas coisas são sempre variáveis (depende do grupo, da comunidade, da região…), mas nunca estamos totalmente sozinhos. Se cultivarmos coisas positivas, então será coisas positivas que colheremos. Conheço casos extraordinários de comunhão entre profs. e a comunidade. Aliás, fora de Díli, os profs. são respeitados e são entidades de referência na comunidade, muitas vezes convidados para participar em cerimónias e eventos relevantes.

      9º – Quanto a férias, o que a colega disse é falso!

      Espero ter ajudado!
      Abraço

    • sonia on 19 de Julho de 2013 at 2:54
    • Responder

    Eu não entendo… mas este concurso não sai na página oficial do DGAE, como nos restantes anos? É que ainda não li nada lá referente a 2013? E aqui dizem que era até junho o prazo…

    • Cristina on 19 de Julho de 2013 at 10:06
    • Responder

    foi Sónia. O concurso já se realizou e as pessoas já foram contactadas. Os agrupamentos deviam ter comunicado aos professores

    • Célia on 19 de Julho de 2013 at 11:20
    • Responder

    Olá, também fui selecionada. Sou do grupo 110 e do Porto.


  10. Quanta mentira, quanta ignorância, quanta estupidez!! Trabalhar em TL, mais concretamente no PERTL, não está ao nível de todos… Só daqueles que têm grandeza de espírito, vontade de trabalhar e alma de missionário…

    • Cristina on 21 de Julho de 2013 at 20:15
    • Responder

    Engraçado como podem ser tão diferentes os comentários que vejo aqui e os comentários que vejo no facebook. Faz-me pensar…

    • Maria Brazão on 22 de Julho de 2013 at 10:11
    • Responder

    Os comentários feitos neste espaço sobre as condições do PERTL são verdadeiras no que diz respeito às condições em que se trabalha, em que se vive, da falta de respeito que existe para com os professores…. não falta nenhuma virgula!!!!! É a realidade. Não pagam a tempo, dois a três meses de atraso, a verdade de agora e mentira no segundo seguinte. Não há certezas quanto ao calendário escolar, não se gozam os dias todos de férias a que os professores têm direito, trabalham-se mais de 35 horas semanais, há aulas de tetum (formação), obrigatória dentro do tempo individual….. e mais não digo porque são tantas as questões que não haveria espaço suficiente par as escrever….

      • Raquel on 23 de Julho de 2013 at 0:56
      • Responder

      Peço desculpa, mas a Maria faz parte do Projeto Escolas de Referência?

    • Raquel on 23 de Julho de 2013 at 0:57
    • Responder

    Está em Timor?

      • maria brazao on 23 de Julho de 2013 at 7:45
      • Responder

      Sim estou! so assim poderia falar com tanta certeza…..

        • Professor em TL on 23 de Julho de 2013 at 15:54
        • Responder

        eu duvido, maria. e se estás, deves ir embora… a sério, não peças renovação!

          • Maria Santos on 24 de Julho de 2013 at 23:01

          O meu total respeito à opinião da colega Maria Brazão! Ela devia pedir a renovação. Não deviam existir as razões que ela invoca e aqui se verifica que são as que são. E há liberdade de opinião e de informação. Se o “professor em TL” faz parte da coordenação, é natural que tudo ache normal e que, para si, tudo esteja bem, mesmo aquilo que não está.

        • Raquel on 23 de Julho de 2013 at 16:26
        • Responder

        Então permita-me a questão. Com o cenário negro que pinta, porque se mantém nessas condições? Parece-me muito estranho que ande aqui a fazer comentários tão pessimistas, a desmoralizar os colegas que para aí vão, tentando, a todo custo, mostrar-lhes que se irão meter literalmente na “boca do lobo”, e a Maria se vá sujeitando àquilo que para os outros considera o “salve-se quem puder”…

          • Maria Brazão on 24 de Julho de 2013 at 11:35

          A todos os que leram o que escrevi, esclareço. Encontro-me neste momento desvinculada do Projeto a aguardar regressar a Portugal por decisão própria.
          Não se trata de pintar de negro a situação mas sim de ser realista e contar o que se passa.
          Não estou de forma alguma traumatizada , com esta experiência , antes pelo contrário.
          ,Não vim para Timor a fugir de nada nem à procura de de nada, vim com vontade de colaborar com o país como o já tinha feito em 2005 após a independência, não como professora mas noutra área.
          Sou experiente em matéria de cooperação e é com muita tristeza que vejo o projeto neste momento nesta situaçaõ e acho que os professores que venham para Timor neste momento deverão ser informado das condições que existem .
          A tudo que afirmo não tiro uma virgula e a professora que referiu que os transportes públicos são bons , certamente que não está no mesmo país que eu ! disso nem vale a pena falar!!!
          Não me parece que seja o momento nem o sitio adequado para tratar estas questões, que até parecem estarem a ser pessoais, contudo lamento que não tenhamos todos a coragem de admitir que este projeto está a funcionar mal. Que as condições que existem não são nada boas , sendo o problema principal a inconstância de informação.
          Para quem diz que os professores vão ter as suas férias .. que faça as contas e que veja quantos dias ficam para tirar.. no periodo de 12 a 28 de outubro… porque é este o periodo de paragem para uns, sendo o outro de de 12 outubro a 10 de novembro….. se lhe parece que têm 28, 29 ou 30 dias… então eu estou enganada!!!!
          Quanto ao pagamento do complemento…. que eu saiba hoje é dia 24 e ainda não foi pago o mês de junho…. claro que ninguém fica a dever nada, mas quem trabalha e cumpre com as suas obrigações tem que receber!!!eu penso assim…já paguei para levantar 500 dolares de portugal 16 dolares…. será o meu banco que é mais caro que ouros.. possivelmente.E tudo porque já não recebia à 3 meses…….e quando pagaram só pagaram dois….
          Quanto às horas de trabalho….. são mais ! são tiradas 3 horas de trabalho individual , para as aulas de tetum….. e ainda se faz a componente de estabelecimento estabelecida na lei.. não são horas a mais????
          Aos colegas que possam vir a trabalhar no projeto só lhes digo que se vierem venham com espírito aberto a que ” o que neste momento é verdade logo é mentira””””””

          • Professor em TL on 24 de Julho de 2013 at 15:52

          Se a colega não tira uma vírgula ao seu discurso, eu também não tiro.
          Se se desvinculou, nós agradecemos e os timorenses também, acredite. Fazem falta pessoas que gostam de cá estar e não pessoas que procuram defeitos em tudo, habituadas a regalias primeiro-mundistas, sem qualquer noção para onde vinham. Diz que tem experiência em cooperação. Não parece ter. Criticou comida (enfim), transportes, isolamento, birras entre colegas… Fez alguma coisa para mudar isso? Tentou integrar-se na comunidade? Tentou mudar o seu ambiente circundante? Não me parece…
          Reitero: os transportes não são bons, mas sim bastante aceitáveis. Lanço o desafio: pesquisem a palavra “mikrolete” no Google Imagens ou aqui (http://www.facebook.com/groups/347153622064260/?fref=ts).
          O projeto não está a funcionar mal. O projeto é novo, está a crescer e precisa de ser melhorado. Nunca disse que isto é uma mar de rosas; não é o inferno que pinta, isso sim!
          Quanta a férias, está enganada e quanto ao pagamento do complemento sempre disse que havia atrasos. Mas se não está bem, tomou a decisão certa. Convinha saber qual é o somatório dos seus rendimentos, não vá pensarem que passou mal aqui… ou que 16 euros são uma exorbitância!
          As aulas de tétum são trabalho? Um curso que praticante todos os “malae sira” pagam à exceção dos professores portugueses para si são trabalho, um sacrifício e, portanto, uma inutilidade,Okkk…. Convinha explicar aqui o sua pesadíssima carga horária para que todos possamos fugir, como o diabo da cruz! Em Portugal, vai, com toda a certeza, trabalhar menos e é por isso que é lá que deve estar!

          Abraço, Colegas!

          • maria brazao on 25 de Julho de 2013 at 2:17

          Concordo. perguntar nao ofende. Mas parece existir muita gente em Timor que falar-se a verdade ‘E MOTIVO DE ATAQUE….para esses professores o meu lamento porque denotam n”ao saberem o que ‘e democracia ……..enfim….. ‘e o que temos…….

          • Maria Santos on 27 de Outubro de 2013 at 22:01

          As chefias deste Projeto são constituídas, a nível central, por uma professora portuguesa de ginástica do ensino secundário, adjunta da Escola Portuguesa e amiga intima, muito especial, da directora, destacada no Projeto, por uma portuguesa natural de Timor, anteriormente professora de história na Escola Portuguesa e que fez toda a sua formação escolar e académica na região de Lisboa, Portugal, bem como coordenadoras e coordenadores que são educadoras de infância e professores do 1º. ciclo destacados de escolas do Continente português. Não há razão para que estas chefias todas, elas inteiramente portuguesas, se desculpem com a natureza “timorense” do Projeto para não cumprirem com as leis portuguesas. As leis timorenses são iguais às portuguesas e não prevêem nem “escravatura” nem só deveres por parte das educadoras e professoras. O segredo da boa gestão está no equilíbrio entre o respeito pelos direitos e o cumprimento dos deveres do pessoal docente e auxiliar. Nem no tempo colonial as autoridades portuguesas pisavam os timorenses. E tinham o cuidado de fazer intervir os régulos, os liurais e chefes de suco. Vamos a ter bom senso, a não pisar as pessoas e a não esconderem a sua má consciência na honrada lipa de Timor!

          • Maria Santos on 24 de Julho de 2013 at 23:09

          Basta cruzar informação e ver que a razão não está longe da Maria Brazão! Este Coordenador em TL goza dos favores das chefias, logo, acha que está tudo bem e ainda devia ser pior! Para pior, já basta assim.

          • Maria Santos on 25 de Julho de 2013 at 3:02

          As Escolas de Referência já se viu precisa de todas as inconformadas como a Maria Brazão. As chefias virem dizer que tudo está bem e quem está mal, que se mude, ou vir convidar a irem-se embora, é que não pode ser! Onde está a lista ordenada, onde estão os critérios transparentes? Tudo sem regras, o que é verdade agora mais logo é mentira é que o sistema? São precisos professores do pré-escolar e básico no comando estratégico.

    • Carla on 23 de Julho de 2013 at 1:44
    • Responder

    Olá Célia… És do Porto? Eu também fui selecionada… Se puderes entra em contacto comigo… 🙂

      • Célia on 23 de Julho de 2013 at 12:06
      • Responder

      Olá Carla, sou de Gaia e tu? É claro que quero manter contacto contigo 🙂

    • Maria Santos on 24 de Julho de 2013 at 22:35
    • Responder

    Ficámos já a saber, nos 60 comentários anteriores que as Coordenadoras Centrais não são sensíveis aos problemas do pré-escolar e do 1º. ciclo do básico, sendo professoras de outras áreas do secundário; ficámos a saber que os Coordenadores no terreno são uns pequenos “liurais”…que é o isolamento total com as Coordenadoras a proibir o uso das viaturas para além do transporte de casa para a Escola e volta…que nas casas, é tudo ao molhe e Fé em Deus…que há lá umas “malucas”, umas “misturas”, etc., que pagam um mês de subsídio e atrasam dois ou três…que a Coordenação segrega quem tem mais estudos. Algumas colegas informaram que foram contactadas, por telefone, pela DGAE, informando-as que vão ter o privilégio de ir para Timor e que partirão, todas juntas, em finais de Agosto ou inícios de Setembro. Estando em causa a gestão de recursos humanos públicos, não deveria a DGAE publicar a lista ordenada decorrente das regras que foram anunciadas? Estando em causa a gestão de recursos humanos públicos e até, dinheiros públicos, não deveria a DGAE publicar a relação das contempladas com a ida para Timor? Perguntar…não ofende…


    1. “no Projecto das Escolas de Referência não tem ainda um único e escandaloso caso de uma professora de cueiros de primeiro escalão a ser orientadora de estágio pedagógico!…”
      Mais uma vez a Maria Santos fala daquilo que NÃO SABE!!! SANTA IGNORÂNCIA!!!
      Sim, podia apresentar-lhe mais do que um caso, mas como é óbvio não vou perder o meu tempo a falar-lhe de realidades que ultrapassam o seu conhecimento… Continue a “divagar” sozinha e…
      Seja muito feliz, de preferência bem LONGE de Timor!!

        • Maria Santos on 31 de Julho de 2013 at 18:26
        • Responder

        «Ficámos já a saber, nos 60 comentários anteriores que as Coordenadoras Centrais não são sensíveis aos problemas do pré-escolar e do 1º. ciclo do básico, sendo professoras de outras áreas do secundário; ficámos a saber que os Coordenadores no terreno são uns pequenos “liurais”…que é o isolamento total com as Coordenadoras a proibir o uso […]

        “no Projecto das Escolas de Referência não tem ainda um único e escandaloso caso de uma professora de cueiros de primeiro escalão a ser orientadora de estágio pedagógico!…”
        Mais uma vez a Maria Santos fala daquilo que NÃO SABE!!! SANTA IGNORÂNCIA!!!
        Sim, podia apresentar-lhe mais do que um caso, mas como é óbvio não vou perder o meu tempo a falar-lhe de realidades que ultrapassam o seu conhecimento… Continue a “divagar” sozinha e…
        Seja muito feliz, de preferência bem LONGE de Timor!!»
        Quem não tem argumentos…bate e foge!… É o mesmo o “bate e foge”…
        Pela selecção feita, vê-se que se trata de uma das Coordenadoras ou uma das lambe botas…não sei até se não lambe outras partes…de que esses Projectos são férteis!
        Deve fazer parte da minoria sexual dominante, liderante, para se dar ao luxo de dar ordens de “expulsão” de Timor!… “LONGE” de Timor deviam estar vocês a fazer essas figuras tristes…
        Desafio-a a indicar o caso concreto de uma só orientadora de estágio pedagógico, integrada no primeiro escalão, que faça parte do Projecto das Escolas de Referência. Uma menina, já que diz que há várias!… A lista de colocações do ano passado está ainda acessível aqui na internet e não há uma (ou até um) colocado no primeiro escalão. Nem uma sequer!… Só se foi aí pela porta do cavalo, uma amiga íntima que tenha passado numa prova de outras habilidades…aí…
        Falar sozinha?! Não quer é que eu fale no caso da pobre rapariga, professora de História do ensino secundário, que foi agora mandada embora por alegada “falta de perfil”, uma trabalhadora incansável, para dar lugar, de volta, ao ex-coordenador central das Escolas de Referência e ex-director da escola portuguesa “Ruy Cinatty”, pois não?… Vamos a isso?
        De nada lhe serviu ser uma boa professora. Não era afilhada, só tinha língua para comunicar nas aulas…lixou-se…O amigo, membro do vosso grupinho, quis voltar. Empurrou-se uma colega, de qualquer maneira, de volta para Portugal. Tinha de se arranjar lugar para o amigo voltar…
        Tem medo da verdade? Eu não…”nem pego de empurrão”, nem sou “costureira”… E é isso que está a dar por aí. Seja muito feliz assim. Cada uma, come do que gosta.

      • Professor também em TLS on 1 de Agosto de 2013 at 0:37
      • Responder

      Não tem “uma professora de cueiros” do 1º escalão, mas vai ter. Assim, como não havia atropelos ao que foi contratado com os professores que estão nas ER, mas já há. Assim, como um secretário de estado esteve em TLS a resolver o que estava menos bem e as “ladies” em Dili acabam de atropelar o que oficialmente os governos de PRT e TLS acordaram ha um mês. BASTOU UM MÊS PARA BARALHAR E DAR DE NOVO. O protocolo de cooperação para o projeto de escolas de referencia não prevê que os professores sejam formadores gratis e despreparados dos professores de TLS e vão também a passar a ser formadores. Caro(a) LM informe-se e veja o que passa à sua volta… ou também é dos (as) favorecidos (as) da Coordenação do Projeto? Vai a dili todas as semanas no transporte do projeto? ou tem fins-de-semana prolongados?…

        • Maria Santos on 2 de Agosto de 2013 at 22:31
        • Responder

        Devíamos fazer aqui uma sugestão de mudança do nome dos Projectos, deste, das Escolas ditas de Referencia e o da EPD. Ao fim e ao cabo e tudo de uma senhora…

    • Conceição on 25 de Julho de 2013 at 10:59
    • Responder

    Olá colegas, bom dia,
    também concorri agora rm junho mas não fui contactada.
    Alguém sabe se, para o próximo ano letivo, vão abrir novo concurso, já que este, segundo me disseram, foi para colmatar vagas de professores que desistiram antes do fim do ano?

      • Maria Santos on 25 de Julho de 2013 at 12:56
      • Responder

      Colega Conceição, aquilo que eu ouvi dizer foi que, para as sobras, iam constituir uma bolsa ou uma reserva de recrutamento. Quer isso dizer que para eventuais vagas que vierem a surgir, recorrerão ao monte das que não foram agora chamadas. Só que tu sabes quem já foi colocada? Não… Tu sabes qual a relação, a lista das pessoas que se candidataram? Certamente que não… Tu sabes se não vão colocar amigas, protegidas e afilhadas sem terem sido candidatas?… Não… Tudo é opaco… Em Timor há lá umas amigas que têm outras amigas e essas entram pela porta do cavalo, sem concurso e sem manifestação de interesse. É como se fosse um colégio particular. Só que não é. De um lado e de outro, é administração pública. De há muitos anos para cá, apesar de estar em causa a mobilidade de recursos humanos públicos e isso obrigar a transparência, só sabemos de alguma coisa porque várias colegas vieram aqui confessar que lhes tinham telefonado da DGAE a dizer que tinham uma prenda no sapatinho para elas e que se preparassem para partir no fim do mês que vem ou no início de Setembro. Mas, pelo que nos podemos aperceber, o desencanto por lá é grande e o descontentamento e desapontamento com a postura e atitude das chefias, ainda bem maior…pelo que é provável uma grande rotação, este ano, neste projecto. Várias coordenadoras e a quase totalidade de algumas equipas no terreno, abandonaram as tais mordomias e vieram-se embora. É indicio claro que a Maria Brazão, tem razão.

      Outra coisa de que a Maria Brazão aflorou e devia ser aqui objecto de uma discussão séria – cada professora ou educadora deste projecto tem de ser um excelente orientador de estágios pedagógicos pois terão três colegas timorenses na sua sala a ver como se deve ensinar. Esses e essas colegas timorenses têm estudos superiores e nalguns casos até muitos anos de experiência. Será que vão dar crédito à orientação de colegas novinhas portuguesas que aqui reclamam um lugar e uma oportunidade no blogue? Nem pensar nisso…é preferível ficar aqui a substituir uma das antigas e experientes que vá para lá do que ir para lá fazer figuras tristes pela primeira vez. É que ser professora ou educadora, é uma coisa. Ser-se orientadora de estágio é uma grande responsabilidade! Cuidado com isso! Não pode ser para todas, nem para qualquer uma. E, desta vez, não fizeram qualquer entrevista a saber se as colegas já fizeram, já estiveram cá a fazer formação de professoras. É que não se deve ir inventar para lá. Quem for, tem de já levar daqui preparado um plano de formação para orientar as colegas. Isto é uma coisa mesmo muito séria! E desculpem-me – têm mesmo só de ir as melhores, as mais antigas, as mais habilitadas e as mais experientes. Não sei como será que as colegas do primeiro a terceiro escalão irão fazer… Será que as colegas timorenses não verificarão logo que estarão a fazer delas cobaias? Será que não verão logo que uma colega de vinte ou trinta anos nunca orientou estágio nenhum aqui? Muito cuidado com isso.


      1. “E desculpem-me – têm mesmo só de ir as melhores, as mais antigas, as mais habilitadas e as mais experientes. Não sei como será que as colegas do primeiro a terceiro escalão irão faz.”
        O que refere é um completo absurdo!!
        Desde quando antiguidade é sinónimo de sabedoria? Fala em “mais experientes”… Que eu saiba para se ganhar experiência é preciso praticar-se, certo? E a prova disso é que há no “terreno” colegas “antigos” que têm sido péssimos orientadores de estágio e colegas “novos” que têm feito um ótimo trabalho. Naturalmente, o contrário também poderá suceder.
        As coisas não se medem dessa maneira e esse pensamento revela uma grande ignorância! Os colegas do primeiro a terceiro escalão são tão (ou mais) competentes do que os outros e têm dado grande provas disso!
        Enfim…

          • Maria Santos on 29 de Julho de 2013 at 20:32

          Ignorância?!… É mas é um grande atrevimento por parte de LM!…
          “Antigos” têm sido “péssimos orientadores de estágio” e os de primeiro “escalão” têm sido “optimos”?!… Só se for na sua cabeça!… É um delírio!… É que não pode apresentar um caso sequer!… Porque apesar dos compadrios do amiguismo da arbitrariedade que reina no Projecto das Escolas de Referência não tem ainda um único e escandaloso caso de uma professora de cueiros de primeiro escalão a ser orientadora de estágio pedagógico!…
          Se querem praticar a ser orientadoras de estágio que pratiquem em Portugal! Não vão para Timor à custa do Estado timorense fazer das professores timorenses suas cobaias! Haja respeito! Aquilo que não serve para Portugal não deve ser mandado para Timor!…
          Diga-me cá uma coisa só cá entre nós:onde é que em Portugal as orientadores de estágio pedagógico ao serviço das ESE’s e das Universidades são educadoras ou professoras no 1º. escalão?!…

          • Maria Santos on 31 de Julho de 2013 at 17:22

          «Ficámos já a saber, nos 60 comentários anteriores que as Coordenadoras Centrais não são sensíveis aos problemas do pré-escolar e do 1º. ciclo do básico, sendo professoras de outras áreas do secundário; ficámos a saber que os Coordenadores no terreno são uns pequenos “liurais”…que é o isolamento total com as Coordenadoras a proibir o uso […]

          “no Projecto das Escolas de Referência não tem ainda um único e escandaloso caso de uma professora de cueiros de primeiro escalão a ser orientadora de estágio pedagógico!…”
          Mais uma vez a Maria Santos fala daquilo que NÃO SABE!!! SANTA IGNORÂNCIA!!!
          Sim, podia apresentar-lhe mais do que um caso, mas como é óbvio não vou perder o meu tempo a falar-lhe de realidades que ultrapassam o seu conhecimento… Continue a “divagar” sozinha e…
          Seja muito feliz, de preferência bem LONGE de Timor!!»
          Quem não tem argumentos…bate e foge!… É o mesmo o “bate e foge”…
          Pela selecção feita, vê-se que se trata de uma das Coordenadoras ou uma das lambe botas…não sei até se não lambe outras partes…de que esses Projectos são férteis!
          Deve fazer parte da minoria sexual dominante, liderante, para se dar ao luxo de dar ordens de “expulsão” de Timor!… “LONGE” de Timor deviam estar vocês a fazer essas figuras tristes…
          Desafio-a a indicar o caso concreto de uma só orientadora de estágio pedagógico, integrada no primeiro escalão, que faça parte do Projecto das Escolas de Referência. Uma menina, já que diz que há várias!… A lista de colocações do ano passado está ainda acessível aqui na internet e não há uma (ou até um) colocado no primeiro escalão. Nem uma sequer!… Só se foi aí pela porta do cavalo, uma amiga íntima que tenha passado numa prova de outras habilidades…aí…
          Falar sozinha?! Não quer é que eu fale no caso da pobre rapariga, professora de História do ensino secundário, que foi agora mandada embora por alegada “falta de perfil”, uma trabalhadora incansável, para dar lugar, de volta, ao ex-coordenador central das Escolas de Referência e ex-director da escola portuguesa “Ruy Cinatty”, pois não?… Vamos a isso?
          De nada lhe serviu ser uma boa professora. Não era afilhada, só tinha língua para comunicar nas aulas…lixou-se…O amigo, membro do vosso grupinho, quis voltar. Empurrou-se uma colega, de qualquer maneira, de volta para Portugal. Tinha de se arranjar lugar para o amigo voltar…
          Tem medo da verdade? Eu não…”nem pego de empurrão”, nem sou “costureira”… E é isso que está a dar por aí. Seja muito feliz assim. Cada uma, come do que gosta.

    • Cristina on 26 de Julho de 2013 at 9:30
    • Responder

    Maria Santos, tenho 20 anos de serviço e estou cansada de orientar estágios profissionais. Mais lhe digo que concorri, fui selecionada e não tenho cunhas nenhumas, o que acabo de ler é desagradável, percebo o que quer dizer de ser pouco claro, concordo que devia haver uma lista de graduação. Enviei o meu currículo, foi o que me pediram. Acha que quem trabalha há 20 anos ainda é assim tão inexperiente??? Então quantos anos são necessários??? Acha que só por se ser mais velho significa “maior estaleca”? Digo-lhe colega que não é verdade, parece-me sim que há quem esteja zangado porque são os mais novos a ir, mas esse é outro problema. Eu vou, será uma experiência única com certeza com coisas boas e outras menos boas.

      • Maria Santos on 26 de Julho de 2013 at 12:58
      • Responder

      Colega Cristina, se tem 20 anos de serviço como nos diz, isso muito me surpreende pois aquilo que consta é que as colegas selecionadas foram, sobretudo, do 2º. escalão. O aviso de abertura da manifestação de interesse apontava para duas prioridades – 1ª. quem não tivesse componente letiva atribuída e 2ª. quem tivesse componente letiva atribuída – de educadoras e professoras entre o 1º. e o 3º. escalão de vencimentos!…

      Perdeu um momento, como se diz, para estar “calada”…é que uma professora ou educadora no 3º. escalão de vencimentos chega lá à volta de uma dúzia de anos e portanto, em geral, com trinta e poucos anos. Com trinta e poucos anos é inexperiente para ser orientadora de estágios pedagógicos de colegas timorenses em muitos casos com estudos superiores feitos na UNTL – a Universidade Nacional de Timor.

      Com trinta e poucos anos nunca em Portugal orientou quaisquer estágios pedagógicos pois que aqui ainda há noção do que isso deve ser.

      Vejo que a Cristina faz uma enorme confusão e parece não saber ler o que escrevi – toda a gente sabe que estágios profissionais são aqueles decorrentes dos cursos técnico profissionais, cursos promovidos ou fiscalizados pelo IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional. Não conduzem a qualquer grau ou título académico ou profissional de nível superior. Acredito que a colega esteja “cansada de orientar estágios profissionais”. Mas isso, neste contexto, tem pouca ou nula importância. Não interessa para nada. Não é disso que se trata, nem do que falo. Nem do que deve ser.

      Estágios pedagógicos são aqueles que são promovidos e fiscalizados pelas instituições de ensino superior – ESE’s e centros integrados de formação de professores, das Universidades. Já se vê que a colega nem deve saber o que isso é, nem ainda deve ter feito nada disso.

      As nossas colegas timorenses, embora num país de terceiro mundo, pagam, e não é pouco, para terem uma formação de qualidade feita pelos melhores que há em Portugal e não por refugo nem por quem vá ministrar-lhes formação de terceira, muito menos vá experimentar ser orientadora de estágios pedagógicos pela primeira vez com elas, fazendo delas cobaias.

      Explique-me lá em que escalão é que está com 20 anos de serviço? Não está certamente dentro das prioridades estabelecidas nesta manifestação de interesse e a que me refiro como claramente inexperientes e inadequadas para aquele papel.

      Portugal parece querer poupar dinheiro numa altura de vacas magras. Neste caso, enviem daqui educadoras e professoras com trinta a quarenta anos de serviço, de preferência, no mínimo, habilitadas com Mestrado ou educação especializada na área da educação, com experiência na formação de professores (não nesses estágios profissionais da treta, de fazer de conta, das novas oportunidades) e substituam no lugar de origem das experientes e qualificadas, por outras colegas de QZP dos três primeiros escalões.

      Não estamos a procurar formar, com qualidade, novas educadoras e novas professoras de Timor? Então, por muito barulho, por muitas manifestações que façam, só o tempo dá experiência e tempo para fazer mestrados, doutoramentos e especializações.

      A idade, nestes papéis, conta muito. Acha que uma colega timorense de quarenta ou cinquenta anos vai levar a sério uma azougada e aventureira educadora professora ou educadora portuguesa de vinte a trinta anos? Não lhe diz nada mas lá entre eles vai comentar, certamente, que Portugal está a mandar-lhe o que não serve para cá.

      Com 20 anos de serviço, em que escalão está a Cristina? Não deve estar entre o primeiro e o terceiro como dizia o aviso de abertura. Estará, para aí, já no 4º. ou no 5º. E terá, com certeza, já mais de quarenta anos idade. E vem reclamar acerca do que eu digo quanto às colegas dos primeiros escalões? Onde está a dúvida?

      Qualquer cego vê que não é a mais correta a opção financeira de enviar colegas pouco preparadas para uma tarefa de tanta responsabilidade! O que aqui digo para Timor, serve para a Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, etc. Só devemos enviar para a Cooperação com os países de língua portuguesa, ainda por cima para fazer formação de professores, do melhor que cá tivermos, do mais experiente que cá tivermos pois estaremos a fazer formação de formadores; não é um simples trabalho de docência em sala de aula. Esse barato, sai caro. E vai sair caro.

      Uma vez que foi privilegiada com essa escolha opaca e vai seguir para Timor, vai ter oportunidade de ver que lá, em primeiro lugar, os lugares são preenchidos por amigas de amigas. Diz que isso é desagradável? Pois é a verdade, a pura verdade. Cunhas, amigas, protegidas, amigas de amigas, colocadas pela porta do cavalo, por debaixo da mesa. O sistema é esse. E ninguém se opõe, ninguém dá um murro na mesa e diz basta! Estamos a mexer em recursos públicos. Não é a casa particular de alguém. Se tiver aqui alguma amiga especial, fale já com ela para ir para lá para o ano que vem pois se criar lá boa relação com as poderosas e arbitrárias chefias, pode fazer essa boa ação e ver mais uma amiga por lá. O sistema é esse e é bom que se habitue. Ou ajude a mudá-lo. Não venha dizer que está tudo bem. Não está. E o desagradável é isso mesmo. Não é eu, ou as colegas que aqui comentam virem dizer a verdade do que se passa no terreno, daquilo que há e se passa.

      Já foi à página da DGAE? Está lá publicada a lista provisória, ordenada, de acordo com regras claras e transparentes, desta manifestação de interesse? Não, não está. Já lá foi ver se o seu nome e o das colegas que aqui vieram confessar, satisfeitas, terem recebido telefonemas da DGAE a informá-las que tinham sido contempladas com uma colocação em Timor, está lá publicado? Não, claro que não. E acha isso bem? Acha isso correto? Que garantias é que tem que tudo foi sério se nada foi transparente? Até a comunicação da colocação foi por telefone…

      Apesar de todas as verdades que aqui lhe trouxe, e as verdades, às vezes, doem, dou-lhe os meus parabéns pela escolha e pela oportunidade que vai ter dessa “experiência única com certeza com coisas boas e outras menos boas”. Espero que sejam, sobretudo, boas e espero que, depois, a partir de Setembro, venha, aqui, partilhar conosco a sua experiência no terreno e dizer que, afinal, aquela chata da Maria Santos tinha razão e que o que ela disse, afinal, até foi pouco.

    • Cristina on 26 de Julho de 2013 at 13:32
    • Responder

    A colega tem um problema grave, muito grave, não sabe fazer contas, fala do que se consta e não sabe nada da minha vida. Como pode imaginar não lhe vou enviar os meus dados pessoais para confirmar a veracidade dos mesmos. Colega não lhe chamei “chata” e até disse que concordava consgo em relação à calreza do concurso e repito já tive muitas estagiárias, já fui orientadora de estágios…pois também já não tenho 20 anos…alguém com 20 anos é do quadro???? (trabalhei no privdo…ajuda a clarear ideias???) Oh colega deve ter as suas razões e eu sei do que falo, só falo de mim, da minha vida e do meu trabalho…deve chegar pelo menos foi o suficiente para me selecionatrem se é bom ou mau, não sei.

      • Maria Santos on 26 de Julho de 2013 at 22:31
      • Responder

      Colega Cristina, não se zangue, não se vá embora. Eu não sou o colega Arlindo. Mas, relembro-lhe o que lhe disse na anterior resposta:(…) “espero que, depois, a partir de Setembro, venha, aqui, partilhar conosco a sua experiência no terreno”(…). Não foi minha intenção ofende-la mas, se se sentiu ofendida, peço-lhe desculpa. Isto é e deve continuar a ser um espaço de ideias e de opinião e só fica valorizado se tiver a opinião plural de todos. Inclusivamente da sua.

      Não tenho razões para duvidar que “já teve muitas estagiárias”. Mas as estagiárias de aqui falo e que constituirão uma razão fundamental do seu futuro trabalho em Timor, são as alunas mestras, as estagiárias enviadas pelas ESE’s e Universidades. São as alunas cujo estágio integrado faz parte da sua formação. Não é a mesma coisa o estágio profissional de auxiliares de educação, integrados nos cursos de educação-formação, conducentes à obtenção do 9º. ou do 12º. ano e o estágio pedagógico das ESE’s e Universidades.

      Lá, em Timor, o que se vai fazer é o estágio pedagógico das alunas mestras da UNTL, a Universidade do Estado e do Instituto Católico de Formação de Professores de Baucau, a ESE da Igreja.

      É e terá de ser um trabalho muito sério, que deixa marcas para o futuro e que deveria ser desempenhado pelas mesmas docentes que aqui já asseguram idêntica formação e trabalho.

      Por muito que lhe custe, bem como às colegas em início de carreira, não pode ficar a cargo de colegas que vão para lá fazer experiências dessas pela primeira vez.

      Não é o facto de duas professoras do ensino secundário terem, de acordo com o seu critério pessoal, escolhido essas colegas e não outras, que a escolha passa a ser boa e isenta de críticas…

      Nem submeteram as candidatas a uma entrevista… Notificaram as contempladas pelo telefone…tudo é feito às escondidas…

      Aceite um conselho de uma mais velha que tem andado atenta a isto: acautele-se bem por lá porque não lhe vai chegar fazer bom e reconhecido trabalho para lhe renovarem a colocação. Basta não quererem. Há imensos exemplos disso. “Quem te avisa…teu amigo é.”

    • Cristina on 26 de Julho de 2013 at 13:50
    • Responder

    Obriga colega Arlindo pela forma como disponibiliza tanta informação. Por hora vou-me afastar um pouco daqui. Tenho outras formas de saber o que se passa aqui. Boa tarde

    • Cristina on 26 de Julho de 2013 at 14:16
    • Responder

    Sei que dei alguns erros mas não sei como emendá-los, peço desculpa.

    • Leandra Soares on 29 de Julho de 2013 at 6:34
    • Responder

    Boa tarde,
    Sou portuguesa, mas não professora. Resido em Timor Leste à cerca de 6 anos e acompanhei de perto o surgimento deste projecto das escolas de referência.
    Tenho vários amigos que foram professores neste projecto, sendo que a sua grande maioria voltou já para Portugal.
    O que vos posso dizer sobre este projecto, é um pequeno resumo de tudo aquilo de VI. Pelo que, deixo à consideração de todos quantos lerem estas palavras, as suas próprias conclusões, não pertendo servir de velho do Restelo, simplesmente enaltecer a Verdade.
    Enquanto Portuguesa, sinto verdadeira vergonha pela forma como Portugal se encontra representado por este projecto em Timor Leste.
    De realçar que as condições inicialmente propostas este ano, existentes num “Protocolo de Cooperação” foram desde sempre ignoradas e não cumpridas por parte do Estado Português, a vêr:
    1 – Habitação
    A promessa de habitação, que segundo o protocolo, seria da responsabilidade do Estado Timorense:
    A cada polo de escola de Referência, estaria alocada uma residencia já existente para os professores desse polo, que deveria ser partilhada por todos os docentes. Na inexistência de casa, ou no caso desta não possuir quartos suficientes que albergassem os docentes, seria atribuido um subsidio de USD $500,00 por docente, sendo-lhe imputada a responsabilidade de procurar a sua própria habitação.
    Isto é Falso.
    Existiram docentes que não tinham quarto na casa, a quem lhes foi negado este dinheiro, mesmo sendo excedentes na referida casa. Foram direccionados para espaços com condições precárias, em que as rendas se situavam na ordem dos USD $300, não lhes sendo dada a possibilidade de escolha nem tão pouco a passagem dos USD $500,00 inicialmente acordados.
    2 – Transporte e Acessibilidades
    Segundo o Protocolo, seria dada a possibidade a cada docente de passar um fim de semana por mês em Díli, sendo que, o projecto, asseguraria o seu transporte.
    Isto é Falso.
    Existem docentes a residir em Distritos distantes, nomeadamente no Enclave de Oecusse, que não têm a possibilidade de vir a Dili, visto que os horarios de funcionamento dos postos de fronteira não são compativeis com o horario escolar. Isto resulta num cançaso psicologico inerente ao factor isolamento, e consequentes episódios de desiquilibrios psicológicos. (Não existem mais expatriados actualmente no Distrito de Oecusse, para além dos próprios professores).
    3 – Viagens e Calendário Escolar
    O presente Calendário Escolar foi alvo de inumeras incertezas e constantes mudanças. É certo que a responsabilidade de tais mudanças foi do Estado Timorense, mas nada justifica a forma grosseira e muito pouco profissional com que a Coordenação do Projecto lidou com este processo.
    A informação às alterações ao inicialmente acordado (que seria o encerramento do Ano Lectivo em Julho de 2013) chegou via e-mail à caixa postal de todo o pessoal Docente, contendo a informação de que nenhum docente se encontrava autorizado a abandonar o território Timorense em Julho, e que iriam proceder às mudanças dos bilhetes de avião já emitidos…isto, (e passo a citar), “…a bem do Projecto das Escolas de Referência…”
    Resulta que perante esta atitude, foram enviados imensos e-mails para a Coordenação do Projecto, com a informação de que caso os bilhetes emitidos fossem alterados sem o consentimento dos próprios, que entrariam processos em tribunal. Paralelamente, foram enviados e-mails para o Ministério da Educação em Portugal a reportar a situação.
    Como resposta, surge um novo e-mail por parte da Coordenação do Projecto, dando conta de que tinham conhecimento que os docentes não haviam respeitado as hierarquias e que isso era de lamentar. Mais informavam que “afinal de contas” os professores que se quisessem ir embora poderiam ir.
    Como portuguesa, sinto-me verdadeiramente chocada e envergonhada com este tipo de aitudes, por parte de quem aufere salários chorudos, provenientes de um País cada vez mais empobrecido como é Portugal…isto sim é de lamentar.
    4 – Episódio Bizarro
    O episódio narrado de seguida, tem como interveninete um dos Coordenadores de um dos Polos de Escola de Referência em Timor Leste.
    Este Sr., resolveu que uma das crianças inscritas no quarto ano de escolaridade, deveria ser passado para o primeiro ano. Resulta que esta atitude não foi sequer comunicada ao Encarregado de Educação da criança.
    Ao chegar a casa, no dia em que isto aconteceu, este menino tentou cometer suicidio, tendo sido salvo a tempo por um dos seus progenitores, que no dia seguinte se dirigiu à escola em protesto.
    Esta informação é do conhecimento da Coordenação do Projecto, que como resposta, remeteu-se ao silêncio sobre esta matéria.
    Informo (porque sei), que as devidas provas sobre o supracitado, foram já remetidas para diferentes organismos, quer timorenses quer portugueses e que se espera que algo seja feito, (e agora estas palavras são minhas): …”A bem do projecto das Escolas de Referência….e da Verdade”

      • Professor também em TLS on 29 de Julho de 2013 at 11:23
      • Responder

      Até que enfim que alguém fala a pura verdade do que se passa. Parabéns

      • Professor também em TLS on 30 de Julho de 2013 at 1:09
      • Responder

      E nem de propósito… a caminho outra alteração do ano letivo em curso e completa alteração do próximo ano letivo de 2014… volta tudo à estaca zero… Havia um acordo entre MEC português e ME timorense realizado em junho passado que foi deitado as malvas…
      Professores e professoras que vêm em agosto para as escolas de referência, esqueçam o Natal de este ano com as vossas famílias… não vão sequer conseguir chegar a tempo da ceia de natal…

        • Maria Santos on 30 de Julho de 2013 at 2:44
        • Responder

        Colega Professor também em TLS: os meus Parabéns pela inequívoca clareza do seu comentário! Mas não há aí ninguém que diga às Chefias que não devem estragar mais o Projecto das Escolas de Referência?!… Uma das Coordenadoras é de História e Arqueologia e a outra de Educação Física do ensino secundário. Educação Física mesmo para o ensino secundário pressupõe dirigir e liderar pessoas. E isso está a ser um autêntico Reino com liurai e chefes de suco. As regras não devem mudar todos os dias. Não pode defender-se um dia uma coisa e no dia seguinte o seu contrário. O ano passado essas senhoras levaram quinze dias a entrevistar as colegas que foram para parência em todo o processo de recrutamento. E essas senhoras sabem e fazem vista grossa que quando estão em causa pessoas tudo deve ser sério e transparente. Com muito respeito. Mesmo os liurais têm respeito respeitam e dão-se ao respeito do seu povo. O povo aí são as educadoras e professoras. Timor até se chama República e Democrática. Ora a prática que está a ser seguida nem é republicana nem democrática. Está parada no tempo do despotismo iluminado! Veja-se o caso do direito às férias das educadoras e professoras.

    • Leandra Soares on 30 de Julho de 2013 at 3:03
    • Responder

    5 – Subsídios de complemento em atraso
    Desde o inicio do ano lectivo, que se registam atrasos no pagamento deste complemento (USD $1000,00). Atrasos esses que chegam a dois meses.
    Muitos docentes, de forma legitima e compreensivel, vieram para Timor por necessidade financeira, pois mantêm créditos e contas para pagar em Portugal. É inadmissível a justificação que o Estado Português dá (dizem que a responsabilidade é do Estado Timorense).
    Recordo que este acordo entre o projecto e os docentes, não contemplava atrasos de pagamento. Nunca ninguém fez noção a esse facto. A Coordenação do projecto de forma a zelar pelo minimo de credibilidade própria jamais deveria deitar “a agua de cima do capote”, pois a unica responsabilidade legal e real é do Estado Português, que induziu em erro os docentes e agora foge às suas responsabilidades.
    6 – Jogo de influências com dinheiros do Estado Português
    Para quem vive em Timor Leste à algum tempo, torna-se bastante fácil perceber o jogo de interesses entre alguns docentes e quem rege o sistema. (Não somos assim tantos e vamo-nos conhecendo).
    Nomeadamente o facto de se transferirem docentes de projecto em projecto, algo que viola a lei e que mais uma vez demonstra a falta de credibilidade do Estado Português.
    Refiro-me à Escola Portuguesa de Dili, onde laboram docentes provenientes do projecto das escolas de referência e que não foram alvo de qualquer entrevista ou participação em qualquer concurso, entraram simplesmente por manterem relação proxima com as chefias e por terem a sorte de estar no terreno a muitos kms de distância de Portugal.
    Em timor é fácil contornar o sistema quando ninguém existe para controlá-lo.
    Mais uma vez sou eu que me envergonho enquanto portuguesa quando tenho que me justificar perante os meus colegas timorenses do porquê destas coisas acontecerem.
    Portugal tem obrigaçáo de ser no minimo credivel no apoio que se pretende dar a Timor.
    7 – Os Coordenadores das Escolas de Referência
    A cada escola, está alocado um coordenador, que é escolhido mais uma vez e maioritariamente por proximidade relacional com a coordenação do projecto. Não existem parâmetros ou critérios de escolha.
    A esta pessoa, é-lhe concedido o controlo absoluto de mandar a seu belo prazer. Sou prova viva da forma como os auxiliares de educação timorenses são tratados.
    Concerteza que existem excepções, mas a politica do Neocolonialismo é evidente para quem acompanha de perto este projecto.
    8 – O sim porque tem que ser…e a vergonha prevista
    Todas estas situaçóes são do conhecimento de docentes, dos coordenadores do projecto, dos outros portugueses que nada têm a ver com o projecto e pior, dos próprios timorenses.
    Não tardará a que se faça justiça.
    Não é legítimo que depois de colonizados, de ocupados, de massacrados, os timorenses tenham agora que ser alvo de mentiras e falta de profissionalismo de pessoas que nada têm para além da arrogância de mandar.
    Não é legítimo que pessoas como eu, que se veêm obrigadas a abdicar de viver com a sua familia no seu país, porque o mesmo atravessa aquele que é o período mais negro da sua historia economica, estejam obrigadas ao confronto com estas situaçóes, em que dinheiros são gastos ao desbarato, sem qualquer controlo por parte de quem nos deveria governar.
    Mas o termpo é curto para aqueles que prevalecem na criminalidade. O dia chegará em que a verdade será reposta a bem de Portugal e a bem de Timor Leste.

    • Leandra Soares on 30 de Julho de 2013 at 4:21
    • Responder

    9 – Preparação e seleção dos Professores na vinda para Timor
    Não consigo entender, como é possível que com os altos Indices de desemprego que existem em Portugal, principalmente na área da Educação, não se dê prioridade a quem está desempregado, a quem é mais jovem e que mais ânsia e vontade tem em exercer a sua formação.
    Se a justificação será que se devem procurar pessoas com mais experiência, de forma a garantir um maior padrão na qualidade de ensino, então faria sentido.
    Mas … seria necessária tanta experiência quando as indicações passadas pela Coordenaçáo do Projecto são no sentido de que não se devem reprovar alunos??
    Será necessário rever as dezenas de episódios vergonhosos passados em cada pólo de escola de referência para se tirarem conclusões? Episódios que passam desde agressões fisicas ou verbais para com outros docentes ou pessoal de serviço… (que muitas vezes envolvem outros organismos como Hospitais, Policia, Representantes do ME Timorense nos Distritos…)
    A idade traz consigo maior conhecimento e experiencia de vida, é certo, mas também uma mais dificil adaptação a um contexto de vida dura num país em desenvolvimento, que requer uma adaptação fisica e mental especiais.
    Não é por acaso que os episódios psiquicos que resultam algumas vezes em esgotamentos ou depressões são frequentes em Timor. Só este ano, voltaram para Portugal alguns professores neste projecto com este quadro clínico, repetição do que se havia visto em anos anteriores…interrompendo a leccionação da sua turma, o que se traduz numa subcarga de trabalho para com os outros docentes e a uma readaptação por parte de uma turma para com o seu novo professor.
    Fala-se muito mal dos professores das escolas de referência. Não concordo que devemos avaliar a todos como um só, mas que existem demasiados casos/episodios “estranhos” com estes em Timor, também é verdade. Eu pergunto-me: Isto seria admissível em Portugal? Existiria algum Encarregado de Educação que aceitaria que o seu filho fosse submetido a isto?
    Será que Timor e os Timorenses sabem que os professores portugueses do projecto das escolas de referência muitas das vezes nem sequer entrevistados são??
    São na realidade (e desculpem-me a ousadia) “carne-para-canhão”. São simples números justificativos para a manutenção de determinados cargos exercidos por outras pessoas.

      • Maria Santos on 30 de Julho de 2013 at 14:16
      • Responder

      Compatriota Leandra Soares
      Estou praticamente de acordo com tudo o que escreveu. Excepto com a defesa de que devem ir os desempregados em Portugal para o Projecto das Escolas de Referência em Timor Leste.
      Isso nunca! Devem ir para aí para esse Projecto os melhores dos melhores em Portugal. Esse Projecto é uma ideia do ex-Presidente José Manuel Ramos Horta. Prémio Nobel da Paz. Visa dois objectivos – fazer a formação das educadoras /educadores e professoras /professores timorenses e formar elites de crianças em lingua portuguesa. Não se pode fazer o estágio pedagógico com os menos atos e com os menos experientes. Muito menos com os mais novos que os timorenses não respeitam nem consideram. Aliás consideram-se menosprezados por lhes porem como orientadores pedagógicos pessoas a quem reconhecem autoridade. Em cada sala já estão e estarão três professoras e educadoras timorenses formadas na UNTL e no Instituto Católico de Formação de Professores de Baucau. Timor paga para termos aí os melhores os mais experientes e qualificados a formá-los. Não é para se porem os desempregados e os pouco qualificados. Até se devia exigir a esses orientadores pedagógicos que tivessem obtido na sua formação inicial um minimo de 14 valores que é a classificação mínima de Bom. Estamos a formar professoras em sala de aula em contexto de trabalho. Não se pode improvisar. Têm de ser aqueles que sabem ensinar e que já deram provas nessa matéria em Portugal. Aqueles que já serviram para esse trabalho. Não podemos cometer os primeiros erros aí. Os primeiros erros cometem-se aqui. Para aí só podem ir as melhores.

        • Prof on 4 de Agosto de 2013 at 18:18
        • Responder

        Você deve achar-se mesmo muito boa… Desempregados e pouco qualificados, tristeza… Há desempregados com doutoramento, ignorante e presunçosa.

          • Maria Santos on 4 de Agosto de 2013 at 20:45

          Ignorante e presuncosa e voce! Estamos a falar a falar de situações difererentes! Aqui é preciso ser-se orientadora de. Estágio pedagógico com 3 alunos mestres por sala. Esta função não deve ser para resolver problemas de emprego em Portugal de alguns inexperientes mestres ou doutores. Esta função deve ser exercida pelas melhores profissionais que já fazem a formação de educadoras e professoras articuladas com as ESEs e Universidades. Os desempregados, quando muito,poderão ser contratados para agrupamentos, se tiverem formação pedagógica pois não basta ser Doutor em biologia molecular, por exemplo, para estar apto ou apta para esta função onde a experiência é fundamental!

    • Maria Santos on 4 de Agosto de 2013 at 12:29
    • Responder

    Oh Senhoras donas do negocio, onde esta a transparência, onde esta a seriedade, onde esta o respeito pelas regras e pelas normas, onde esta a entrevista, onde esta a lista provisória, onde esta a lista graduada definitiva, onde esta a lista da bolsa de recrutamento? Onde?!… Na vossa cabeça?!… Na vossa gaveta?!… Foi a Sao que mandou fazer assim?!… Não se desculpem com ela que ela não vos dara cobertura a um desmando desses!… E na DGAE ou na Secretaria de Estado, em Lisboa, ninguém vos manda dizer que isso ai não é “cabaret da cocha”?

    • Maria Santos on 4 de Agosto de 2013 at 17:59
    • Responder

    Oh “Senhoras”, o que é as “predilectas” têm de fazer? Têm de ir ao “castigo”? E tambem vao as amigas que estão ao pé de Sta Cruz?… E que “papel” vão distribuir ao “chefe” quando ele regressar no mês que vem? Há “predilectos” que cheguem?!… Quem vai dar o corpo ao manifesto?

      • G.F. on 5 de Agosto de 2013 at 17:24
      • Responder

      Concorri este ano pela primeira vez, fiquei à espera de ver uma lista graduada!!!! Depois de muito procurar e muito perguntar, pela tal lista… acabo de perceber que até para ir para Timor é preciso ter cunha… é Portugal no seu melhor!!!! Neste momento até fiquei feliz de não ter recebido o tal telefonema! Não tenho realmente conhecimentos para tal… Boa Sorte a todos…

        • Maria Santos on 6 de Agosto de 2013 at 0:08
        • Responder

        GF, se concorreu é porque tem as habilitações e as qualificações que as chefes do Projecto requeriam. Não deve estar pior do que as outras que foram brindadas com um posto de trabalho. Lamentável é que tudo foi opaco. Não se vislumbra seriedade neste processo. E isto é grave!

    • Maria Santos on 7 de Agosto de 2013 at 10:48
    • Responder

    Como é que é possível o Estado português, a Administração Pública portuguesa, através das estruturas do Ministério da Educação, promover um concurso para o recrutamento de educadoras e professoras para o Projecto das Escolas de Referência de Timor Leste e não proceder às entrevistas, não publicar a lista graduada dos candidatos, a lista definitiva de colocações efectuadas e lista ordenada da bolsa de recrutamento dos restantes?!… Mesmo que a alguém, em Timor Leste, interesse a ausência de normas e de regras, mesmo que a alguém, em Timor Leste interesse o livre arbítrio, compete a Portugal defender princípios e valores! Compete a Portugal cumprir as regras e as normas de transparencia que estão em vigor para o recrutamento de recursos humanos na administração pública portuguesa. Mesmo que fosse para ceder a Timor, impunha-se a transparência! Porque se foge da transparência? Porquê?! é claro que quem é beneficiária da arbitrariedade não quer que se fale nisso mas a transparência beneficia toda a gente.

    • Maria Santos on 8 de Agosto de 2013 at 14:08
    • Responder

    Continuam os desmandos… Algumas Coordenadoras das Escolas de Referência das montanhas são vistas em Dili todos os fins de semana usando o jipe oficial! Nada disto seria criticável se as donas chefes do Projecto das Escolas de Referência não proibissem terminantemente tal uso e tal prática. As senhoras chefes não querem que as educadoras e as professoras se desloquem a Dili para além de um único fim de semana por mês. Vai-se generalizando a ideia de que só se pode ir uma vez por mês a Dili e que nos outros fins de semana as colegas devem ficar nos distritos e nas terras de residência a fazer trabalho com a comunidade! Isto devem ser memorias do tempo da escravatura. 🙂 Se as colegas, durante a semana, já trabalharam 40h e mais, não é aceitável que lhes queiram impor uma nova deportação ou desterro interno em Timor! Isso seria o mesmo que aqui o Ministro proibisse a circulação interna dos professores, proibisse uma professora a trabalhar em Faro’ por exemplo, de se deslocar a Lisboa ao fim de semana. Isto é agravar, ainda mais, o mal estar existente e relacionado já com prepotências várias por parte das chefias, os atrasos nos pagamentos, o desrespeito pelo direito às férias, etc.

    • Maria Santos on 11 de Agosto de 2013 at 17:50
    • Responder

    E os desmandos… Continuam!… Siga a dança! Portugal, que coloca em Timor, as educadoras e as professoras por meio de um sistema sem qualquer seriedade ou transparência, parece não querer saber do que, depois, se passa. Atrasos nos pagamentos, escravatura no cumprimento de horários, na permanência nas residências ou MOS locais de trabalho, no direito a férias… Tudo vai deixando andar sem questionar as “donas” do Projecto. Assina-se um Protocolo e, depois, não se fiscaliza o seu cumprimento A seguir, as Senhoras Chefes , sobranceira menvao obrigar as educadoras e ad professoras deste Projecto, a fazerem Formação de educadoras e Professores. Quem as formou, primeiro, para serem formadoras de formadores? eum assunto muito sério! Não deve ser tratado com os pés!

    • Maria Santos on 11 de Agosto de 2013 at 19:08
    • Responder

    …Siga a dança! Portugal, que coloca em Timor, as educadoras e as professoras por meio de um sistema sem qualquer seriedade ou transparência, parece não querer saber do que, depois, se passa. Atrasos nos pagamentos, “escravatura” no cumprimento de horários, na permanência nas residências ou nos locais de trabalho, no direito a férias… Tudo vai deixando andar sem questionar as “donas” do Projecto. Assina-se um Protocolo e, depois, não se fiscaliza o seu cumprimento A seguir, as Senhoras Chefes , sobranceiramente, vão obrigar as educadoras e ad professoras deste Projecto, a fazerem Formação de educadoras e Professores. Quem as formou, primeiro, para serem formadoras de formadores? É um assunto muito sério! Não deve ser tratado com os pés! E que tal, ao menos, contratarem especialistas de ESE’s e Universidades portuguesas e, durante um mês, em Dili, em Setembro próximo, ministrarem-lhes Formação específica e intensiva para serem boas Formadoras de Formadores?…As Chefes também seriam obrigadas a frequentar pois precisam de colmatar, de preencher muitas lacunas na sua formação. Gastava-se algum dinheiro mas este, seria bem gasto e haveria bom retorno.

    • Maria Santos on 7 de Setembro de 2013 at 4:52
    • Responder

    Nesta altura do ano, entradas que estamos em Setembro, já regressaram a Dili as amigas da São e o amigo João, o padrinho dela. Também, as amigas das chefes das Escolas de Referência, por sua vez, cunhadas da São e do João, já estão a trabalhar. Vai tudo bem nesses reinos? Como vão as amigas e as cunhadas? Está toda a gente satisfeita? Notícias a Oriente, não há?

    • Maria Santos on 18 de Setembro de 2013 at 22:20
    • Responder

    A centésima mensagem só pode ser para concluir que em Timor, as amigas e os amigos, as comadres e os compadres, os afilhados e as afilhadas…estão no melhor dos mundos, estão bem e recomendam-se.

    • João Martins da Silva Rodrigues on 21 de Setembro de 2013 at 2:49
    • Responder

    Maria Santos, os meus parabéns por tudo o que escreveu aqui.
    Soube desse estranho concurso em agosto último através de uma colega. Ela concorreu através de e-mail e foi apurada. Não foi submetida a entrevista e agora está em Timor. Foi para lá na semana passada. Mas, a «pobrinha» foi recambiada para o distrito/enclave de Oecússi. Espero que tudo lhe corra bem. enfim….Mas, estou admirado com o compadrio que caracteriza o Projeto Escolas de Referência. E eu que já pensei em concorrer para Timor, assim que se proporcionasse. Mas, não concorro. o cenário aí é negro. As pessoas pelos vistos não são transparentes e fazem tudo à margem da lei.
    Cumprimentos para si, Maria Santos.

      • Maria Santos on 22 de Setembro de 2013 at 22:16
      • Responder

      Muito obrigado João Rodrigues pelas suas gentis palavras. É a infeliz verdade – o compadrio e o amiguismo e até o nepotismo (nepotismo, isso mesmo) é o que, desde o início, carateriza os projetos

      • Maria Santos on 23 de Setembro de 2013 at 12:54
      • Responder

      Escola Portuguesa e Escolas de Referência…é tudo o mesmo “lobby”…a mesma forma de agir, fugindo a concursos objectivos. São todas amigas umas das outras e privilegiam amigas e amigas de amigas. Só em último caso é que recorrem a concursos…jogos muito marcados, como se vê…E mesmo quem deve a sua colocação a um concurso realizado em Lisboa, as amigas chefes, em Dili, depois, no ano seguinte, poderão querer dar o lugar a outro amigo ou amiga e mediante qualquer pretexto (qualquer um serve…) “correm com a pessoa”…Ainda, recentemente, isso sucedeu com professores de História…tinham que arranjar lugar para uns “amigos” e empurraram de volta a Portugal quem estava a trabalhar bem mas não era afilhada ou membro da sua minoria… Um problema de que toda a gente fala, toda a gente sabe que é assim, toda a gente comenta mas que, em Lisboa, ninguém quer saber e ainda põem uma “mãozinha” por cima e por baixo… Quem não conhece estes casos?!…E estamos a falar, potencialmente, de quase mil lugares docentes quando os projectos estiverem em pleno.

      • Maria Santos on 23 de Setembro de 2013 at 13:05
      • Responder

      Agora, a coisa ainda se situa à volta de duas centenas de lugares docentes. Mas, duas centenas de lugares docentes já eram merecedoras de respeito e não de compadrio com regras muito pessoais que é o que prevalece. Quando se institui a troca de favores, entra-se numa espiral de arbitrariedade sem limite.
      E sendo o trabalho docente, hoje, um privilégio escasso…não é admissivel que, para muitas centenas de lugares docentes quer a provisão no lugar, quer a sua manutenção, dependam de simpatias pessoais, pertença a minorias integradas pelas chefias ou a qualquer manifestação de vontade ou um “chega para lá” por parte de quem se sente dona-toda-poderosa das Escolas. Já Camões e Fernão Mendes Pinto se queixavam de outras “senhoras” do género. Mudam-se os tempos mas…as “moscas” continuam as mesmas.

    • Nova Professora em Timor Leste on 18 de Outubro de 2013 at 3:05
    • Responder

    Após um mês de estadia, sinto-me uma sortuda. Cheguei a um país que não me surpreendeu pela negativa mas sim pela positiva. A cor é amarelada, os cheiros são intensos, o calor forte entra-nos em todos os poros. Não estranhei Timor, entranhou-se de forma automática. É um país naturalmente belo, pobre mas rico a natureza está ao rubro. As pessoas são doces, meigas e afáveis. têm um olhar profundo, encantador. Os luxos são poucos e remonta-me ao Portugal de há 40 anos! A luz existe em determinados períodos do dia, no nosso caso com gerador (existe pública num determinado horário). A água é um bem escasso e não potável. As crianças brincam na rua, caçadas ou descalças. Sorriem quando passamos e dizem “tardiii”. As escolas estão bem apetrechadas, (com o tempo terão ainda mais materiais) conheci algumas bem piores no nosso país. Não há lojas, nem centros comerciais (há um em Díli muito pequeno) mas também não esperava outra coisa). Há locais mais e outros menos isolados, nos isolados é necessário imaginação ou não, depende do tipo de vida de cada um no país de origem, para mim é perfeito assim, sem confusão, sem carros, sem buzinas e sem luzes a piscar por todo o lado, o céu é mais céu aqui, as estrelas estão mais próximas de nós. estamos juntos da mãe natureza, sente-se o seu pulsar todos os dias. Sou uma sortuda. tive a sorte de poder realizar um sonho, esta profissão tem um lado missionário e quem tem/sente esse lado em Portugal coloca-o em prática rapidamente quem não o tem não pode esperar milagres aqui ou onde quer que seja. Estou a aprender a viver com estritamente necessário e isso aproxima-nos da essência da Vida, de tudo o que nos rodeia. Gosto disto!!! Gosto da chuva quente que nos envolve, gosto da música, dos trajes típicos e sobretudo das pessoas. Os coordenadores são acessíveis e prestáveis ao contrário de alguns que conheci no nosso País. Aprendi uma lição importante em Timor para aqui não pode vir quem tem problemas por resolver em portugal, com o tempo eles fervilham à flor da pele. É importante saber controlar as emoções, aqui tudo pode tomar outras dimensões.


    1. Vá lá que as experiências não são todas negativas.

        • Maria Santos on 23 de Outubro de 2013 at 1:10
        • Responder

        Ninguém se queixa da beleza paisagística de Timor, ninguém se queixa dos povos de Timor, ninguém se queixa das dificuldades das acessibilidades, ninguém se queixa das crianças. Timor é um país em vias de desenvolvimento e quem vai servir para Timor sabe que não vai para a 5ª. Avenida de Nova Yorque. O que constitui motivo de queixa é a total arbitrariedade das chefias quer a nível central, quer a nível dos estabelecimentos. Afirma-se que, em Timor, não se aplica o ECD – Estatuto da Carreira Docente nem os direitos e garantias que a lei do trabalho da administração pública portuguesa consagra. É a total abitrariedade e a “escravatura” dos tempos modernos. Libertaram-se os timorenses mas as chefias acham que é trabalhar-se na Escola de sol a sol, com proibição de idas a Dili fora do fim de semana oficial. Para além dos estagiários na sala de aula, agora ainda se tem de ir fazer formação dos professores dos ensinos pré-secundário e secundário. O trabalho sério com as crianças mais a formação didáctico-pedagógica dos estagiários já era bastante. Até hoje, ninguém viu publicada a lista graduada do último “concurso” de recrutamento, a “manifestação de interesse” que o colega Arlindo aqui partilhou e com que se abre este fio. Escolheram quem quiseram e como quiseram. Premiaram com a oportunidade da nova experiência em Timor e nalguns casos, de ganhar mais 3 mil dólares (isenção de IRS + $2100) do que em Portugal na mais completa discricionariedade. É uma propriedade privada da administração escolar portuguesa. E com a desculpa de que o Projecto é timorense, no limbo, vale tudo.


  11. Eu só sei que (de Timor) nada sei…
    Mas de uma coisa tenho a certeza: para lá nunca irei (penso eu, agora), por muitas ou poucas razões, que para aqui não interessam nada.
    E também sei outra coisa: conheço pessoalmente duas colegas que estiveram em Timor: uma adora estar lá e irá voltar em novembro. Na maior parte das coisas que conta sente-se que está lá por vontade própria e com imenso gosto de continuar…
    A outra colega veio para Portugal, de férias, e não voltou, não por não gostar das gentes e da terra, mas por lhe terem feito a vida negra – a tal (as tais) coordenadora(s), de que algumas pessoas aqui atrás testemunharam.

    Por isso, aos que têm vontade de ir… muitas felicidades! E aos que voltaram a Portugal, muitas felicidades na mesma!


  12. Depois de ler todos estes comentários, declaro que estou completamente solidário com tudo o que a Maria Santos escreveu e destemidamente testemunhou! Apenas lamento é que tudo se vai passando e desenrolando, com conhecimento de algumas chefias, e nada se faz para impedir que a tortura psicológica se continue a fazer! É verdade o compadrio… é verdade muitos colegas que ainda por lá estão a dar aulas sejam testemunhas de toda esta forma de vida estranha… mas, por medo, ou porque necessitam de continuar no Projeto, não divulgam! Ou seja, acabam todos por ser coniventes das atitudes loucas das Coordenadoras dos Pólos da Escolas de Referência. É verdade que muitos dos atuais Coordenadores, lamberam as botas à sua Coordenadora para que possam eles mesmos serem coordenadores! É verdade que quem esteja bem colocado, não concorde com a Maria! Sobretudo quem esteja em Dili, e provavelmente com bons conhecimentos. Deve haver muito “Telhado de vidro” por lá para se protegerem uns aos outros. Costumo dizer que em Portugal, o nosso maior bem é a saúde. Em Timor, é não só a saúde como também a liberdade. Esta última é roubada, espezinhada… E só tem a vida boa quem se anular!
    Penso que já seria tempo de se inspecionar o que por lá se passa!
    É que dar aulas em Timor, é a melhor experiencia que qualquer docente pode ter! Crianças ávidas de aprender. Crianças educadas e respeitadoras. Os pais respeitam muito os professores. Penso que muitos docentes que por lá passaram deixaram marcas positivas naquele País. Recuamos na nossa vida cerca de 30 anos, mas vale a pena. Não é assim tão difícil não termos a alimentação que estamos habituados a ter por cá. Somos um povo que sempre conseguiu dar a volta e enfrentar as barreiras que se vão colocando ao longo da vida. Agora, colegas… não há estofo suficiente para se viver em “Big Brother”, quando na realidade de “brother” não existe nada, a não ser maus tratos psicológicos, ofensas e agressões.

    • Maria Santos on 21 de Novembro de 2013 at 9:12
    • Responder

    Então, os desmandos das «chefas» não continuam?! Está toda a gente satisfeita com o quero, posso e mando das «chefas» e das «chefinhas»? O «regabofe» não continua? Tenha a palavra uma das privilegiadas vitimas…

    • FC on 25 de Dezembro de 2013 at 23:47
    • Responder

    Soube que em Janeiro, mais colegas irão para Timor no âmbito do projeto escolas de referência. Não ouvi nada sobre novos “concursos”… Sabem de alguma coisa?

    • Maria Santos on 26 de Dezembro de 2013 at 1:33
    • Responder

    FC foi feita mais uma “habilidade” por parte da DGAE, apodada de “manifestação de interesse”, em que a parte portuguesa se coloca completamente de “cócoras” face à parte alegadamente “timorense”, representada por duas professoras portuguesas do ensino secundário (uma de educação física, outra de história). Uma das senhoras é luso-timorense e viveu e estudou em Portugal, na área de Lisboa, desde a sua adolescência. É dada “preferência” a educadoras e professoras colocadas entre o 1º. e o 3º. escalão de vencimentos, não são respeitadas, por ninguém quaisquer regras pré-estabelecidas relativas a concursos, não é feita qualquer entrevista, não é publicada pela DGAE qualquer lista ordenada provisória ou definitiva, quer dizer, vale tudo para proporcionar colocações de excepção, melhor remuneradas, a algumas pessoas. Já não há decoro nenhum!

    • Maria Santos on 27 de Dezembro de 2013 at 23:01
    • Responder

    E as habilidades do mesmo género, continuam!… Agora, abriram mais uma “manifestação de interesse” até ao dia 06 de Janeiro de 2014…

    • Helena Silva on 30 de Dezembro de 2013 at 16:01
    • Responder

    Olá!
    Era bom que um dia houvesse um concurso para Timor Leste e outros sítios como Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, entre outros, em que fossem estabelecidas regras tais como nos concursos de pessoal docente que decorrem para Continente, Açores e Madeira.
    Também era bom que os calendários escolares fossem semelhantes aos de Portugal.
    Assim, seria muito mais justa a seleção de pessoal docente.
    No meu caso, gostava muito de concorrer mas encontro-me a lecionar em Portugal e mesmo que ficasse colocada fora de Portugal já não podia sair . Oxalá um dia as colocações para esses países decorram todas em agosto ou num altura em que seja possível fazer opções.

      • JJ on 31 de Dezembro de 2013 at 0:29
      • Responder

      Quem disse que nao pode concorrer por estar colocada? Claro que pode.

        • Maria Santos on 2 de Janeiro de 2014 at 11:00
        • Responder

        Tem toda a razão JJ. Mesmo agora, 02 de Janeiro de 2014 e até 06 de Janeiro próximo, está a decorrer o concurso, promovido pela DGAE, intitulado de “manifestação de interesse”, para Educadoras de Infância para as Escolas de Referência de Timor Leste. Devem concorrer as Educadoras do Quadro colocadas no Continente. As Chefes em Timor, escandalosamente, depois escolhem quem querem e fazem uma proposta de destacamento à DGAE que as desliga dos estabelecimentos em Portugal, mantendo, embora, todos os direitos ao lugar de origem. Portanto, em suma, se a colega Helena Silva for Educadora de Infância e quiser concorrer pode fazê-lo para a DGAE, agora e até ao dia 06.

          • Professor que está farto dos desmandos on 12 de Janeiro de 2014 at 0:56

          Há novas dos lados de Timor do Projeto de Referencia… O novo calendario escolar para 2014 não comtempla férias para os professores… isto é, comtempla as insterrupções letivas como férias… Assim os pprofessores que estão por lá vão ter 9 dias em Abril, 6 em Agosto e 17 no Natal…. Nem os iluminados de Lisboa chegariam a tanto…. O mais incrivel é o DGAE/MEC contemporizar com mais este desmando… contra o ECD a que os professores estão sujeitos e à restante legislação portuguesa… É um verdadeiro trabalho de escravidão…. Ou será que é um prenúncio para os professores a trabalhar em Portugal também?

          • Maria Santos on 16 de Janeiro de 2014 at 20:03

          A ditadura da Sãozinha e das amigas está a resvalar para a loucura: as senhoras como são umas atrevidas, podem saber de geografia, história ou ginástica mas nada estudaram em como se tem de estudar para se poder ensinar ao 1º. ciclo do ensino básico ou para ser profissional de educação de infância! Assim, porque a ignorância dos tiranos é muito atrevida, as ditas senhoras põem professores do 1º. ciclo a serem educadores de infância e vice-versa! Mas, pior! Agora, as ditas cujas vão levar de Portugal, satisfazendo cunhas de pessoal que está no comando de serviços do Ministério da Educação português, “Doutores” da agulha e do “didal” para professores e formadores do 1º. ciclo! “Doutores” da “agulha”! Professoras de EVT para serem professoras-formadoras do 1º. ciclo do ensino básico! Não há por aí um pano encharcado para atirar à cara das atrevidas?! Haja respeito pelas professoras e crianças timorenses! Esse pessoal pode perceber muito de bigornas, das plainas, das agulhas e dos dedais mas nada de nada sabe (a menos que tenham feito o curso específico para professores do 1º. ciclo) como se ensina uma criança a ler, como se faz a apresentação de um número, nada sabe de métodos e técnicas próprias para o 1º. ciclo! É o despudor total! Vale tudo! Mas, quem tem a culpa foi quem escolheu as senhoras e lhes deu a vara para a mão!…

          • Conceção Marques on 16 de Janeiro de 2014 at 22:03

          Já se sabe quais são os professores que vão para Timor, agora, em janeiro? É que também concorri e não tenho qualquer informação!

          • Maria Santos on 18 de Janeiro de 2014 at 22:13

          Lá as chefes sabem. São elas quem escolhem quem querem, como querem e quando querem. Com a complacência do Ministério da Educação do governo de Portugal que lavou daí as suas mãos e se limita a destacar e a pagar os vencimentos das professoras. Prepare-se para ter colegas de EVT a lecionarem ao 1º. ciclo. A menos que tenham formação inicial para o 1º. ciclo do ensino básico. Este verdadeiro escândalo até nem é de estranhar – as senhoras colocaram este ano já, colegas do 1º. ciclo, sozinhas, 1 professora por turma, a lecionarem as DISCIPLINAS TODAS do 2º. ciclo do ensino básico! AS DISCIPLINAS TODAS! À maneira antiga, em Portugal, há 35 anos atrás, das extintas 5ª. e 6ª. classes do extinto Ciclo Complementar do Ensino Primário!!! Só que, hoje como ontem, ninguém, em Portugal, muito menos, professoras do 1º. ciclo, têm formação para dar AS DISCIPLINAS TODAS do 2º. ciclo! Decididamente, a loucura saiu à rua! E quem faz a formação dos estagiários nas disciplinas todas?! Claro que já houve uma Directora da Escola Portuguesa de Dili que nem o 5º. ano dos liceus tinha…pelo que, nesta lógica, tudo é admissível… Como podem ser «Escolas de Referência»?! «Referência» de quê?! De má qualidade?! Só pode…com professoras de EVT a darem 1º. ciclo ou professores do 1º. ciclo a darem as disciplinas todas do 2º. ciclo, estamos a brincar às «Referências»!…

    • Maria Santos on 28 de Janeiro de 2014 at 10:21
    • Responder

    As chefes das «Escolas de Referência» de má qualidade com professoras de EVT a darem 1º. ciclo ou professores do 1º. ciclo a darem as disciplinas todas do 2º. ciclo, ou ainda as professoras do 1º. ciclo a dar aulas à educação pré-escolar ou as educadoras de infância a darem aulas ao 1º. ciclo continuam a dar mostras do seu despotismo no que diz respeito dos direitos e dos horários de trabalho das docentes. Não só confundem as pausas da actividade lectiva com o direito às férias, proibem as deslocações internas a Dili ao fim de semana como exigem que a componente individual do horário das professoras e educadoras seja prestado em estabelecimento, ou seja, uma escravatura completa dos tempos modernos!

      • Professor que está farto dos desmandos on 29 de Janeiro de 2014 at 9:41
      • Responder

      E ainda…. um seguro de saúde que não existe… Fizeram um seguro de viagem (que deixaram também caducar) que só abrange acidentes pessoais e doenças ocorridas na rua ou em viagem, desde que a mesma seja nos carros do PERTL ou nos aviões das viagens anuais… Não contentes com isso, e porque os professores adoecem com desinterias e outras afecções intestinais, têm febres altas, etc… vão descontam alé do salário em Portugal o mísero complemento que atribuem em TLS para os professores sobreviverem lá… A saga continua….

    • professora colocada às escuras on 29 de Janeiro de 2014 at 13:04
    • Responder

    Boa tarde
    Mostrei o meu desejo de ir para TLS em dezembro e fui contactada a semana passada (por telefone) e informaram-me de que, se continuasse interessada em ir para Timor, enviasse a “tal” declaração de aceitação do cargo. Teria que começar a tratar de tudo (consulta do viajante, passaporte…). Não respondeu a qualquer solicitação minha, remetendo para posteriores e-mails a resposta às minhas dúvidas. Continuava interessada e enviei…
    Não tenho mais informações e as dúvidas são imensas!!

    Contacto no facebook colegas minhas que já estão em Timor… e nenhuma me diz mal da experiência nem me falam dos ‘favorecimentos’ e de uma ‘ditadura dos coordenadores’. E, no passado, não tive relatos negativos do PERTL (a não ser a tomada de consciência de que não há luxos na vida; já é esperado e não é novidade)

    Estranhei não haver uma lista de ordenação. Fiquei muito surpreendida com as poucas informações “oficiais” que há.
    “Decerto estou habituada demais a palavras escritas e processos burocráticos de listas ordenadas e listas de de colocação definitivas!” pensei eu… 🙂 O meu espírito otimista faz-me dourar estas coisas, confesso!
    Atenção: Não conheço ninguém e nem pedi favorecimento a ninguém pela minha colocação.

    Sinto-me às escuras e ler esta “epopeia” de comentários só fez sobressair a minha escuridão!

    Telefonei hoje à DGAE e remeteram para um futuro próximo, mais informações (‘primeiro, terá de haver uma autorização nominal da deslocação para TLS pelo secretário de estado português’).

    Não tenho data, não tenho certezas, só Dúvidas!

    A minha principal dúvida é esta: emigrar com família é possível? É desejável?

      • FP on 1 de Fevereiro de 2014 at 16:22
      • Responder

      Boa tarde. Estive em TL no ano passado e convivi de perto com o projeto. Regressei a Portugal em Novembro. Estou disponível para esclarecer algumas dúvidas que ainda persistam. Se tiver facebook pode deixar-me o seu email que eu entro em contacto consigo. Entretanto procure aderir ao grupo Portugueses em Timor, no facebook, ao qual estão associados vários professores do projeto. Cumprimentos e tudo de bom 🙂

    • sandra on 30 de Janeiro de 2014 at 14:59
    • Responder

    Colega, boa tarde!
    Eu também estou às escuras! Aquilo que desceveste também me está acontecer…Tantas dúvidas, tantas incertezas!!!

    Poderíamos dialogar um pouco à cerca do concurso…
    Sandra

      • professora colocada às escuras on 30 de Janeiro de 2014 at 18:57
      • Responder

      olá Sandra
      contacta por e-mail. tangerine4ever@gmail.com

    • sandra on 31 de Janeiro de 2014 at 16:40
    • Responder

    Olá, professora colocada às escuras!
    Já tens novidades? eu Enviei-te o mei email…
    Diz alguma coisa…
    Até já!
    SAndra

      • Maria Santos on 31 de Janeiro de 2014 at 17:21
      • Responder

      Oh Sandra, para quê o e-mail particular para esclarecer dúvidas?
      Põe aí a verdade, compartilha a verdade, à vista de toda a gente, escrutinável por toda a gente.
      Conta aí a verdade do que se passa e do que está a passar neste momento.
      Não podemos deixar as colegas cairem em Timor sem saberem ao que vão e o que as espera…
      A verdade, neste caso, dói.

      • professora colocada às escuras on 31 de Janeiro de 2014 at 18:44
      • Responder

      Olá Sandra
      Não recebi nada!
      Por favor, reenvia novamente. A “morada” estava certa?

        • Maria Santos on 31 de Janeiro de 2014 at 18:53
        • Responder

        Colega,
        Basta ler este fio que deixa de estar às escuras…
        A situação não é nada clara e está preta…
        Mas, não deixe de ir…como disse noutro local, “entre mortos e feridos…alguém há-de escapar”…
        Trate das vacinas, vá à “consulta do viajante”, acautele-se, previna-se, leve daqui materiais e…confie na sorte…porque, também vai precisar dela…

    • Maria Santos on 31 de Janeiro de 2014 at 17:08
    • Responder

    Tudo o que aqui tem sido dito quanto ao despotismo, à ditadura sobranceira e arrogante das senhoras chefes é verdade, é a triste realidade! E que ninguém do MEC português faz nada para defender as professoras portuguesas dos actos mais prepotentes, também é verdade. Como absoluta verdade é mais isto que já foi aqui atrás escrito: «E ainda…. um seguro de saúde que não existe… Fizeram um seguro de viagem (que deixaram também caducar) que só abrange acidentes pessoais e doenças ocorridas na rua ou em viagem, desde que a mesma seja nos carros do PERTL ou nos aviões das viagens anuais… Não contentes com isso, e porque os professores adoecem com desinterias e outras afecções intestinais, têm febres altas, etc… vão descontam alé do salário em Portugal o mísero complemento que atribuem em TLS para os professores sobreviverem lá… A saga continua…»
    As senhoras têm uma bota e quem está por baixo é pisada, tem de comer e calar! É logo avisada de que está em Timor e que o ECD – Estatuto da Carreira Docente, ficou em Portugal!
    E o que as colegas vêm dizer acerca dos procedimentos da DGAE só vem confirmar tudo quanto tem sido dito – contactam pelo telefone, a olho, a dedo, sem lista ordenada, sem publicidade dos actos, sem critérios conhecidos…tudo às escuras, completamente às escuras!
    É o regabofe total!
    Uma espécie de distribuição medieval de privilégios.
    O problema não está em elas serem assim. Esta arbitrariedade total começa na Escola Portuguesa de Dili de onde elas, as chefes das Escolas de Referência, são originárias e onde aprenderam que não há limite para a sua vontade, que podem desculpar-se que estão em Timor e que em Timor elas podem fazer o que querem que Portugal se demitiu de intervir, de fiscalizar e de regular as relações e as condições do exercício do trabalho das professoras que para lá manda. Elas decidem como querem, o que querem e dizem alto que não têm de dar justificações a ninguém!
    É o salve-se quem puder!
    Claro que as amigas que já estão em Timor não falaram nem do despotismo, nem da ditadura, nem da escravatura instituída. Disso não falam porque reina o medo! Isso, as colegas vão poder sentir e verificar quando, no mês que vem, em Fevereiro, lá chegarem. E terão de viver com isso, terão de se defenderem o melhor que puderem pois estarão entregues à sua sorte… Se “engraçarem” convosco, ninguém as vai defender pois os juízos que fizerem a vosso respeito, mesmo que infundados, serão os prevalecentes…
    Quanto à colega que quer levar a família, eu acho que faz muito bem. Contribui para a sua sanidade, para o seu equilíbrio neste ambiente pouco sadio, para a sua qualidade de trabalho. Assim, como assim, se o seu marido está desempregado em Portugal, nem tão cedo arranjará emprego. O mesmo poderá suceder em Timor mas estará perto e emocionalmente, estarão melhor. Tirando a cidade de Dili onde os preços das casas são, ainda, um tanto elevados, fora de Dili facilmente arrendará casa a preços perfeitamente suportáveis e equilibrados. É, no meu entender, uma opção a considerar.
    Boa sorte para ambas! Mesmo às escuras…”entre mortes e feridos…alguém há-de escapar”…

      • professora colocada às escuras on 31 de Janeiro de 2014 at 19:38
      • Responder

      Olá Maria
      Sem dúvida que o que relatas é grave, se de facto acontece.
      Não duvido das tuas palavras até porque pareces acreditar mesmo nelas.
      Mas, se de facto acontece, acho que deverias expôr a situação em instâncias próprias para o efeito.
      Já tentaste expôr à DGAE o que se passa? o que testemunhaste ou o que sabes? Tens colegas que testemunharam o mesmo?
      NADA nem NINGUÉM está por cima da lei (até mesmo com o protetorado dos conhecimentos e da distância). Pode demorar…é um facto. Pode desafiar qualquer perserverança e paciência!

      Como já descrevi, eu sinto-me colocada às escuras, neste preciso momento!
      Se for para Timor podes ter a certeza que será com todas as questões colocadas e situações clarificadas. E já estão escritas, repensadas, corrigidas e prontas para serem colocadas!

      • professora colocada às escuras on 31 de Janeiro de 2014 at 19:41
      • Responder

      E… tens a autorização para me contactares por email (acima disponível) 😀


      1. o meu mail do facebook: sanlucvida@hotmail.com
        Contacta-me, por favor?

        sandra

    • Maria Santos on 31 de Janeiro de 2014 at 21:55
    • Responder

    Não deixes de partir. Agarra essa oportunidade. A situação é a descrita, és uma mulher prevenida. Não estás às escuras, a situação é esta. A despeito disto tudo, podes ter sorte e constituir, para ti, humana e profissionalmente, uma oportunidade e uma boa experiência. Na pior das hipóteses, será um ano escolar diferente. Verás que as crianças são o melhor que esta missão pode ter.

    A DGAE conhece a situação. O próprio Director-Geral esteve em Timor há poucos meses e até visitou uma Escola de Referência acompanhando, entre outros altos responsáveis governamentais, o Secretário de Estado João Casanova de Almeida. A partir dessa visita, a DGAE abdicou das suas competências no que se refere à selecção de educadoras e professoras para as Escolas de Referência de Timor Leste. As duas senhoras passaram a deter o poder total nesta matéria. A DGAE passou a ter um papel de caixa do correio e a tratar dos destacamentos. E a partir de Setembro passado, o ex-Coordenador da Escola de Referência de Baucau passou a ser o responsável de Timor na D.S.E.E.P.E., da DGAE. Há contactos, há conhecimento da situação descrita e um há um encolher de ombros face ao evidente mal estar existente. Colegas que se foram embora para Portugal, neste último ano, contactaram estes responsáveis da DGAE bem como a responsável das Relações Internacionais da Secretaria-Geral do MEC, Drª. Janine Costa, a quem deram conhecimento de tudo o que de mal tem acontecido e pediram providências. Que se saiba e que se veja, nada aconteceu, os procedimentos mantiveram-se e até se agravaram. Todos os altos funcionários do Estado passam de largo, indiferentes a tudo, aos abusos, esperando que o tempo se encarregue de tudo solucionar.

      • professora colocada às escuras on 4 de Fevereiro de 2014 at 9:47
      • Responder

      Decerto estou prevenida e informada. Obrigada.
      Mas, sinceramente preferia não ter visto nem lido estas palavras.
      Não pela ideia que “ignorância é uma bênção” e tão pouco “os ignorantes são mais felizes”.
      Mas sim porque, quer seja eu nada, pouco ou muito influenciável, dificilmente conseguirei ter uma ideia da realidade que seja inteiramente minha. Preferiria chegar e ter eu própria a minha interpretação. Vou tentar…
      Consigo perceber que o PERTL é uma construção. Construamos… eu o farei, de certeza. A minha natureza otimista impele-me!

    • Por Timor on 4 de Fevereiro de 2014 at 22:11
    • Responder

    Sublinho tudo quanto foi dito pela colega Maria Santos, a não ser a parte em que diz que quem tem ido para Timor vai porque é conhecido, amigo ou porque tem qualquer tipo de relação com a coordenação do projeto. Sei, porque também já lá estive, que a maioria dos professores que tem ido para Timor não conhecia ninguém que coordena o Projeto Escolas de Referência. Tanto não conhecem, que assim que pisam o território timorense são mal recebidos por colegas que deveriam acolhe-los com respeito e dignidade. Ao invés disso, instalam-nos no Hotel Novo Horizonte, a maior espelunca ali do sítio, onde os lençóis das camas parecem ressequidos e as colchas mal lavadas, e fazem jantares e reuniões de “boas vindas” onde deixam claro que tudo o que ali se passa deve manter-se confidencial, e alertam para o facto de conversas com o exterior, que possam colocar em causa o profissionalismo do projeto, serem imediatamente interceptadas uma vez que, de acordo com algumas coordenadoras, facebook e skype dos professores cooperantes estarão sob controlo permanente do projeto (qual pide). Chegam ao limite de afirmarem que não querem que as cooperantes se envolvam com qualquer pessoa fora do projeto, especialmente militares com quem possam vir a ter um eventual relacionamento (algo vergonhoso para os olhares pudicos mas perversos de quem ali pensa que manda).

    Sublinho tudo o que a colega disse em relação ao abuso de poder. Existe, de facto. Não em todas as escolas de referência, mas na sua grande maioria. Desejo às colegas que embarcam, agora, nesta aventura, que tenham a sorte de ficarem num distrito sob coordenação de um professor do género masculino, provavelmente os únicos que fazem o que podem para manter o projeto de acordo com as premissas que estiveram na base da sua criação: experiência e profissionalismo, solidariedade e entreajuda, formação e desenvolvimento de Timor e dos Timorenses.

    Sinto-me também na obrigação de vos alertar em relação aos pagamentos. Os atrasos são constantes. Neste momento faltam pagar, salvo erro, dois meses aos colegas que lá permanecem. E pelo que sei, já foram avisados que antes do final de março a situação não será regularizada. Como tudo ali é devagar / devagarinho, talvez lá para abril paguem. Devem estar a receber um email a dizer para irem prevenidas com alguns dólares… Este é, provavelmente, o motivo desse “conselho”. Penso que li que uma colega tenciona levar consigo a família. Deixe-me dizer-lhe que pondere bem. Se assim o entender vá primeiro para Timor, oriente-se por lá, e depois leve os seus para perto de si. Sei que a coordenação não gosta de receber professores com familiares e que fazem a vida negra a quem os leva. Conheço colegas que, por isso, acabaram por não ficar mais do que um ano no projeto e, forçadas pelas circunstâncias, acabaram mesmo por voltar para Portugal com os maridos, os filhos. É triste, mas é a realidade.

    De qualquer forma, força nesta aventura. Adorei Timor pelos timorenses. Os portugueses que têm algum poder naquele lado do mundo revelam-se intragáveis. Mas também encontrarão boas pessoas. Não me arrependo nada de ter embarcado na aventura. Também com as contrariedades e obstáculos que encontrei cresci enquanto pessoa e profissional. Pode parecer um contracenso, mas por Timor e pelos timorenses eu voltava… Provavelmente não com esta gente.. Mas sei que os projetos se fazem de pessoas, e acredito que tudo o que este projeto tem de negativo poderá melhorar com o tempo! Vão com mente aberta e com vontade de lutar por essa mudança. Reivindiquem, não se calem nem se deixem calar.

    Tenho pena que quem sabe desta situação não ligue ao que ali se passa…

    PS: A vossa primeira batalha deverá ser contra as 40 horas semanais que aquelas mentes brilhantes querem instituir para os professores das Escolas de Referência! Apesar da contestação dos colegas, a coordenação quer mesmo avançar com esta medida aberrante.

      • Maria Santos on 10 de Fevereiro de 2014 at 14:30
      • Responder

      Colega Por Timor, vimos, há dias, na RTPi, o Primeiro Ministro Xanana Gusmão a assinar um Protocolo de Cooperação, no domínio militar, com o Ministro da Defesa de Portugal, Aguiar Branco. Quer dizer que vêm aí mais militares portugueses para ajudarem na Formação Militar.

      As senhoras chefes «Chegam ao limite de afirmarem que não querem que as cooperantes se envolvam com qualquer pessoa fora do projeto, especialmente militares com quem possam vir a ter um eventual relacionamento (algo vergonhoso para os olhares pudicos mas perversos de quem ali pensa que manda).»

      É público que a Escola Portuguesa e o PERTL – CF são dominados por um «lobby», minoria cada vez mais importante em Portugal mas que ao qual a maioria de nós, educadoras e professoras, saudavelmente, não pertence.

      Ninguém põe cobro a esta pouca vergonha desta intromissão na nossa vida privada?

      Nós, temos vida… Elas que façam lá a vida delas. Cada uma, come do que gosta. Entregamo-nos ao nosso trabalho de forma séria. Não nos queremos intrometer nos gostos bizarros das chefias mas, também, não queremos que estas se intrometam naquilo que devia ser absolutamente privado.

    • Maria Santos on 5 de Fevereiro de 2014 at 8:04
    • Responder

    E o que faz a DGAE do Ministério da Educação do Governo de Portugal perante este despaupério? O que é que lá está a fazer o ex-Coordenador da Escola de Referência de Baucau? Isto tudo é possível? Portugal “exporta” educadoras e professoras para Timor e depois não quer saber como são tratados? A sua responsabilidade termina onde e quando? Xanana está em Lisboa. Ninguém lhe diz nada? Ninguém toma providências? Vale tudo em Timor?

      • Por Timor on 5 de Fevereiro de 2014 at 17:02
      • Responder

      A colega também já esteve em Timor?

        • Maria on 5 de Fevereiro de 2014 at 18:58
        • Responder

        Colegas!

        Muita coisa se tem dito e escrito sobre o PRETL.
        Como disse Projeto, que como tal, está ou deverá estar a evoluir ao longo do tempo!
        É verdade que existem muitas contrariedades e algum mal estar entre as pessoas, mas este estado não se deve só à corrdenação do projeto ou aos coordenadores de escola. Em meu entender deve-se a todos ….em geral. Existe um ambiente hostil entre os professores , que vivem sobre uma grande pressão emocional e que os leva em determinadas ocasiões a agir com a emoção e não com pensamento racional.
        Há uma grande falha ao nivel da comunicação entre os dois governos que começou logo, por o protocolo que foi estabelecido entre ambos ter falhas de ordem estrutural. Em lado nenhum ,está escrito que os professores colocados neste projeto, estão ao abrigo do acordo de cooperação mas que em nada exclui a aplicação de um documento que se chama Estatuto da Carreira Docente ao qual os professores estão vinculados , quer nos direitos como nas obrigações. Logo isto faz toda a diferença. Ou seja! se assim fossse ,não existiriam alguns problemas que extistiram no passado e que irão repetir-se no futuro.
        Entre outros temos a carga horária, o direito a férias, a avaliação dos professores……
        Também é verdade que em determinadas alturas os animos se exaltam e é dita muita coisa que nem sempre se quer dizer , de ambas as partes. Mas não nos podemos esquecer, e volto a reforçar ,que a pressão psicológica e emocional em que todos se encontram é enorme ! dificil mesmo de descrever!!! acreditem no que digo!!!!!
        Já vi aqui escrito que os profesores ao chegarem a Dili são colocados num hotem em que os lençóis não são bons, nem as toalhas, nem as cobertas….. é verdade. Mas também é verdade que é muito dificil arranjar um hotel em Dili, onde se pague um valor considerado médio 50 dolares….com melhores condições…..e isso os professores que Lá estão já confirmaram, tanto é , que ficam em grande numero ,no Novo Horizonte, Ponto de encontro e outros porque melhor é muito caro! e os que agora vão poderão confirmar. Os bons?……. hotéis custam entre 130 e 200, dolares… digamos que para um projeto que vive com um orçamento apertado não seria possivel.tal despesa……no entanto os hotéis onde ficam, tanto em Singapura como em Bali são muito bons!! justiça seja feita, não se devem apontar só os defeitos.

        Por fim !!!!! não é nada fácil estar a trabalhar em Timor!!!!! longe de casa, a conviver com pessoas com quem nem sempre se cria empatia, com pessoas de quem nunca se irá gostar, em condições habitacionais que vão de menos boas , passando por médias, até boas!!|!!com um clima que sufoca a alma e o coração !!!!!!!… Não é fácil, mas também não é o fim do mundo!!!!!! há coisas muito boas!!!!! aprende-se a viver de forma muito fiferente, a dar-se valor a coisas que nunca se imaginaram…. aprende-se !!!!! como se é feliz com tão pouco só de se olhar para aquele POVO que quer aprender, que quer melhorar as sua condição de ser humano……. só por isso esquecam o MENOS BOM e pensem no BOM….
        O espirito, os motivos que levam as pessoas a envolverem-se nestes projetos faz a diferença para que os mesmos corram bem ou mal!!!!!

        Boa sorte para todos!!!!! para os que estão e para os que vão…….não gastem as vossas energias com coisas que em nada irão contribuir para o vosso bem estar mental, psicológico e emocional…..

          • Maria Santos on 6 de Fevereiro de 2014 at 12:22

          Maria, há mais hoteis em Dili, com mais higiene do que o Novo Horizonte e por preços idênticos. Lembro-lhe o Colmera, por exemplo. Mas, desde o princípio ao fim, vê-se uma enorme preocupação em tudo desculpar e relativizar…inclusive, desculpar as obrigações e as atitudes e opções das chefias, justificar os seus comportamentos o que me parece tratar-se da assumpção de “dores” de quem não está “debaixo da bota” delas… A Coordenação não tem o direito de criar novas regras para os professores portugueses. A Coordenação, em vez de pisar os professores portugueses, devia respeitar as regras em vigor no sistema educativo português onde estudaram e já que estamos a falar em “Escolas de Referência” em que o ensino deve ser ministrado em língua portuguesa, fiscalizar o trabalho dos professores timorenses ao serviço no Projecto que, praticamente, só falam em Tetum nas suas aulas. Por um lado, falta-se ao respeito dos professores portugueses e por outro, colocam-se colegas timorenses que, em Escolas que estão destinadas a ser modelos de ensino, que estão destinadas a ser as Escolas dos metodólogos…ensinam em Tetum, lá falando, de permeio, uma palavra ou outra em língua portuguesa. Colega, assim, não se vai lá… Ditadura sobre os professores portugueses, sujeitos a continuada discricionariedade. Laxismo sobre os professores timorenses que, nas mesmas Escolas, ensinam em Tetum…

          • Maria Santos on 6 de Fevereiro de 2014 at 14:27

          Pensando melhor, colega Maria,
          está a admitir que existe mesmo bastante confusão no Projecto das Escolas de Referência…Isso só tem uma solução – mudar radicalmente as mentoras da Escola Portuguesa de Dili e o comando do navio que mais parece um frágil beiro a atravessar o canal para a ilha de Ataúro…

        • Maria Santos on 5 de Fevereiro de 2014 at 19:28
        • Responder

        Colega Por Timor, acha que falaria de cor com a profundidade com que falo? Portugal tinha e tem a obrigação de fiscalizar a forma como as colegas são tratadas nas Escolas de Referência e mesmo na Escola Portuguesa de Dili.As colegas têm deveres mas também têm direitos. Estar em Timor não pode significar que, ao aterrar o avião só se tenham de cumprir ordens cegamente e as Chefias, todas portuguesas, não tenham que cumprir as leis e normas portuguesas! Muito menos quer dizer que se possa fazer vista grossa ao ECD, aos regulamentos e normas e inventar outras que obrigam as colegas cumprir sem direito a apelo ou agravo.

        • Maria Santos on 6 de Fevereiro de 2014 at 15:51
        • Responder

        Colega Por Timor: concorda que professores de EVT estejam a dar aulas ao 1º. ciclo em Escolas de Referência? Concorda que professores timorenses estejam a dar aulas em Tétum nas Escolas de Referência? Concorda com a ordem das chefias de fazerem, obrigatoriamente, 40 horas de estabelecimento nas Escolas de Referência? Concorda que as férias dos professores portugueses tenham de ser gozadas no sistema de 6 + 9 + 17 dias, nas pausas escolares? Concorda com os cortes nos subsídios de residência em caso de doença? Perguntar, não ofende… Ofensa grave é fazer isto e achar-se acima das Leis.

    • Por Timor on 6 de Fevereiro de 2014 at 19:13
    • Responder

    Claro que não concordo com nada disso. Não disse em cima, mas aquilo que diz em relação aos cuidados médicos e seguro de saúde é, também, verdade. Reconheço que quando um colega necessita de cuidados médicos é imediatamente encaminhado pela coordenação, em ambulância ou jipe do projeto, para o hospital em Díli. Lá realiza todos os procedimentos possíveis e, se necessário, fica internado até apresentar melhoras. Todas as despesas hospitalares são asseguradas pelo projeto. No entanto, se o colega necessitar de permanecer em Díli sem que seja em internamento hospitalar, todas as despesas de alojamento, alimentação, transporte hospital-hotel-hospital ficam a seu cargo. Muitos queixam-se, dizendo nunca ter visto um seguro de saúde com condições tão estranhas. Provavelmente a explicação prende-se com a eventualidade de esse seguro já não existir, como a colega já informou.

    Em relação ao que disse acerca de professores de EVT assegurarem turmas de primeiro ciclo, eu nunca vi. Não digo que não existam, mas não conheço casos desses. No entanto, sei que as colegas Educadoras de Infância que chegaram a Timor em Setembro do ano passado, ficaram encarregues de, durante o período de férias que se estendeu entre Novembro e Janeiro, assegurarem todas as turmas das escolas de referência, desde o JI até ao 4º ano do 1º Ciclo, enquanto os restantes colegas gozavam as merecidas férias ou davam formação a professores timorenses. Em algumas escolas, eram apenas 2 ou 3 as educadoras que, novas naquele pais e projeto e completamente desapoiadas, tinham tal responsabilidade. Uma surpresa para todas.

    Em relação às 40 horas, sei que é uma intenção real e prestes a concretizar-se. Daí o meu alerta.

    Em relação às férias, a mesma coisa. Chegou-me aos ouvidos que os colegas só terão a oportunidade de vir a Portugal em Dezembro, e por 15 dias apenas. É vdd que alguns estiveram por cá em Novembro, outros em Dezembro. Mas há colegas que chegaram a Timor em Setembro. Irão ficar mais de um ano longe das famílias? Espero que isso não se concretize para o bem estar emocional de pessoas que estão a dar tudo por aquele projeto.

    Gostaria só de acrescentar que, em Outubro ou Novembro do ano passado, bastantes colegas terminaram o seu contrato no PERTL. A grande maioria por vontade própria. Reivindicaram, não se calaram perante tudo aquilo que descrevemos, e decidiram que não valia a pena continuarem a gastar forças, energias, por algo que não estava a valer a pena. Quanto mais reivindicativos, mais obstáculos encontram em Timor. Por isso, quem não decidiu vir por livre vontade, veio por vontade das coordenadoras… E acho que assim se percebem algumas coisas….

    • Maria Santos on 7 de Fevereiro de 2014 at 17:25
    • Responder

    Colega Por Timor, se as todas poderosas chefes-coordenadoras a nível central ou de escola estivessem no terreno, num agrupamento em Portugal, colocariam educadoras e ensinar ao 1º. ciclo? Claro que não… Trabalhariam 40 horas no estabelecimento? Claro que não… Colocariam colegas timorenses, supostamente destinados a ensinar em português, mas, devido à falta de domínio da língua portuguesa, de facto a ensinar em Tétum? Claro que não… Amanhã, ensinam em língua indonésia ou em inglês… Colocariam professores de EVT a serem responsáveis por turma de 1º. ciclo? Claro que não… Permitiriam apenas 17 dias seguidos de férias às professoras? Claro que não…Então, porque é que esses e outros desmandos são praticados rédea solta no PERTL – CF, nas Escolas de Referência? É admissível que as coordenadoras mandem embora quem é bom profissional mas chame a atenção para estas ilegalidades? Vale tudo? Quem acode ao Projecto? As Escolas de Referência são ilhas dentro da ilha de Timor? Portugal demite-se?

    • Maria Santos on 10 de Fevereiro de 2014 at 9:01
    • Responder

    Em Timor, nas Escolas de «Referência», desde o enclave do Oécusse a Lospalos, está quase a terminar o primeiro dia de trabalho da nova semana. Os responsáveis portugueses, em Portugal, não intervêm pondo ordem nos desmandos?…As educadoras e as professoras expatriatas não lhes merecem cuidados?

    • Maria Santos on 14 de Fevereiro de 2014 at 11:46
    • Responder

    A integridade física e a saúde das educadoras e das professoras nas Escolas de «Referência» deve ser uma preocupação da parte portuguesa. O que é que tem sido feito pelo Seguro de Saúde? Não estamos a falar do seguro de saúde em viagem. Estamos a reclamar um seguro de saúde em trabalho! Maliana não fica na avenida 24 de julho; Suai não fica na avenida 5 de outubro, nem Same fica nas laranjeiras.

      • Por Timor on 14 de Fevereiro de 2014 at 12:37
      • Responder

      Essa questão do seguro de saúde é, sem dúvida, pertinente e emergente. Soube que um surto de Dengue prolifera por aqueles lados. Há colegas contaminados. Se o seguro não existe, o que fazer se o quadro piorar?

        • Maria Santos on 15 de Fevereiro de 2014 at 12:15
        • Responder

        Os meus votos de rápidas melhoras das colegas vítimas deste perigoso surto de dengue! Sem seguro de saúde, convinha, ao menos, uma palavra de solidariedade do senhor secretário de estado, uma palavra do Ministério, da Embaixada. Sabemos que o dinheiro não abunda. Sensibilidade, humanidade e reconhecimento não se reduzem a dinheiro mas significam muito para quem sofre.

    • Maria Santos on 6 de Março de 2014 at 14:55
    • Responder

    A discricionaridade das senhoras chefes das Escolas de «Referência» já se tornou proverbial.

    A indiferença ao esforço sobre-humano que as educadoras e professoras estão a desenvolver é de gritos!

    Em muitos casos são mais de doze horas diárias na Escola.

    Às queixas respondem que “há mais quem queira e que ninguém é insubstituível”! Mas isso, aplica-se também a elas…até um dia! Até cairem em desgraça! Devem os seus privilegiados lugares apenas e somente a simpatias e escolhas políticas. Só e nada mais.

    Em Portugal estão 43 professores já destacados, na sua maioria já em casa, à espera que alguém lhes diga “embarcam amanhã”!… Já não há vergonha?! Ninguém se assume?!

    Nas Escolas de «Referência» há educadoras e professoras ajoujadas, a terem duas turmas a seu cargo por dia, numa completa falta de respeito, implicando trabalho em estabelecimento muitas vezes superior a 60 h semanais e a desculpa que dão, sacudindo a água do capote é que o MEC de Portugal ainda não fez os seguros dos professores para embarcarem…

    Não há “pachorra”! Não há mesmo! É tudo assim! Uma ditadura e uma indiferença ao esforço e ao trabalho empenhado!

    E as educadoras e professoras que já estão em Timor a trabalhar no duro desde janeiro passado, sem seguros e com hospitais sem recursos, acometidas de dengue e sujeitas a outras doenças tropicais e a assegurarem duas turmas?!…

    Quem nos acode?

    • Nova Professora em Timor Leste on 9 de Março de 2014 at 4:34
    • Responder

    Subscrevo inteiramente o que é dito pelo “Por Timor”, por Timor SEMPRE mas não desta forma, regresso a Portugal em Julho. Timor é maravilhoso, os Timorenses são pessoas fabulosas, trabalhar em Timor tem sido a melhor experiência da minha vida, valeu a pena, está a valer a pena cada momento, cada segundo mas…não vou comentar

      • Maria Santos on 10 de Março de 2014 at 23:18
      • Responder

      Baixar os braços face aos desmandos, com todo o respeito, é transigir.

      Não se deve transigir com este desrespeito que anda à solta.

      A discricionariedade das senhoras chefes das Escolas de «Referência» já se tornou proverbial.

      A indiferença ao esforço sobre-humano que as educadoras e professoras estão a desenvolver é de gritos!

      Em muitos casos são mais de doze horas diárias na Escola.

      Às queixas, as senhoras chefes respondem que “há mais quem queira e que ninguém é insubstituível”!

      Mas isso, aplica-se também a elas…até um dia! Até cairem em desgraça!

      Devem os seus privilegiados lugares apenas e somente a simpatias e escolhas políticas. Só e nada mais.

      E se se transigir, é dar-se-lhes razão – “há mais quem queira e ninguém é insubstituível!”

        • prof desiludido e enganado on 11 de Março de 2014 at 3:14
        • Responder

        Tem toda a razão.
        As senhoras Diretoras fazem o que querem e o que lhes dá na real gana. Elas até acumulam o poder legistavivo, executivo e judicial. Têm carta branca do portugal e de timor-leste. Não lhes interessa o esforço e o bem estar dos docentes no projeto de escolas de referência.
        Mas já se começa a notar que não há assim tantos substitutos para quem reclama e bate com a porta e vai embora.
        Veja-se o último concurso (concurso?), dos 50 e tal docentes que necessita o projeto só conseguiram arrebanhar trinta e poucos… Está a começar o descrédito…
        Para que se saiba: os docentes trabalham a dobrar, não recebem salarios há mais de 2 meses, se apanham dengue ou outra doença não há seguro de saúde e ainda lhes descontam no misero complemento que (não) pagam, limitam as idas mensais a dili (essenciais para manter alguma sanidade mental)…. Impões um calendário escolar sem pés nem cabeça, onde consideeram que as interrupçoes letivas já são férias para os docentes… não autorizam o gozo das férias a que cada um tem direito… em 2013 TODOS ficaram com férias por gozar… este ano vão acumular-se mais as nao gozadas anteriormente
        Enfim….

    • Por Timor on 12 de Março de 2014 at 22:38
    • Responder

    http://www.noticiasaominuto.com/pais/187035/professores-portugueses-reclamam-seguro-de-saude#.UyDfaz4gGSM

    E parece que aos poucos as informações começam a circular. Esta jornalista da Agência Lusa interessou-se e pelos vistos anda a investigar. Mas o que escreveu é muito pouco em relação ao que realmente se passa no projeto. Era importante que outros órgãos de comunicação social e não só o site Noticias ao Minuto divulgassem a notícia. Até porque soube que uma empresa de cuidados de saúde australiana ofereceu, por um valor bastante interessante, a prestação de serviços de saúde e a garantia de um seguro a todos os professores do projeto. Até agora ainda não lhes deram qualquer resposta. Parece que estão à espera da oportunidade de arranjarem antes um contrato “vantajoso” com “amigos”…

      • grato on 14 de Março de 2014 at 10:58
      • Responder

      Interessante! Sendo a Austrália um dos países mais caros!!! será que podia informar qual a empresa australiana que faz seguros de saúde a preços interessantes?

    • Maria Santos on 13 de Março de 2014 at 1:00
    • Responder

    Fiquei feliz ao ler este trabalho jornalistico da Agência Lusa!

    É um princípio e um sinal de que em Timor não pode valer tudo e de que as educadoras e as professoras não podem continuar ser “carne para canhão” para o MEC de Portugal e para as senhoras da Coordenação Geral do Projecto das Escolas de «Referência».

    Colega «Por Timor», tem toda a razão quando diz que «o que escreveu é muito pouco em relação ao que realmente se passa no projeto.»

    E se «estão à espera da oportunidade de arranjarem antes um contrato “vantajoso” com “amigos”…» teremos de concluir que continua a «face oculta»…


    1. Até hoje, e já lá vão 2 anos, nunca escrevi uma linha por aqui mas, acho que chegou a hora. Acaso sabem os colegas o significado da palavra “frontalidade”? Pois por aqui significa “mal educada”. Quando tens dúvidas normalmente perguntas à Coordenação Geral, porque os Coordenadores das ER nunca sabem resposta nenhuma e então, a resposta à tua dúvida e a solicitação da legislação é-te negada e respondem-te que estás cá porque queres e há muita gente a querer vir! Quanto ao trabalho escravo, é pura verdade! Desde janeiro que grande parte dos professores está a acumular com 2 turmas, fazendo 6 horas letivas diárias e fora o tempo de preparação das aulas, e não te pagam nem mais 1 centavo e ainda levas nas orelhas se um dia te sentes indisposta porque não há quem fique com as turmas. Isto ainda está a ser “des”orientado por quem deveria cá ter vivido há 100 anos atrás!

    • Isabel on 1 de Maio de 2014 at 20:07
    • Responder

    Como eu a compreendo Mimi! Por acaso sabe que a maior parte dos que estão à frente das coordenadações das ER ocupam esse lugar graças à “simpatia”/cinismo que sempre manifestaram pelas suas chefias?Muitos foram “capachos” das Coordenadoras onde estiveram a lecionar para poderem ocupar os lugares que agora ocupam! Por acaso também não reparou ainda que muitos dos que têm chegado já conhecem os Coordenadores de “outros carnavais”! e normalmente estão a ocupar os lugares dos pobres colegas que foram mandados embora injustamente só porque não faziam compadrio com a sua Coordenadora e não se deixavam manipular!? Muito há para contar, mas o medo é tanto…

    • Por Timor on 2 de Maio de 2014 at 11:47
    • Responder

    Muitos que têm chegado conhecem a coordenação? Só se for deste novo grupo que chegou em Abril…

    • Maria Santos on 2 de Maio de 2014 at 21:24
    • Responder

    Colega “Por Timor”, tem dúvidas de que o Projeto das «Escolas de Referência” e da EPD é um “fartar vilanagem”, vale tudo? Tem dúvida de que as Coordenadoras puseram na rua pessoas trabalhadoras esforçadas para dar lugar a amigas?! Tem dúvidas acerca da pesporrência e incompetência da Coordenação Geral? Tem dúvidas acerca da razão de ser de se estar na Coordenação Geral e distrital?

    • Por Timor on 3 de Maio de 2014 at 11:50
    • Responder

    Como já disse não tenho dúvidas em relação a nada disso. Já aqui denunciei todos os abusos que testemunhei em Timor e que, à distância, vou sabendo que se mantêm. Mas SEI o que digo quando afirmo que nenhuma das colegas que foi em Setembro tinha qualquer relacionamento com a coordenação do projeto. Sei que as colegas em questão foram provavelmente as mais mal recebidas desde que o projeto teve início. Conheço as situações desagradáveis que aconteceram nos primeiros contactos entre as colegas e a coordenação do projeto. Se tento aqui repor a verdade relativamente aos abusos de poder e à forma como os professores destacados em Timor têm sido tratados, quero que a verdade seja reposta na sua totalidade… Mais uma vez repito, porque SEI, que as colegas de Setembro não tinham qualquer contacto priveligiado com a coordenação do projeto. A esta altura, segundo informações que tenho recebido, são essas as colegas mais reivindicativas. Aquelas que mais “lutaram” pela recuperação do tão almejado seguro de saúde que, há meses, se mantinha caducado. Foram elas que se deslocaram à Embaixada portuguesa e ao Ministério da Educação de Timor Leste, que contactaram os responsáveis em Portugal… O objetivo era, e penso que ainda é, denunciar tudo aquilo que aqui vamos tentando denunciar também. Por isso SEI que a chegada destas colegas foi uma lufada de ar fresco para quem por lá já perdia as “forças” para lutar contra o sistema (foi isso que constatei in loco, e é isso que me vai sendo dito pelos colegas que lá se vão mantendo).
    E se o nosso papel é o de repor a verdade, acho que devemos desempenha-lo com justiça. Não temos o direito de por em causa estas nossas colegas, fazendo insinuações maldosas e mentirosas a seu respeito. E enquanto isso, por lá, estas colegas vão lutando pelo pagamento dos ordenados em atraso desde janeiro…

    • Por Timor on 3 de Maio de 2014 at 12:05
    • Responder

    Só para acrescentar que, em virtude daquilo que temos aqui denunciado, muitos colegas estão certos de que o melhor é regressar a Portugal em Julho.
    Este verão, o Projeto Escolas de Referência terá provavelmente um rombo significativo nos seus recursos humanos… E entre estes “retornados” a Portugal, muitos são colegas que foram em setembro e que não têm tido grande resposta à luta contra o “sistema” que vão empreendendo (se não regressarem todos, provavelmente só ficarão por lá 2 ou 3 dos 18 colegas que em setembro integraram o projeto). Acho que isto, só por si, dirá alguma coisa…

    • Júlia on 4 de Maio de 2014 at 19:10
    • Responder

    “Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo…”
    Abraham Lincoln
    A justiça pode tardar mas não falhará!
    A todos que são contra aos desmandos unam-se em prol da verdade!
    Não fiquem parados, denunciem em todas as instâncias só assim conseguiremos repor a verdade a quem de direito acreditar!
    Não tenham medo pois a verdade está do nosso lado e nada nem ninguém nos pode prejudicar (mais do que já fizeram).
    Um dia vamos dizer que valeu a pena!

    • pimpinela on 5 de Maio de 2014 at 6:37
    • Responder

    Coitadinhos dos Srs. Professores que estão a trabalhar que nem escravos em Timor-Leste.
    Coitadinhos dos Srs. Professores que foram chicoteados, acorrentados e mandados pó exílio…
    Coitadinhos dos Srs. Professores que recebem uma ninharia e andam a pedir às portas…
    Coitadinhos dos Srs. Professores que recebem o seu salario em PT isento de qqer imposto ao estado português + USD $1000 de complemento em TL + USD $100 (por cada ano que permanecem) + casa paga + transporte para Díli + viagem para Portugal + isenção de IRS.
    Coitadinhos dos Srs. Professores que trabalham 5h por dia em salas com 20 alunos, mas que comparativamente com os seus colegas em PT descansam o dobro dos dias…para além dos períodos de interrupção serem maiores em TL, têm 22 dias FERIADOS NACIONAIS em TL…
    Coitadinhos dos Srs. Professores que não recebem há anos mas que foram todos espairecer a passarinha pela Ásia nesta última interrupção…
    Coitadinhos dos Srs. Professores que não querem aprender tétum pq é estúpido aprender-se a língua oficial do país onde trabalham…
    Coitadinhos dos Srs. Professores que escrevem e escrevem, e falam que se farta mas que continuam em Timor Leste porque a mama ainda não secou, porque são o entretém de militares portugueses, ou porque a sua condição de DIVORCIADOS MAL AMADOS não encaixa na terra de onde são…
    COITADINHOS DOS TIMORENSES QUE NÃO SÃO OBRIGADOS A LEVAR COM ESTES ANORMAIS!


    1. Anormalidade é tudo o que escreveu! Falta de respeito e de educação. Espero sinceramente que não seja professora! Se é:
      COITADINHOS DOS SEUS ALUNOS QUE NÃO DEVERIAM SER OBRIGADOS A LEVAR COM ESTA ANORMAL! (Desculpe, mas senti-me na necessidade de me apropriar das suas palavras para refletir aquilo que sinto ao ler tão vergonhosas palavras)

      • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 0:49
      • Responder

      …Pimpinela, COITADINHOS DOS TIMORENSES QUE SÃO OBRIGADOS A LEVAR COM ESTAS ANORMAIS DA COORDENAÇÃO! Isso sim! As ANORMAIS, estão aí!

      Pimpinela, as professoras NÃO «são o entretém de militares portugueses, ou porque a sua condição de DIVORCIADOS MAL AMADOS não encaixa na terra de onde são…»!

      Quanto aos militares, há muito poucos! Só os da cooperação militar! Uma dúzia deles! E nós, quantas somos?!… Nós é que os comemos! Não somos nós quem é «entretém»! Pena não haver homens…

      Quanto a ter-se ido «espairecer a passarinha pela Ásia nesta última interrupção…» cada uma vai espairecer a sua para onde quiser! A «passarinha» é de cada uma e cada uma faz dela o que quiser…até criar teias de aranha!… Alguma foi pedir-lhe dinheiro?!… Não?! Então, não se preocupe com o dinheiro das outras! Coitadinha…está com comichão na dita «passarinha»?!…Não lhe tocou nenhum?!…

      É ou não é verdade que estamos no QUINTO MÊS sem se receber o subsídio?! É ou não é verdade que se entraram em significativos e sistemáticos atrasos no pagamento destes subsídios e dos vencimentos dos funcionários das Escolas?!… É ou não é verdade que os significativos atrasos nos pagamentos de quem trabalha nas Escolas influi no mau clima das Escolas e na insatisfação generalizada?!… Nega isso?!… Está bem claro que é «mainate» da Coordenação relapsa, inepta e sobranceira!

      É MENTIRA! que os «professores que trabalham 5h por dia em salas com 20 alunos»! As professoras, desde o início do ano lectivo, têm estado acumular duas turmas, praticamente desde o nascer ao pôr do Sol, mais a preparação de aulas! Isso é desumano! Viola tudo o que se pode imaginar! Esclavagista! Lambe-botas da Coordenação!

      A Coordenação não permite o uso das viaturas em lazer, as professoras estão aprisionadas em locais ermos, são proibidas de ir a Dili por outros meios (boleias, microletes, biscotas ou mesmo meios próprios!!!) e são desaconselhadas a ter namoros com militares ou membros das forças de segurança! Acha isto normal?! ANORMAL é a Coordenação que tem uma perspectiva esclavagista das relações de trabalho!

      Ou o problema é as professoras quererem ter relações com homens?! Já sei – o que é NORMAL para a Pimpinela e para a Coordenação é terem-se relações com mulheres! É o que se tornou norma na Direcção da Escola Portuguesa de Dili “Ruy Cinatti” e na Coordenação das ER como é de público conhecimento!

      Pimpinela, que há algumas colegas que «não querem aprender tétum pq é estúpido aprender-se a língua oficial do país onde trabalham…» isso há…mas isso, é excepção! A regra é querer aprender-se o tetum para melhor se aprender a língua do outro e as dificuldades das crianças na aprendizagem do português! E por respeito pelo novo País! A propósito da língua – não se descuide a morder a sua língua porque se o faz…MORRE! Tal o veneno que destila!

      Coitadinha…

        • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 2:48
        • Responder

        “Quanto aos militares, há muito poucos! Só os da cooperação militar! Uma dúzia deles! E nós, quantas somos?!… Nós é que os comemos! Não somos nós quem é «entretém»! Pena não haver homens… ” (Maria Santos)

        E é isto!

          • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 4:21

          Enquanto nós somos mulheres NORMAIS e, saudavelmente, gostamos de homens, tu gostas de mulheres e “papas” mulheres aqui! Aqui, já é a segunda mulher com quem publicamente tu vives e premiaste as duas com tachos! A maior das promiscuidades! Nepotismo!| Tem vergonha!

    • Por Timor on 5 de Maio de 2014 at 10:42
    • Responder

    Pimpinela, em primeiro lugar não fale do que não sabe. Em segundo lugar não seja mal educada… Partir para ofensas gratuitas é mesmo de baixo nível e de pessoas sem argumentos para refutar o irrefutável!

      • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 2:56
      • Responder

      Sr(a) por Timor,

      Não é ofensa…é verdade! Há excepções com toda a certeza…e peço dsclpa de não ter referido no post anterior.

    • Paula santos on 5 de Maio de 2014 at 15:02
    • Responder

    Porque não denunciam a situação aos sindicatos?

      • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 0:51
      • Responder

      Nos Sindicatos, praticamente, ninguém quer saber do que se passa em Timor. A excepção é o colega Abel Macedo do SPN/Fenprof.

      • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 2:57
      • Responder

      É isso! Apresentem queixa ao sindicato! 😉

        • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 3:35
        • Responder

        Tu, Pimpinela, tu não enganas ninguém! “Timorense”?! Ora, deixa-me rir!… O que tu és é uma das “fufas” que para aqui põe e dispõe! Nem um liurai, nem um chefe de suco tem o vosso comportamento despudorado! Nem queiras saber de que terra és, à beira do Sado ou de outro rio se o Abel Macedo pega neste assunto! Põe-te fina! Já chega de despaupério!

    • Por Timor on 5 de Maio de 2014 at 20:13
    • Responder

    Há sindicatos que estão a par da situação. Porque não atuam? Não sei…

    • Isabel on 5 de Maio de 2014 at 23:35
    • Responder

    Francamente!! Estou deveras sensibilizada com tanta parvoíce que escreveu a/o “PIMPINELA”! Quem será que lhe terá pago para ter a audácia de escrever o que escreveu? Quem é que está a defender um Projeto que é apenas dos/as que estão bem colocadas e recebem beneces para que tudo possa parecer que está a correr bem quando na realidade nada corre bem? Ficava bem melhor, eticamente/profissionalmente correto se tivesse evitado de escrever tanta anormalidade! Atrevo-me mesmo a dizer que o que escreveu é no fundo o seu espelho! Tenha respeito ao menos por si “colega”! Coitadinha da pobre “pimpinela”… O sol de Timor anda-lhe a fazer mal à cabecinha! Só pode!

      • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 3:09
      • Responder

      Isabel,

      Ao contrário de si, que está em Timor por dinheiro e que faz (pelos vistos) tudo por dinheiro, eu não recebo por dizer o que me apetece ou não apetece.
      É bom ser livre, mas não aquela liberdade conquistada às custas de um divorcio mal resolvido, ou a uma escapadela para o outro lado do mundo porque a vida é um lugar estranho…
      Nada corre bem? Mas não sai porquê??
      A sua vida é assim tão má que prefere o massoquismo ao regresso às coisas boas que tem?
      DILEMA!!
      O que escrevo é de facto o reflexo do que sou, verdadeira e genuína.

      Coragem Isabel!

        • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 3:47
        • Responder

        Cale-se, leve a sua mulher e parta! Verá que não é insubstituível, nem a sua mulher! E que os timorenses vão ter saudades suas nem dela! Tamanha pouca vergonha nunca houve antes de vocês em Timor!

    • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 2:33
    • Responder

    Má educação de base é o que têm os professores que chegam e cospem no prato que lhes dá de comer.
    Não têm a mínima noção do que é trabalhar num país em desenvolvimento, comparam sistemáticamente a realidade timorense com a realidade do seu país.
    Criticam por criticar mas à frente das pessoas é só lamber-botas. Medo? De quê? De perder o lugar?!?!?!
    Mas isto não é assim tão mau??? Porquê não voltar?
    Não estão melhor em Portugal? Onde tudo funciona às mil maravilhas?
    Hiprocrisia pura a de quem constantemente fragiliza um sistema novo e envergonha a sua classe e nacionalidade num país que os acolhe acreditando que estes podem fazer valer a sua experiência ajudando este povo a crescer.
    Não sou professora, mas TIMORENSE e sinto vergonha pela forma como os portugueses se encontram representados pela generalidade dos professores deste projecto.
    Olhem e comparem a vossa condição com a condição dos vossos colegas timorenses que recebem $ 150.00 por mês, e depois, quando travarem essa batalha com a vossa própria consciência, comparem as condições que têm com aquelas dos vossos colegas em PT.
    Sabem quanto custa ao Estado Timorense a vossa presença aqui? Sejam agradecidos e correspondam, porque a própria paciência, mesmo para os timorenses… esgota-se.

      • Por Timor on 6 de Maio de 2014 at 5:12
      • Responder

      Cara Pimpinela, pela conversa que acabo de aqui ler, percebi que faz parte da coordenação do projeto (até imagino, por tudo quanto foi dito, quem se esconde por trás deste pseudónimo). Corrija-me se for o caso.

      De qualquer forma, aproveito para lhe perguntar qual a sua opinião relativamente aos 10 000 USD (dez mil dólares) auferidos mensalmente pela coordenadora geral do projeto? Que comentário lhe merece o facto de elementos da coordenação geral receberem estes milhares de dólares mensais, quando os professores timorenses de quem fala auferem os 150 dólares que já referiu? Porque não abdicar deles pelo respeito ao povo timorense que veio apregoar? Sendo timorense (como afirmou ser), talvez valha a pena refletir acerca destas questões que coloquei. Afinal, imagino que seja mais fácil pedir que os professores portugueses “sejam agradecidos” ao Estado Timorense por recebê-los, do que pedir ao Estado Timorense que respeite as condições acordadas com o Estado Português para o destacamento dos professores em questão. É fácil dizer de boca cheia que “nem tudo tem que ver com dinheiro” quando se recebe 10 000 USD mensais (ao que consta sem atrasos) e não se faz o mínimo para que os 1000 USD que pertencem, por direito, aos professores portugueses sejam pagos atempadamente. Deixemo-nos de hipocrisias!
      Acha que a coordenação geral do projeto faz jus a estes 10 000 USD quando não luta pela manutenção de um seguro de saúde que, como sabemos, é essencial em qualquer sistema / organização profissional?

      Penso que a Pimpinela e as suas colegas da coordenação geral deveriam, como sugeriu, “travar essa batalha com a vossa própria consciência, comparem as contrições que têm” com as dos professores e educadores do projeto e, mesmo, com as dos professores timorenses. O exercício que propôs deve, antes de mais, partir do topo da hierarquia. Até porque não foram os professores portugueses que decidiram “queremos 1000 dólares mensais”. Assim, não é a esta altura do campeonato que deve vir lamentar estes valores, comparando-os com os auferidos pelos colegas timorenses. Talvez, e tendo em conta a sua preocupação, no próximo recrutamento deveriam propor os 150 dólares como valor base do suplemento. Até pode ser que, assim, consigam evitar as centenas de candidaturas que dizem receber anualmente para um número tão limitado de vagas (o que até acabará por facilitar o vosso trabalho, digo eu)…

        • Por Timor on 6 de Maio de 2014 at 5:16
        • Responder

        *”…comparem as condições que têm…”

    • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 3:39
    • Responder

    E os meninos Timorenses?
    E a felicidade dos pais desses meninos ao sentirem a vossa presença?
    E a beleza de um país intocado na sua paisagem?
    E a oportunidade única de viverem tudo isto?
    E a constatação de que muito do que de bom se desenvolve depende única e exclusivamente de vós mesmos?
    Nem tudo tem que ver com dinheiro, nem tudo tem que ver com poder…
    Ha coisas na vida mais importantes do que isso, como o fazer a diferença, como o deixar marca na vida daqueles que se cruzam nestes caminhos…

    • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 3:42
    • Responder

    Ao que vocês descem! Deixem em paz os honrados timorenses! Já se travestem de “timorenses”?! Quem cospe no prato?! Vocês! São a vergonha de todas nós! Em Portugal há gente mais capaz para esses lugares! Vocês, em Portugal, andavam direitinhas! É que a sociedade não vos deixava terem os despotismos, os desmandos e dislates destes! Vão à procura de outro projecto na Ásia! Seguramente, Timor agradece! É que nunca antes houve tamanha pouca vergonha do que a vossa actuação – pública e profissional!

    • pimpinela on 6 de Maio de 2014 at 3:54
    • Responder

    …como a de sugerir melhorias nas coisas que não estão bem…como o ter compreensão de que se trata de um país novo, de um projecto novo e nunca antes feito em lado nenhum…por isso é único, por isso esta experiência é única…e deveria ser bem aproveitada por todos.


  13. Isto é que é trabalhar em Timor-Leste!?
    Sinceramente…


    1. Como assim Júlia?

        • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 4:33
        • Responder

        As Chefias e as Direções aqui, Raquel, perderam completamente a cabeça! Chegam ao cúmulo de dizer que quem foi passar uns dias para fora que “que foram todas espairecer a passarinha (sic) pela Ásia nesta última interrupção…” Ao que tão baixo que isto chegou! Elas que têm o comportamento do mais dissoluto que se pode ter! Elas é que têm um comportamento contrário à moral comum…


  14. Estavam a postar no blog na hora de serviço!
    Algo vai muito mal no reino
    Será?
    Vão rolar cabeças?
    Vai ficar tudo na mesma ou ainda pior?

      • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 4:37
      • Responder

      Só isso?! E o resto, não conta?! Tudo é permitido às Chefias, às Direções?! Leu os juízos que foram feitos acerca das professoras e até das suas “passarinhas”?!


      1. Falsos pudores… Foi isso que estas coordenadoras sempre mostraram. As suas mentes excessivamente perversas permitem-lhes pensar que qualquer pessoa vai ultrapassar os limites que os seus pensamentos há muito ultrapassaram. Sinceramente, são comentários que não me surpreendem.


      2. Maria…Maria,
        Minha querida exemplar,
        Não me resta outra ideia,
        Senão à M**** te mandar.

        Tu que tens tanto jeito
        Em escrever chateada
        Terás que ouvir e levar a peito:
        “Não faz mal não seres amada.”

        Fugiste porque a vida,
        Nada mais tinha pr´a dar?
        Ou fugiste porque eras tida…
        Como uma louca a delirar?

        Há que lutar pelo bem,
        Até a força mingar,
        Mas se tenho que lutar contigo (olha quem),
        Então prefiro a derrota aceitar.

        Porque é certo que contigo,
        Vergonha e chacota vou ser,
        Qual saco de farinha de trigo,
        que há-de ser pão a cozer.

        Como vÊs tu já chateias,
        Mandas vir só porque sim,
        Não te calas e desnorteias,
        Mas porque raio és assim?

          • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 7:02

          Já cá faltava a “claque das fufas”!…

          Tomara…se até 10.000 USD ganham…

          É a claque das privilegiadas!… É a claque das que se servem, usando da arbitrariedade que, inconscientes, as investiram!

          “Queres ver a vilã, põe-lhe a vara na mão!”

          Estão a por-lhes em causa o vosso “reino da discricionariedade”, do vale tudo?!

          Umas, foram coordenadoras pedagógicas do ensino do português quando só eram de geografia!…Outras, pintam e bordam no pré-escolar e no básico quando, destes ciclos e graus, nada entendem porque são do secundário…

          Na M… vivem vocês e fazem viver as educadoras e professoras das Escolas de Referência…

          Por aqui se vê o vosso baixo nível…

          Lembraria que desculpar as obrigações e as atitudes e opções das chefias, justificar os seus comportamentos o que me parece tratar-se da assumpção de “dores” de quem não está “debaixo da bota” delas…

          A Coordenação não tem o direito de criar novas regras para os professores portugueses.

          A Coordenação, em vez de pisar os professores portugueses, devia respeitar as regras em vigor no sistema educativo português onde estudaram e já que estamos a falar em “Escolas de Referência” em que o ensino deve ser ministrado em língua portuguesa, fiscalizar o trabalho dos professores timorenses ao serviço no Projecto que, praticamente, só falam em Tetum nas suas aulas. E um dia destes, de novo, em bahasa indonésia como sucede todos os dias nas escolas timorenses.

          Por um lado, falta-se ao respeito dos professores portugueses e por outro, colocam-se colegas timorenses que, em Escolas que estão destinadas a ser modelos de ensino, que estão destinadas a ser as Escolas dos metodólogos…ensinam em Tetum, lá falando, de permeio, uma palavra ou outra em língua portuguesa.

          Assim, não se vai lá… Ditadura sobre os professores portugueses, sujeitos a continuada discricionariedade. Laxismo sobre os professores timorenses que, nas mesmas Escolas, ensinam em Tetum…

          • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 7:13

          “Tal e qualmente, como dizia o Odorico Paraguaçu numa célebre novela! O problema é que quer a EPD – Escola Portuguesa de Dili, quer o seu filho, o Projeto das Escolas de Referência são uma extensa prefeitura de Sucupira, como a de Odorico!

          Desta vez o João Roseiro quis voltar? Sem problema nenhum, colocou-se no «olho da rua» uma colega trabalhadora e dedicada. Era preciso dar lugar a um dos protegidos do “sistema”.
          Não há regras, não há critérios, não há seriedade. Vale o que as chefes dos Projetos quiserem que seja.

          Vale tudo!

          A Cooperação Portuguesa em Timor Leste e a cooperação bilateral Portugal – Timor no que se refere à Educação caracteriza-se pela mais absoluta discricionariedade. Mais parece estar-se num negócio privado e não na Administração Pública portuguesa.

          Garantem-me colegas minhas que trabalharam em Timor no tempo colonial que quem deu aulas em Timor, nessa altura, tinha mais garantias e respeito por parte das chefias do que agora.

          Agora, mesmo fazendo-se bom trabalho, à vista de todos, reconhecido pela comunidade local, estamos sujeitas a ser mandadas de volta para Portugal por mero capricho de quem manda.

          Se se protesta com a correspondente indignação, as senhoras chefes elaboram uns relatórios falsos acerca de quem foi mandado embora, de acesso reservado, a ser lido pelas altas entidades onde, se for preciso, até se diz que quem foi mandado partir…era pedófilo ou xenófobo!…

          Ao contrário do que sucedeu com Diretor João Roseiro, quem partir…parte definitivamente, sem apelo nem regresso! Quem parte, está perpetuamente condenada!

          Quem decidiu isso? Onde está escrito que deve ser assim? Ninguém. Simplesmente, é assim que tudo se passa sem que Lisboa se preocupe com nada.

          Outra coisa: o atraso no pagamento dos subsídios às professoras das Escolas de Referência já vai em cinco meses! 5! “Lima”, como se diz por estes lados.”

          • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 7:30

          “Colega Maria

          Antes demais, penso que todos os docentes que estiveram e estão em Timor deveriam estar agradecidos pela sua disponibilidade em relatar o que se passa com os docentes portugueses a lecionar em Timor.

          Bom, se calhar nem todos, dirá. Sobretudo aqueles que estão em lugares de chefia/coordenação que preferiam que nada fosse relatado a bem da vidinha deles.

          Mas se me permite colega, não é só a falta de incumprimento de remuneração.

          É no fundo uma panóplia de factos que vão acontecendo que por vezes parecem surreais!

          É o silêncio imposto por algumas coordenadoras no sentido de não se poder relatar fora do Pólo o que se lá passa; é o obrigar a permanecer nas casas de referência aos fins de semana para que não nos possamos descuidar e dizer aquilo que elas não querem que se saiba; é o silêncio de muitos colegas que querem falar mas não o fazem com medo de retaliações e de poderem ver o seu contrato anulado; são as mentiras inventadas pelas coordenadoras para afastarem colegas e poderem sugerir amigos/as para irem dar aulas em Timor; é ver colegas que em plena reunião tentam agredir pessoalmente em forma de murros outra colega não evitando porém agredir verbalmente e … permanecerem ainda aqui em Timor, ficando, no ano a seguir ao sucedido coordenador por tudo ter feito para obter as graças e simpatia da sua então coordenadora; é ver colegas a tratarem os funcionários timorenses como seus subalternos e criados para todo o serviço e inclusivamente chamarem-lhes de ladrões e preguiçosos e nada acontecer a essas “senhoras”; é saber que algumas pessoas aproveitam a estadia em Timor para conhecer a Ásia e gabarem-se de o fazer e criticarem quem não o quer ou quem não o pode fazer; é verificar que quem “comanda” toda a tropa do pré ao 1.º ciclo são duas docentes que nada têm a ver com estes dois níveis de ensino; é saber que aqui uns ganham 1000 USD e outras ganham….

          Bem colega Maria, muito mais haverá para contar, mas prefiro fazer como as minhas colegas, não vá o diabo tecê-las.

          Bem haja Maria”

          • Maria Santos on 8 de Maio de 2014 at 4:48

          A ditadura da Sãozinha e das amigas está a resvalar para a loucura: as senhoras como são umas atrevidas, podem saber de geografia, história ou ginástica mas nada estudaram em como se tem de estudar para se poder ensinar ao 1º. ciclo do ensino básico ou para ser profissional de educação de infância!

          Assim, porque a ignorância dos tiranos é muito atrevida, as ditas senhoras põem professores do 1º. ciclo a serem educadores de infância e vice-versa!

          Mas, pior! Agora, as ditas cujas vão levar de Portugal, satisfazendo cunhas de pessoal que está no comando de serviços do Ministério da Educação português, “Doutores” da agulha e do “didal” para professores e formadores do 1º. ciclo! “Doutores” da “agulha”! Professoras de EVT para serem professoras-formadoras do 1º. ciclo do ensino básico!

          Não há por aí um pano encharcado para atirar à cara das atrevidas?! Haja respeito pelas professoras e crianças timorenses! Esse pessoal pode perceber muito de bigornas, das plainas, das agulhas e dos dedais mas nada de nada sabe (a menos que tenham feito o curso específico para professores do 1º. ciclo) como se ensina uma criança a ler, como se faz a apresentação de um número, nada sabe de métodos e técnicas próprias para o 1º. ciclo!

          É o despudor total!

          Vale tudo!

          Mas, quem tem a culpa foi quem escolheu as senhoras e lhes deu a vara para a mão!…

          • Maria Santos on 8 de Maio de 2014 at 4:58

          As chefes escolhem quem querem, como querem e quando querem.

          Com a complacência do Ministério da Educação do Governo de Portugal que lavou daí as suas mãos e se limita a destacar e a pagar os vencimentos das professoras.

          Colegas de EVT a lecionarem ao 1º. ciclo. A menos que tenham formação inicial para o 1º. ciclo do ensino básico.

          Este verdadeiro escândalo até nem é de estranhar – as senhoras colocaram já colegas do 1º. ciclo, sozinhas, 1 professora por turma, a lecionarem as DISCIPLINAS TODAS do 2º. ciclo do ensino básico!

          AS DISCIPLINAS TODAS!

          À maneira antiga, em Portugal, há 35 anos atrás, das extintas 5ª. e 6ª. classes do extinto Ciclo Complementar do Ensino Primário!!!

          Só que, hoje como ontem, ninguém, em Portugal, muito menos, professoras do 1º. ciclo, têm formação para dar AS DISCIPLINAS TODAS do 2º. ciclo!

          Decididamente, a loucura saiu à rua!

          E quem faz a formação dos estagiários nas disciplinas todas?!

          Claro que já houve uma Diretora da Escola Portuguesa de Dili que nem o 5º. ano dos liceus tinha…pelo que, nesta lógica, tudo é admissível…

          Como podem ser «Escolas de Referência»?! «Referência» de quê?! De má qualidade?! Só pode…com professoras de EVT a darem 1º. ciclo, com educadoras a darem 1º. ciclo e professoras do 1º. ciclo a darem pré-escolar ou ainda professores do 1º. ciclo a darem TODAS as disciplinas do 2º. ciclo, estamos a brincar às «Referências»!…


    1. Júlia, continue a lutar para que a verdade seja reposta como prometeu que faria. É de pessoas como a Júlia que o projeto sente falta!
      Espero que esteja tudo bem consigo 🙂


  15. Continuo a pensar que não é assim que se resolve o problema, não é com este tipo de atitudes nem de conversa. Eu, pelo que me diz respeito agi em conformidade com quem de direito; assim alerto todos os professores para fazerem o mesmo, tanto em Timor-Leste como em Portugal junto de quem de direito.
    Há lugar à indignação claro, mas acima de tudo, há lugar à justiça e só nas entidades próprias se fará. Escrevam, baseados na lei e exijam a resposta por escrito. Em Timor também existem leis em vigor, ambos os países são estados de direito, logo há meios legais para se denunciar o que vai contra a lei.

    • Felizberta on 6 de Maio de 2014 at 6:18
    • Responder

    Estou à pcos dias em Timor, sou Professora do projeto e não tenho nda a apontar a ninguém…acho que os timorenses precisam de gente boa, que lute por eles…já chega de tanta maldicência…


    1. Felizberta espero tudo do melhor para si, mas ainda é cedo não acha?
      Afinal nem uma semana de trabalho tem?
      Agora vai-me desculpar mas cuidado com os erros de português esse à não é assim, é do ver haver portanto com h logo ‘há’

        • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 6:08
        • Responder

        E Júlia, para professora, realmente, esta colega dá muitos erros…em pouco mais do que linha e meia…em dia e meio de trabalho, já está na “escovinha”…”maldicência” falta-lhe um “e”…esta deve estar encarregada de fazer parte da “claque”…em dia e meio, não viu nada…ainda não pode dizer que “o rei vai nu”…

      • Maria Santos on 6 de Maio de 2014 at 6:38
      • Responder

      Abre o olho Felisberta!

      Quem fala que as colegas que foram passar uns dias de férias “que foram todas espairecer a passarinha (sic) pela Ásia nesta última interrupção…”?!…

      Quem põem em causa o profissionalismo e a dedicação das colegas?!

      Quem se serve dos timorenses, quem se intitula timorense e só viveu aí até aos 5 anos de idade e à custa dos timorenses ganha 10.000 USD (dez mil dólares?!

      Quem comanda despoticamente, Felizberta?

      Quem atropela?!

      Quem pisa?!

      A Coordenação Geral nem sequer é composta por professoras com estágio pedagógico e profissional para a educação pré-escolar ou para algum dos ciclos do ensino básico! E uma não tem qualquer estágio! E ganha 10.000 USD?!… E põe e dispõe, pinta e borda?!… E ainda vêm falar em ética e “moral”?!…

      Quem nos acode?


      1. Boa noite Maria,

        A colega está em Timor? Cheguei há pouco. Sei que ainda não vivi muito por cá, mas não será que exagera nos comentários?
        Espero que não pense que sou mandatada pela coordenação por fazer-lhe esta pergunta, mas até agora, pelo que vi, tirando os complementos que se atrasam. (E que segundo os colegas já estão regularizados), não vejo nada de diferente do que estava à espera.

          • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 5:55

          Ainda só está a trabalhar há menos de três dias. Ainda está na fase de deslumbramento com a paisagem… Esteja atenta. Para o seu bem e para bem do seu trabalho. Se peco, é por defeito! Infelizmente, não há exagero nenhum… Com o tempo, verá, constatará… Felicidades para o seu trabalho! Quando constatar a realidade, venha cá compartilhar connosco a verdade como ela é.

    • Isabel on 6 de Maio de 2014 at 12:17
    • Responder

    “Pimpinela”
    Eu sou a “Isabel” a quem você deu 1 resposta que, através da mesma apenas posso dizer que você é de facto muito baixa, mentirosa e mal formada!
    Quem é você (sim, porque nem me atrevo a chamar-lhe “colega”!) para fazer afirmações tão porcas acerca da minha vida pessoal, quando na realidade nem sabe quem eu sou! Tenha cuidado com o que diz!
    Por acaso foquei as suas preferências sexuais?! Quem é você para afirmar que estou em Timor por dinheiro? Você entrevistou-me? Pois atrevo-me a dizer-lhe que não sou igual a si e nem ganho (infelizmente) o que você ganha!
    “Divórcio mal resolvido”, que eu saiba não me lhe ter contado a minha vida pessoal e não sou da sua família! (felizmente, caso contrário teria desgosto!). Por acaso sabe se sou casada? Tenha cuidado com o que afirma!
    Sabe por acaso se eu quando aqui falei, não foi só por mim mas por todos(as) as colegas, porque aprendi na “universidade da vida” que devemos defender a nossa classe, ao contrário de você (caso seja professora!) não sabe o que isso é!

    • Isabel on 6 de Maio de 2014 at 12:32
    • Responder

    “Você não sai porquê??” Pois, acredito que o que você gostaria era que todas nós saissemos de Timor, para que você e todas aquelas iguais à sua lai, pudessem fazer de nós “criadas” para todo o serviço e que nos calássemos por medo, por ameaças, por vocês nos quererem fazer “seres inferiores” e que não estão a conseguir! Aliás, vocês entendem que lá por terem habilitação para dar aulas no secundário são mais importantes que as Educadoras ou as Professoras do 1.º ciclo!Se você interpreta da minha parte “masoquismo” não acha então que já é tempo de refletirem nas vossas reuniões secretas acerca da vossa postura e verificarem que não prestam como profissionais e como colegas ! Não verificaram ainda, ou acaso não saiba interpretar o que lê, que não é só 1 nem 10 professores que aqui se têm manifestado acerca daquilo a que somos sujeitos em Timor! E mais, fique sabendo que não é só neste Blog que os assuntos estão a ser explanados.Acredito que me possa dizer que nada teme, pois com certeza deve estar com as “costas” muito bem protegidas! Mas acredito que tanta a justiça Divina como a da mão do Homem irá ser feita! Tarda, mas… não falta!

    • Isabel on 6 de Maio de 2014 at 12:33
    • Responder

    JÁ chega! Isto é demais! Uma verdadeira vergonha!Que haja alguém que ponha côbro a “Pimpinelas” como estas, que são tão sérias, tão púdicas, tão generosas, tão preocupadas com as professoras em Timor, tão defensoras do “a bem da Nação” mas que nen tão pouco dão a cara e colocam o nome e escondem-se atrás de um pseudónimo!

    • Natalia on 7 de Maio de 2014 at 0:59
    • Responder

    Olá,
    Tal como a Felizberta, também sou recém chegada a Timor.
    Confesso que depois de ter chegado a Timor me deparei com um cenário totalmente diferente daquele que é exposto neste blog.
    Fui alertada para a demora na entrega dos complementos, mas mesmo assim optei por vir.
    Não vejo ninguém aqui a dizer bem de nada…
    Enfim!

    Cumprimentos!


    1. Quer se queira quer não, a verdade é que aqui se está melhor do que em Portugal…
      Não quero defender ninguém, mas uma chefia será sempre uma chefia, aqui ou lá….
      Há que ter maturidade para perceber as coisas.
      Em que Distrito está a Natália?

      • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 5:57
      • Responder

      Ainda só está a trabalhar há menos de três dias. Ainda está na fase de deslumbramento com a paisagem… Esteja atenta. Para o seu bem e para bem do seu trabalho. Se peco, é por defeito! Infelizmente, não há exagero nenhum… Com o tempo, verá, constatará… Felicidades para o seu trabalho! Quando constatar a realidade, venha cá compartilhar connosco a verdade como ela é.

    • Sonhadora on 7 de Maio de 2014 at 8:06
    • Responder

    Vim para Timor em Setembro e tal como as colegas que acabaram de chegar , também andei deslumbrada durante muito tempo mas com o decorrer do mesmo vamo-nos apercebendo de situações graves que vão acontecendo, existe um peso e duas medidas em Timor, os coordenadores têm carta branca para agir, informam-nos do que querem e quando querem, agem em benefício próprio e favorecem os que lhes dizem que sim a tudo.
    Os vencimentos ainda não estão regularizados e o seguro ainda não está legalizado pelo que soube por uma colega que dele necessitou.
    Quando os colegas estiveram doentes com dengue não foram todos tratados da mesma forma, alguém teve direito a companhia em Díli.
    Gostaria de deixar bem claro que os professores portugueses não são coitadinhos, apenas querem ver as situações esclarecidas e que sejam justas.
    Não sei mas gostaria de saber qual é o polo que tem 20 alunos por sala????
    Eu não vou comparar o meu suplemento com o vencimento dos professores Timorenses porque não tenho que o fazer, não sou dada a falsos moralismos. nem o vou comparar com os coordenadores de escola ou com as coordenadoras do projeto.
    Recebo 1000dolares e só quero que mos paguem a tempo e horas, justo não?
    Para terminar, lamento a falta de educação que por aqui se faz sentir, a vida pessoal de cada um só a ele lhe diz respeito, custa-me que se lave roupa suja de uma forma tão grosseira e tão pouco digna para uma classe que se diz educadora.
    Preocupa-me saber que são estas pessoas que estão à frente de projetos.
    Estou cansada, e vou-me embora, pela falta de respeito que gente tão pequenina e que finalmente conseguiu um cargo, tem para com os colegas, são pobres de espírito mas infelizmente são estas peças de museu que tem o poder nas mãos. Por isso parto, feliz com a experiência e desiludida com todo este grupo de coordenadores que provavelmente são mal amados em Portugal.
    O mal de timor são os portugueses com cargos…fiquem bem

    • Isabel on 7 de Maio de 2014 at 22:11
    • Responder

    “Sonhadora”
    Permita-me partilhar totalmente das suas verdadeiras, sentidas e elucidativas palavras! Subscrevo-as na totalidade! Em tão pouco relatou tudo o que se pode dizer da nossa estada em Timor! Foi até agora o comentário mais plausível, mais correto e mais educado que li! O meu apreço por si, sem a/o conhecer . Sem sombra de dúvida que disse tudo!Não lhe retiro uma palavra porque tudo o que aqui escreveu é verdade! Bem Haja! E até regressar… tenha coragem e muita força para aguentar e sofrer em silêncio.

      • Maria Santos on 7 de Maio de 2014 at 23:18
      • Responder

      Isabel, a “Pimpinela” resume o pensamento da Coordenação relativamente às educadoras e professoras, as tais que “foram espairecer a passarinha (sic) para a Ásia nesta última interrupção” lectiva!…

      Estou de acordo consigo, com excepção de uma coisa – ir-se embora é o que a Coordenação quer!

      É fazer a vontade à Coordenação que acha que o contingente de educadoras e professoras que asseguram o funcionamento das Escolas de Referência de Timor Leste, não presta!

      Estas, já foram esfoladas, já cumpriram o papel que lhes destinaram.

      Desejam que se vão todas embora, segundo elas, “ninguém insubstituível”, “há mais quem queira” em Portugal.

      E assim, poderão explorar mais outras que chegam de olhos fechados…

      A “Pimpineleta” chega ao ponto de afirmar, sem vergonha nenhuma, ” sinto vergonha pela forma como os portugueses se encontram representados pela generalidade dos professores deste projecto.”

      A “Pimpineleta” teve boas mestras, farinha do mesmo saco, na Escola Portuguesa – Ana Maria, Sãozinha e companhia.

    • Por Timor on 9 de Maio de 2014 at 0:15
    • Responder

    Então e o que dizer destas coordenadoras que ganham 2000 USD mensais (mais 100 USD por cada ano de permanência em Timor), e distribuem as tarefas que deveriam ser suas pelos restantes professores, acabando por passar as tardes a dormir? Em cima do acontecimento rejeitam planificações, rasgam atas na cara dos colegas que as redigiram ou alteram-nas acrescentando pontos que não foram abordados nas reuniões… Há até aquelas que para se afirmarem perante os timorenses e perante os colegas, se passeiam na pick up do projeto pelas ruas do distrito (rejeitam, por vezes, a deslocação no Mini-bus com os restantes professores, para “praticarem” a sua condução, algo que sempre foi proibido pela coordenação geral do projeto).

    Cara Pimpinela, e se em vez de vir tratar mal toda a gente por não ter argumentos para contrariar aquilo que tem sido aqui dito, fosse para o terreno verificar como, de facto, trabalham as coordenadoras que colaboram consigo? E se em vez de apresentar falsos romantismos em relação a esse humilde povo, fosse falar com os funcionários timorenses empregados pelo projeto, para tentar perceber a opinião que muitos têm em relação às suas coordenadoras? Ja são muitos aqueles que dizem que o pais é seu, que se revelam insatisfeitos pelo recorrente abuso de poder, que querem ter em si algum poder de decisão. Dizem que se pudessem votar tudo mudaria… Que não tarda e a paciência se esgota, e quando isso acontecer não permitirão a permanência destes “malai” abusadores, antipáticos e autoritários… Mas será que isto é surpresa para si cara Pimpinela? Não creio que seja (a não ser que a sua distração ultrapasse os limites do aceitável). Se for o caso, não precisa de ir muito longe para comprovar aquilo que aqui digo (40 km de distância serão suficientes)…

    Não tarda e tudo rebenta na comunicação social (sei do que falo). Estaremos aqui para ver!

    • Por Timor on 9 de Maio de 2014 at 0:21
    • Responder

    Não queria contribuir para o baixo nível que já aqui se atingiu. Mas não resisto em colocar a questão desta forma:

    Cara Pimpinela, pode dizer-nos para onde é que a coordenadora geral do projeto foi passear a sua “passarinha” a esta altura do campeonato?

      • Por Timor on 9 de Maio de 2014 at 0:34
      • Responder

      Sinceramente acho de uma tremenda falta de coerência, de responsabilidade e de respeito que com o ano letivo a decorrer em pleno, na semana de integração dos novos colegas, a coordenadora em questão decida tirar algumas semanas de férias para se ausentar de Timor e do projeto e, assim, “repor energias”.. Cara Pimpinela, acha que um coordenador em Portugal teria a possibilidade de tomar uma atitude destas? Coloco-lhe esta questão porque num post mais acima li o seu apelo à comparação das reais condições (alegadamente privilegiadas) “entre os professores portugueses em Timor e os colegas a lecionar em Portugal”. Vá, comparemos tudo então…

    • Maria Santos on 9 de Maio de 2014 at 2:09
    • Responder

    A “Pimpineleta”, arrogante, sobranceira, ignorante, atrevida, preconceituosa, resolveu ir, como muito bem questiona, “espairecer a passarinha”?!…

    Agora, entendo mais algumas coisas…

    A “Pimpineleta” saiu de Timor, para Angola, com cinco anos de idade, no distante ano de 1973. Chegou à antiga “Metrópole” com sete anos de idade. Lá fez as então escolas primária e preparatória, a secundária e a licenciatura em História / Arqueologia na Faculdade de Letras de Lisboa. Sem estágio integrado.

    Onde é que deu aulas em Portugal?!… Eu respondo: em lado nenhum!

    Mesmo assim, sem ter dado aulas em lado nenhum, através do compadrio de outra timorense, pouco instruída, emigrada na Austrália, regressa a Timor mais de trinta anos depois de ter saído e é posta, pela mão desta outra atrevida a dar aulas de História, como contratada localmente, na EPD – Escola Portuguesa de Dili onde se caracterizava por uma postura muito humilde, mesmo subserviente.

    Características ideais para ser instrumento da Sãozinha à frente do Projeto das Escolas de Referência. Continuaria a tudo controlar por interposta pessoa até porque já tinha posto a sua mulher aqui como assessora.

    Com tão boas mestras, a “Pimpineleta” rapidamente se transformou, reconverteu e chegou à atual postura.

    A propósito deste presente “espairecer da passarinha”, esta faz lembrar um incidente ocorrido há poucos anos.

    Tem estado aqui em Timor a trabalhar na preparação da cimeira da CPLP de julho próximo, o ex-ministro português dos negócios estrangeiros Luís Amado. Este, nos últimos dias do anterior governo a que pertencia, veio em visita oficial a Timor para co-inaugurar as Escolas de Referência com os ministros timorenses dos negócios estrangeiros e da cooperação e da educação, Zacarias da Costa e João Câncio. Todos estão cá em Timor. Foi escolhida a Escola de Referência de Maliana para estabelecimento da festa de inauguração. Uma extensa comitiva de autoridades locais e diplomáticas deslocou-se expressamente a Maliana. Qual foi a surpresa e o choque das autoridades, sobretudo do ministro português? Em Maliana, a Direção da Escola Portuguesa na dependência da qual funcionavam as Escolas de Referência e as professoras que ali trabalhavam e ali estavam sacrificando o gozo do seu fim de semana, não se fez representar! Primou pela ausência! Porquê? Porque a Diretora resolveu, na mesma altura, ignorar a importância do momento, ausentar-se de Timor e ir passar uns dias de férias para Bali! E a sua mulher e assessora, também resolveu não ir a Maliana!

    O que é que lhes aconteceu face a esta inconsciência, desresponsabilidade e desrespeito pelas autoridades e altas entidades nacionais e portuguesas e mesmo pelas professoras presentes em Maliana?

    Nada!

    O ministro Luís Amado, apesar de muito prestigiado e continuar a merecer a confiança das autoridades timorenses ao ponto de ter sido, por estas, nomeado para a missão de preparação da cimeira da CPLP, dali a uns dias, deixou de ser governante português.

    De nada serviu o seu lamento e a sua reprovação.

    E os novos poderes, em Lisboa, o ministro Crato, o primeiro-ministro Passos Coelho, suportados no apoio do embaixador português da altura, inconscientemente, ignoraram todo este grave incidente e nomearam-nas para as funções em que hoje continuam investidas.

    Se as mentoras fizeram isto a ministros e diplomatas, porque é a “Pimpineleta” não pode ir “espairecer a passarinha” dela para onde lhe apetecer?!

    Porque quase meia centena de educadoras e professoras portuguesas acabaram de chegar?!

    Quem?! Portuguesas?! Não ficou claro o que pensa a respeito delas?!

    Quem escreveu ” sinto vergonha pela forma como os portugueses se encontram representados pela generalidade dos professores deste projecto.”?!…

    Mais palavras para quê? Está tudo à mostra! É tudo “farinha do mesmo saco”!…

      • Kosmic_Sense on 15 de Maio de 2014 at 5:58
      • Responder

      Maria “Gonçalves” Santos,

      Concordo com tudo o que disse…
      Não sei é porque não revela o seu nome e usa um pseudónimo feminino…
      Beijão grande para ti! Espero que tudo esteja a correr bem ctg.

      *

    • Isabel on 12 de Maio de 2014 at 15:56
    • Responder

    Palavras para quê depois de tudo isto aqui relatado?!
    Estou certa que um dia justiça há de ser feita!
    Tanto este corpo diretivo, como algumas coordenadoras irão ser desmascaradas!
    E aí sim, viveremos em paz, com sanidade mental e motivadas para cumprirmos a nossa função em Timor!
    Bem haja a todos(as) aqueles que destemidamente partilham a sua dor e o seu descontentamento e põem a nu o que por aqui se passa, nesta pequena/grande nação!

    • Maria Santos on 15 de Maio de 2014 at 10:54
    • Responder

    Incompreensivelmente, aqui em Timor, em todos os Projectos (com excepção da Escola Portuguesa de Dili “Engº. Ruy Cinatti” cujas verbas de funcionamento são provenientes do OGE de Portugal) há já muitos meses de atraso quer no pagamento dos subsídios de residência das professoras quer nos vencimentos dos funcionários locais, timorenses.

    Por todo o lado, face à situação aflitiva em que já vivem, os funcionários locais estão a pedir dinheiro emprestado às professoras.

    Algumas opiniões próximas do “poder”, ao longo destes meses, têm desculpado estes atrasos com o atraso da aprovação do Orçamento Geral do Estado da RDTL.

    No entanto, estas situações têm sido repetitivas e o último OGE timorense há vários meses que já foi aprovado pelo Parlamento Nacional e promulgado pelo Senhor Presidente da República.

    • Mimi on 10 de Junho de 2014 at 11:52
    • Responder

    Afinal alguém me sabe dizer que raio se passa na Coordenação? A vice coordenadora foi ou não suspensa?

    • Maria Santos on 10 de Junho de 2014 at 12:09
    • Responder

    Eu liguei para Dili e ninguém sabe dizer nada a esse respeito.

    Fala-se numa hipotética troca com João Roseiro, um membro do mesmo “lobby”.

    • Maria Simões on 10 de Junho de 2014 at 13:15
    • Responder

    A resposta não está em Dili…

    • Raquel on 10 de Junho de 2014 at 13:27
    • Responder

    Onde está essa resposta então?
    Qual terá sido o motivo apresentado para a eventual suspensão?
    Só a vice coordenadora foi suspensa? Então e a restante coordenação?

    • Júlia on 10 de Junho de 2014 at 13:56
    • Responder

    “Continuo a pensar que não é assim que se resolve o problema, não é com este tipo de atitudes nem de conversa. Eu, pelo que me diz respeito agi em conformidade com quem de direito; assim alerto todos os professores para fazerem o mesmo, tanto em Timor-Leste como em Portugal junto de quem de direito.
    Há lugar à indignação claro, mas acima de tudo, há lugar à justiça e só nas entidades próprias se fará. Escrevam, baseados na lei e exijam a resposta por escrito. Em Timor também existem leis em vigor, ambos os países são estados de direito, logo há meios legais para se denunciar o que vai contra a lei.”

    Este foi um dos meus comentários por aqui!

    Eu acredito nos meios legais para agir.
    Não caíram em saco roto!

    E homenageando o poeta Fernando Pessoa, no Dia de Portugal, de Camões e das comunidades Portuguesas espalhadas pelo o mundo e em especial para Timor-Leste;

    ‘Tudo vale a pena quando a alma não é pequena’

    Obrigada Portugal!

    • Ana (docente) on 10 de Junho de 2014 at 22:44
    • Responder

    “Eu só sei que nada sei”, como diz o poeta. Mas de uma coisa eu sei, é que de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o “Homem” chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. E só lamento se juntamente com a Dr.ª Lúcia não vier também algumas comadres coordenadoras, que têm denegrido a imagem de colegas por maldade, inveja e má formação. Acredito que há pessoas que se acham muito grandes! Mas o Titanic também o era e afundou-se!
    Quero acreditar que um dia… justiça irá ser feita. E que cada um pague por tudo o que de bom e de mau tem feito na vida dos outros! Acredito que haja “alguém” que tente pôr cobro a todas as situações que têm sido aqui relatadas, mas nem sempre é capaz… É ridículo, roçando mesmo a estupidez, quando algumas pessoas deixam de gostar de nós a partir do momento em que não fazemos o que elas querem! Sempre ouvi dizer que humilhar o próximo é a defesa de uma pessoa ignorante pela necessidade de se sentir superior! Vamos esperar serenamente pois dizem que… fruta podre cai sozinha!

      • Maria Santos on 11 de Junho de 2014 at 10:08
      • Responder

      Ana (docente), estou muito descrente em relação tudo o que tu falas e crês.
      Todo os comandos centrais da Escola Rui Cinatty e das Escolas de Referência fazem parte de um conhecido “lobby”, muito poderoso em Portugal.
      Achas que o Secretário de Estado João Casanova de Almeida, o Diretor Geral da DGAE Mário Pereira, a Diretora de Serviços de Relações Internacionais do Ministério da Educação de Portugal, Janine Costa, vão sair da sua área de conforto e vão pôr ordem na casa? Achas que entre quem manda, aqui em Timor e quem é pisada todos os dias, de que lado é que lhes convem estar?
      É fácil – educadoras e professoras há “paletes” em Portugal para substituir as maltratadas aqui. Basta não fazerem nada, as pessoas cansam-se e vão-se embora e eles, de lá, enviam mais CV à Antonieta e à Lúcia para estas escolherem quem lhes apetecer.
      E nos sindicatos, só o Abel Macedo, do SPN, Fenprof, se preocupa com Timor. É pouco. Muito pouco. Não chega.
      Isto só mudaria se alguém, de peso, em Portugal, se interessasse pelo assunto e obrigasse a agir quem está nas superestruturas. Mas, não sei como.

    • Mimi on 11 de Junho de 2014 at 10:36
    • Responder

    Pois eu continuo a concordar com a Maria Santos, a partir do momento em que alertei os jornais, Embaixada, Movimento dos amigos de Portugal e Timor, presidido pelo Sr. Alkatiri, etc, tudo estruturas (que deveriam ser) de peso. Quanto à dita cuja legislação… pois, quando foi pedida à coordenação, a resposta foi que tinha que se fazer prova de frequentar algum curso em Portugal para ter acesso a ela! Não é direito de qualquer cidadão, em qualquer país, conhecer a legislação que o rege e ao trabalho que exerce?….

    • Maria Santos on 13 de Junho de 2014 at 23:07
    • Responder

    Oh Chefes todas-poderosas e omnipotentes:
    Expliquem cá à gente, aqui a estas a quem vocês, sobranceiramente, de dedo em riste, apodam de “malucas”, esse vosso “lindo” trabalho – vocês escolheram a vosso bel-prazer, por vossa prévia exigência às autoridades, quem quiseram para educadora ou professora, tudo às escuras, sem qualquer transparência, sem publicação de qualquer lista ordenada, no INÍCIO DESTE ANO DE 2014!
    Com aqui as “malucas” ao vosso serviço a acumular duas turmas, sem verem nem mais uma pataca por isso, nem a receberem os subsídios a que tinham e têm direito, começaram essas novas colegas SÓ A TRABALHAR NO INÍCIO DE MAIO DE 2014!…
    Os bilhetes eletrónicos que vocês enviaram daqui para Portugal e que estas novas colegas trouxeram, têm datas de regresso a Lisboa para o INÍCIO DA 2ª. QUINZENA já do PRÓXIMO MÊS DE JULHO!
    Ou seja, estas novas colegas estiveram cerca de quatro meses em casa em Portugal, desligadas de serviço, a receberem o salário, o vencimento e os subsídios, como se estivessem a trabalhar em Timor, começaram a trabalhar já no decurso da primeira quinzena de Maio e vão regressar a Lisboa no início da 2ª. quinzena de Julho?!
    Vieram fazer para Timor umas curtas “férias” de três (03) meses?!…
    Qual é a vossa ideia?!
    Três (03) meses mal dá para conhecer as crianças, mal dá para estabelecer laços com a comunidade, não dá para nada de jeito!
    O dinheiro do Estado português e do Estado timorense não vos merece qualquer respeito?! Acham que colocar o retorno a Portugal para daqui a um mês (01) e uma (01) semana é algum bom serviço deste nome?!
    E as “malucas” somos nós?!
    Vão-se vocês tratar pois que são vocês quem tem o tal “neurónio a hibernar”!
    “Anormais”, são vocês!
    A alternativa à vossa anormalidade não é ir-se embora quem vocês pisam!
    A alternativa, é vocês mesmas desampararem a loja!
    Não estraguem mais! O que vocês sabem fazer bem, é estragar!
    Há quem saiba fazer e fazer bem!

      • Maria Simões on 13 de Junho de 2014 at 23:12
      • Responder

      Maria Santos
      Porque será?
      Pensem bem…
      Não será um sinal de mudança?
      Não virá por aí algo de novo?

    • Maria Santos on 13 de Junho de 2014 at 23:34
    • Responder

    Maria Simões,
    Oxalá!…
    Já basta de tanta asneira, discricionariedade, sobranceria e arrogância!
    Isto merecia novas chefes, fora do “lobby” dominante, dotadas de bom senso e equilíbrio, com formação para o pré-escolar e/ou o ensino básico, que conheçam as regras e que sejam capazes de exigir trabalho mas respeitando os direitos docentes.
    Sabendo administrar, sabendo gerir pessoas, meios financeiros e materiais postos à sua disposição. Está provado que estas, não o sabem fazer.
    Podem saber fazer bem outras coisas…dar ginástica, trabalho de campo em arqueologia. Não se discute nada disso.
    Para estas funções, para a Coordenação, não têm o perfil adequado.
    É mesmo preciso mudança.
    De pessoas e de métodos.
    As Escolas de Referência são um Projeto demasiado sério e ambicioso para estar tão mal tratado e tão mal entregue.

    • Maria Maria on 15 de Julho de 2014 at 8:10
    • Responder

    Sim senhora…
    Haja desorganização e incompetência!!!
    De um dia para o outro muda-se de ideias e dia 19 de julho vão quase todos os docentes para Portugal. ..
    Férias???… Mas que férias serão estas???
    É lamentável a continuada falta de respeito e consideração das senhoras da Coordenação para com quem trabalha nas escolas do PERTL.
    Como docente acho que este projeto está a ir de mal a pior!
    A tão falada grandiosidade e qualidade do projeto, parecem-me cada vez mais apenas expressões utilizadas para show off e nada mais…
    É triste!!!

    • Maria Santos on 25 de Julho de 2014 at 3:02
    • Responder

    Consta que a Antonieta ganha, pela Coordenação Geral do Projeto das Escolas de Referência, PERTL, 10.000 dólares. Que empregos é que a Antonieta teve em Lisboa? E a Lúcia? Têm alguma formação especializada em administração e gestão escolar? Não. Nada de nada. Para além dos pinos e das cambalhotas, qual o contributo que ela deu para merecer uma distinção destas? Nenhum!
    E agora, consta em Dili, com grande insistência, que a estas duas figuronas se vai juntar uma outra amiga delas.
    Também vencendo uma sinecura da ordem das dezenas de milhares!
    Porventura esta amiga e protegida tem formação para a educação pré-escolar ou para o ensino básico? É que são estes os graus de ensino que estão a ser ministrados no PERTL. Para ignorantes convencidas já bastavam as que estavam.
    E, ao menos, esta protegida tem formação em supervisão educativa ou em administração e gestão escolar? Não.
    E esta nova figurona trabalhou, alguma vez, fora de Dili? Esteve nalgum distrito, nalgum subdistrito, nalgum suco, a trabalhar fora de Dili? Não.
    Lá vem mais uma convencida, ignorante, dura e insensivel atazanar-nos a existência. Mais uma iluminada a querer que também se lhe lambam as botas e o mais que se lambe lá para os lados de Balide. Mais uma oportunista a estoirar os milhões de Timor sem o merecer!
    Quem ensandeceu neste processo todo?
    Continua o desregramento?
    A quem me refiro eu? Quem é esta nova privilegiada?

    • Maria Simões on 25 de Julho de 2014 at 3:09
    • Responder

    Maria Santos
    Quem é a personagem tão importante para o projeto?
    Portuguesa?

      • Maria Santos on 25 de Julho de 2014 at 4:21
      • Responder

      Maria Simões
      É mais uma “surpresa” proveniente de Santa Cruz de Balide. Mais do mesmo. Assim, não se vai lá.
      Era precisa uma “vassourada” e não mais uma das amigas.

    • Maria dos Anjos on 26 de Julho de 2014 at 22:25
    • Responder

    Comunicação Social,Colegas,Comunicação Social !!! Denunciem,delatem tudo…

      • Maria Simões on 26 de Julho de 2014 at 22:39
      • Responder

      Maria dos Amjos para isso é preciso a união de todos pela mesma causa, está disposta? Estarão todos dispostos?

    • Maria dos Anjos on 27 de Julho de 2014 at 1:42
    • Responder

    Eu estou disposta a tudo,sim,Maria Simões.Precisamos de traçar um plano.Dêem-me só uma semanita para eu ficar disponível.(Então comunicarei consigo).

      • Maria Simões on 27 de Julho de 2014 at 1:45
      • Responder

      Eu também, já somos duas e muitos mais se fôr preciso, disso tenho a certeza!

      Borá lá, fico à espera…

    • Maria Santos on 27 de Julho de 2014 at 4:14
    • Responder

    À Antonieta e à Lúcia, vai juntar-se mais uma privilegiada de Santa Cruz de Balide: Ana Bessa.
    Quem a escolheu? Como foi recrutada? Como foi selecionada?

      • Maria Simões on 27 de Julho de 2014 at 4:40
      • Responder

      Maria Santos a Lúcia não fica!

    • Mimi on 29 de Julho de 2014 at 23:08
    • Responder

    É verdade, a Lúcia já saiu com bilhete só de ida. Deus é grande!

    • Maria Simões on 29 de Julho de 2014 at 23:13
    • Responder

    E eu não disse!

    • Maria dos Anjos on 30 de Julho de 2014 at 12:10
    • Responder

    Então,há ventos de mudança?As chefias,estão, também elas, a sentir vergonha na cara?

    • Mimi on 30 de Julho de 2014 at 18:39
    • Responder

    O Sr Crato mandou a Lúcia embora, mas à Antonieta não pode, a ela só o governo de Timor

      • Maria Santos on 30 de Julho de 2014 at 22:02
      • Responder

      É isso mesmo! Há um Protocolo celebrado entre Portugal e Timor. Nesse Protocolo está prevista uma coordenação geral, composta de duas pessoas muito bem pagas. Uma é nomeada pelo governo timorense, outra pelo MEC português. Crato escolheu e nomeou João Roseiro, Lúcia Pereira e agora, a Ana Bessa.

      • Maria Santos on 31 de Julho de 2014 at 2:26
      • Responder

      Mas, esta, é mais uma demonstração da falta de jeito de Crato para político social democrata ou centrista. Já é a terceira pessoa que escolhe e nomeia para este Projeto – 1º. João Roseiro, 2ª. Lúcia Pereira, 3ª. Ana Bessa, agora. Todos professores do ensino secundário. Nenhum com experiência de trabalho em condições difíceis, nos distritos. Era fundamental ser alguém com formação para o pré escolar e para o ensino básico. A Antonieta também não tem formação para esses ciclos e graus de ensino. Era fundamental ter alguém que percebesse desses assuntos. Com o que Ana Bessa vai ganhar – uma fortuna, mais do que Crato ganha -, podia ter selecionado alguém competente para a função. Qualificada. Mas não. Crato dá ouvidos a “cunhas” fora do círculo ligado ao Governo. Socialistas, comunistas e minorias sexuais. Não promove qualquer concurso para estes lugares. Lembremo-nos do que sucedeu e sucede na Escola Portuguesa de Dili “Rui Cinatty”. É tudo à base da “cunha” – “cunha” para a escolha da Direção, “cunha” para a escolha do pessoal docente.

        • Felicidade Aventura on 5 de Agosto de 2014 at 0:49
        • Responder

        Cara colega Maria Santos, em Timor muito ouvi falar deste blogue, infelizmente nunca tive oportunidade de ver o que por aqui vai. Felizmente hoje, e porque regressei à poucos dias de Timor, consegui entrar na pagina. Não me dou muito bem com a informática, mas digo-lhe, menos me quero dar com aquelas malvadas Coordenadoras Gerais e muitas coordenadoras dos Distritos.
        A minha ida a Timor, ensinou muitas coisas, mas a principal, é que Deus me livre de ser igual a estas trafulhas, a estas mentirosas que pensam estar a “coordenar”. Infelizmente fiquei muito doente aí em Timor no período em que não havia seguro, e de tudo fiz para que a minha situação fosse resolvida! agora que já estou no sucesso da minha casa e sem medo digo, e podem confirmar; fui eu que contatei o sindicato do P, da Região Centro, fui eu que falei com a Jornalista, fui eu que fui falar diretamente com o Senhor Embaixador, fui eu que falei com advogados, fui eu que falei com o adido do Embaixador, fui eu que lutei sem parar e respondi sem medo à tal, Lúcia, a quem não quero chamar de doutora, nem de professora! Eu reusei entrar num avião sem condições e garantias médicas! Fui eu que falei com o secretário de estado dos “emigrantes”, para que esta nossa situação fosse resolvida. Fui eu que vim doente para Portugal com um seguro “falso”, de que ainda hoje espero resposta da Coordenação e do Adido do Embaixador acerca do pagamento das minhas contas de saúde. Lutei muito colega, lutei por mim e sei que os que por lá ficaram vão ficar um pouco melhores do que nós! Colega, hoje estou cansada, pois continuo doente, mas amanhã falarei e contarei aqui tudo o que essa “Gentinha” me fez! Coitadas, pensam que todos vão para Timor pelo dinheiro! Mas que dinheiro? Coitadas! Estou cansada, mesmo cansada, e queria muito que as colegas se unissem a mim e denunciássemos estes maus tratos físicos psicológicos nas televisões Portuguesas. Estão comigo? Tenho muitas provas e até gravações de conversas! Estão comigo? se estiverem eu não tenho medo de por aqui o meu número de telefone para me ligarem, pois as pessoas deste Projeto são más, ridículas e traumatizadas! Quem manda um relatório de auto avaliação para trás 4 vezes?! Sofri ameaças só porque falava em afetos e pessoas carinhosas?
        Esta coordenadora, que já andou de bata de limpeza vestida ( o que não é vergonha nenhuma), e sofreu todos os horrores de um trabalho pesado, e muito mais, me mandava consecutivamente rever os meus relatórios? Quem é ela? Uma professora de EVT, a fazer que dava aulas! As crianças e pais odiavam-na pois ela é arrogante e continua mal formada, e com um discurso que nem sabe usar as palavras na sua grafia nem na sua fonia, mas julga-se “escritora”. Coitado do António Mota, e outros como ele, que sofrem plágios!
        Colegas, juntem-se a mim, e vamos ás denuncias! mil dólares mensais?! nem chegam para pagarmos a água que bebemos, os produtos de limpeza que somos obrigadas a pagar para a casa!
        Nunca consegui ver qual a vantagem de irmos para Timor, hoje assim o penso, pois antes de irmos, só em vacinas vejam quanto se gasta1 Quem nos paga? Nós; Dinheiro que jamais recuperaremos!
        Muito terei de falar e como gosto de fazer contas eu as irei aqui colocar, para que outros não vão para Timor levada ao engano, como eu fui.
        hoje não, não quero que me traem mais mal, amanhã sim, quero que alguém pague por tanta maldade! hoje já não quero pensar o quanto sofri, amanhã penarei!

          • Correia on 8 de Agosto de 2014 at 11:43

          Vá para tribunal.

    • Maria Simões on 5 de Agosto de 2014 at 1:03
    • Responder

    Manda o número que eu ligo- te já!
    A história se repete contigo…

    • Ana (docente) on 6 de Agosto de 2014 at 17:08
    • Responder

    Felicidade, pode colocar o seu número que também entrarei em contacto consigo, e tenho conhecimento de mais 3 colegas interessados não só em falar como também em divulgar o que sabem e o que viveram em Timor! Bem Haja!

    • Maria Simões on 6 de Agosto de 2014 at 20:44
    • Responder

    Colegas, abre amanhã concurso para as escolas de referência de Timor- Leste por 5 dias úteis.

    [gview file="http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2014/08/Aviso-de-Abertura-Manifestação-de-interesse-para-o-exercício-de-funções-docentes-em-Timor-Leste-no-PERTL-CF.pdf"]

    Vagas, mais que muitas, 47 educadores e77 professores do 1o ciclo.

    Agora sim, tudo às claras para todos os professores, acho bem!

      • Maria Santos on 11 de Agosto de 2014 at 2:36
      • Responder

      Maria Simões,
      A entrevista com caráter “eliminatório” borra a opa toda! A entrevista poder ser eliminatória vem permitir fazerem “tiro ao alvo”! O facto de ser eliminatório dá azo a que os “lobbyes” nossos conhecidos imponham a sua vontade discricionária! Se a Antonieta e a Ana Bessa aparecerem no Juri com um recado das suas mentoras de que se concorrerem esta e aquela, é para cortar que as não queremos cá…o que é o restante Juri vai fazer? O Juri vai impor-se e dizer que estamos no domínio do trabalho e só do trabalho ou as Dras Janine, Lucília, Elsa ou o Artur vão na conversa e fazem-lhes a vontade?! É que outro sentido não tem a “entrevista-eliminatória” senão permitir eliminar discricionariamente quem elas temem que passa fazer “sombra”! A seguir, fica a “mancha”…Isto, não pode ser Drª. Janine! Estamos no domínio da malandragem! A mesma malandragem que, ao colo, levou a Antonieta e a Ana Bessa à escadaria do sucesso!

        • Maria Simões on 11 de Agosto de 2014 at 2:53
        • Responder

        Maria Santos
        Espero bem que o processo seja limpo e claro, a Dr.a Janine é a presidente do júri, há mais duas vogais, um do dgae e outro de Timor e mais 3 suplentes, está equilibrado. Agora é aguardar para ver. Estou muito curiosa.
        Já na manifestação de há dois anos atrás tal se verificava só que na altura não vieram a concurso todos os lugares existentes, lembram-se?
        Se bem me lembro eram 4 lugares de educadoras e 17 de professores 1o ciclo, dos outros que foram para Timor logo depois 37 pessoas entre prof. e educadores nunca se viu lista publicada nem quem ficou excluído, agora não, vêm todos os lugares pois não são assim tão poucos. Só temos que aguardar. Há sempre o direito a reclamação!
        Eu acredito que será mais justo! Perfeito talvez não mas temos que acreditar!

    • Sonhadora on 6 de Agosto de 2014 at 20:48
    • Responder

    Informo-vos colegas de que ainda em Timor entrei em contacto com algumas pessoas bem colocadas no nosso País. A resposta foi zerinho…Não entendo ou existem grandes interesses em Timor e entre os diferentes organismos ou então meus amigos ninguém se preocupa mesmo com os professores. Somos os menos ganhamos em Timor, somos os que menos regalias temos e também somos os que recebem sempre o suplemento em atraso.
    Admiro-vos por continuarem a lutar mas para mim chega.
    Desejo-vos toda a sorte do Mundo na vossa luta e vontade de colocar em claro. Só que eu não acredito que se vá a algum lado. TODOS sabem o que se passa por lá e nada fazem, a começar pelos sindicatos. Há quanto tempo se fala neste blog sobre este assunto? O que é que já viram fazer? NADA!!!! Isto parece o Big Brother semelhante ao que vivemos em Timor. Todos vêm aqui, leem e ainda devem gozar com esta situação.

      • Maria Santos on 7 de Agosto de 2014 at 0:23
      • Responder

      Sonhadora,
      Não consigo deixar de me rever nessa tua perplexidade.
      Pessoal dos Sindicatos que se preocupava com Timor Leste só me lembro do Abel Macedo, da Fenprof, e do Nóbrega Ascenso, da UGT. Mas, eram como que ilhas.
      Mas, mesmo assim, temos de continuar a lutar pelo que é justo, pelo que é correto, pelo que deve ser.
      Enquanto houver injustiça neste Projeto, a luta, deve continuar! Enquanto houver trabalho sem direitos, a luta, deve continuar.
      Saúdo que haja uma manifestação de interesse, um “Concurso” para as Escolas de Referência. Com regras conhecidas à partida. Com muitos critérios objetivos. Era dispensável a presença da Antonieta e da Ana Bessa. Mas, nisso, manda quem pode.

    • Farmácia Alegria on 8 de Agosto de 2014 at 11:14
    • Responder

    Lá se vai o stock de xanax das farmácias em Portugal. Chegaram as retornadas!!!

    • carla on 8 de Agosto de 2014 at 17:45
    • Responder

    Alguém tem uma opinião sobre as doenças, mosquitos e clinicas existentes? Felicidade aventura, se puder, gostava que me desse o seu email para ter a sua opinião sobre este assunto. (Já li o seu testemunho aqui). Obrigada

    • Maria Santos on 8 de Agosto de 2014 at 22:26
    • Responder

    Carla,
    Em Timor é vulgar haver tuberculose, cólera, malária e dengue.
    As primeiras duas doenças que referi afetam a população em geral mas creio que nenhuma professora foi, alguma vez, afetado. No que se refere à malária e ao dengue é vulgar a classe docente contraí-las.
    Há formação médica em Timor, há médicos cubanos, muitos médicos timorenses, sobretudo formados na Indonésia e em Cuba.
    Há estruturas de saúde em todos os distritos. Em Dili há um Hospital Central e pequenas Clinicas da Igreja Católica e privadas. Há muitas farmácias em Dili e também há um pouco por todo o restante país. Não raro, nos hospitais e estruturas públicas de saúde há falta de meios de diagnóstico.
    Portugal dispunha de uma Clínica, com um médico e uma enfermeira, para servir os cooperantes. Com a crise, encerraram este serviço.
    A Felicidade Aventura que acrescente o que melhor entender.

    • Mimi on 10 de Agosto de 2014 at 2:27
    • Responder

    Caras colegas, estou com todas vós nas denúncias que quiserem fazer. Cheguei há pouco de Timor, e posso testemunhar na 1ª pessoa todos os maus tratos que sofri durante 2 anos.Não é trauma de guerra o que trago, mas algo semelhante. Quando aqui dizemos que os nossos direitos humanos foram e são violados, que sofremos maus tratos psicológicos, também é tudo verdadeiro. Quando nos proibem num mês de ir a Dili e nessa mesma semana nos mandam uma circular a comunicar que o seguro não cobre deslocações em qualquer outro meio de transporte que não as carrinhas do Projeto…isto não é sujeitarem-nos a prisão domiciliária?

    • Maria Santos on 10 de Agosto de 2014 at 12:32
    • Responder

    Mimi,
    A Antonieta e a Lúcia, ganham, cada uma, “uma pipa de massa”! Acham-se acima das pobres mortais que somos todas nós. Mesmo com alguns ajudantes, a dimensão que o Projeto já alcançou, é “demasiada areia para a camioneta delas”…Passaram-se!… Mesmo mudando a Lúcia para a Ana Bessa, o sistema é o mesmo.

    • sonhadora on 14 de Agosto de 2014 at 10:34
    • Responder

    Mimi em que distrito estiveste? Da maneira como falas só te consigo imaginar num distrito mas…não sei cheira-me a esturro.Ou talvez tenha ficado tão calejada que vejo maldade em todo o lado…

      • Mimi on 26 de Agosto de 2014 at 21:32
      • Responder

      same

    • Maria Santos on 14 de Agosto de 2014 at 13:38
    • Responder

    Sonhadora,
    Julgo que o mais importante é o facto de a Mimi vincar este aspeto:«Quando nos proíbem num mês de ir a Dili e nessa mesma semana nos mandam uma circular a comunicar que o seguro não cobre deslocações em qualquer outro meio de transporte que não as carrinhas do Projeto…isto não é sujeitarem-nos a prisão domiciliária?»
    Estas situações são inadmissíveis!
    Pretender forçar as professoras a não circularem por Timor nos seus tempos de lazer ou retirar a cobertura do seguro em caso de deslocação noutra viaturas que não as carrinhas pertencentes ao Projeto evidencia abuso do poder e uma grande perturbação mental por parte da coordenação geral!

    • Maria Santos on 15 de Agosto de 2014 at 11:05
    • Responder

    Sonhadora e
    todas as sonhadoras,
    A Ana Bessa foi escolhida e nomeada politicamente para o lugar. Tal como Conceição Godinho, Sara, João Roseiro, etc.
    No entanto, para Diretor de agrupamento em Portugal é aberto um concurso. Que o concurso, depois, é aquilo que sabemos, isso é. Mas, sempre é mais sério do que o sistema de “dedazo” que impera para Timor.
    Largas dezenas de docentes, sucessivamente destacados na Escola Portuguesa “Rui Cinnati” são-no por convite, por “dedazo”, sem submissão a qualquer concurso! Lá abrem uma “manifestação de interesse” quando a lista de amigas e de amigas de amigas se esgota…
    Outra coisa muito séria: para Portugal, a entrevista, a existir, é meramente confirmativa dos elementos objetivos do candidato levados a concurso. Porque é que a Antonieta, a Lúcia e agora, a Ana Bessa, reclamam para Timor uma entrevista eliminatória? Porque a mentora delas, a Conceição Godinho assim o quer? Acaso a Lúcia, a Conceição Godinho ou a Ana Bessa se sujeitaram, nalgum concurso de docentes em Portugal, a uma entrevista eliminatória?! Claro que não! Têm os “tachos” delas sem qualquer concurso e no concurso a que submetem os outros exigem que a “entrevista” seja eliminatória a fim de vetarem quem lhes não for simpática?! Para Timor, onde as condições de trabalho são as que conhecemos, não servem e servem para Portugal? Isto está em roda livre? Ninguém diz nada que isto, não pode ser?!


    1. Colega Mimi será que podemos conversar um pouco.deixo aqui um email: patriciaroberts19@hotmail.com. Obrigada

    • Maria Santos on 22 de Agosto de 2014 at 1:44
    • Responder

    Ontem vi, na página da DGAE, a publicação das listas graduadas de ordenação e exclusão do concurso, “manifestação de interesse” para as Escolas de Referência de Timor Leste.
    Um trabalho sério, rigoroso e que deu gosto ver.
    Que necessidade havia de tudo se atropelar e se deixar ao bel-prazer da Antonieta e da Lúcia?
    Preocupou-me ver tantos contratados. Este Projeto necessita de colegas experientes e muito qualificados. Não deve ser uma solução para se arranjar emprego. Emprego, arranja-se em Portugal, substituindo as muito experientes e qualificadas que devem ser formadoras de futuras e futuros colegas em Timor. Para isso, os mais novos ainda não servem, nem são os mais adequados.

    • Maria Simões on 22 de Agosto de 2014 at 1:53
    • Responder

    Maria Santos, já vi e vi tb algumas pessoas que foram mandadas embora, agora vamos esperar pela entrevista e ver o resultado. Só aí poderemos falar, mas não é por acaso que tal acontece. As queixas não caíram em saco roto como eu previa. Afinal vale sempre não ficar em silêncio. Não poderia ser de uma outra forma, mas claro que pessoas do quadro não estão para se sujeitarem a tudo que se foi dizendo por aqui, já os contratados… E era mesmo o que as chefias queriam, contratados e sabemos bem porquê!
    Que tenham sorte e que não deixem se ser profissionais e pessoas com valores e princípios.

    • Maria Santos on 24 de Agosto de 2014 at 1:01
    • Responder

    Amanhã, dia 25, no edifício da Avenida 5 de Outubro do Ministério da Educação, em Lisboa, começam as entrevistas.

    Essas, as pessoas que foram mandadas embora, não podem ser para sempre votadas ao ostracismo! Nem na Grécia Antiga isso sucedia!…

    • Maria Santos on 25 de Agosto de 2014 at 22:04
    • Responder

    Hoje, teve lugar, em Lisboa, na torre do Ministério da Educação e Ciência, na Avª. 5 de Outubro, 107, em Lisboa, a primeira etapa das entrevistas eliminatórias, do processo de seleção das(os) docentes para as Escolas de Referência de Timor Leste.
    Alguém teve algum eco disso?

    • Maria Santos on 26 de Agosto de 2014 at 20:06
    • Responder

    Alguém me sabe dizer qual tem sido o comportamento da Antonieta no Juri?
    A Antonieta, como já aqui se disse noutros fios, nasceu e viveu em Timor até aos 5 anos de idade; até aos 7 anos viveu em Angola e, a partir daí em Portugal onde fez toda a sua formação escolar e académica. Em Alverca e em Lisboa. Beneficiou de um regime especial que ainda existe e que permite a qualquer timorense ou filho de timorense entrar em qualquer curso superior sem precisar de ter as classificações de acesso de um outro qualquer português.
    Apesar de se ter formado em Letras, o convívio com colegas de elevada craveira na Faculdade não a fez crescer por dentro.
    Pequenina e preconceituosa, ao fim de três décadas de ausência de Timor, regressou à sua terra natal e, mais uma vez, beneficiou de favores e, sem se submeter a qualquer concurso e sem ter formação profissional para a docência, arranjaram-lhe trabalho como “professora” ensinante da Escola Portuguesa de Dili “Rui Cinatti”.Mais uma vez, beneficiando de favores, pela mão dos seus amigos João Roseiro e Conceição Godinho foi para a coordenação geral do Projeto Escolas de Referência onde tem sido uma fiel serventuária dos seus mandantes. O pior é que, como não cresceu por dentro, com os seus preconceitos de Vialonga, faz seus os odiozinhos de estimação das outras que a puseram lá. Deixava-se, desde logo, comandar pela Lúcia, companheira de Conceição Godinho.Mas, como é que uma pessoa que não formação didática e pedagógica, se atreve a sentar-se num Juri e a “entrevistar” educadoras e professoras com licenciaturas em ensino e mestrados em ensino. Nalguns casos mesmo com várias formações de grau superior! O Ministério da Educação e Ciência teve e tem a insensatez de nomear para um Juri uma pessoa com estes défices de formação?!… Será que o Juri faz orelhas moucas e “vista grossa” às insuficiências da senhora?! Será que vai acatar os “recados” de que a mesma é portadora?! Ninguém a manda ir estudar e limpar a cabeça?! Ela, de timorense, tem muito pouco…Tem, sobretudo, da linha de Vila Franca de Xira. Ali é que ela formou a sua personalidade.

    • Maria Santos on 26 de Agosto de 2014 at 23:36
    • Responder

    Nada disto é para admirar! A sua principal mentora, simples licenciada em geografia, repito, em geografia, no tempo da Ministra Milu, foi nomeada responsável pedagógica do Projeto de Reintrodução da Língua Portuguesa! Dava ordens e instruções técnico-profissionais a professoras licenciadas e mestres em ensino de língua portuguesa!
    Um puro atrevimento!
    Descaramento mesmo!
    Já agora: que novo “tacho” tem esta habilidosa?

    • Maria Santos II on 27 de Agosto de 2014 at 13:52
    • Responder

    Alguém me sabe dizer se é normal uma só pessoa criticar tudo o que a rodeia? Que tristeza de vida terá esta Maria Santos? Será mais uma das solteironas mal amadas que veio para Timor em busca da sua paz? Mas que raio de paz será esta, quando o que procura é destabilizar tudo o que a rodeia? Será ela a Antonieta escondida em pele de ovelha? Será que sim? Será que não? Será que o projeto lhe dispensa tantas horas para a escrita? Será que a grande profissional Maria Santos tem assim tanta razão no que diz? Fica agora por aí um tempo em Portugal a grunhir no quarto escuro…pode ser que te faça bem!! 😉

    • Maria Santos on 27 de Agosto de 2014 at 15:14
    • Responder

    Maria Santos II,
    Grunhir e bolsar vieste tu para aqui! Talvez, até, espojar-te!
    Em vez de procurares insultar e desmerecer, porque não contrapões com factos?! Factos! Factos!
    É ou não verdade, é ou não é um facto que a Antonieta nunca deu aulas em Portugal, não tem estágio nenhum, não tem qualquer formação didatico-pedagógica e faz parte do Juri questinando professoras e educadoras com licenciaturas e mestrados em ensino e com dezenas e dezenas de anos de experiência profissional?
    É ou não verdade, é ou não é um facto indesmentível que a Antonieta foi metida de favor, sem qualquer concurso, pela mão de uma amiga, a dar aulas, sem ter as qualificações para isso, na Escola Portuguesa “Rui Cinatti”?
    Anormal, é isto! Não passas de uma lambe-botas e sabe-se lá do que mais!…

    • Maria Santos on 27 de Agosto de 2014 at 15:31
    • Responder

    Maria Santos II,
    É ou não é verdade, é ou não é um facto indesmentível que a Antonieta não é professora nem educadora, é arqueóloga e decide o futuro de pessoas habilitadas para serem técnicas de educação e de ensino!? Já sobe o sapateiro acima da chinela!?
    A outra, é geógrafa e atrevia-se a chefiar pedagogicamente um projeto de ensino de língua portuguesa!…É ou não é verdade, é ou não um facto indesmentível que a mentora da Antonieta é simples licenciada em geografia e também pela “porta do cavalo”, escandalosamente, foi metida a ser coordenadora didatico-pedagógica do projeto de língua portuguesa chefiado por Filipe Silva? Filipe Silva é formado na área das humanidades mas ela é só em geografia… E a geografia dá para saber chefiar como ensinar a ensinar em língua portuguesa?!

    • Maria dos Anjos on 28 de Agosto de 2014 at 0:06
    • Responder

    Maria Santos,a minha alma está PASMA!?…Quando eu penso que já ouvi e vi tudo o que há de ridículo,ignóbil e inacreditável, nestes projetos de educação em Timor-Leste,volto a abrir a boca de espanto e incredibilidade…Por amor à santa!?…O que me dói mais é a falta de respeito para com os nossos queridos timorenses,ao enviarem para Timor o «rebotalho» que há em Portugal,em vez de profissionais competentes,honestos,isentos, e devidamente formados,claro…
    Desculpe,Maria Santos,mas tem a certeza de tudo o que afirmou, e que a mim até me arrepia repetir?
    Essa tal Lúcia não é a que está,também ligada ao PFICP,da UM ?É que eu ouvi falar de uma tal Elisa,que tem,exatamente ,o mesmo perfil e o mesmo «modus operandus».Será que eu estou confundida, e ela chama-se Lúcia e não Elisa?
    O Filipe Silva é licenciado em Ensino de Português e,apesar de eu ter estado em Timor,apenas 8 meses, dado a minha experiência no ensino da Língua Portuguesa,percebi logo e depois, que ele é um dos grandes,senão o único e verdadeiro, conhecedor do «terreno»e de toda a «conjuntura» a respeito do tema Língua Portuguesa em Timor-Leste.Para mim, ele é um autêntico mestre;ele é que deveria organizar,dirigir,selecionar,supervisionar pedagogicamente,TUDO.O Filipe Silva é que percebe mesmo da poda…Enquanto ele foi meu Coordenador,não houve uma única situação, que eu achasse, que ele tivesse procedido erradamente ou fora de contexto.Sempre pronto e disponível para aconselhar,para(bem) direcionar ;compreensivo em todas as situações e,sobretudo,um homem sábio e sensato a nível pedagógico.Foi uma honra ,para mim,trabalhar com ele e,quando ele saiu, eu nem queria acreditar e apenas pensei: «Sem o capitão o barco vai afundar.Ai, vai,vai…»E afundou mesmo…
    .A essa Mª santos II,o que eu tenho a dizer é o seguinte:«A menina acha Normal?Ou é a menina que é Anormal?»
    Então a Maria Santos,deveria calar-se e pronto…Quem escreve o que a menina escreveu só pode ser uma pessoa muito mal-formada,perversa e mau-carácter,ou seja,LIXO.
    Maria Santos,a luta continua…Vamos aguardar o que a Nina tem para dizer,mas o que disse em cima tem mesmo de ser denunciado e «espalhado por toda a parte».

      • Maria Santos on 28 de Agosto de 2014 at 1:44
      • Responder

      Maria dos Anjos,
      Muito obrigada pelas suas justas e generosas palavras. Tudo o que eu disse é a mais cristalina das verdades! A atual Diretora da Escola Portuguesa de Dili, simples licenciada em Geografia, foi, durante dois anos, coordenadora pedagógica desse Projeto de Língua Portuguesa liderado por Filipe Silva. Isso mesmo que leu! Isso mesmo, essa informação está disponível no seu curriculo publicado no Diário da República, acessível, também, pelo Google. Um puro “tacho” porque uma simples licenciada em Geografia não pode fazer um trabalho sério e competente como coordenadora pedagógica do ensino da língua Portuguesa.A Lúcia de que falamos, é a companheira dela. Compadrios e nepotismo é o que mais se vê nas nomeações ligadas a Portugal em Timor. A Elisa, da Universidade do Minho e antes, da ESE do Porto, é outra pessoa. Também, em relação a esta, de há muitos anos que há imensas queixas. Comunicadas superiormente. Que, parece, de nada terem servido. Também, em relação a ela, existe uma real proteção pois, voltou sempre para Timor.

    • Maria Simões on 28 de Agosto de 2014 at 12:32
    • Responder

    Maria Santos, Maria dos Anjos, Mimi, Sonhadora, Felicidade,Júlia e todos os colegas que partilham do respeito pelo outro, que têm carácter, estamos juntas nesta luta!
    O tempo certo está a chegar, eu não vou ficar calada mesmo! Só estou à espera desse momento.
    Estou com a verdade, respeito, seriedade, valores, etc.
    Já há tempos coloquei um mail meu mariasimoes57@gmail.com mas não tive qualquer retorno, espero por vós!

    • Maria Santos on 28 de Agosto de 2014 at 14:21
    • Responder

    Mimi,
    Ouvi hoje contar, entre colegas, que a Lúcia está em Lisboa à espera do bilhete de volta. A amiga dela, Antonieta e o Ministério da Educação timorense terão enviado ao Ministro da Educação português uma proposta de renovação do destacamento da Lúcia argumentando que o Projeto está muito grande e que só duas pessoas na coordenação geral, não chegam… Olha que Deus é grande mas, esta gente, é filha de um Deus maior… Todas as voltas, vão dar às mesmas…

    • Maria Santos on 28 de Agosto de 2014 at 15:00
    • Responder

    A Lúcia está em Lisboa à espera de regressar a Dili, para o lugar de origem no Projeto, desta vez, por proposta da amiga Antonieta e do ministério timorense da educação.

    • Maria Santos on 28 de Agosto de 2014 at 15:02
    • Responder

    Mimi,
    Deus é grande mas, só para algumas…A Lúcia, está em Lisboa, à espera do bilhete de volta ao “tacho”…

      • Mimi on 28 de Agosto de 2014 at 23:00
      • Responder

      Depois desta, o que mais me resta dizer? Ainda acreditei por algum tempo que “a justiça tarda mas não falha…”; como tenho andado enganada! Lamento deveras, pois o que essa senhora fez ao longo deste ano É CRIME público. Posso dizer mesmo que estive sob prisão domiciliária e o pior é que o único crime que cometi, foi não ter aproveitado a Cimeira da CPLP para expôr a nu tudo o que passei, falando sempre na 1ª pessoa. Perante estes factos, além do que está consagrado no Protocolo, do qual fizeram tábua rasa… apenas desejo toda a sorte do Mundo, a quem por lá permanece, pois se a Lúcia volta, agora volta ainda com mais vontade de pisar, pois mostra que está acima da lei.

        • Maria Santos on 29 de Agosto de 2014 at 22:16
        • Responder

        Invocado o princípio de que o Protocolo celebrado entre Portugal e Timor, no que se refere às Escolas de Referência, está desatualizado e que é precisa mais gente na coordenação geral que mais amigas da Lúcia e da São Godinho irão para lá? Ao menos, não abrem um procedimento concursal? Vai ser tudo a dedo da São?

    • Maria Simões on 28 de Agosto de 2014 at 23:54
    • Responder

    Mimi não vamos desistir, por favor!
    Estou à espera que me contacte, é urgente, é preciso!

    • hoje e aqui on 30 de Agosto de 2014 at 19:05
    • Responder

    O Zé Paulo veio para o ME, o João Roseiro veio para o ME….o Artur está no ME…
    Enquanto não se mexer nos vespeiro do ME, a começar pela Janine Costa…o vespeiro , instalado em Díli,continuará por muitos anos.
    Abraço

      • Maria Santos on 31 de Agosto de 2014 at 6:15
      • Responder

      Hoje e aqui,
      Parabéns!
      Não posso estar mais de acordo! É isto mesmo!
      Tal e tal! Acertou na “mouche”!
      Sintético e direto!
      Nem mais!

    • Maria Simões on 30 de Agosto de 2014 at 19:10
    • Responder

    Volto à carga.
    Hoje e aqui, Maria Santos, Maria dos Anjos, Mimi, Sonhadora, Felicidade,Júlia e todos os colegas que partilham do respeito pelo outro, que têm carácter, estamos juntas nesta luta!
    O tempo certo está a chegar, eu não vou ficar calada mesmo! Só estou à espera desse momento.
    Estou com a verdade, respeito, seriedade, valores, etc.
    Já há tempos coloquei um mail meu mariasimoes57@gmail.com mas não tive qualquer retorno, espero por vós!
    Aguardo contactos!

      • Maria dos Anjos on 4 de Setembro de 2014 at 0:05
      • Responder

      Qualquer dia envio-lhe um e-mail,Maria Simões;só não o fiz ,ainda,porque estou ocupada com outros assuntos,e,quando me dedicar a esta «nossa grande missão»,quero entregar-me «de corpo e alma»,pois espera-nos uma grande empreitada pela frente,uma grande Missão.

        • Maria Santos on 3 de Novembro de 2014 at 9:21
        • Responder

        Nada muda!… Mudaram, sim, os concursos e pareceram ser bem mais sérios. Mas, está toda a gente ainda em Portugal, já destacada e em casa e a a receberem vencimento sem trabalhar. À espera…que lhes enviem os bilhetes de avião. E as colegas aqui em Timor a acumularem duas turmas, de manhã e de tarde, sem ganharem mais por isso e à espera da chegada das colegas que nunca mais partem de Portugal!
        Por outro lado, João Roseiro foi promovido em Lisboa. Depois de ter sido destacado na DGE – Direcção Geral da Educação, está agora na Av. 5 de Outubro, no Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Sempre para os mesmos do costume.

    • ruiigrejas on 29 de Setembro de 2014 at 20:51
    • Responder

    Boa noite.

    Alguém me sabe informar se os docentes contratados
    colocados em Timor, com o final de contrato a 31 de Outubro e que tenham
    concorrido na contratação inicial e que tenham ficados colocados a 12
    de setembro, têm o seu lugar reservado até voltarem??? Ou se só os
    docentes do quadro é que têm o lugar reservado??? Obrigado e aguardo
    resposta urgente de quem me possa ajudar.

      • Maria Santos on 27 de Outubro de 2014 at 13:31
      • Responder

      Rui Igrejas,
      Quem vem para este Projeto das Escolas de Referência de Timor Leste, em princípio, não deverá perder os seus direitos na origem. O problema mesmo é que é a primeira vez que virão contratadas e contratados para o Projeto. Até aqui, relativamente à situação dos docentes do quadro, o destacamento garantia-lhes os seus direitos em Portugal. O problema mesmo é que as colegas estão a acumular duas turmas desde Julho passado, os concursos foram neste Verão, as listas de colocações foram publicadas no dia 13 de setembro e tudo continua na mesma. Quer dizer, as colegas estão destacadas, substituídas no seu Agrupamento em Portugal, a receber o seu vencimento, em casa, a não trabalhar e a não viajar para o seu novo local de trabalho em Timor onde seria suposto já deverem estar há mais de um mês…
      Quanto à Lúcia, a sua “protetora” já a colocou de volta na Escola Portuguesa “Ruy Cinnaty”, em Dili. Umas, são filhas de um deus maior. Está visto.

        • Maria Santos on 12 de Novembro de 2014 at 17:42
        • Responder

        No Verão de Portugal, foi aberto concurso (manifestação de interesse) pela DGAE, para as Escolas de Referência de Timor Leste.

        Após um demorado processo de entrevistas, há dois (02) meses, foram publicadas as listas finais de colocação e de bolsa de recrutamento.

        Após isso, as colegas foram destacadas e ficaram a aguardar, nas suas casas, em Portugal, o envio aqui de Timor Leste, das suas passagens aéreas.

        Os bilhetes de avião, até à presente data, ainda não foram enviados às colegas!

        Entretanto, trabalha-se, aqui em Timor, a dobrar, desde Julho passado, tendo, muitas de nós, estado, até hoje, a acumular (sem se ganhar mais por isso…) duas turmas – uma de manhã, outra, de tarde!

        Chegámos a meados de Novembro e já se vai ouvindo que as colegas que estão à espera dos bilhetes em Portugal, só virão, na melhor das hipóteses, em Janeiro de 2015!…

        Ninguém põe ordem neste regabofe?

    • Maria Santos on 11 de Dezembro de 2014 at 2:05
    • Responder

    Estamos, hoje, a 11 de Dezembro de 2014.

    No Verão de Portugal, foi aberto concurso (manifestação de interesse) pela DGAE, para as Escolas de Referência de Timor Leste.

    Após um demorado processo de entrevistas, há três (03) meses, foram
    publicadas as listas finais de colocação e de bolsa de recrutamento.

    Após isso, as colegas foram destacadas e ficaram a aguardar, nas suas casas,
    em Portugal, o envio aqui de Timor Leste, das suas passagens aéreas.

    Os bilhetes de avião, até à presente data, ainda não foram enviados às colegas!

    Entretanto, trabalhou-se, aqui em Timor, a dobrar, desde Julho passado, tendo,
    muitas de nós, estado, até ao fim do ano, a acumular (sem se ganhar mais por
    isso…) duas turmas – uma de manhã, outra, de tarde!

    Chegámos a meados de Dezembro e já se vai ouvindo que as colegas que estão à espera do envio dos bilhetes em Portugal, só virão, na melhor das hipóteses, na segunda quinzena de Janeiro de 2015!…

    Ninguém põe ordem neste regabofe?

    Isto está em roda livre?

    Já não há respeito?

    • Maria Santos on 1 de Janeiro de 2015 at 7:56
    • Responder

    Estamos, hoje, a 1 de Janeiro de 2015.

    No Verão de Portugal, foi aberto concurso (manifestação de interesse) pela DGAE, para as ex-Escolas de Referência de Timor Leste.

    Após um demorado processo de entrevistas, há quatro (04) meses, foram
    publicadas as listas finais de colocação e de bolsa de recrutamento.

    Após isso, as colegas foram destacadas, a receberem os seus vencimentos isentos de IRS e ficaram a aguardar, nas suas casas, em Portugal, o envio aqui de Timor Leste, das suas passagens aéreas.

    Os bilhetes de avião, até à presente data, ainda não foram enviados às colegas! Ao que parece, nem sequer foi feito um concurso para o fornecimento dessas viagens.

    Entretanto, trabalhou-se, aqui em Timor, a dobrar, desde Julho passado, tendo,
    muitas de nós, estado, até ao fim do ano, a acumular (sem se ganhar mais por
    isso…) duas turmas – uma de manhã, outra, de tarde!

    Chegámos a Janeiro e já se vai ouvindo que as colegas que estão à
    espera do envio dos bilhetes em Portugal, só virão, daqui por alguns meses…

    Ninguém põe ordem neste regabofe?

    Afastou-se a Lúcia mas nem a substituta, a Ana Bessa, regressa a Dili.

    Decididamente, Isto está mesmo em roda livre.

    Já não há respeito?

      • Maria dos Anjos on 13 de Abril de 2015 at 21:30
      • Responder

      Então,Meninas…Vamos lá a levantar bandeiras?…Maria Santos,Maria Simões,Mimi,e outras…Confesso que eu também hibernei…Mas está na hora de nos unirmos,porque não acredito que a «bandalheira» na área da Educação,em Timor-Leste,tenha acabado;aliás,sei de fonte segura que não…Penso que chegou mesmo a tal hora, de pôr a «boca no trombone»…

        • Maria Santos on 14 de Abril de 2015 at 4:09
        • Responder

        Maria dos Anjos, infelizmente, o que foi ontem denunciado pelas colegas e o que o Arlindo aqui ontem divulgou é mais do mesmo… Significativos atrasos nos pagamentos dos subsídios, grandes atrasos nas dotações dos fundos de maneio das escolas, enormes atrasos na colocação no terreno das colegas selecionadas na «manifestação de interesse» de Setembro passado (sete meses depois, ninguém ainda chegou a Timor!)…autogestão nas escolas, preocupação das coordenadoras gerais em “salvar a pele”, o “tacho”…mas, estamos a falar de amigas da Conceição Godinho e do João Roseiro. Este último, é assessor do Secretário de Estado da Educação. E a Janine Costa, em Lisboa, também quer as suas couves temperadas e que este regabofe não sobre para ela. Os louros, se os houver, quere-os. Senão…que fique para outra…

          • Maria dos Anjos on 19 de Abril de 2015 at 23:13

          Maria Santos,
          Basta!E estou a falar a sério.O meu e-mail é—m.nanda goncalves@hotmail.com—Comunique comigo,por favor,e se possível, vá reunindo testemunhas,colegas que queiram colaborar na DENÚNCIA de TODA esta VERGONHA,que se tem passado em Timor-Leste,principalmente,a partir de 2011.
          Então é assim: têm o meu e-mail…É agora a hora de recolher FACTOS E TESTEMUNHOS.A Maria Simões,eu sei que também quer fazer parte das hostes.Eu já tive o e-mail dela ,mas acho que perdi.A Maria Santos tem?
          Precisamos de colegas que possam testemunhar em relação a todos os «pseudo-projetos» e «instâncias» ligados a esta vergonhosa situação,que continua impune e a infetar ,cada vez mais,a honra da nossa nação, e esbanjando os poucos os dinheiritos, que ainda se vão arranjando.
          Dos ditos prjetos da cooperação já temos alguns elementos,eu por exemplo,e muitos mais;da Escola Portuguesa também já temos alguns.Na realidade,faltam das ditas Escolas de Referência,agora sei lá o quê…Aí entram vocês,certo?
          Conto convosco!…Espero o vosso contacto.Queremos avançar antes da Cimeira…

          AH…VAMOS AVANÇAR PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL…Se os nossos governantes e sindicatos não sabem, ou não querem saber,tomarão conhecimento através da pior via…
          Até já sinto comichão nas palmas das mãos…kkk…
          Um abraço.

        • Maria Santos on 14 de Abril de 2015 at 4:19
        • Responder

        Ler bem este testemunho de uma colega, publicado noutro fio, a este mesmo respeito: «Arlindo,
        O Colega sabe muito bem que o que se passa com os
        Projetos(portugueses) de Educação em Timor-Leste,pelo menos,a partir de
        2011,passa muitíssimo para lá,infelizmente,do não pagamento de
        suplementos/seguros de saúde…O que se passa em Timor-Leste,nesta área,
        é uma autêntica «palhaçada/rebaldaria»; vergonha das vergonhas…A
        começar pelo recrutamento de professores………………A acabar na
        incompetência, da maioria, dos Coordenadores(as)…Que ,para além de não
        perceberem nada «daquilo», estão-se,completamente, nas tintas,para o
        ensino da nossa tão querida Língua Portuguesa,bem como, para o
        desenvolvimento linguístico, do nosso tão querido povo timorense…Desde
        que alguns «lobistas mamões», desclassificados e mal-formados,
        descobriram que até poderiam sacar dinheiros, com «esses»
        projetos,começou a «festança»,o compadrio,o obscuro,o despotismo,a
        arrogância e,sobretudo, a falta de vergonha na cara a juntar à «muita
        lata»…Digo-lhe que tem de ser feito alguma coisa…Não acha,caro
        Arlindo?
        Agora a minha pergunta é: Será que os nossos governantes têm
        conhecimento desta «Chafurdice»???…Nem sei que dizer,porque
        eu,ainda,acredito no sistema…
        Eu conheço muita gente disposta a
        testemunhar e a delatar; professores ligados a todos os projetos…E
        quando digo todos,é TODOS,mesmo…O POLVO estendeu-se,até…À Escola
        Portuguesa de Dili,bem como…A alguns seguidores /cúmplices do
        Instituto Camões…
        A Comunicação Social tem de fazer alguma
        coisa…Só eles é que conseguem pôr a boca no trombone e mandar
        corruptos ladroes para a prisão…lol.»

          • Maria dos Anjos on 20 de Abril de 2015 at 16:56

          Obrigada,Maria Santos.
          Já está em andamento…Mais não posso dizer.
          Repito:m.nandagoncalves@hotmail.com.
          CONTACTEM-ME!!!(incluindo o Arlindo).
          ABRAÇO.

          • Maria Santos on 7 de Julho de 2015 at 8:53

          A verdade é que a Antonieta não tem formação didática ou pedagógica. A Antonieta NÃO É professora! E MANDA em professoras/es e educadoras! A Antonieta é arqueóloga e foi posta a dar aulas, POR CUNHA, na Escola Portuguesa “Ruy Cinatty”, de Dili, Timor Leste, por quem lá manda, põe e dispõe, a fim de agradar ao irmão dela, um importante político e hoje embaixador de Timor no Brasil. Esta senhora, sem ter as adequadas habilitações para ensinar, avaliou professoras, despediu professoras, fez juízos acerca de professoras que tinham qualificações científicas e pedagógicas para o serem! Esta senhora que NUNCA foi professora em Portugal mais não fez do que retribuir os favores daquelas que a puseram a dar aulas, sem habilitações, na Escola Portuguesa de Dili. Timor tem gente qualificada. Licenciados em Ensino, Mestres e Doutores em Ensino e Educação. Porque é que a Antonieta não se dedica às escavações, à Arqueologia em vez de atazanar a vida de quem sabe ensinar e o faz há dezenas de anos? A Educação e o Ensino, são coisas muito sérias! A Arqueologia também. Mas, cada macaca no seu galho! Não suba o sapateiro acima da chinela!

    • Maria Santos on 6 de Maio de 2015 at 12:54
    • Responder

    Há por aí por Lisboa, alguma perturbação pela certa! A “manifestação de interesse”, eufemismo de concurso, foi aberta em Julho de 2014. Seguiram-se as candidaturas, publicação de listas, entrevistas… Nada a objectar no processo. Só que…estamos em Maio e ainda NINGUÉM foi ainda para Timor Leste! Ninguém de ninguém! Agora, há duas galinhas para o mesmo poleiro. A portuguesa, envia e-mails informando que entre 8 e 9 iniciarão as viagens. A timorense, céptica, tem dúvidas acerca destas datas. E as professoras e as educadoras, mais uns maduros, a ganharem vencimento e a não trabalharem nem em Portugal nem em Timor Leste! E até o Ministro Nuno Crato já fez promessas, já foi e voltou para Timor e…NADA! E as colegas, em Timor, a trabalharem em regime de “desdobramento”! Não há sentido de responsabilidade?! Não há vergonha?! Oito meses nisto?! Oito?!

      • Maria dos Anjos on 8 de Maio de 2015 at 23:47
      • Responder

      Pois…

    • Maria Santos on 31 de Maio de 2015 at 3:04
    • Responder

    Há 8 dias, FINALMENTE, chegaram a Dili 38 colegas dos quadros que há 9 meses já colocados aguardavam em Portugal a paratida para Timor!
    Ainda ficaram em Portugal cerca de uma dezena de colegas contratadas à espera do envio dos bilhetes de avião!
    Não acrescento mais nada a esta triste saga!

      • Maria Santos on 1 de Julho de 2015 at 1:39
      • Responder

      Há dias foram distribuídos pelo terreno dos CAFE (“café”? Será em “café” que estão a pensar?!… Mas que raio de nome Oh Antonieta!) os últimos contratados colocados em Setembro de 2014!!! Leram bem! Setembro de 2014!!!

      10 meses depois! Dez!!!

      Já não há vergonha na cara Oh Antonieta?!

      Já agora, Antonieta, tu que gostas muito de mandar com um ar sobranceiro e desdenhoso, responde aqui à gente:

      É ou não é verdade, é ou não é um facto indesmentível que tu, Antonieta, não és professora nem educadora, és apenas arqueóloga sem fazeres arqueologia nenhuma e decides o futuro de pessoas habilitadas para serem técnicas de educação e de ensino!?

      Já sobe o sapateiro acima da chinela!?


  1. […] anterior é de 24 de Junho e pelo número de comentários desse post esta nova manifestação de interesse deve ser para colmatar as desistências, pelo cansaço dos […]


  2. […] vai acompanhando este post vai-se apercebendo das dificuldades que os professores portugueses passam em […]


  3. […] Comentário deixado aqui. […]


  4. […] se confirma aqui. […]

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