Notícias Soltas do Dia de Hoje

Crato garante que não haverá mais cortes na Educação – PÚBLICO

Fim do Latim em França? Ministra na mira das críticas – DN

Telemóveis prejudicam sucesso escolar – Observador

Adolescentes à deriva – Observador

Professores advertem: Há mais indisciplina nas salas de aula – Renascença

Indisciplina na sala de aula é queixa de 80% dos professores | Diário Digital

Fórum Mundial de Educação cria estratégia até 2030

 

Universidade de Lisboa promove Seminário Educação Hoje: Promover o Bem-Estar e Prevenir o Risco

Loulé: VII Encontro de Partilhas de Práticas Educativas de Cidadania

Escola Superior de Educação de Santarém tem formação TIC | O Ribatejo

Radio Portalegre – Portalegre: ESEP recebe III Jornadas da Família

Formação das forças de segurança para lidar com crianças descrita como sucesso – RTP

“Na Escola Acontece” no Centro Cultural de Lagos

500 jovens a resolver problemas do futuro na Universidade do Porto

 

Mértola inaugura réplica de Casa Islâmica do bairro da Alcáçova do Castelo | Sul Informação

Biblioteca de Vasco Graça Moura disponibilizada à Universidade do Porto – RTP

Duzentos cantam em Vila Real para mostrar que se está a construir uma ópera – RTP

Napoleão Mira e Reflect apresentam «12 Canções Faladas & 1 Poema Desesperado» em Loulé | Sul Informação

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Nada de Espantar

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Mais de 80 por cento dos professores já viveram situações que classificam de indisciplina na sala de aula, segundo um estudo nacional que inquiriu mais de três mil docentes.

 

Estar desatento, chegar atrasado à aula ou conversar com o colega do lado são algumas das situações apontadas pela maioria dos professores que responderam ao questionário do estudo que começou a ser realizado há cerca de ano e meio pela Universidade do Minho (UM).

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O Fétiche de Nuno Crato

… não é a Matemática, mas sonhar que não cortará mais nada em Educação.
 
 

Crato garante que não haverá mais cortes na Educação

Ministro da Educação diz que pretende ignorar o relatório do FMI.

 

 

O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu nesta quarta-feira que não haverá mais cortes no sector.

Em resposta aos jornalistas, nesta quarta-feira, em Lisboa, Crato assumiu que pretende ignorar o último relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde se insiste que Portugal deve reduzir a despesa na Educação, afastar mais professores do ensino e fechar mais escolas.   “Não estou a planear fazer mais cortes”, disse.

Crato esteve nesta manhã na Escola Básica do Parque das Nações, para perguntar aos alunos do 4.º ano como lhes tinha corrido a prova final de Matemática, a disciplina fétiche do ministro.

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É Tudo Uma Questão de Prioridades…

Faltam verbas e pessoal para rastreios ao cancro – TSF

 

Governo diz que ‘é legal’ o despacho que dá benefícios fiscais ao Novo Banco

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A Ler – Crónicas do Cão

Oh IAVE todo poderoso foste…

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Novidades da BCE

Muitas das coisas que fui dizendo por aqui parece que realmente vão acontecer.

  • Redução do número de subcritérios e
  • eliminação dos factores de subjectividade.

 

Bolsa de Contratação de Escola arranca em junho

 

 

A Bolsa de Contratação de Escola, que coloca professores em escolas com autonomia ou de intervenção prioritária, arranca em junho, com a criação de ofertas pelas escolas e com menos critérios de candidatura.

 

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A abertura deste concurso será no mês de junho“, disse à Lusa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), que esteve esta terça-feira reunido com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) para discutir a reformulação da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), cujo modelo provocou atrasos de meses na colocação de professores nas escolas e retardou o início do ano letivo para milhares de alunos, em alguns casos quase até ao final do 1.º período, em algumas disciplinas.

Contactado pela Lusa, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) confirmou que a BCE arranca em junho “com a criação das ofertas por parte das direções das escolas”, não se sabendo ainda quando poderão os professores apresentar candidaturas a esses lugares.

Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), e que deverá reunir-se com a DGAE ainda esta semana, disse à Lusa que espera que este ano “se apresse, de facto, o processo” da BCE, considerando que não se deve deixar o período de candidaturas para setembro, como no arranque do presente ano letivo.

Sobre o novo modelo da BCE, ainda a ser discutido com sindicatos de professores e diretores escolares, Dias da Silva adiantou à Lusa que a proposta apresentada pela DGAE, “um documento aberto ainda em discussão e sujeito a alterações“, prevê que os muitos critérios de candidatura a que os professores tinham de dar resposta sejam reduzidos, de acordo com a atual proposta para apenas 12.

Desses, as escolas poderão escolher aplicar apenas oito, de acordo com as necessidades manifestadas e com o perfil pretendido para as funções com lugares em aberto.

Segundo o secretário-geral da FNE, a DGAE “fez um trabalho de simplificação” do processo que permitiu retirar “fatores de subjetividade” às candidaturas.

“Queremos que o processo este ano possa ser tão transparente e objetivo quanto possível”, declarou Dias da Silva, que referiu que a redução no número de critérios atribui ao processo de candidatura uma clareza que vai também ajudar a “limitar ao máximo” qualquer possibilidade de falsificação de informação por parte dos candidatos.

O ministro Nuno Crato assumiu no parlamento, em setembro de 2014, que o processo de colocações de professores nas escolas pela 1.ª BCE tinha erros matemáticos na fórmula de cálculo das listas ordenadas, tendo pedido desculpas a pais, alunos, deputados e ao país pelos erros que redundariam na demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar, nesse mesmo dia, depois de ter afirmado que os problemas eram da exclusiva responsabilidade dos serviços do MEC.

Os erros acabariam por obrigar a anular este concurso, a refazer a lista e a corrigir colocações, que deixaram muitos professores inicialmente colocados sem um lugar nas escolas, em alguns casos a centenas de quilómetros das suas residências, o que implicou investimentos como arrendamentos de casas.

As despesas assumidas pelos professores motivaram pedidos de compensações e o ministro revelou a 8 de outubro, no parlamento, que o Governo havia pedido ao Conselho Superior da Magistratura (CSM) a designação de um representante para uma comissão avaliar junto das partes eventuais compensações a lesados pelos erros nas colocações.

O MEC acabaria por autorizar apoios e aulas extraordinárias para os alunos prejudicados pelos atrasos no arranque do ano letivo, com as escolas a mostrarem maior preocupação com aqueles alunos que fazem exames no final do ano.

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Blogosfera – ComRegras

Acabar com o Bullying!

 

É inevitável abordar o que aconteceu na semana passada e pelos vistos não ficou por aí… O que está a acontecer é uma “estalada” na aparente pacatez social sobre um problema que passa muito tempo escondido. De lés a lés, a sociedade acorda para este “cancro” juvenil, mas com o tempo, a comunicação social e consequentemente a sociedade, hibernam novamente para assuntos bem mais acessórios do que este.

Está na altura das questões disciplinares deixarem de ser tratadas por “vagas” mediáticas. Quando a comunicação social publica algo chocante, de imediato surgem algumas “comichões” entre os intervenientes político-sociais, como se fosse da praxe opinar sobre algo que está debaixo da alcatifa. Estas são as piores alturas para resolver problemas, pois a temperatura do tecido social pode fomentar juízos e decisões precipitadas.

Neste artigo pedi a ajuda das colaboradoras do ComRegras: a Dra. Inês Afonso Marques, Psicóloga Clínica da Oficina da Psicologia e a Professora Leonor Rodrigues membro da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). Através dos seus conhecimentos e experiência, será possível entrar na cabeça de um “bullie” e de uma vítima e conhecer melhor o trabalho efetuado nas escolas e CPCJs.

Entremos então nas mentes de “bullie” e vítima.

continua

 

 

Sondagem da Semana – Na Sua Escola, o “Bullying” é um Fenómeno que Ocorre:

 

[socialpoll id=”2272127″]

Resultados da sondagem da semana anterior e sua análise aqui

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A Prova de Matemática do 4° Ano

… também terá sido fácil.

Mas segundo me dizem, os alunos com défice de atenção vão cometer imensas asneiras.

Mais logo ao final da tarde coloco a prova de hoje.

 

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De que irão falar e o que irão defender?

Clicar na imagem para ver programa.

 

Seminário Internacional

 

 

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Resposta da Provedoria de Justiça à Queixa dos 27 Docentes da D. Maria II

Concordo inteiramente com ele.

 

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Crónica de Santana Castilho no Público

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Se Houve Erro, Corrija-se o Erro!

Simples.

 

E assumam as consequências desse erro.
 

Mais de 15 professores e encarregados de educação dos alunos do Agrupamento de Escolas D. Maria II, no Cacém (Sintra), estão hoje em vigília junto ao Ministério da Educação, exigindo que seja corrigida a colocação de 27 professores daquelas escolas.

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Em representação dos pais e encarregados de educação, Dora Batista explicou à agência Lusa que a vigília pretende chamar à atenção do ministro da Educação, Nuno Crato, e do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, para a situação destes professores, que considera “um erro administrativo”.

“Pretendemos que seja emendado o erro cometido há três anos, em que foi prometido que os professores seriam transferidos de agrupamento escolar”, afirmou a encarregada de educação.

O problema com a colocação dos professores surgiu no ano letivo 2012/2013, aquando a criação do Agrupamento de Escolas D. Maria II, que fez transitar alguns dos estabelecimentos de ensino que pertenciam ao Agrupamento de Escolas António Sérgio, entre eles a Escola Básica Ribeiro de Carvalho.

“Transitaram, por ordem do Ministério da Educação e da Direção-Geral da Administração Escolar [DGAE], os edifícios, as crianças e os auxiliares, e os professores ficaram para trás”, explicou Dora Batista.

O gabinete de assessoria de imprensa do Ministério da Educação e Ciência esclareceu à Lusa que os professores, “à data de criação do agrupamento de Escolas D. Maria II, pertenciam, como agora pertencem, ao quadro do agrupamento de Escolas António Sérgio e foram exercer funções transitoriamente, através de mobilidade interna, para o agrupamento D. Maria II, de modo, e exclusivamente, para assegurar a continuidade pedagógica das turmas, por vontade expressa dos docentes”.

Segundo fonte do Ministério da Educação e Ciência, estes professores “têm exercido transitoriamente funções no agrupamento de Escolas D. Maria II, ao abrigo do regime de mobilidade estatutária que cessa a 31 de agosto de 2015”.

Para serem transferidos de agrupamento escolar têm de apresentar-se a concurso nacional, que só este ano reuniu as condições legais para abrir vagas no agrupamento de Escolas D. Maria II para o concurso interno 2015/2016.

Caso não obtenham colocação no concurso interno ou no concurso de mobilidade interna, estes docentes regressam ao agrupamento de Escolas António Sérgio, esclareceu a mesma fonte.

Durante a vigília de hoje, que conta com a presença de alguns dos professores envolvidos, foi divulgado um parecer da Provedoria de Justiça que classifica a situação dos 27 docentes como “ilegal, inadequada e inoportuna”.

“Ilegal porque não respeita o regime legal aplicável com caráter vinculativo. Injusta porque envolve a adoção de tratamento diferenciado, sem que fundamento material bastante o justifique. Inoportuna porque comporta lesão séria do valor da continuidade pedagógica e dos serviços públicos”, lê-se no parecer da Provedoria de Justiça dirigido ao secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar.

O parecer refere ainda que é necessário resolver o problema “restaurando a situação jurídico-funcional em que os docentes se deveriam encontrar desde 2012 e evitando o preenchimento, por via do concurso que está a decorrer, dos lugares correspondentes às funções que aqueles exercem”.

Na segunda-feira à noite, na Assembleia Municipal de Sintra, três encarregados de educação expuseram a situação dos 27 professores do Agrupamento de Escolas de D. Maria II e anunciaram a vigília de hoje junto ao Ministério da Educação.

O presidente da autarquia, Basílio Horta (PS), assegurou que “a câmara está solidária” com os pais e com os professores e que já pediu uma audiência urgente ao secretário de Estado da Educação.

“A câmara não fica indiferente” à situação e pode associar-se aos protestos caso não receba resposta do Ministério da Educação, afirmou o autarca.

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Prova de Português 6º ano

Aqui fica o exame de hoje, Português 6º ano…

 

clicar nas imagens para aceder à prova de português (prova 61) e aos critérios de classificação.
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Notícias Soltas do Dia de Hoje

zoomonline.pt | Municipalização da educação em debate no Fórum Seixal

Deputados vão debater indisciplina e violência em meio escolar – Açoriano Oriental

Deputados apresentam medidas para combater violência escolar > TVI24

Regime do concurso de professores avança para plenário do parlamento regional | DNOTICIAS.PT

Rádio Pax – PCP diz que há “carência grave de funcionários” no Agrupamento de Escolas de Ferreira

 

«Na Escola Acontece» em exposição no centro cultural de Lagos

Apresentação da Semana da Festa do Desporto Escolar | DNOTICIAS.PT

Pais de São Brás de Alportel voltam a promover encontro para debater a educação | Sul Informação

Algarve Notícias – “Aprender a educar, juntos” em São Brás de Alportel

 

Escola Secundária Ginestal Machjado em Santarém – Almoço convívio de antigos alunos, professores e funcionários | O Ribatejo

Jornal Nordeste – 600 participam em “encontro intergeracional”

Projeto “Escola com Livros” – Empresários apoiam Bibliotecas Escolares de Santarém | O Ribatejo

Vivadouro | GNR celebra centésimo quarto aniversário em Agrupamento de Escolas

Jornal Ensino Magazine na Feira Internacional de Educação de Moçambique

Mais de 150 atividades para pôr “Coimbra a brincar” durante três dias

Boas Notícias – Livro português para crianças entre os mais “fabulosos”

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O Virtuoso Mundo dos Contratos Temporários

Boa Tarde

 

Fui colocada na RR2 num temporário que termina dia 02/06/2015.
 
A questão que coloco é se existe alguma forma de eu poder prolongar o meu contrato a fim de avaliar os alunos que acompanho desde Setembro.
 
Que legitimidade existe num processo de avaliação, que descarta um professor que acompanhou os alunos durante todo o ano e que verá todo o seu trabalho ser concluído por um colega que não conhece os alunos e apenas os verá durante 10 dias!
 
Obrigada

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O Virtuoso Mundo das Contratações de Escola

Exmº Senhor

Embora tenha sido excluído, vamos voltar a pontuar uma vez que foi detetado que os seus e-mail’s foram encontrados na pasta SPAM. Pelo motivo pedimos desculpas.

 

Com os melhores cumprimentos

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Aposta Para Hoje

euromilhoes 19 maio

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Curioso ou Não

Nenhum docente dos 461 que indiquei reunirem as condições para a 1ª prioridade foram alvo de confirmação de registos biográficos.

 

A 24 docentes que não se encontravam na lista dos 461 também não foi pedida a confirmação dos dados com o envio do registo biográfico pela escola. Terão estes docentes anulado a 1ª prioridade ou terão sido excluídos dessa prioridade na fase de reclamações?

Que me perdoem aqueles que acham que não deveria andar a mexer nestes assuntos e que ficava melhor calado e sem mostrar estes dados.

Se encontram-se correctamente ordenados na 1ª prioridade escusam de se sentirem ofendidos com a publicação destes dados.

Acima de tudo o que se pede é justiça nesta forma injusta de vinculação.

E se incomoda a alguém que estes dados sejam publicados, temos pena.

 

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Mais um Exame Fácil?

O dia de exame do 6.º ano também pode ter um final feliz

 

 

Composição da prova de Português do 6.º ano pedia aos alunos para descreverem algo que os deixasse contentes. Um exame “muito fácil” deixou quase todos de sorrisos no rosto.

 

NEG - 19 MAIO 2015 - EXAME DE PORTUGUES NA ESCOLA ANDRE SOARES

NEG – 19 MAIO 2015 – EXAME DE PORTUGUES NA ESCOLA ANDRE SOARES


O enunciado da prova pedia aos estudantes que imaginassem algo que os deixasse muito felizes. Martim imaginou que encontrava um cachorro dentro de uma caixa, abandonado na rua. “Levámo-lo para casa e ficamos com ele”, descreve. E o exame, também o deixou feliz. “Sim, não foi assim tão difícil”.

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Mais Coisas do FMI

… que só nos veremos livres destas ideias se a dívida for completamente saldada.

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Correio da Manhã (19-05-2015)

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Paguem a Dívida ao FMI, Já!

…para deixarem de mandar bitaites sobre as políticas portuguesas.

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A Música em Estreia do Blog

Muse – Mercy

 

Lançada há menos de uma hora. 😉

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Que Interessa dar Autonomia e Poder às Escolas

… se depois se desconfia de uma simples validação do tempo de serviço?

 

Quem desconfiou dessas validações e pediu os registos biográficos foi a DGAE.

 

Se chamei de suspeitos aos docentes a quem foi pedido às escolas que enviassem os registos biográficos, estou a usar o próprio termo que a DGAE de forma disfarçada o fez.

 

Tenho quase certeza que 99% dos docentes que se encontram na 1ª prioridade têm todo o direito a estar nessa prioridade. Mas não vou dizer que confio a 100% na lista da 1ª prioridade porque tenho a certeza que isso não é verdade.

 

E para bom entendedor chegam estas palavras.

 

 

 

 

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O Meu Cruzamento de Dados vs Cruzamento de Dados da DGAE

Penso que se recordam que disse em Setembro de 2014 que havia 461 docentes que reuniam as condições para vincular pela norma travão.

Também cruzei os dados dos 461 docentes nessas condições com os 865 que disseram reunir as condições para essa vinculação.

A diferença entre esse número é de 404 docentes.

A DGAE pediu o registo biográfico de 403 docentes.

Se quiserem comparar as duas listas podem ver esta que fiz com a lista pedida pela DGAE.

Na minha lista estão com cor branca os docentes que não consegui comprovar terem ficado colocados em pelo menos um ano nos últimos 5 anos lectivos (incluindo este) e na lista da DGAE os 403 docentes a quem foi pedido o registo biográfico às escolas.

Coincidências?

Pelo que já analisei as listas são em tudo idênticas.

 

 

461-865 estudo

 

1 prioridade sem nome

 

 

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professores contra entrega das escolas às câmaras – JN

Albardar os exames à vontade do dono? – PÚBLICO

Escolas voltam a parar para exames

Menos de 500 alunos faltaram à prova de português > TVI24

Cerca de 227 mil alunos fazem exames antes de as aulas terminarem » Educare – O Portal de Educação

Autorregulação da carreira docente em debate na Madeira com oradores de renome | DNOTICIAS.PT

Educação Artística da Madeira exibida em Sines | DNOTICIAS.PT

Aluno do Instituto D. João V segundo em concurso mundial de cálculo mental | Região de Leiria

 

“Tesouros da Fotografia Portuguesa do Século XIX”

Porque é que as filhas discutem com as mães? – Observador

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A Lista dos 403 “Suspeitos” da 1ª Prioridade

A quem a DGAE pediu os registos biográficos às escolas.

Costuma-se dizer que quem não deve não teme.

 

1 prioridade sem nome

 

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A prova de 4º ano de Português

Hoje, os alunos do 4º ano realizaram o exame da 1º chamada de Português.

Na minha opinião, e isso que fique bem vincado, o exame não foi acessível, foi fácil. Um exame como este serve unicamente para viabilizar politicas, para justificar a sua implementação. Um exame em que um dos textos foi, obrigatoriamente, trabalhado em sala de aula na Educação Literária e que consta de pelo menos num manual (Hans Christian Anderson, «Rouxinol», in Três Contos de Anderson, Texto Editores, 2013) (entre outros exemplos que se podem apontar), não me transmite o tal “rigor” e “exigência” que tanto tem sido “propagandeado”… Mas fica aqui o exame, cada um que tire as suas próprias conclusões, sejam elas quais forem…

PS: será que a febre das eleições já chegou a este ponto?…

 

clicar nas imagens para aceder às provas de português (prova 41) e aos critérios de classificação.

caderno1 caderno2 critérios

 

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Impressões sobre o exame de 4º ano…

Os textos propostos na prova de Português “exigiam o reconhecimento do uso metafórico de certos conceitos que, nitidamente, não estão definidos/previstos nos programas ou nas metas curriculares”, indica a Associação Nacional de Professores de Português num parecer enviado ao PÚBLICO.

Não foi o único obstáculo identificado. A associação chama a atenção para o facto de existirem dois exercícios, nas perguntas de interpretação, que “implicavam a escolha de mais do que uma opção certa”, o que pode gerar “alguns constrangimentos”, uma vez que “algumas crianças estão habituadas a escolher apenas uma resposta”.

No geral a associação considera que o exame “não apresentou um grau de dificuldade muito elevado”, embora esta premissa não se aplique aos textos propostos. Socorrendo-se de uma tabela de análise da dificuldade ou facilidade da leitura/compreensão de textos elaborada pelo perito norte-americano Rudolf Flesch, a associação concluiu que os dois textos escolhidos para esta avaliação apresentam “um score de legibilidade que se situa entre os níveis difícil e muito difícil.

In http://www.publico.pt/sociedade/noticia/prova-de-portugues-exige-conhecimentos-que-nao-estao-previstos-para-o-4-ano-1696017

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Entrevista de Crato ao Expresso

Nuno Crato. “Queremos que os alunos passem, mas sabendo”

 

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Com a prova de Português do 4.º ano, arranca esta segunda-feira a temporada de exames. Mais de 200 mil alunos realizam esta semana as provas finais do 4.º e 6.º ano, que contam 30% para a nota final. Quanto mais cedo se aprender a lidar com a avaliação mais fácil será progredir no futuro, defende o ministro da Educação, em entrevista ao Expresso.

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Pela Madeira

Vai tudo ainda muito lentinho.

 

 

Comissão de Educação discute amanhã concurso de recrutamento de professores

 

Plenário ALM

 

A Comissão Especializada Permanente de Educação, Desporto e Cultura, reúne amanhã, dia 19 de maio de 2015, pelas 15:30 horas, com a seguinte ordem do dia:

 

1- Verificação do cumprimento do dever de auscultação relativo à da Proposta de Decreto Legislativo Regional que “Altera o regime dos concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básicos e secundário e do pessoal docente especializado em educação especial na Região Autónoma da Madeira, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 25/2013/M, de 17 de julho, na redação dada pelo Decreto Legislativo Regional n.º 7/2014/M, de 25 de julho”;

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Foi Fácil!

 

 

E a prova correu bem? A resposta de João Pedro é igual à de muitos outros dos seus colegas. “Sim! Foi fácil.” A secundária Vergílio Ferreira é a escola sede do terceiro maior agrupamento do país. Esta manhã, na escola dos crescidos, estavam também 253 alunos do 4.º ano para fazerem o seu primeiro exame.

 

 

Confirmam?

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Imagino o Festival

… que se terá passado no Crato.

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Correio da Manhã (16-05-2015)

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Abriu a Época dos Exames

E dizem que em ano eleitoral os resultados são sempre melhores, mas desconheço esses estudos.
Ficarei atento este ano.
exames

Diário de Notícias (18-05-2015)

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Resumo Do Fim-De-Semana

Dedicado a alguns frutos, fruto de muitos resumos extensos. Alguns já cá cantam afinados, aos restantes canto-lhes salmos de esperança.

17_1 Continue reading

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A Minha Escolha da Semana

O concerto completo dos U2 em Vancouver, dia 14 de Maio de 2015.

 


 
Até para isto deu. 😉
 

 
Com esta setlist

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As 50 sombras da minha docência

As minhas agruras com o 7ºG prosseguem. Porém, a verdade é que, por esta altura, confesso que atingi, entretanto, mais metas dos que as esperadas:

  1. Colocar o dedo no ar antes de falar (‘tá quase);
  2. Não se levantar sem mais nem menos, nem deambular pela sala de aula (check!);
  3. Não falar sem ser solicitado (‘tá quase);
  4. Trabalhar com o par ou com o grupo (say what?);
  5. Não trazer assuntos exteriores para a sala de aula (‘tá quase);
  6. Não atirar aos colegas O.V.Es – objetos voadores não especificados (check!);
  7. Trazer o material solicitado – caneta, papel, borracha (’tá quase), manual… (esquece lá isso);
  8. Não escrever nas mesas, não colar pastilhas nas paredes ou nas costas dos colegas (check!);
  9. Não atender telefones / fazer chamadas à socapa, enviar ou receber mensagens (check!);
  10. Fazer, pelo menos, um tpc mensal (check!);
  11. Dar 15 minutos ininterruptos de matéria numa aula de 90 min (YES!!!!!!);
  12. (…)

A última aula, porém, véspera da reunião com os encarregados de educação, finalizou de forma promissora. Depois de lermos e interpretarmos um texto, chegou o momento da análise do mesmo. Apesar de perceber que o Diogo, bem ao fundo da sala, se contorcia na carteira em silenciosos esgares de dor, dobrado sobre a barriga; como o rapaz é um fiteiro de 1,75 com seus catorze anitos, ignorei-o um bom bocado.

– A metáfora é uma comparação, mas sem o “como”, por exemplo; “a torre de marfim” transmite a ideia que a torre era…

– Jandira, dás-me uma folha?

– Pede à Joana!

– “Branca como o marfim”. O “como” já indica que…

(Ao fundo da sala o Diogo parece ensaiar palavras com os lábios a mexerem em surdina…)

– Muito bem, indica uma comparação, quem me dá outro exemplo que distinga a metáfora da comparação?

(O Diogo começa a erguer o braço timidamente no ar, hesitando se o faz ou não.)

– Nelson, trouxeste…? Desde 2ª feira…

– Pedro, és bué de estúpido, não me riscas mais o caderno, ouviste?

– Temos, também, a hipérbole…

– Priscilla cala-te, ‘tás-me a irritar! Nunca mais sou tua amiga…

– Ó Pedro, a Maria gosta de ti…..

– Quem me dá um exemplo de hipérbole?

– Stora, doem-me os tes-tí-cu-los!

Depression (Por amor de deus, eu estou MESMO a ouvir isto???

Ok, respira. RES-PI-RA!!! Pensando bem, é bonito ouvir a língua portuguesa tão bem empregue, não é?)

No início todas as cabeças se voltam para trás, estupefactas. Porém, depressa as gargalhadas mandam a sala abaixo. O Diogo, finalmente, disse o que tinha a dizer para toda a plateia o ouvir. Mas eu tenho mesmo de me manter séria, pois percebo que o seu sofrimento é sincero e que, pela primeira vez, desde que o ano começou, teve o mérito de ponderar as palavras a usar, antes de o fazer. Se pensar em todo o vocabulário que empregou anteriormente e espoletou a sua ida para a rua, parece-me até que temos aqui uma nova meta alcançada. Respiro fundo enquanto me viro dois segundos para o quadro para suster o riso desprevenido e volto a olhar o miúdo nos olhos.

– Diogo, vai um bocadinho lá fora, pode ser que se andares te sintas mais confortável…

(Posso lá eu saber se é essa a solução, mas numa altura de aflição, tem de se pensar em algo rá-pi-do para não aumentar o sofrimento – nem o dele, nem o meu…)

Quando, finalmente, dá o toque e eles saem, sozinha na sala, rebento num riso incontrolável. Não sei se é da situação em si ou se começo mesmo a ceder à pressão do final do ano… Feitas as contas isto tem corrido muito bem até aqui.

Por outro lado, só de pensar que, agora que quase domestiquei estas feras, vamos voltar a separar-nos uma semana inteira, não sei se hei de sentir medo ou alívio. Como se trata de uma turma com horário de manhã, vai ser brindada com cinco dias inteirinhos de férias (sim, porque, para eles, a sexta-feira é, definitivamente, dia em que não trabalham, dê por onde der), enquanto os seus colegas fazem exames. Antevejo já um recomeço muito penoso – mesmo antes de acabar, não haja qualquer dúvida que, para estes alunos, o ano letivo já chegou ao fim.

 

 

NOTA: Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência…

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Obviamente

Que até as “mães” do ensino doméstico pretendem fazer uso desse campo de treino.
É ver os alunos do 4º ano em roda viva com simulações práticas para a realização dos exames e da matéria que fica suspensa apenas para rever provas e exames de anos anteriores.
Mas não são apenas os alunos do 4º ano que já estão sujeitos a estes níveis de stress. Também muitos alunos do 2º ano estão a preparar as provas intermédias da mesma forma.

“ESCOLAS TRANSFORMAM-SE EM CAMPOS DE TREINO PARA EXAMES”

 

exames 2

Mais de 200 mil alunos realizam, a partir de amanhã, os exames de Português e Matemática do 4º e 6º ano, que contam 30% da nota final do aluno.

 

Integradas num sistema de ensino assente em provas nacionais que avaliam várias centenas de metas curriculares, “as escolas transformaram-se em campos de treino para exames”, criticam professores, diretores, pedagogos e psicólogos. Segundo Manuel Pereira, presidente da associação de dirigentes escolares (Ande), as escolas “deviam preparar para a vida. Não se pode ensinar apenas o que vai ser avaliado nos exames”.

As críticas recaem, não só sobre a aplicação dos exames, mas também sobre a valorização social excessiva que lhes é cedida, insistem, mais uma vez em uníssono. “Valem 30% da nota final. É mais um teste”, explicam.

Dirigentes das associações de diretores, das associações de professores de Português (APP) e de Matemática (APM), o coordenador do grupo de psicólogos escolares e o pedagogo Renato Paiva, pensam que as metas são desadequadas para a faixa etária destes alunos e tornaram, ainda, os programas demasiado extensos. Consequentemente, este modelo de ensino que valoriza a memorização, mas desvaloriza a capacidade de raciocínio e de compreensão, desvalorizando a aprendizagem, defendem.

Segundo Renato Paiva “há pouca consistência nesta numerologia estatística. Ainda que atinjam as metas, não quer dizer que alcancem automatização. Por exemplo, podem ler as 95 palavras num minuto, o não quer dizer que as compreendam”.

Por sua vez, Filomena Viegas, da APP, julga assustador o facto de as metas insistirem em verbos como “identificar, classificar e reconhecer em vez de sistematizar, aprofundar, aplicar e justificar”.

Os responsáveis acham, ainda, que os programas, especialmente o do 1º ciclo, são demasiado extensos. “Não há tempo para consolidar as matérias”, frisa Filinto Lima, vice-presidente da associação de diretores de agrupamentos e escolas públicas (Andaep).

Em relação à pressão psicológica, Jorge Humberto Costa, do grupo de psicólogos escolares (Psiscolas) alerta que com estas metas e programas é inevitável que professores e alunos se sintam pressionados e sofram de ansiedade.

Renato Paiva afirma que cada vez mais cedo, os alunos sentem-se desmotivados por não conseguirem acompanhar o ritmo imposto. “Como se todos os meninos fossem iguais”, insurge-se Filomena Viegas.

Os exames vão ser realizados entre amanhã e quinta-feira. Será mais uma pausa letiva para milhares de alunos, já que centenas de escolas básicas têm de encerrar para receber a realização de exames.

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O Que Não Fazem os Créditos de Horas

“Escolas baixam notas internas para as fazer coincidir com as externas”

 

Presidente do Conselho Científico do Iave critica Crato e defende que é “normalíssimo que exista uma diferença de dois ou três valores entre as classificações internas e as que resultam dos exames nacionais.

 

 

exames

O presidente do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), João Paulo Leal, criticou neste sábado o facto de Nuno Crato ter decidido avançar com o incentivo às escolas que consigam baixar a diferença entre as classificações internas e as externas, apesar de alegadamente ter sido avisado pelo presidente do Conselho Directivo do Iave “de que isso teria efeitos perversos”, que na sua opinião “já se estão a verificar”. “Já há escolas a baixarem de forma artificial as notas internas”, disse.

João Paulo Leal referia-se ao chamado “indicador de eficácia educativa”, um dos critérios para a atribuição de crédito horário que as escolas podem usar para actividades educativas. Neste caso, a tutela compara os resultados das escolas com a média nacional nos exames, avalia os progressos, de um ano para o outro, bem como as diferenças entre as classificações que os alunos da escola obtiveram nas provas e aquelas que lhes foram atribuídas pelos professores. O número de horas de crédito a atribuir ao estabelecimento de ensino varia em função dos níveis de superação atingidos. Por exemplo: se um agrupamento ou escola do básico conseguir uma média de exame que fique 0,50 pontos (numa escala de 1 a 5) acima da média nacional recebe 30 horas.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

IAVE: «Professores precisam de menos carga horária e burocracia» – presidente do Conselho Científico | Diário Digital

“Professores têm sido sobrecarregados para além do razoável”, diz elemento do Ministério da Educação – Renascença

IAVE afinal quis pagar só 80% – Correio da Manhã

Aulas de compensação. Matéria dada, alunos exaustos – Observador

Aluno atacado por colegas no autocarro já tinha sofrido mais agressões – JN

 

Braga quer proteger direitos das crianças e jovens | Gazeta do Rossio

Educação em empreendedorismo sem impacto significativo nos alunos que optam pela criação dos seus negócios Notícias de Aveiro

“Temos de gerir a tensão entre fuga e circulação de cérebros” diz investigador irlandês – TSF

Expresso | Portugal recebe mais estudantes de Erasmus do que “exporta”

Manifesto para a Ciência em Portugal, de José Mariano Gago: 25 anos depois – PÚBLICO

 

Alunos da Rocha Peixoto conquistam título nacional de dança pela 4ª vez | Mais Semanário

O Notícias da Trofa – Jornal do concelho da Trofa – Educação Rodoviária nos Parques

Primeiro CD de peças para guitolão e contrabaixo editado na próxima semana – Cultura – Notícias – RTP

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E Não é o IAVE um dos Principais Responsáveis

… pelo excesso de trabalho burocrático dos docentes e acréscimo da respectiva carga horária?

 

iave

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