Direção Regional da Educação apresentou proposta às escolas de Mafra mas a gestão do agrupamento gera dúvidas. Este é um dos principais assuntos de hoje na edição impressa ou no e-paper do DN, no dia em que a Europa avalia as consequências das eleições em França e na Grécia.
É absolutamente disparatada uma proposta que junte num giga-agrupamento 9000 alunos e não percebo onde se pode encontrar dúvidas numa proposta deste género.
No 3.ºciclo, segundo o Decreto-Lei n.o 6/2001 de 18 de Janeiro, foi introduzida a área artística opcional, de carácter obrigatório, de acordo com a oferta da escola (Educação Musical, Oficina de Teatro, Dança ou outra.)
“(b) A escola deve oferecer outras disciplinas da área da Educação Artística (Educação Musical, Teatro, Dança, etc.).
(c) Nos 7.o e 8.o anos os alunos têm i) Educação Visual ao longo do ano lectivo e ii), numa organização equitativa ao longo de cada ano, uma outra disciplina da área da Educação Artística e Educação Tecnológica.
(d) No 9.o ano os alunos escolhem livremente uma única disciplina, entre as ofertas da escola nos domínios artístico e tecnológico.
(e) Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação e constar explicitamente do projecto curricular de turma. (…)”
O Decreto-Lei n.º 94/2011 de 3 de Agosto, na redação da alínea que define outra disciplina (oferta de escola), passou de “A escola deve oferecer outras disciplinas da área da Educação Artística (Educação Musical, Teatro, Dança, etc.) “, para “A escola poderá oferecer outra disciplina da área da Educação Artística (Educação Musical, Teatro, Dança, etc.) se, no seu quadro docente, existirem professores para a sua docência“.
Na última versão da Revisão da Estrutura Curricular (3.º ciclo) do MEC, de 26/03/2012, refere que “● oferecer, nos 7.º e 8.º anos, uma disciplina, por decisão da escola, de acordo com o seu projeto educativo;”.
Ou seja, já não refere “outras disciplinas da área da Educação Artística”!
Será que, área Artística já não é condição para a disciplina de oferta de escola?
Sendo até aqui as disciplinas de oferta de escola no âmbito artístico, disciplinas com grande sucesso e adesão pelos alunos, é injusto que acabem e também que não se dê continuidade no 9.ºano!
Na escola do 1.º ciclo do Pontal, em Portimão, os tempos de recreio passaram a ser acompanhados por uma “patrulha de segurança“, constituída por professores e alunos, com o objectivo de “prevenir agressões” e “promover atitudes e comportamentos socialmente mais adequados“.
O projecto dá pelo nome de PSP (Patrulha de Segurança do Pontal). Estas iniciais estão inscritas nas t-shirts brancas que devem ser utilizadas pelas crianças que integram a patrulha.
A constituição da patrulha está prevista no plano anual de actividades para o 1.º ciclo do agrupamento vertical de escolas D. Martinho de Castelo Branco, onde está inserida aquela escola. Segundo a descrição feita por alunos, a patrulha deve efectuar “rondas no recinto escolar nos horários críticos da escola, valorizando sempre o diálogo“.
Por considerarem que o projecto é “antipedagógico” e propiciador de “situações de bullying“, os pais dos alunos de uma turma do 4.º ano solicitaram, em Março, a extinção deste projecto. Primeiro numa carta dirigida a responsáveis do agrupamento e depois, face à ausência de respostas destes, à Direcção Regional de Educação do Algarve e à Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC).
Nestas cartas os pais dizem ter sido informados da existência da patrulha no início de Março, durante uma reunião com a professora da turma. Foi-lhes dito que a patrulha era integrada “por duas crianças de cada turma” e que a sua missão era a de “tomar nota do nome dos colegas da escola que apresentam comportamentos inadequados“. “Estes nomes serão colocados em local público para que toda a comunidade escolar tenha conhecimento dos mesmos“, acrescentam.
Governo socialista liderado por José Sócrates autorizou o pagamento de 38,4 milhões de euros relativos à construção da linha de alta velocidade ferroviária Poceirão-Caia, no último dia de mandato.
A última das 10 músicas de 2011/2012 do projeto Velvet Carocinha da Escola Básica EB 2/3 da Maia (AÇORES)
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: NUNO MARKL
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
Outras situações de “incompatibilidades, opacidade e gastos excessivos” ocorrem com os pareceres solicitados a firmas de advogados “com relações diretas com alguns membros do governo, em vez de serem solicitados aos departamentos jurídicos da Administração Pública”.
Depois de garantir que corrigiria o erro dos serviços, Executivo deu ordem para suspender pagamentos. Sindicatos dizem que há 1200 docentes em causa.
Dois meses após ter sido detectado o “erro ou inércia” nos serviços que impediu a progressão na carreira de cerca de 1.200 professores, e depois de ter assegurado que iria regularizar a situação, o Governo ainda não corrigiu a situação destes professores.
Além de não ter enviado uma nota circular às escolas com indicações para corrigir as progressões – como havia assegurado ao Diário Económico em Fevereiro – vários docentes ouvidos pelo jornal dizem ter entrado em contacto com o Ministério da Educação e Ciência e que a resposta recebida por parte de responsáveis do gabinete de gestão financeira foi que “haviam recebido ordem para suspender todos os pagamentos, pelo que ficou tudo sem efeito“.
(pois é o que a comunicação social tem falado no dia de ontem e hoje)
VALE A PENA ESTA REFLEXÃO PARA FIM DE SEMANA
Sabiam que é a Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto e o Decreto-Lei n.º 261/2007, de 17 de julho, que definem o regime de avaliação, certificação e adoção de manuais escolares.
Ora… e se forem ler o ponto 2 do Artigo 4º da Lei n.º 47/2006, diz claramente lá que: “Tendo em vista a elaboração, a produção e os demais procedimentos previstos na presente lei relativos aos manuais escolares e a outros recursos didáctico-pedagógicos, os programas de cada uma das disciplinas e áreas curriculares disciplinares são divulgados até 20 meses antes do início do ano lectivo a que digam respeito“.
O que se pode pensar disto?
Em linhas muito gerais, daí falarem da manutenção dos manuais de EVT…
é também provável que, conhecendo-se os programas em Julho de 2012, façam as contas aos 20 meses depois…
Isso dá, apenas e só manuais para 2 áreas curriculares (EV e ET) no ano letivo 2014/2015…
Parafraseando um grande jornalista português: “E esta heim?”…
Depois de 3 critérios perfeitamente aceitáveis tinham de terminar com um perfeitamente aberrante.
Bem sei que o desempate nestes casos é muito provável que não aconteça, mas era facilmente evitável um critério desta natureza.
Espero que a formação destes líderes inovadores seja útil para alguma coisa e que o próximo ano traga mais justiça e mais bom senso nos critérios definidos pelas escolas.
Os manuais para as novas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, que passarão a integrar a matriz curricular do 5.º ano já a partir de Setembro, só deverão ser adoptados no ano lectivo de 2013/14, indicou ao PÚBLICO o responsável da Porto Editora, Vasco Teixeira.
Até lá, continuarão em vigor os manuais aprovados para Educação Visual e Tecnológica (EVT), uma disciplina que foi eliminada pela revisão da estrutura curricular aprovada em Abril pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).
A prorrogação da vigência dos manuais de EVT por mais um ano foi determinada num despacho da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, também datado de Abril. Uma coincidência é destacada pelo grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, numa interpelação que quarta-feira dirigiu ao MEC, onde se frisa que “uma semana depois da data da última versão da revisão curricular que extingue a EVT do 2.º ciclo, o mesmo Ministério prorroga o manual escolar duma disciplina extinta, e esquece-se de criar manuais para as duas disciplinas que acabava de criar: Educação Visual e Educação Tecnológica para os 5.º e 6º anos”.
Em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC indicou que os manuais estarão em vigor “enquanto não são definidos os perfis curriculares das novas disciplinas” que resultarão da desagregação de EVT. Segundo Vasco Teixeira, o Governo já transmitiu aos editores que, até ao Verão, serão dados a conhecer as alterações aos programas de modo as que os novos manuais possam ser elaborados e aprovados para entrarem em vigor em 2013.
No próximo ano lectivo, os alunos que transitam para o 6.º ano ainda têm EVT, o que só por si justificaria a manutenção dos manuais, defende Vasco Teixeira, lembrando que estes são comuns ao 5.º e 6.º ano e elaborados, por isso, “numa lógica de ciclo”. Por os seus conteúdos também se encontrarem divididos entre as duas componentes de EVT, o responsável da Porto Editora considera que os docentes e alunos “não terão dificuldades” na gestão dos materiais.
Já para o BE, a prorrogação da vigência dos manuais de uma disciplina que foi extinta até poderia parecer “uma piada de mau gosto” do MEC, “não fosse o impacto que esta medida vai ter junto dos milhares de docentes” de EVT, e indicia que o ministério “está desnorteado” com a decisão que tomou.
Segundo o gabinete de imprensa do MEC, o calendário de adopções de manuais previa para este ano a aprovação de novos manuais para EVT, “váliados por seis anos, o que não se justifica face à desagregação“, daquela disciplina, tendo sido ouvidos para esta decisão editores e livreiros,
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
SOLISTAS: DÉBORA CORDEIRO MARIANA ARAÚJO
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (arranjo)
GUITARRA: TIAGO MATIAS
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
Este diploma vem regular os concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, constituindo estes o processo normal e obrigatório de seleção e recrutamento do pessoal docente.
São ainda previstos, no decreto-lei agora aprovado, os procedimentos necessários à operacionalização da mobilidade de docentes colocados nas escolas da rede pública do Ministério da Educação e Ciência.
Para irem confirmar se a candidatura já foi validada devem entrar na aplicação de concursos ir ao menu geral e depois consultar documentos.
Se a candidatura já foi processada pela entidade de validação aparece a data de criação na altura em que foi submetida na aplicação. Se ainda não conseguem visualizar um documento que comece por 2012_CN_CN1V é sinal que a candidatura ainda não foi validada pela entidade.
Perto de 500 mulheres realizaram em 2011 mais do que uma interrupção da gravidez e oito já tinham realizado mais de dez abortos anteriormente, de acordo com o relatório da Direção Geral de Saúde (DGS).
O documento com o registo das Interrupções da Gravidez (IG) em 2011, hoje disponibilizado pela DGS no seu site, revela que nesse período foram realizadas 20.290, das quais 97 por cento (%) por opção da mulher até às dez semanas.
Das mulheres que realizaram uma IG em 2011, 74,1% nunca tinha realizado um aborto anteriormente, 20,4% tinham realizado uma, 4,2% tinham feito duas e 1,3% já tinham feito três ou mais no decorrer da sua idade fértil.
Das IG realizadas no ano passado, 464 (2,3%) referiam-se a mulheres que já tinham realizado um aborto em 2011.
O documento indica ainda que sete das mulheres que realizam IG em 2011 tinham feito seis abortos anteriores, três tinham realizado sete, três fizeram oito e oito mulheres já se tinham submetido a mais de dez intervenções do género.
Os diferentes tipos de atividades artístico-musicais realizadas no interior das escolas nem sempre têm a visibilidade social que contribui para demonstrar a pertinência desta área de formação das crianças e dos jovens.
Assim, a APEM propõe que os professores de música procurem demonstrar esta pertinência organizando nos seus territórios, um concerto final de ano fora do espaço da escola, no espaço público, em todo o país, de modo a que todos percebam que existe música na escola, que ela é importante para as crianças, os jovens e as comunidades e que, por isso, deverá continuar a existir como área de formação, e em particular, no 3.º ciclo.
Um concerto para dar força à nossa pretensão.
No seguimento da inauguração em 2012, pela UNESCO, da Semana Internacional da Educação Artística, a APEM propõe que os concertos “Há música na escola” sejam realizados entre os próximos dias 28 e 31 de Maio.
Agradecemos que nos envie a data do concerto que irão realizar, o nome da vossa escola (Agrupamento), os nomes e emails dos professores responsáveis e fotografias ou vídeos dos vossos concertos!
Caso não seja possível realizar o concerto fora do espaço escolar, não deixe de nos enviar notícias sobre o Concerto “Há música na escola”.
Tenho informações que a partir de Janeiro de 2013 os concursos para Timor serão alterados e que será dada abertura à contratação dos docentes portugueses para a escola de referência de Timor-Leste.
Também soube que será possível abrir mais 4 polos deste projeto e que serão necessários pelo menos mais 48 professores.
Todos os professores dos quadros do continente que regressem no final deste ano letivo só serão substituídos por docentes contratados.
Esta poderá ser mais uma possibilidade de emprego para professores contratados no próximo ano.
O Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia do Japão (Monbukagakusho) concede bolsas de estudo a licenciados portugueses para um curso de pós-graduação em universidades japonesas, para os anos académicos de 2013.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (original José Barata Moura)
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
Logo depois da manhã libertadora do dia 25 de abril de 1974, e dando expressão ao legítimo direito finalmente conquistado para a liberdade sindical, foi constituído no dia 30 de abril o primeiro sindicato de professores em Portugal a integrar docentes do setor público, até então impedidos de se organizarem sindicalmente.
Era o início de um processo de intervenção sindical que teve como primeiros objetivos a determinação do fim da precariedade, a definição de direitos e deveres profissionais, a implementação de uma gestão democrática das escolas. Era finalmente a possibilidade de concretizar muitas aspirações e reivindicações que vinham sendo identificadas em reuniões – tantas vezes clandestinas, outras vezes sob a capa de uma legitimidade precária, possível no âmbito de reuniões de índole pedagógica.
A verdade é que os professores passavam a ter um sindicato livre das amarras e das contingências de uma organização corporativa do regime vigente até então.
De acordo com a proposta de Lei Nº56/XII o limite de despesa efetiva no Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar para 2013 é de 5.077 milhões de euros, baixando para 2014 no subtotal do agrupamento onde está inserida a área social mais 375 milhões de euros.
A ciência e o ensino superior terão um investimento de 1.208 milhões de euros em 2013 segundo esta previsão.
Continua a decrescer o investimento na educação e desaparece também no quadro em baixo qualquer estimativa nesta área para 2015 e 2016.
Decorre entre o dia de hoje e o dia 7 de Maio a validação por parte das escolas das candidaturas submetidas até ao dia 27 de Abril. Esta é a primeira validação, seguindo-se uma segunda no caso de existirem alterações dos docentes aos campos invalidados e que poderão ser corrigidos entre o dia 8 e 10 de Maio.
Agora que terminou a fase de candidatura resta fazer um balanço desta nova aplicação.
Desde que os concursos foram operacionalizados em suporte informático esta nova aplicação superou todas as restantes e não existiram períodos de impedimento no acesso. A própria organização da aplicação não sendo intuitiva num primeiro acesso mostrou-se bastante funcional e suficientemente rápida para este procedimento. A principal vantagem da aplicação pode vir a ser a de guardar em histórico todos os concursos efetuados e por conseguinte recuperar dados já lançados em anos anteriores. Se for esta a solução para o próximo ano bastará ao candidato proceder às alterações que considere necessário (ex. tempo de serviço) e às escolas validarem apenas os campos que sofreram alterações no decurso desse ano, assim evitar-se-íam inutilidades processuais.
O principal defeito nesta nova aplicação acontece em determinados browsers onde a impressão fica inativa não sendo fácil a sua ativação sendo necessário em alguns casos recorrer a outros browsers para a libertar.
Uma das alterações nos concursos (pouco terão reparado) é que as graduações deixaram de ser chamadas de opção 1 e opção 2 para serem tratadas como graduação 1 e graduação 2. Se porventura o que considero essencial para a eliminação do factor lotaria nos concursos for aplicado, isto é, em vez de serem verificadas todas as preferências da 1ª graduação para depois se passarem às preferências da graduação 2, for alterado por uma manifestação de preferências por QZP, Concelhos ou escolas, independentemente das opções pelos grupos de recrutamento, podendo o candidato no mesmo campo dizer que está interessado nesse horário para ambos os grupos isto seria uma enorme melhoria para a fase da manifestação de preferências e evitava algumas ultrapassagens pelo factor lotaria.
Como este é um mecanismo que não está tratado na legislação e se ainda for a tempo de ser aplicada na aplicação renovo aqui este conselho para a área técnica da DGRHE.
Fica aqui disponível a versão 1 do manual de validação das candidaturas para as escolas.
Até ao momento registaram-se 1200 respostas à sondagem iniciada no passado sábado para verificar quem passa por este blog. A minha principal surpresa foi o nível de adesão à mesma, pois não contava que em pouco mais de 24 horas existissem mais de 1000 respostas. Desta forma quero agradecer a vossa adesão pois fiquei a perceber melhor o alcance deste blog o que aumenta a minha responsabilidade e exige um melhor comportamento em alguns diálogos que são feitos na caixa de conversa. A sondagem que fiz não estando perfeitamente construída estava bloqueada a respostas de mais de um ip por quadro e isso permitiu obter respostas sem que se acumulassem repetições de votos.
Sabendo eu que a maioria que passava por aqui eram docentes contratados, como se confirma nos 681 votos (56,75%), surprendeu-me pela positiva que 488 votos pertencessem a docentes dos quadros (40,66%). Não estando este blog muito direcionado para temas educativos fora do ensino público não superior, também 15 votos vieram de docentes destas áreas (admito também a minha lacuna com ausência de temas fora do ensino público não superior) mas sei que terei muitas dificuldades em alargar-me para esta área. Curioso que 16 participantes na sondagem não são docentes.
Outra das grandes surpresas foi a abrangência de docentes que por aqui passam, pois verifiquei que com excepção do grupo 310, os docentes do quadro que responderam são provenientes de todos os grupos de recrutamento com especial incidência para os 62 docentes do quadros do grupo 240 (EVT). A minha afinidade com este grupo torna natural que também assim seja.
Os docentes dos quadros que mais responderam estão assim distribuídos:
Grupo 110 – 100 respostas
Grupo 240 – 62 respostas
Grupo 910 – 46 respostas
Grupo 300 – 40 respostas
Grupo 100 – 37 respostas
Grupo 230 – 37 respostas
Quanto às respostas dos professores contratados cerca de 50% disseram que têm habilitação profissional para apenas um grupo de recrutamento (335 respostas) e 275 docentes têm habilitação para dois grupos de recrutamento. Já 52 docentes responderam que têm habilitações para dois ou mais grupos de recrutamento. Acredito que seja esta também a distribuição das habilitações dos docentes no panorama nacional com tendência para se alargar no grupo dos multihabilitados. Apenas 1,93% (13) possuem habilitação própria.
Entre as habilitações dos professores contratados que responderam à sondagem estão largamente à frente os que têm habilitação para o grupo 110 e 910. A distribuição das habilitações dos docentes contratados são as seguintes:
Grupo 110 – 246 respostas
Grupo 910 – 153 respostas
Grupo 300 – 77 respostas
Grupo 500 – 55 respostas
Grupo 240 – 49 respostas
Grupo 230 – 48 respostas
Grupo 330 – 45 respostas
Por fim analisei a situação profissional à data da sondagem e das 696 respostas 137 docentes estavam em situação de desemprego o que representa 11,6% da totalidade dos docentes que responderam ao inquérito. É muito provável que este seja um número aproximado do desemprego docente que se situa ainda abaixo da média nacional do desemprego em Portugal.
A maior percentagem de docentes contratados que estavam colocados tinham-no sido por contratação de escola – 186 (26,65%), seguindo-se os que renovaram a colocação – 130 (18,62%), os colocados pelas bolsas de recrutamento – 107 (15,33%) e 87 (12,46%) que foram colocados nas listas das necessidades transitórias.
A sondagem continua em aberto para observar possíveis alterações, mas já com estes dados retirados.
Tal como anunciado a ANAPET vai realizar um Encontro Nacional, em Lisboa, no próximo dia 12 de Maio, subordinado ao tema “Revisão curricular dos ensinos básico e secundário: Que futuro para a Educação Tecnológica e para o ensino profissional?“.
O Encontro realiza-se no Auditório do Colégio São João de Brito, no Lumiar. Inicia-se às 9h00 e termina às 18h00. Para obter informações sobre a forma de cá chegar, devem consultar o programa do Encontro.
Disponibiliza-se aqui o programa do Encontro, bem como o cartaz correspondente. Solicita-se aos professores de Educação Tecnológica de todo o país que descarreguem o ficheiro, o imprimam e o divulguem na Sala de Professores da vossa escola.
E como não sofro de clubites agudas posso dar os parabéns ao FêCêPê como podia dar a outro qualquer já que não faço parte dos 10 milhões de adeptos dos clubes de futebol.
Estranho ou não é a principal reação de jornalistas e adeptos do porto a quererem mandar o treinador embora.
Também parece que foram campeões hoje por causa do clube aqui da terra.
Por vezes dá-me curiosidade de perceber qual o público que vem a este blog, tenho consciência que a sua grande maioria são professores contratados, contudo resolvi fazer esta sondagem para perceber claramente quem por aqui passa. Assim pedia a vossa colaboração para o preenchimento das seguintes sondagens.
As Próximas 4 sondagens destinam-se apenas a docentes dos quadros.
Pertenço a lugar de quadro do grupo…
As Próximas sondagens destinam-se apenas a docentes contratados.
As próximas perguntas têm resposta múltipla e podem colocar os grupos para os quais possuem habilitação profissional estando a trabalhar ou não nesse grupo de recutamento.
Por não ser possível utilizar todos os grupos de recrutamento numa única sondagem dividi em duas colocando os grupos da Educação Especial em ambas. Se têm habilitação profissional para o ensino especial e mais um grupo de recrutamento coloquem a habilitação da Educação Especial apenas na sondagem do vosso grupo.
Esta é a última sondagem para verificar a vossa situação profissional neste momento.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
SOLISTA: CÁTIA PONTE
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (adaptação)
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
“Este Blog destina-se a todos os meus alunos, colegas e amigos.
Também pretendo que sirva de apoio às aulas de Educação Musical,
alargando os conhecimentos musicais e
levando os alunos a inteargir com a professora.”
Validação da Candidatura – 30 de abril a 7 de maio de 2012 (5 dias) Aperfeiçoamento da Candidatura – 8 a 10 de maio de 2012 (3 dias) Validação do Aperfeiçoamento – 11 a 14 de maio de 2012 (2 dias)
…foi publicada em Despacho n.º 5634-F/2012 que vem em contra-ciclo com os princípios organizacionais educativos dos países mais desenvolvidos.
Levará décadas para se emendar as asneiras megalómanas que começaram a ser implementadas no governo anterior e que terão a sua conclusão em 31 de Agosto de 2013 com o encerramento de processo de agregações. Tenho muitas dúvidas que as vantagens financeiras compensem o prejuízo que será feito à organização das escolas, à identidade de cada um dos agrupamentos e às relações entre todos os intervenientes das novas unidades organizacionais.
Falta saber quem pagará, se é que alguém pagará, pelos erros cometidos com estas mega-asneiras.
Há consenso entre autarquia, agrupamentos e juntas de freguesias. Proposta será entregue na DREC depois de reunido o Conselho Municipal de Educação
São cinco as escolas que encerrarão em Coimbra no próximo ano lectivo. Pelo menos, é esta a proposta que a Câmara Municipal de Coimbra entregará na Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), tendo o número sido definido depois de reuniões tidas entre a autarquia, directores de agrupamentos de escolas e ainda os presidentes de junta de freguesias das 12 escolas do concelho com menos de 20 alunos no início deste ano lectivo.
Se for a primeira vez que concorrem e não têm tempo de serviço além desta declaração têm de enviar cópia do BI e Certificado de Habilitações.
Se a entidade de validação for a DGRHE os documentos têm de ser enviados pela aplicação em formato pdf, inclusivé a declaração de oposição ao concurso, antes da submissão da candidatura.
Confirmem no aviso de abertura “VIII — Documentos a apresentar” se todos os documentos já estão na escola de validação sob pena de exclusão das listas provisórias e de não admissão no caso de não entregarem a declaração de oposição ao concurso. Existem documentos específicos a entregar conforme for a situação do candidato.
Se alguém não entregou a declaração de oposição ao concurso e a escola de validação se encontra distante podem fazê-lo por correio registado até ao final do dia de hoje.