O maior problema é que esse tipo de trafulhada não anda só na Carreira dos professores… talvez esteja a formar-se na economia onde a dívida não para de crecer e o PIB não descola. E, caso batam connosco noutro empréstimo, aí ainda será pior.
Não bastando o prejuizo financeiro de milhares de euros derivado
de estarem uma dezena de anos sem o direito a progredir na carreira, o prejuizo
financeiro no cálculo do valor de uma hipotética pensão de reforma (uma dezena
de anos a auferir o mesmo salário) e conjugando a impossibilidade matemática de
ser atingido o topo da carreira numa faixa etária antes da idade legal de uma
hipotética pensão de reforma, surge a informação que a maioria dos (as)
professores(as) terão de esperar os anos correspondentes ao escalão em que
estão, para poderem se candidatar a uma progressão ao escalão seguinte. Num
Estado com sentido de justiça e equidade, esses professores poderiam progredir
a partir da data em que seja declarado a ativação do processo de progressão e
seriam colocados no escalão correspondente ao nº de anos de serviço que prestaram
(e não ao escalão seguinte àquele em que ficaram).
Destruir uma carreira profissional com o intuito de desviar
dinheiro para custear fraudes bancárias, fugas fiscais, má gestão e contratos
públicos ruinosos, é a atitude mais eficaz para também destruir a motivação.
Quem é clarividente, entenderá que não são só os docentes a serem
prejudicados com esta atitude ignóbil do Estado português…
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Contribuinte Indignado on 2 de Novembro de 2017 at 23:47
Bes, banif, bpn, bpp, mais de 20 000 milhões de dinheiro público enterrado nesses criminosos do PRIVADO. Assim é que está bem.
Contribuinte? Deves ser dos vigaristas que levam os filhos à escola de bmw e declaram o salário mínimo….
Nisso tem razão, quando as Escolas (a CCADD) correm 99,9 % dos professores com classificações superiores a bom, mesmo em situação pornográficas que desleixo profissional, na prática, o mérito conta Zero.
E os juízes e os médicos não? Que se saiba o juiz que emitiu sentença com base na bíblia e que não é única teve sempre muito bom. Mas os profs que paguem a crise
Certo.
Quantos juízes terminam a carreira no topo, como Juízes Conselheiros? Muito poucos. A maioria não passa de Juízes de Direito e de Desembargadores.
Quantos médicos terminam como chefes de serviço (assistentes graduados séniores)?
Quantos professores universitários terminam como catedráticos? Muito poucos.
Só no básico e secundário é que todos se acham no direito de chegar ao topo. Quando vários nem na carreira deviam estar.
“Para a progressão dos professores conta simplesmente o tempo, não existe mérito”
Como é possível estar assim tão fora da realidade?
Ou é para deitar areia para os olhos daqueles que nada percebem da progressão dos professores?
Que eu saiba é preciso ter no mínimo “Bom” na avaliação de desempenho, é preciso ter aulas avaliadas com Muito Bom ou Excelente para progredir para o 5º e 7º escalão sem estar sujeito a quotas e é preciso acumular créditos, em cada escalão, provenientes de ações de formação. Conheço colegas que não progrediram porque não fizeram as formações necessárias para a obtenção dos créditos necessários.
Portanto, senhor primeiro ministro, para os professores não conta simplesmente o tempo! Existe mérito e é necessário fazer formação em todos os escalões!
Mas a esposa do senhor primeiro ministro é educadora de infância e por isso deve saber muito bem como se processa a progressão na carreira docente!
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Contribuinte Indignado on 2 de Novembro de 2017 at 23:50
É mesmo, não ter nenhuma vontade, de resolver nada.Há os faseamentos, há poder subir os escalões mais baixos, há ” dividir” os escalões e dar 100,80 e 50 euros.O dr. António Costa está a perder mérito.Acautele-se, o tempo do “vira” vai começar.
Bastava subir cada escalão para o índice acima. Era justo, não correspondia à totalidade dos anos é certo mas os profs já ficavam felizes e o costa terminava com esta sensação de injustiça. Se o Tiago prometeu que ia ajudar os profs é alertá-lo para esta solução pois na verdade parece que ele desconhece completamente o assunto. Já o costa está a agir de má fé declaradamente.
Para somar “pontos” também é necessário tempo…….não consigo entender esta questão!! alguém me pode explicar?? não é necessário para todas as carreiras que o tempo passe?
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Nuno Luís Albuquerque Santos on 6 de Novembro de 2017 at 16:47
Gosto muito do blogue do Arlindo e concordo quase sempre com as suas posições. Mas a nossa luta não ganha em fazer citações deturpadas que depois podem ser usadas contra nós.
O que o Costa disse foi: “Há porém uma circunstância que é o facto de haver dois mecanismos de progressão na carreira distintos no conjunto da Administração Pública. Uns casos em que conta simplesmente o tempo, noutros casos em que há uma valoração do mérito. Há um problema impossível de resolver que tem a ver com o tempo que não foi contado naquelas carreiras cuja progressão assenta exclusivamente no tempo.”
E se faço este reparo é porque quando temos razão – e temos -, não precisamos de deturpar as declarações dos outros. Precisamos é defender a excepcionalidade da carreira docente porque é aí que nos vão atacar.
O que interessa é que fomos prejudicados em relação à restante função publica e não houve qualquer contrapartida, tal como por exemplo a sugerida pela Magali ou outras.
24 comentários
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O maior problema é que esse tipo de trafulhada não anda só na Carreira dos professores… talvez esteja a formar-se na economia onde a dívida não para de crecer e o PIB não descola. E, caso batam connosco noutro empréstimo, aí ainda será pior.
Então não é preciso ter bom na avaliação, um mediocre serve. vamos todos tirar mediocre
Pois…
E as ações de formação hom créditos serviram para quê?
Estou mesmo para ver a reação dos sindicatos…
Não bastando o prejuizo financeiro de milhares de euros derivado
de estarem uma dezena de anos sem o direito a progredir na carreira, o prejuizo
financeiro no cálculo do valor de uma hipotética pensão de reforma (uma dezena
de anos a auferir o mesmo salário) e conjugando a impossibilidade matemática de
ser atingido o topo da carreira numa faixa etária antes da idade legal de uma
hipotética pensão de reforma, surge a informação que a maioria dos (as)
professores(as) terão de esperar os anos correspondentes ao escalão em que
estão, para poderem se candidatar a uma progressão ao escalão seguinte. Num
Estado com sentido de justiça e equidade, esses professores poderiam progredir
a partir da data em que seja declarado a ativação do processo de progressão e
seriam colocados no escalão correspondente ao nº de anos de serviço que prestaram
(e não ao escalão seguinte àquele em que ficaram).
Destruir uma carreira profissional com o intuito de desviar
dinheiro para custear fraudes bancárias, fugas fiscais, má gestão e contratos
públicos ruinosos, é a atitude mais eficaz para também destruir a motivação.
Quem é clarividente, entenderá que não são só os docentes a serem
prejudicados com esta atitude ignóbil do Estado português…
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Querem o quê????????
Vão mas é trabalhar e dai graças a Deus por os CONTRIBUINTES andarem a sustentar uma Função Pública ineficiente, incapaz, negligente……
A MUNICIPALIZAÇÃO e, posterior, PRIVATIZAÇÃO da EDUCAÇÃO é uma URGÊNCIA.
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Indignado? Que contribuintes? Quem paga o sistema nacional de saúde? Deveria informar a sua profissão. O blog é para todos?
Você é que precisa de ser municipalizado,privatizado e exportado para a terra do Kim do Norte.
Bes, banif, bpn, bpp, mais de 20 000 milhões de dinheiro público enterrado nesses criminosos do PRIVADO. Assim é que está bem.
Contribuinte? Deves ser dos vigaristas que levam os filhos à escola de bmw e declaram o salário mínimo….
Nisso tem razão, quando as Escolas (a CCADD) correm 99,9 % dos professores com classificações superiores a bom, mesmo em situação pornográficas que desleixo profissional, na prática, o mérito conta Zero.
Onde aparece CCADD referia-me à SADD – secção de avaliação de desempenho docente do conselho pedagógico,
E os juízes e os médicos não? Que se saiba o juiz que emitiu sentença com base na bíblia e que não é única teve sempre muito bom. Mas os profs que paguem a crise
Certo.
Quantos juízes terminam a carreira no topo, como Juízes Conselheiros? Muito poucos. A maioria não passa de Juízes de Direito e de Desembargadores.
Quantos médicos terminam como chefes de serviço (assistentes graduados séniores)?
Quantos professores universitários terminam como catedráticos? Muito poucos.
Só no básico e secundário é que todos se acham no direito de chegar ao topo. Quando vários nem na carreira deviam estar.
Então façam provas de acesso aos escalões de topo. assim é que não pois somos todos prejudicados
“Para a progressão dos professores conta simplesmente o tempo, não existe mérito”
Como é possível estar assim tão fora da realidade?
Ou é para deitar areia para os olhos daqueles que nada percebem da progressão dos professores?
Que eu saiba é preciso ter no mínimo “Bom” na avaliação de desempenho, é preciso ter aulas avaliadas com Muito Bom ou Excelente para progredir para o 5º e 7º escalão sem estar sujeito a quotas e é preciso acumular créditos, em cada escalão, provenientes de ações de formação. Conheço colegas que não progrediram porque não fizeram as formações necessárias para a obtenção dos créditos necessários.
Portanto, senhor primeiro ministro, para os professores não conta simplesmente o tempo! Existe mérito e é necessário fazer formação em todos os escalões!
Mas a esposa do senhor primeiro ministro é educadora de infância e por isso deve saber muito bem como se processa a progressão na carreira docente!
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“Para a progressão dos professores conta simplesmente o tempo, não existe mérito”
A isto chama-se LUCIDEZ
A MUNICIPALIZAÇÃO e, posterior, PRIVATIZAÇÃO da EDUCAÇÃO é uma URGÊNCIA.
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Ainda gostava de saber qual é o seu problema…
Não passa de um triste frustrado!!!
Cure-se!!
Boa.Que ele se cure e depressa.
Se não, qualquer dia, este homem não tem para onde ir.Salvo, terra do Kim do Norte.
Conhece alguem a quem tenha sido atribuído menos de Bom?
É mesmo, não ter nenhuma vontade, de resolver nada.Há os faseamentos, há poder subir os escalões mais baixos, há ” dividir” os escalões e dar 100,80 e 50 euros.O dr. António Costa está a perder mérito.Acautele-se, o tempo do “vira” vai começar.
Bastava subir cada escalão para o índice acima. Era justo, não correspondia à totalidade dos anos é certo mas os profs já ficavam felizes e o costa terminava com esta sensação de injustiça. Se o Tiago prometeu que ia ajudar os profs é alertá-lo para esta solução pois na verdade parece que ele desconhece completamente o assunto. Já o costa está a agir de má fé declaradamente.
Boa ideia.É destes diálogos que precisamos. Que haja boa vontade, bom senso.Parabéns Magali.
Para somar “pontos” também é necessário tempo…….não consigo entender esta questão!! alguém me pode explicar?? não é necessário para todas as carreiras que o tempo passe?
Gosto muito do blogue do Arlindo e concordo quase sempre com as suas posições. Mas a nossa luta não ganha em fazer citações deturpadas que depois podem ser usadas contra nós.
O que o Costa disse foi: “Há porém uma circunstância que é o facto de haver dois mecanismos de progressão na carreira distintos no conjunto da Administração Pública. Uns casos em que conta simplesmente o tempo, noutros casos em que há uma valoração do mérito. Há um problema impossível de resolver que tem a ver com o tempo que não foi contado naquelas carreiras cuja progressão assenta exclusivamente no tempo.”
E se faço este reparo é porque quando temos razão – e temos -, não precisamos de deturpar as declarações dos outros. Precisamos é defender a excepcionalidade da carreira docente porque é aí que nos vão atacar.
O que interessa é que fomos prejudicados em relação à restante função publica e não houve qualquer contrapartida, tal como por exemplo a sugerida pela Magali ou outras.