O Tempo, por António Costa

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24 comentários

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    • Caviar on 2 de Novembro de 2017 at 19:57
    • Responder

    O maior problema é que esse tipo de trafulhada não anda só na Carreira dos professores… talvez esteja a formar-se na economia onde a dívida não para de crecer e o PIB não descola. E, caso batam connosco noutro empréstimo, aí ainda será pior.

    • Mariana on 2 de Novembro de 2017 at 20:11
    • Responder

    Então não é preciso ter bom na avaliação, um mediocre serve. vamos todos tirar mediocre

      • Castle on 3 de Novembro de 2017 at 10:24
      • Responder

      Pois…
      E as ações de formação hom créditos serviram para quê?
      Estou mesmo para ver a reação dos sindicatos…

    • mario silva on 2 de Novembro de 2017 at 20:35
    • Responder

    Não bastando o prejuizo financeiro de milhares de euros derivado
    de estarem uma dezena de anos sem o direito a progredir na carreira, o prejuizo
    financeiro no cálculo do valor de uma hipotética pensão de reforma (uma dezena
    de anos a auferir o mesmo salário) e conjugando a impossibilidade matemática de
    ser atingido o topo da carreira numa faixa etária antes da idade legal de uma
    hipotética pensão de reforma, surge a informação que a maioria dos (as)
    professores(as) terão de esperar os anos correspondentes ao escalão em que
    estão, para poderem se candidatar a uma progressão ao escalão seguinte. Num
    Estado com sentido de justiça e equidade, esses professores poderiam progredir
    a partir da data em que seja declarado a ativação do processo de progressão e
    seriam colocados no escalão correspondente ao nº de anos de serviço que prestaram
    (e não ao escalão seguinte àquele em que ficaram).
    Destruir uma carreira profissional com o intuito de desviar
    dinheiro para custear fraudes bancárias, fugas fiscais, má gestão e contratos
    públicos ruinosos, é a atitude mais eficaz para também destruir a motivação.
    Quem é clarividente, entenderá que não são só os docentes a serem
    prejudicados com esta atitude ignóbil do Estado português…

      • Contribuinte Indignado on 2 de Novembro de 2017 at 23:47
      • Responder

      .
      Querem o quê????????

      Vão mas é trabalhar e dai graças a Deus por os CONTRIBUINTES andarem a sustentar uma Função Pública ineficiente, incapaz, negligente……

      A MUNICIPALIZAÇÃO e, posterior, PRIVATIZAÇÃO da EDUCAÇÃO é uma URGÊNCIA.
      .

        • Isabel Pires on 3 de Novembro de 2017 at 15:54
        • Responder

        Indignado? Que contribuintes? Quem paga o sistema nacional de saúde? Deveria informar a sua profissão. O blog é para todos?

        • rui filipe on 3 de Novembro de 2017 at 17:10
        • Responder

        Você é que precisa de ser municipalizado,privatizado e exportado para a terra do Kim do Norte.

        • Cj on 3 de Novembro de 2017 at 18:52
        • Responder

        Bes, banif, bpn, bpp, mais de 20 000 milhões de dinheiro público enterrado nesses criminosos do PRIVADO. Assim é que está bem.
        Contribuinte? Deves ser dos vigaristas que levam os filhos à escola de bmw e declaram o salário mínimo….

    • Alexandre on 2 de Novembro de 2017 at 23:14
    • Responder

    Nisso tem razão, quando as Escolas (a CCADD) correm 99,9 % dos professores com classificações superiores a bom, mesmo em situação pornográficas que desleixo profissional, na prática, o mérito conta Zero.

      • Alexandre on 2 de Novembro de 2017 at 23:21
      • Responder

      Onde aparece CCADD referia-me à SADD – secção de avaliação de desempenho docente do conselho pedagógico,

      • Magali on 3 de Novembro de 2017 at 19:53
      • Responder

      E os juízes e os médicos não? Que se saiba o juiz que emitiu sentença com base na bíblia e que não é única teve sempre muito bom. Mas os profs que paguem a crise

        • Alexandre on 3 de Novembro de 2017 at 21:47
        • Responder

        Certo.
        Quantos juízes terminam a carreira no topo, como Juízes Conselheiros? Muito poucos. A maioria não passa de Juízes de Direito e de Desembargadores.
        Quantos médicos terminam como chefes de serviço (assistentes graduados séniores)?
        Quantos professores universitários terminam como catedráticos? Muito poucos.
        Só no básico e secundário é que todos se acham no direito de chegar ao topo. Quando vários nem na carreira deviam estar.

          • laura on 6 de Novembro de 2017 at 18:46

          Então façam provas de acesso aos escalões de topo. assim é que não pois somos todos prejudicados

    • Basta! on 2 de Novembro de 2017 at 23:25
    • Responder

    “Para a progressão dos professores conta simplesmente o tempo, não existe mérito”
    Como é possível estar assim tão fora da realidade?
    Ou é para deitar areia para os olhos daqueles que nada percebem da progressão dos professores?
    Que eu saiba é preciso ter no mínimo “Bom” na avaliação de desempenho, é preciso ter aulas avaliadas com Muito Bom ou Excelente para progredir para o 5º e 7º escalão sem estar sujeito a quotas e é preciso acumular créditos, em cada escalão, provenientes de ações de formação. Conheço colegas que não progrediram porque não fizeram as formações necessárias para a obtenção dos créditos necessários.
    Portanto, senhor primeiro ministro, para os professores não conta simplesmente o tempo! Existe mérito e é necessário fazer formação em todos os escalões!
    Mas a esposa do senhor primeiro ministro é educadora de infância e por isso deve saber muito bem como se processa a progressão na carreira docente!

      • Contribuinte Indignado on 2 de Novembro de 2017 at 23:50
      • Responder

      .
      “Para a progressão dos professores conta simplesmente o tempo, não existe mérito”

      A isto chama-se LUCIDEZ

      A MUNICIPALIZAÇÃO e, posterior, PRIVATIZAÇÃO da EDUCAÇÃO é uma URGÊNCIA.
      .

        • Castle on 3 de Novembro de 2017 at 10:30
        • Responder

        Ainda gostava de saber qual é o seu problema…
        Não passa de um triste frustrado!!!
        Cure-se!!

          • rui filipe on 3 de Novembro de 2017 at 17:13

          Boa.Que ele se cure e depressa.
          Se não, qualquer dia, este homem não tem para onde ir.Salvo, terra do Kim do Norte.

      • Alexandre on 3 de Novembro de 2017 at 19:35
      • Responder

      Conhece alguem a quem tenha sido atribuído menos de Bom?

    • rui filipe on 3 de Novembro de 2017 at 12:59
    • Responder

    É mesmo, não ter nenhuma vontade, de resolver nada.Há os faseamentos, há poder subir os escalões mais baixos, há ” dividir” os escalões e dar 100,80 e 50 euros.O dr. António Costa está a perder mérito.Acautele-se, o tempo do “vira” vai começar.

      • Magali on 3 de Novembro de 2017 at 19:56
      • Responder

      Bastava subir cada escalão para o índice acima. Era justo, não correspondia à totalidade dos anos é certo mas os profs já ficavam felizes e o costa terminava com esta sensação de injustiça. Se o Tiago prometeu que ia ajudar os profs é alertá-lo para esta solução pois na verdade parece que ele desconhece completamente o assunto. Já o costa está a agir de má fé declaradamente.

        • rui filipe on 8 de Novembro de 2017 at 22:24
        • Responder

        Boa ideia.É destes diálogos que precisamos. Que haja boa vontade, bom senso.Parabéns Magali.

    • Ana Santos on 3 de Novembro de 2017 at 23:53
    • Responder

    Para somar “pontos” também é necessário tempo…….não consigo entender esta questão!! alguém me pode explicar?? não é necessário para todas as carreiras que o tempo passe?

    • Nuno Luís Albuquerque Santos on 6 de Novembro de 2017 at 16:47
    • Responder

    Gosto muito do blogue do Arlindo e concordo quase sempre com as suas posições. Mas a nossa luta não ganha em fazer citações deturpadas que depois podem ser usadas contra nós.

    O que o Costa disse foi: “Há porém uma circunstância que é o facto de haver dois mecanismos de progressão na carreira distintos no conjunto da Administração Pública. Uns casos em que conta simplesmente o tempo, noutros casos em que há uma valoração do mérito. Há um problema impossível de resolver que tem a ver com o tempo que não foi contado naquelas carreiras cuja progressão assenta exclusivamente no tempo.”

    E se faço este reparo é porque quando temos razão – e temos -, não precisamos de deturpar as declarações dos outros. Precisamos é defender a excepcionalidade da carreira docente porque é aí que nos vão atacar.

      • Gil on 6 de Novembro de 2017 at 18:48
      • Responder

      O que interessa é que fomos prejudicados em relação à restante função publica e não houve qualquer contrapartida, tal como por exemplo a sugerida pela Magali ou outras.

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