Com uma componente específica entre Fevereiro e Abril de 2013, segundo notícia do JN
Mais disciplinas do Ensino Básico terão exames finais
No âmbito da seleção inicial de professores, para integrar no sistema “os mais bem preparados e vocacionados,” prevê a realização de uma prova de acesso à carreira cuja componente comum deve ter lugar em dezembro deste ano.
A realização das componentes específicas da prova de avaliação de conhecimentos de acesso à profissão docente decorrerão entre fevereiro e abril de 2013, “a tempo dos próximos concursos de recrutamento de professores”, lê-se no documento.




13 comentários
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As provas são só para quem entra no quadro ou para todos os contratados?
No documento diz o seguinte:
“Em curso: Revisão dos diplomas que regulam a Prova de Acesso à Carreira Docente, designadamente a redação do Decreto Regulamentar e do Despacho que define o calendário da prova.
– Em curso: Prevê-se a realização da componente comum da prova em dezembro do corrente ano e a realização das componentes específicas da prova entre fevereiro e abril de 2013, a tempo dos próximos concursos de recrutamento de professores. “
Isto responde alguma coisa a minha questão?
Julgo que sim. Mas interprete como entender!
E dispensas? Vai haver?
sinceramente, acho que a haver provas deviam ser para todos…sem exeção…
mas já que para os dos quadros seria pedir demais…pelo menos para todos os contratados…para evitar “bocas” e “injustiças”. se bem que a prova em si é uma injustiça…
uma prova decidir o nosso futuro? e os anos de serviço…e os de estudo? não contam pra nada?
o exame corre mal, ou tem critérios “manhosos” e acaba-se a nossa “carreira”?
isto precisa de mt explicações…
A prova deve ser apenas uma etapa da seleção, tendo uma outra onde contam os títulos e anos de experiência.
Além disso, só faz sentido se for para o quadro efetivo, ou teremos que fazer provas anualmente num desgaste ainda maior do que os concursos atuais.
Temos que nos unir e lutar contra esta falta de respeito que o MEC tem para com os contratados. Temos que dizer basta. Aceitam-se sugestões (porque não começar com uma manifestação).
A minha sugestão é o boicote à prova.
Se todos os contratados tivessem zero na prova queria ver como o ministério ia resolver a questão. A primeira consequência lógica seria a demissão do ministro, pois tal atitude, para além de inédita seria um forte e claro sinal de reprovação desta medida apadrinhada por crato.
Esta seria no meu entender a melhor posição que os contratados poderiam tomar. Sei no entanto que tal não vai acontecer porque a nossa classe profissional já deu provas suficientes de estar em completa desunião, o que muito me entristece e desalenta.
PSD PSD PSD
Concordo com a ideia do bruno. Mas acho que o primeiro sinal que temos de dar e mostrar ao crato é conseguirmos ter milhares de contratados na rua para uma manifestação (Manifestação nacional de contratados). Só assim o crato teria a ideia da nossa força.
Claro que sim , Sandra, ao fim de 15 anos de serviço terei que me submeter a uma prova como aqueles colegas que saem agora da universidade. O que considero é que ninguém a deveria fazer mas se calhar a colega Sandra será das primeiras a ir realiza-la. Será que teremos coragem para não comparecer e não realizar a prova? Mas afinal a prova para quê se não vão existir vagas para os contratados?
faz algum sentido as provas para quem vai entrar nos quadros, uma vez que hoje em dia o ensino superior, nomeadamente o particular, transformou-se numa selva sem regras algumas! já colocar os precários (contratados) a fazer provas acho demasiadamente exagerado. Fazem as provas todas e mostram a sua excelencia como profissionais da educação e no final do contrato levam chuto no rabo como todos os outros!!!
PS: isto das provas é a assunção, por parte do ministério da educação, que já não confia nas instituições do ensino superior em portugal nem nos docentes que lá trabalham.
No fundo é uma auto-critica grave, pois é o assumir da sua impotencia no controle das instituições e dos cursos do ensino superior!