Prova de Acesso em Dezembro de 2012

Com uma componente específica entre Fevereiro e Abril de 2013, segundo notícia do JN

Mais disciplinas do Ensino Básico terão exames finais

 

No âmbito da seleção inicial de professores, para integrar no sistema “os mais bem preparados e vocacionados,” prevê a realização de uma prova de acesso à carreira cuja componente comum deve ter lugar em dezembro deste ano.

A realização das componentes específicas da prova de avaliação de conhecimentos de acesso à profissão docente decorrerão entre fevereiro e abril de 2013, “a tempo dos próximos concursos de recrutamento de professores”, lê-se no documento.

 

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13 comentários

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    • Draco on 18 de Junho de 2012 at 21:25
    • Responder

    As provas são só para quem entra no quadro ou para todos os contratados?

      • Sara on 18 de Junho de 2012 at 22:06
      • Responder

      No documento diz o seguinte:

      “Em curso: Revisão dos diplomas que regulam a Prova de Acesso à Carreira Docente, designadamente a redação do Decreto Regulamentar e do Despacho que define o calendário da prova.

      – Em curso: Prevê-se a realização da componente comum da prova em dezembro do corrente ano e a realização das componentes específicas da prova entre fevereiro e abril de 2013, a tempo dos próximos concursos de recrutamento de professores. “

      1. Isto responde alguma coisa a minha questão?

          • Sara on 18 de Junho de 2012 at 22:38

          Julgo que sim. Mas interprete como entender!

    • Bruno on 18 de Junho de 2012 at 21:39
    • Responder

    E dispensas? Vai haver?

    • sandra on 18 de Junho de 2012 at 22:17
    • Responder

    sinceramente, acho que a haver provas deviam ser para todos…sem exeção…
    mas já que para os dos quadros seria pedir demais…pelo menos para todos os contratados…para evitar “bocas” e “injustiças”. se bem que a prova em si é uma injustiça…
    uma prova decidir o nosso futuro? e os anos de serviço…e os de estudo? não contam pra nada?
    o exame corre mal, ou tem critérios “manhosos” e acaba-se a nossa “carreira”?
    isto precisa de mt explicações…

      • Felipe Aristimuño on 20 de Junho de 2012 at 10:27
      • Responder

      A prova deve ser apenas uma etapa da seleção, tendo uma outra onde contam os títulos e anos de experiência.
      Além disso, só faz sentido se for para o quadro efetivo, ou teremos que fazer provas anualmente num desgaste ainda maior do que os concursos atuais.

    • Silva on 18 de Junho de 2012 at 22:45
    • Responder

    Temos que nos unir e lutar contra esta falta de respeito que o MEC tem para com os contratados. Temos que dizer basta. Aceitam-se sugestões (porque não começar com uma manifestação).

      • Bruno Reis on 19 de Junho de 2012 at 13:33
      • Responder

      A minha sugestão é o boicote à prova.

      Se todos os contratados tivessem zero na prova queria ver como o ministério ia resolver a questão. A primeira consequência lógica seria a demissão do ministro, pois tal atitude, para além de inédita seria um forte e claro sinal de reprovação desta medida apadrinhada por crato.

      Esta seria no meu entender a melhor posição que os contratados poderiam tomar. Sei no entanto que tal não vai acontecer porque a nossa classe profissional já deu provas suficientes de estar em completa desunião, o que muito me entristece e desalenta.

    • veronica on 19 de Junho de 2012 at 1:06
    • Responder

    PSD PSD PSD

    • Silva on 19 de Junho de 2012 at 17:08
    • Responder

    Concordo com a ideia do bruno. Mas acho que o primeiro sinal que temos de dar e mostrar ao crato é conseguirmos ter milhares de contratados na rua para uma manifestação (Manifestação nacional de contratados). Só assim o crato teria a ideia da nossa força.

    • Miguel Xavier on 20 de Junho de 2012 at 11:17
    • Responder

    Claro que sim , Sandra, ao fim de 15 anos de serviço terei que me submeter a uma prova como aqueles colegas que saem agora da universidade. O que considero é que ninguém a deveria fazer mas se calhar a colega Sandra será das primeiras a ir realiza-la. Será que teremos coragem para não comparecer e não realizar a prova? Mas afinal a prova para quê se não vão existir vagas para os contratados?

    • joão almeida on 20 de Junho de 2012 at 14:58
    • Responder

    faz algum sentido as provas para quem vai entrar nos quadros, uma vez que hoje em dia o ensino superior, nomeadamente o particular, transformou-se numa selva sem regras algumas! já colocar os precários (contratados) a fazer provas acho demasiadamente exagerado. Fazem as provas todas e mostram a sua excelencia como profissionais da educação e no final do contrato levam chuto no rabo como todos os outros!!!

    PS: isto das provas é a assunção, por parte do ministério da educação, que já não confia nas instituições do ensino superior em portugal nem nos docentes que lá trabalham.
    No fundo é uma auto-critica grave, pois é o assumir da sua impotencia no controle das instituições e dos cursos do ensino superior!

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