OCDE recomenda autonomia para directores e líderes escolares
Os diretores de escolas precisam de autonomia para adaptar os programas às necessidades locais e ter uma palavra a dizer no recrutamento de professores, recomenda a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), num documento hoje divulgado.
Destinado a acompanhar o início da Cimeira Internacional sobre a Profissão de Professor, que decorre hoje e quinta-feira em Nova Iorque, o documento da OCDE analisa dados de vários países que levam a organização a concluir que, para conseguirem ter impacto nas escolas e no desempenho dos alunos, os líderes escolares precisam de “autonomia para tomar decisões importantes”.
“Precisam de ser capazes de influenciar o recrutamento de professores para adequar melhor os candidatos às necessidades da sua escola“, refere a OCDE, que defende também que os diretores possam ter capacidade de decisão na definição de estratégias e objetivos das escolas.
Preparing Teachers and Developing School Leaders for the 21st Century

11 comentários
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Isto seria massificar o factor C
Sabem lá eles quem são os diretores e como jogam para terem os votos que os mantém no poder por décadas… até a OCDE passaria a OCDERA.
Há Diretores que são tipo… psicopatas…, mantendo-se no poder décadas em virtude de troca de favores e agora mexendo os cordelinhos para os amigos/as terem Muito Bom ou Excelente; assim, vão-se perpetuando. Alguns só pensam na Reforma, abafando problemas indisciplinares com os alunos, perseguindo professores, etc., mas enquanto não chega…” daqui não saio, daqui ninguém me tira”. Deveria haver limitação de mandatos… se existem na política…
Digo, problemas disciplinares. Têm poder a mais- os/as Diretores/as; só falta, como não podem bater nos alunos… vão humilhando colegas.Nomeiam quem querem, portanto quem fala, lixa-se. Tenho dito.
Acho que deveria ser enviado para a OCDE um pequeno relatorio com o que se passa por cá nas ofertas de escola neste blog há documentação suficiente, os testemunhos que alguns colegas divulgaram aqui.
Faço o desafio ao nosso Super Arlindo que mobilize e oriente um grupo de trabalho. Estamos cá todos! Não podemos ficar parados perante esta sugestão.
Eles mostrarm toda a sua ignorância e desconhecimento da realidade portuguesa, não conhecem os boys, ou então são todos compadres!!!!
ESTOU PLENAMENTE DE ACORDO. A OCDE DEVE SABER QUE TIPO DE RECRUTAMENTO SE FAZ NAS ESCOLAS PORTUGUESAS
Não poderia estar mais de acordo!
Podemos começar pela vaga de Olhão em que o director inventou aquele critério do desempenho excelente passados dois meses de aulas, só para prolongar o contrato a alguém que tinha sido colocado pela bolsa. Isto é no mínimo corrupção … para não me alongar mais!
É isto que querem para a ESCOLA PÚBLICA daqui para a frente????
Mais autonomia????Essa recomendação tem por base que tipo de estudos????
Acredito que noutros países a autonomia das escolas até funcione, mas em Portugal??????
Um país que não sabe gerir o património público, em que os interesses individuais estão acima dos interesses coletivos e em que reina o comodismo e compadrio não funciona de certeza.
A realidade portuguesa é outra. Muitos dos que gerem as escolas não têm um suficiente desenvolvimento social e moral para pensar nos interesses da comunidade escolar.
A OCDE devia informar-se detalhadamente sobre a realidade concreta do que se passa em cada país e até em cada escola. antes de lançar no abstrato conselhos destes.
Concordo plenamente com o que foi dito. Portugal é um país de corruptos onde reina o compadrio e o desrespeito pela sociedade, o que interessa é o benefício próprio, nem que para isso se “mate” e se “esfole”.
A OCDE que se inteire primeiro da realidade portuguesa e fale depois.
Os amigos da internacional socialista continuam a deixar as suas mensagens…
Eu acho que o estudo da OCDE não é minucioso no que diz respeito ao estudo no “campo”. No caso de Portugal, neste momento a autonomia só tem trazido graves problemas de fraude em contratações públicas e vêm agora advogar que é necessária mais autonomia?
Devem estar a brincar comigo.
O pesadelo permanece e agora com este estudo (que o Crato adora) é que vão ser elas. Até alguns directores devem estar neste momento aos pulinhos de felicidade.