409 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 10

Foram colocados 409 docentes contratados na reserva de recrutamento 10 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Armanda Zenhas – Quem quer ser professor?

(…) Porquê, então, um tão baixo desejo dos jovens em optarem pela profissão de professor? Não será difícil encontrar resposta(s) para esta última questão. Difícil é abordar todos os motivos possíveis no espaço deste artigo.

A figura do professor sofreu uma desvalorização social enorme. Todos se lembrarão da imagem do professor preguiçoso, que trabalha pouco e falta muito, divulgada por uma ministra que, a reboque de tal imagem, retirou direitos aos docentes, aumentou-lhes o horário de trabalho e a carga burocrática.

Todos ouvem anualmente, nas notícias, o drama que vivem muitos professores, que chegam aos 50 anos de idade sem garantia de trabalho e sem estabilidade familiar, com a casa às costas de ano para ano ou de mês para mês. Atrás vem o drama dos filhos: a escola que vão frequentar, com quem ficam. Vem o drama da economia familiar: o baixo ordenado derretido nas viagens e, eventualmente, no aluguer de um alojamento.
E as diversas e indefinidas componentes do horário, cuja definição os professores têm vindo a exigir sem que a tutela lhes dê ouvidos? Falarei só da componente letiva e da não letiva. Esperar-se-ia que da não letiva estivessem excluídas as atividades com alunos, como, por exemplo, apoios individualizados, aulas de apoio ao estudo ou coadjuvação em sala de aula, mas tal não acontece. E assim, de forma mascarada, aumenta-se o horário de trabalho dos docentes e o seu consequente desgaste e diminui-se artificialmente a “necessidade” de contratação de novos professores.

Impensável é também o que se perspetiva no Orçamento de Estado em discussão: a função pública terá as suas carreiras descongeladas no próximo mês de janeiro, após mais de nove anos de congelamento, sendo o tempo de congelamento contado para progressão com mecanismos de faseamento. Deste processo estão excluídos os docentes, a quem está destinado o apagamento de nove anos da sua vida profissional, com a perda salarial que tal implica. Dizem os responsáveis governamentais que tal sucede por a sua progressão se fazer apenas por tempo de serviço. Contudo, os professores só podem mudar de escalão se, cumulativamente, obtiverem Bom, no mínimo, na avaliação a que são sujeitos obrigatoriamente, e se tiverem frequentado, com sucesso, um mínimo de 50 horas de formação.

Já vai longa a lista de “contras” na hora de tomar a decisão de ser professor. Perante este caldeirão fumegante, os pretendentes afastam-se assustados. De resto, já não conseguindo a profissão docente mostrar-se tão sedutora como a Carochinha da nossa história, revela-se, no entanto, igualmente inatingível, rejeitando aqueles que a ela querem aceder. O último relatório Perfil do Docente, do Ministério da Educação, mostrava que, num universo de 104 386 docentes da escola pública, em 2015/2016, apenas 383 tinham menos de 30 anos. No 2.º ciclo de escolaridade, por exemplo, 48% dos docentes tinham 50 anos de idade ou mais e 34,6% estavam na casa dos quarenta. Quantas histórias de emprego precário e mal pago e de vida pessoal e familiar instável se encontram nos docentes que vivem os seus “quarenta”! (…)

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Professores em protesto contra modelo de descongelamento de carreiras – 11/Novembro/2017


 

 

Perto de duas centenas de professores do norte do país concentraram-se esta manhã no Porto, em protesto. Em causa está o modelo de descongelamento das carreiras na função pública, previsto no Orçamento do Estado e que deixa de fora, no caso dos docentes, vários anos de serviço.
A Federação Nacional de Educação admite novas formas de luta, para além da greve já marcada para o dia 15, se o Governo não retomar as negociações.

 

(…) Músicas de Jorge Palma, James, Deolinda e mesmo o Hino de Portugal animaram a concentração de várias centenas de docentes de todos os distritos do Norte de Portugal, que se deslocaram até à Praça dos Leões, na Baixa do Porto, em protesto contra o “Orçamento de Estado 2018 não contemplar, no quadro do descongelamento das carreiras da Administração Pública, todo o tempo de serviço docente que esteve congelado de 30 agosto de 2005 a 31 dezembro de 2007 e de 1 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2017”.

 

Ao som de ensurdecedores apitos vermelhos e rodeada de bandeiras do Sindicato dos Professores da Zona Norte e faixas onde se podia ler “Basta! Já é tempo de corrigir injustiças”, Maria Manuela Oliveira, 41 anos, professora de Físico-Química, e há 15 anos contratada, veio de Monção, percorrendo com os filhos de 6 e 13 anos duas horas de carro, mas não lhe faltou energia para explicar o que a trouxe ao Porto.

 

“Venho aqui hoje para lutar pelos meus direitos e contra as injustiças levadas a cabo a nível dos concursos que têm sido injustos”, declarou a docente de Física e Química à agência Lusa, revoltada por chegar a agosto e nunca saber onde vai ficar colocada e com o facto de o Ministério da Educação “manter a lei norma travão”, que faz com que “professores com quatro contratos sucessivos fiquem à frente de colegas com mais tempo de serviço”.

 

Em declarações à Lusa, o secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva, classificou de “incorreto” e “desconsideração pelos parceiros sociais” o que o Ministério da Educação está a fazer aos professores e sindicatos, negando-se a reunir por duas vezes com aquela associação sindical.

 

“O que é incorreto é que de duas reuniões que já pedimos ao ministro da Educação desde o dia 14 de outubro, a uma delas tenhamos recebido a recusa formal de marcação de reunião e, desta última vez não há nenhuma resposta do Governo”, disse João Dias da Silva, classificando que é uma “desconsideração para com os parceiros sociais” não querer reunir e “empurrar o problema para o Ministério das Finanças”.

 

“Quando nós tivemos negociações com o Ministério das Finanças, relativamente à generalidade dos trabalhadores da Administração Pública, ficou claro que aquilo que era específico da área da Educação seria tratado no Ministério da Educação, como sempre aconteceu”, recordou aquele responsável, apelando a todos os decentes para aderirem à greve do dia 15.

 

João Dias da Silva apelou aos docentes, no discurso que fez em cima de um autocarro preto estacionado na Praça dos Leões, para uma forte “mobilização para a greve para o dia 15”.

 

“Esta voz tem de ser continuada no dia 15, numa grande adesão à greve para que o Governo respeite aquilo que é nosso. Estamos a lutar por aquilo que é nosso”.

 

À Lusa, Ana Isabel Santos, 43 anos, professora de Artes Visuais há 20 anos, também trouxe os três filhos – de 8, 12 e 17 anos de idade -, para a concentração no Porto.

 

“Há 20 anos que estou sempre na expectativa de saber onde vou dar aulas”, desabafou, com o marido ao lado, também professor, que explicou ter 22 anos de carreira, está no 2.º escalão, quando deveria estar no 6.º.

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O Ministro Thanatos

O ministro Thanatos

 

 

 

Parabéns Sr. Ministro da Educação, conseguiu chegar ao cúmulo da desfaçatez, ao limite do ridículo e ao grau zero do respeito dos trabalhadores que tutela.

“Ao contrário do básico e secundário, os docentes das universidades e politécnicos vão progredir nas carreiras em 2018. Serão necessários 8,5 milhões de euros que não constam do OE para pagar os acertos nos salários

Ao contrário do que vai acontecer com os 110 mil docentes do básico e secundário, em janeiro, os professores das universidades e politécnicos vão progredir na carreira e receber o respetivo acerto salarial depois do descongelamento das carreiras.”

Na verdade faltava esta notícia. Grande Ministro!

 

Thanatos é o Deus grego da morte. É verdade que é de uma morte não violenta, mas no entanto, não deixa de ser da morte!

Tinha as suas irmãs, Keres, que personificavam os espíritos do abate e da doença. Era odiado, tanto por mortais como pelos Deuses imortais do Monte Olimpo. Os mortais sabiam que ele viria mais cedo ou mais tarde, na maioria das vezes na velhice. A sua chegada era sem aviso prévio.

 

“Ele foi descrito como um homem barbudo com asas, semelhante a um anjo cristão, e, muitas vezes, levava uma espada ou uma tocha. Thanatos foi mencionado por Homero na Ilíada, assim como em numerosos textos da Grécia antiga. Ele poderia ser enganado e, em alguns casos, isso permitia a alguém ignorar a morte e tornar-se imortal.”

 

Ora, quem melhor para comparar com o Ministro da Educação actual?

Ministro da morte das carreiras dos professores portugueses, odiado pelos mortais docentes e pelos imortais colegas de governo, que receiam que ele gaste dinheiro com os trabalhadores que o ministro tutela.

Ministro barbudo, com asas, pois vai voar de certeza, ou por força dos professores em luta pelos seus direitos, ou por empurrão do ministro das finanças, se os docentes não desistirem e o obrigarem a fazer o que é justo, ou seja, devolver aos trabalhadores o que lhes “congelaram” durante quase dez anos, o mesmo que nos outros ministérios vai ser devolvido e com toda a justiça.

Segundo li e cito “Ele poderia ser enganado e, em alguns casos, isso permitia a alguém ignorar a morte e tornar-se imortal.”

 

Acredito que é o que vai acontecer com este ministro, por bons ou por maus motivos. Nunca os professores o vão esquecer. Este ministro vais tornar-se imortal.

 

Ele só vai ter o trabalho de escolher entre ser um ministro “anjo” dos professores ou ministro da morte de uma carreira profissional.

 

Para já, está no caminho de lhe podermos dar os parabéns: chegou ao cúmulo da desfaçatez, ao limite do ridículo e ao grau zero do respeito dos trabalhadores que tutela.

 

 

João Ferrer

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Pelos Leões

… inicia-se uma semana de luta dos professores.
A semana será intensa com uma greve a meio da semana e mais uma manifestação no próximo sábado.

 

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Penalizações e esperança na progressão abrandaram reformas

Com a opinião do Arlindo sobre o tema…

Mesmo com 40 anos de serviço, reforma pode ser 50% do salário. E havia fé no descongelamento da carreira, agora abalada.

…

Envelhecimento dos docentes

Em condições normais, sem o cenário das penalizações, não faltariam professores com carreiras suficientemente longas para passarem à reforma. De acordo com o último relatório Perfil do Docente, do Ministério da Educação, o envelhecimento da classe é notório: só 0,4% dos 104 386 que davam aulas nas escolas públicas em 2015-16 tinham menos de 30 anos. E mesmo nos recentes ingressos nos quadros de cerca de 3300, diz ao DN Arlindo Ferreira, diretor escolar e autor do blogue Arlindovsky, especializado em questões profissionais dos professores, “a idade média estava situada entre os 42 e os 43 anos”.

Este professor aponta outra explicação para a quebra das reformas, que atingiu valores mínimos no ano passado, em que apenas 623 se reformaram: a esperança no descongelamento da progressão nas carreiras, a qual, recorda, “está inscrita no programa do governo” desde 2015. “Há muitos professores que se mantêm na carreira neste momento na expectativa de uma futura progressão para os escalões de topo. Conheço bastantes que estão à espera”, confirma. “Não vão para a aposentação por estarem à espera de poder mudar.”

Pelas regras que vigoravam até recentemente, recorda, os primeiros professores elegíveis para aceder ao 10.º escalão – no qual não existe qualquer docente – “estavam à espera de entrar no dia 1 de janeiro de 2018”. “Há professores de 58, 59 anos que se forem para a aposentação perdem rendimentos. A expectativa é ficar um ou dois anos no topo para ajudar a compensar.” O problema, acrescenta, “é que as normas do descongelamento não lhes vão permitir mudarem”.

Na proposta do Orçamento do Estado para 2015, já aprovada na generalidade, para além de ter optado por não considerar o tempo de serviço respeitante ao período do congelamento da carreira desde 2005 – o que está a gerar enorme contestação (ver texto ao lado) -, o governo retomou artigos do Estatuto da Carreira Docente de 2010 que implicam uma maior permanência dos professores entre escalões, o que leva Arlindo Ferreira a prever que “muitos poderão desmobilizar”. Nesse cenário, acrescenta, “seria provável que as aposentações aumentassem em 2018”.

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Uns são filhos… outros são enteados!

 

Lembro-me de ouvir contar a história sobre um Natal de um célebre escritor português adepto da libertinagem… estando ele “junto” com uma segunda companheira, viviam com os filhos que tinha desta e  da anterior companheira, que os tinha deixado ao seu cuidado. Um dia ofereceram-lhe um cabaz com vários produtos alimentares para que fossem consumidos na ceia de Natal. Tendo recomendado à companheira que fizesse algo para a ceia dos cachopos, ela, protetora dos seus rebentos, serviu o bacalhau aos seus e as latas de atum aos rebentos da anterior companheira do dito escritor…

 

Ao contrário do básico e secundário, os docentes das universidades e politécnicos vão progredir nas carreiras em 2018. Serão necessários 8,5 milhões de euros que não constam do OE para pagar os acertos nos salários

 

É claro que o Libertino não ficou satisfeito… apareceu, no dia seguinte, com algumas nódoas negras…

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272 professores ingressaram no quadro sem reunirem os 4380 dias de serviço…

… quem afirma é o próprio ME, numa resposta à FENPROF.

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Cinema Sem Conflitos: Dilemas Sociais (parte 2/4)

“Dilema social, a falta de tempo”

 

O segundo filme do tema Dilemas Sociais chama-se “Contre temps” e foi realizado por Thibaud Clergue, Camille Perrin, Tristan Ménard, Lucas Veber, Jérémi Boutelet, Gaël Megherbi. Um homem obcecado com a passagem do tempo conhece uma pequena rapariga enquanto procura desesperadamente por relógios numa cidade submersa. Por vezes, é quando o tempo escasseia que surge a necessidade de redefinirmos as nossas prioridades enquanto humanos. “Contre temps” é uma brilhante e inspiradora curta-metragem sobre as escolhas que somos obrigados a fazer nestas situações delicadas.

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Reserva de recrutamento n.º 10

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 10ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 13 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 14 de novembro de 2017 (hora de Portugal continental).

 

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Conclusões do Encontro entre a FNE e a FPP

Os Sindicatos estão a convergir…

 

 

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Professores… 3 vezes na rua em 8 dias…

Aproximam-se os dias de luta. Começam este sábado, 11 de novembro e vão até ao próximo dia 18.

As diversas forças sindicais marcaram uma semana de rua, sozinhos e acompanhados os professores vão mostrar o seu descontentamento sobre várias matérias. No topo de todas elas, aparece o descongelamento da carreira com o reposicionamento nos escalões correspondentes (durante o tempo de congelamento das carreiras da Função Pública os docentes continuaram a cumprir os requisitos da sua avaliação), não deixando que sejam ignorados os 9 anos, 4 meses e 2 dias em que não lhes foi permitido progredir, como a qualquer funcionário público. É a marginalização dos professores em termos da função pública. Esta exigência surge como uma questão de equidade com os outros funcionários públicos que são avaliados por acumulação de pontos. A velha luta pela (re)criação de um regime especial de aposentação, uma vez que se trata de uma profissão de desgaste rápido e que lhes foi retirada na década passada, continua como uma prioridade dos professores. Os concursos, é outro dos temas com que os docentes não estão concordantes com a posição da tutela e querem ver reformulados. Embora o diploma de concursos não tenha, sequer, um ano, ficou provado que não trouxe consenso entre os docentes (este diploma não teve a anuência de nenhuma força sindical, aquando da sua negociação). As ultrapassagens e a distinção de vagas entre cada tipo de candidato não é consensual. A definição de regras e a constância das mesmas é outra das exigências deste tema.

Estas são apenas algumas das exigências que os professores vão levar para a rua. Este é um momento de luta. e como alguém, uma vez, referiu, “Quando se luta, às vezes ganha-se, outras vezes perde-se. Mas quando não se luta, PERDE-SE SEMPRE.”

Sábado os professores saem à rua no Porto…

Dia 15, quarta-feira, em frente à Assembleia da República…

Dia 18 de novembro, pelas avenidas de Lisboa…

 

 

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Deputados do PS preocupados com revolta de professores

 

Os velhos traumas assolam os incautos… As lembranças do passado ainda lhes estão presentes na memória. Mesmo com uma geringonça a tentar funcionar os professores são e serão uma pedra no sapato…

 

O trauma de 2009, quando o PS perdeu os professores, paira sobre os socialistas. Há deputados preocupados com a rigidez orçamental

Alguns deputados socialistas da Comissão de Educação manifestaram, na terça-feira, a sua grande preocupação com o facto de o descongelamento das carreiras dos professores não ser retroativo. Em causa estão nove anos e meio de trabalho dos docentes – entre 31 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007 e desde 1 de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2017 – que a partir de janeiro de 2018 não vão ser tidos em conta para efeitos de progressão, impedindo que mais de metade dos 110 mil professores cheguem ao topo da carreira antes de passarem à aposentação.

…

A situação é, por isso, considerada muito complicada do ponto de vista político por vários parlamentares. Um fantasma assombra o PS: a perda da maioria absoluta em 2009, para a qual contribuiu em muito a classe profissional dos professores, que travou uma luta de peso contra as medidas da antiga ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.

 

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Ocorre-me Dizer

… que a dispersão de plataformas ultrapassa qualquer limite racional.

 

 

Depois da tomada de conhecimento pela escola de facto que dê origem a registo na plataforma de ocorrências:

Ocorrências que constituam crime: Registo na plataforma em 12 horas

Ocorrências que não constituam crime: Registo na plataforma em 24 horas

Outras ocorrências: Registo na plataforma em 36 horas.

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Pré-aviso de Greve – Frente Sindical de Docentes

 

 

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755 Docentes Aposentados em 2017

Com a publicação hoje da lista mensal de aposentados da Caixa Geral de Aposentações já consigo fechar o número de aposentações de 2017.

A separação que faço entre o género é tal e qual como aparece no Diário da República.

Em 2017 aposentaram-se 755 docentes de Portugal Continental da rede pública do ME, sendo que 37 são Educadoras de Infância, 215 professores e 503 professoras.

Em relação ao ano passado aposentaram-se mais 132 docentes.

Estes números estão muito longe daqueles que ocorreram em 2012 e 2013.

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O certificado «Passe Jovem»

 

Portaria n.º 336/2017

de 7 de novembro

A educação é uma dimensão central no desenvolvimento de cada jovem, preenchendo, a escolaridade obrigatória, grande parte da sua infância e da sua adolescência.

Numa sociedade e economia baseadas no conhecimento, na aprendizagem, no saber e no seu reconhecimento, a educação é, simultaneamente, condição de empregabilidade e condição fundamental para a promoção da justiça social e da igualdade de oportunidades.

Para o XXI Governo Constitucional, a educação tem de ser considerada numa perspetiva holística, valorizando-se todos os processos de aprendizagem que acontecem nos espaços educativos formais, não formais ou informais.

No quadro das políticas de juventude, também, e particularmente, com o contributo ativo das organizações de juventude, os processos educativos não formais fora do contexto escolar representam meios fundamentais de promoção da cidadania, da participação e de desenvolvimento de competências facilitadoras de projetos de vida bem-sucedidos para todos os cidadãos jovens.

As recomendações decorrentes de auscultações nos planos nacional e europeu, no que respeita ao trabalho com e para jovens, nomeadamente do Conselho Nacional de Juventude, da Federação Nacional das Associações Juvenis, da Comissão Europeia, do Conselho da Europa e do Fórum Europeu de Juventude, bem como as Resoluções da Assembleia da República n.os 32/2013 e 34/2013, de 15 de março, que vieram recomendar ao Governo a valorização e o reconhecimento das competências de educação não formal, designadamente as desenvolvidas por jovens através do associativismo e do voluntariado, acompanham a pertinência de oferecer instrumentos que facilitem a identificação das aprendizagens, em prol da promoção da qualidade das atividades de educação não formal desenvolvidas com e para jovens.

Na prossecução das suas atribuições orgânicas e estatutárias enquanto organismo executor das políticas públicas de juventude e de acordo com as áreas e prioridades consagradas no artigo 70.º da Constituição da República Portuguesa, o Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P. (IPDJ, I. P.), deve, em conformidade com o supra disposto, iniciar um processo de reconhecimento e validação das aprendizagens desenvolvidas por jovens entre os 12 e os 18 anos de idade, nos processos educativos não formais em que tomem parte fora do contexto escolar, no âmbito dos programas e projetos desenvolvidos diretamente pelo IPDJ, I. P., ou por entidades que a eles se candidatem.

 

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Pré-Aviso de GREVE de 15 de novembro

 

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Divulgação – Carta ao Ministro da Educação da Frente Sindical de Docentes

 

 

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As vozes do passado…

 

Antigos secretários de Estado admitem necessidade de filtros na carreira docente

Jorge Pedreira (PS) e José Canavarro (PSD) reconhecem justiça à progressão – que António Costa prometeu a 46 mil docentes -, mas consideram “difícil” e “indesejável” que esta não seja acompanhada de critérios diferenciadores

 

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Destruíram a Carreira Docente…

 

… e não a vão reconstruir.

“O descongelamento vai existir para todas as carreiras na administração pública, incluindo para os professores. Os modos de progressão na administração pública não são idênticos para todas as carreiras, mas descongelar não significa reconstruir a carreira que as pessoas teriam tido se não tivesse havido congelamento”. António Costa

Traduzindo por miúdos… Nunca na vida, vai ser permitido, a mais de metade dos professores em exercício e aos que um dia entrarão na dita carreira, o “Topo” da mesma.

Necessita-se de negociações urgentes para acomodar esta nova realidade. A Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, vai sofrer mudanças radicais…

Transformar isto:

 

 

Índices

Escalões
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º
167 188 205 218 235 245 272 299 340 370

 

Nisto:

 

 

Índices

Escalões
1º 2º 3º 4º 5º 6º
167 188 205 218 235 245

 

O caminho foi aberto, as portas escancaradas, as intenções inscritas num OE que não vê com bons olhos o maior grupo profissional do país.

Aos que ainda lá conseguirão chegar:

Para lá chegarem terão de se reformar ou jurar por vossa honra que o farão…

 

É assim que se defende radicalmente os direitos dos professores…

 

 

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Paulo Guinote – Quanto Mais Fala Mais se Enterra

Quanto Mais Fala Mais se Enterra | O Meu Quintal

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Conferência de Imprensa dos Docentes Lesados na Mobilidade Interna

Não deixa de ser curioso que para esta conferência de imprensa apenas a deputada do PSD, Dr.ª Germana Rocha, tenha comparecido ao convite feito pelo grupo que luta contra a injustiça das colocações da Mobilidade Interna.

Havia uma altura onde a Rita Rato e o Miguel Tiago não faltavam a nenhuma destas aparições.

Sintomático dos tempos que correm.

Escondem-se os ratos e as ratazanas para não se afundarem no barco encalhado.

 

 

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Sugestão de Leitura – 10 histórias para comer sem birras de Filipa Sommerfeldt Fernandes

A Frederica adorava fazer ballet com as suas amigas, mas também gostava muito de comer doces a toda a hora…

O Francisco adorava jogar à bola, mas comer era um problema. Mal se sentava à mesa, começavam as birras. A única solução era dar-lhe o tablet para ver os vídeos do seu jogador preferido: o Cristiano Ronaldo, claro!

O Miguel tinha muita energia para brincar, mas quando se sentava à mesa ficava parado a olhar para o prato, depois lá agarrava no garfo para mexer na comida, sempre com um ar enjoado e a fazer caretas. Era um verdadeiro pastelão!

O Rafael não gostava nada da hora das refeições. Sabem porquê? Porque quando ele não comia tudo, os pais zangavam-se e lá começavam os terríveis castigos: ficar sem os cromos, sem a bola de futebol…

Já a Olívia comia muito bem, mas só comia aquilo que conhecia. Adorava arroz, massa, laranjas, bananas, pão… Mas tudo o que era novo, a Olívia recusava. Feijão, couves-de-bruxelas, anonas, alperces, pão de centeio, queijo fresco, massa integral… a boca da Olívia fechava-se a sete chaves!

Depois do sucesso de 10 Histórias para Adormecer sem Medos nem Birras, Filipa Sommerfeldt Fernandes, especialista em sono e alimentação infantil e autora do livro Comer sem birras, traz-nos dez divertidas histórias que vão ajudar os pais a acabar com as birras, choros e caras zangadas à mesa. Porque as horas das refeições devem ser momentos de felicidade em família, sem tecnologia ou televisão, para serem vividas sem stresse.

Sobre a autora: Filipa Sommerfeldt Fernandes é mãe, especialista em sono infantil e autora do best-seller 10 Dias para Ensinar o Seu Filho a Dormir, do livro infantil 10 Histórias para Adormecer sem Medos nem Birras e mais recentemente de Comer sem birras. O seu método para acalmar bebés e ensiná-los a dormir popularizou-se muito rapidamente entre as mães pela facilidade de implementação e sucesso nos resultados. Dá consultas em várias clínicas do país, faz palestras e workshops para famílias e profissionais de saúde.

A autora acredita que o sono é essencial para o desenvolvimento e aprendizagem dos mais pequenos, mas também para a harmonia familiar. E foram as famílias que, graças à sua orientação, passaram a dormir bem que lhe levaram depois as suas dúvidas em relação à forma como comiam os mais pequenos da casa. Para os ajudar a encontrar soluções, a autora empenhou-se nesta nova vertente da educação, definindo estratégias que permitem aos mais novos comer de forma mais saudável, variada e sem birras.

As dicas de Filipa Sommerfeldt Fernandes podem ser acompanhadas através do seu site ou página de facebook Sleepy Time – Especialista do Sono que reúne testemunhos de famílias, dúvidas e muitos conselhos práticos.

LANÇAMENTO 10 NOVEMBRO 18H30 BERTRAND PICOAS PLAZA

PARA MAIS INFORMAÇÃO E ENTREVISTAS:

Dora Alexandre

Comunicação & Marketing

Manuscrito Editora – Grupo Editorial Presença

+351 93 211 30 15 / +351 21 434 70 00

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Professores Contratados, Duplamente Roubados!

Artigo de opinião de João Ferrer.

 

 

Professores Contratados, Duplamente Roubados! 

 

Depois de conhecer o texto final da proposta de Orçamento de Estado para o ano de 2018, posso fazer uma análise ao que aos professores contratados diz respeito:

Enalteço a inclusão de duas propostas que aponto como positivas:

– a realização de um novo concurso de vinculação extraordinária de professores contratados e uma nova flexibilização do modelo de “norma-travão”.

– As regras previstas para 2018 da norma travão (três contratos anuais em horário completo, independentemente do grupo de colocação ou duas renovações) vão permitir que cerca de 1200 professores possam vincular em 2018 com estas novas regras.

Claro que nada disso está ainda devidamente articulado o que pode mandar para as calendas o desígnio central da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2010 de 4 de maio o que faria com que essa ideia de garantir a rápida vinculação aos quadros do Ministério da Educação (ME) de todos os professores contratados (em todos os grupos de recrutamento, sem exceção).

Os 10 anos de serviço docente que a própria ANVPC defende parece-me errada, PROVISÓRIOS/CONTRATADOS 10 ANOS, para serem vinculados?!

Trata-se de provisórios/contratados definitivamente. Quem necessita de 10 anos de um trabalhador e não considera essa necessidade definitiva?

E MAIS… o ministro “alfaiate” faz o quê sobre o:

“reposicionamento na carreira dos professores contratados vinculados nos últimos anos, de acordo com o previsto no n.º 3 do artigo 36.º do Estatuto da Carreira Docente, dando resposta urgente ao Projeto de Resolução n.º 870/XIII/2.ª (aprovado a 19 de maio de 2017, por unanimidade, na Assembleia da República).

Parece-me central e imperioso, e da mais elementar justiça, o reposicionamento no escalão respetivo destes docentes, que ainda se encontram a ser remunerados pelo índice 167.º (1º escalão da carreira).”

“Muitos destes docentes com 15, 20 e mais anos de tempo de serviço, desenvolvem funções, nos estabelecimentos de ensino públicos, conjuntamente com colegas com igual tempo de serviço, mas justamente reposicionados em escalões mais elevados, o que se materializa em discriminação profissional e salarial (igual habilitação, igual distribuição de serviço e igual tempo de serviço, mas total desigualdade salarial).”;

 

E então os critérios para a abertura de vagas para a vinculação dos professores contratados?

 

E, não esquecer o tratamento diferenciado (e injusto) de que são alvo muitos dos docentes contratados.

 

Segundo, Santana Castilho, num artigo de opinião com o título: Tenha Vergonha,

O Ministro das “escolas“teve o topete de garantir que a carreira dos docentes não será prejudicada em relação aos demais funcionários públicos. Como se permitiu afirmar que no OE para 2018, o mesmo que reserva 211 milhões de euros para o descongelamento das carreiras dos funcionários públicos e mais de mil milhões para continuarmos a pagar as falências do BES, Banif e BPN, “não há nenhuma excepcionalidade em relação aos professores”? Como se permitiu fazer tal afirmação, sabendo que aos professores foram roubados cerca de dez anos de trabalho?”

Tendo em conta o que os professores exigem:

– descongelamento da carreira docente; a recuperação do tempo de serviço; uma aposentação com novas regras, concursos justos, com respeito pela graduação profissional; resolver a precariedade dos professores contratados e dos quadros.

Eu acrescentaria, os contratados foram duplamente roubados!

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Para Evitar Ultrapassagens ou Aumentar ao Tempo de Permanência nos Escalões?

O Orçamento de Estado aprovado ontem na generalidade contém um artigo que a seguir se destaca.

 

 

Se analisarmos as regras dos artigos 7.º, 8.º e 9.º do Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho, vamos verificar que os docentes do índice 245 sobem ao 299 quando perfizerem 6 anos de serviço.

 

Os docentes do índice 340 apenas sobem ao 370, se, cumulativamente:

a) Possuam no índice pelo menos seis anos de tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira;
b) Reúnam os requisitos legais necessários para a aposentação, incluindo a antecipada, e demonstrem que a requereram;
c) Tenham obtido nos dois ciclos de avaliação do desempenho imediatamente anteriores a menção qualitativa mínima de Bom.

 

Se a regra para subida ao 10.º escalão for recuperada e não se aplicar as regras gerais de progressão, que deveriam entrar em vigor em 2015, então só os docentes do índice 340 com 6 anos de serviço nesse escalão  e que requeiram a aposentação é que poderão subir ao índice 370.

 

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Pelos Açores também se luta – SPDA

 

 

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Lista Colorida RR9

Segue a lista colorida com colocados e retirados da RR9.

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436 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 9

Foram colocados 436 docentes contratados na reserva de recrutamento 9 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Cinema Sem Conflitos: Dilemas Sociais (parte 1/4)

“Runway” é a primeira curta-metragem do tema Dilemas Sociais. Os autores – Susan Huen Sin Yung , Emily Buchanan e Esther Parobek – abordaram um incidente entre um antigo (mas admirável!) frigorifico e o seu dono. Um história marcante que desperta muitas emoções e aborda um dilema social concreto e atual: o consumismo.

Bom filme!

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Comunicado – Frente Sindical de Docentes – Greve e Concentração

 

 

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Reserva de Recrutamento 9

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 9ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 6 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 7 de novembro de 2017 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Listas Provisórias para a eleição do Conselho das Escolas

 

Nos termos do n.º 1, do artigo 15.º do Regulamento Eleitoral, anexo ao Decreto-Regulamentar n.º 5/2013, de 29 de agosto, procede-se à publicitação das listas admitidas provisoriamente ao ato eleitoral do Conselho das Escolas.

 

QZP 01-Lista A

QZP 01-Lista B

QZP 02-Lista A

QZP 03-Lista A

QZP 04-Lista A

QZP 04-Lista B

QZP 05-Lista A

QZP 06-Lista A

QZP 06-Lista B

QZP 07-Lista A

QZP 07-Lista B

QZP 07-Lista C

QZP 08-Lista A

QZP 09-Lista A

 

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Informações-Prova 2017/2018 (Provas de Aferição)

 

Provas de Aferição

2.º ano [pdf]

5.º ano [pdf]

8.º ano [pdf]

 

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Mais um Concurso Interno em 2018

…para resolver as trapalhadas de 2017.

 

Será que ainda não deu para perceber que um remendo em cima de outro remendo acaba sempre por dar um problema maior no futuro?

Desde que os concursos se tornaram plurianuais (em 2006 pela mão de Sócrates e de Maria de Lurdes Rodrigues) que os problemas agravam-se de ano para ano.

A única solução para resolver definitivamente este problema é tornar anuais os concursos internos e abrir todas as vagas realmente necessárias.

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O Tempo, por António Costa

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Contagem de tempo de serviço “um problema impossível de resolver”

 

 

O primeiro-ministro, António Costa, adiantou hoje que 46 mil professores reúnem atualmente “todas as condições” para poderem progredir na carreira, respondendo assim à líder bloquista, que considerou “inexplicável” que os docentes ficassem de fora do descongelamento no OE2018.

No primeiro pedido de esclarecimento ao primeiro-ministro, António Costa, vindo da bancada do BE no debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), que começou hoje no parlamento, a líder bloquista, Catarina Martins, considerou “inexplicável que os professores fiquem de fora do descongelamento de carreiras”, avisando que “13 anos de congelamento de carreiras e salários não podem ficar sem resposta”.

“Neste momento, na avaliação que nós fazemos, estão em condições de poderem progredir 46 mil professores que neste momento reúnem todas as condições para poderem fazer a sua progressão”, garantiu António Costa.

O primeiro-ministro tinha começado por explicar que “todas as carreiras da administração pública são descongeladas e são descongeladas designadamente os professores”, mas acrescentou que há dois mecanismos distintos de progressão no conjunto da administração pública.

“Há uns casos em que conta simplesmente o tempo, noutros casos em que há uma valoração do mérito. Há um problema impossível de resolver que tem a ver com tempo que não foi contado naquelas carreiras cuja progressão assenta exclusivamente no tempo”, detalhou.

Não obstante, garantiu António Costa, “isto não significa que não haja progressões”.

Hoje mesmo, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já tinha assegurado que iria “lutar radicalmente pelos direitos dos professores” no que toca à contagem do tempo de serviço no âmbito do descongelamento das carreiras.

À chegada à Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o ministro foi interpelado pelo secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, sobre a necessidade de discutir as condições das carreiras docentes, estando em causa a proposta OE2018 e o descongelamento das carreiras da Função Pública, que não acautela todo o tempo de serviço dos professores que deveria ser abrangido, segundo os sindicatos.

Lusa

 

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Divulgação – Comunicado da Federação Portuguesa de Professores

 

Federação Portuguesa de Professores anuncia a sua posição sobre o dia 15 de novembro

Na sequência de diligências efetuadas junto de diversos órgãos de soberania, a Federação Portuguesa de Professores (FPP) comunica ao País, esta sexta-feira dia 3, através do seu tempo de antena, a sua posição sobre o dia 15 de novembro próximo.

Na rádio: RDP – Antena 1, às 14h50m

Na televisão: RTP1, às 19h50m

 

Lisboa, 2 de novembro de 2017

P’la Direção Nacional

O Presidente

Filipe do Paulo

 

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Tiago Brandão vai “lutar radicalmente para que sejam reconhecidos os direitos dos professores e do pessoal não docente”

 

O Tiago disse ao Mário… palavra dada…

 

 

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Os sindicatos convergem e vão para a rua…

 

As organizações sindicais de docentes convergiram, face ao silêncio do Governo e do Ministério da Educação, e o dia 15 de novembro vai ser transformado num Dia Nacional de Luta dos Professores e Educadores.

 

 

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