Category: Rui Cardoso

Propostas gerais para a intervenção educativa para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade

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No site de Apoio às Escolas da DGE

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As RR estão suspensas? Onde está a Nota Informativa?

 

Na sexta-feira passada não houve publicação das listas de reserva de recrutamento, esta semana vamos pelo mesmo caminho. Ninguém estava à espera que tal acontecesse. A situação que vivemos não justifica a contratação de professores, as escolas estão fechadas. Chegam-nos relatos que quem terminou contrato, não consegue efetuar o retorno à reserva de recrutamento na plataforma, isto, julgo que poderia estar ativo. A reserva de recrutamento está suspensa, e muito bem mas, nada impediria que, quem o desejasse, regressasse já à reserva .

Era de bom tom emanar informação e oficializar esta suspensão. Nem que fosse só para informar que a publicação das listas de Reserva de Recrutamento estão suspensas por tempo indeterminado.

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“Sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora” por Fátima Inácio Gomes

“Sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora”

Testemunho de Fátima Inácio Gomes, professora do Agrupamento de Escolas de Barcelos. “O meu princípio tem sido não sobrecarregar os alunos. Temo que muitos deles tenham, presentemente, mais trabalho do que em circunstâncias normais.”

Tantas vezes se deseja trabalhar em casa, mas fazê-lo quando estamos no epicentro de um evento tão extraordinário (e assustador) quanto uma pandemia revela ser bem menos agradável do que se anteciparia. Contudo, é muito mais tranquilizador do que ter de enfrentar transportes públicos e aglomerados de pessoas cujos hábitos de vida/higiene desconhecemos, como ainda tantos trabalhadores têm lamentavelmente de fazer (pelo menos, no momento em que escrevo).

Como tem sido a minha vida de professora à distância? Bem, em circunstâncias normais, estaria a dar as aulas e a concentrar-me na correção de testes, na preparação da reunião com os diretores de turma (sou coordenadora dos DT de secundário) e reuniões de avaliação. Como neste período antecipei (premonitoriamente?) todos os momentos de avaliação, coincidiu que, na passada quinta-feira, tivesse dado os últimos testes, além de já ter realizado a avaliação da oralidade em todas as turmas. Pretendia eu ter um fim de período mais tranquilo, poder ter tempo para a correção dos testes e restantes afazeres, numa fase em que o cansaço se acumula. Resulta agora que, desde essa quinta-feira, nem os testes consegui corrigir. Durante todo o fim de semana recebi mails da direção com procedimentos a adotar e fui contactando alunos e pais, assim como preparei os procedimentos para a semana. As aulas que daria verbalmente e já não careciam de preparação, tiveram de ser revistas para as transformar em algo que pudesse ser apresentado via digital. E, sendo diretora de turma do 12.º ano, continuei hoje [terça-feira] numa “luta” de esclarecimentos e informações, pois a tutela enviou os procedimentos a adotar para a inscrição para exames.

Pretendia, como recomendam, adotar uma rotina em casa. Até planeava fazer exercício, mas para já não tem sido possível. O “tele-trabalho” dá espaço a isso: sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora, os pais e alunos talvez também esperam que estejamos disponíveis a toda a hora. Recebo mails desde as 8h00 às 23h00. E tenho respondido. Talvez devesse estabelecer a tal rotina, o tal horário, mas quando lidamos com pessoas de quem somos próximos (e eu sou próxima — muitos professores o são — dos meus alunos) é difícil não responder logo. Percebemos a sua ansiedade.

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Voltaremos à telescola?

Voltaremos à Telescola?

Ainda sou do tempo da telescola, muitos de nós, a maioria, lembrar-se-ão de como funcionava. Nunca a frequentei, mas recordo-me de colegas de turma que a frequentaram e seguiram os seus estudos como qualquer outro. Eram outros tempos.

No início, quando a televisão não era o que é hoje, era emitida durante a tarde, primeiro na RTP1 e mais tarde na RTP2. Esta modalidade de ensino arrancou a 6 de janeiro de 1965 para permitir o cumprimento da escolaridade obrigatória o 5.º e 6.º ano. Mais tarde, 1987, com a vulgarização dos leitores de video, passou da televisão para as cassetes de video que eram um dos principais instrumentos do professor que, presencialmente, acompanhava os alunos. A telescola esteve em funcionamento até à entrada do milénio.

A tecnologia evoluiu muito dessa altura. Se perguntarmos a qualquer aluno de hoje se sabe o que é uma cassete de video, poucos saberão de que falamos. Mas todos eles sabem o que é um computador, um smartphone, um tablet, a internet, um browser, um motor de pesquisa, um email, uma rede social… se não todos, a grande maioria e os que não sabem já ouviram alguém falar de tudo isso.

Na quinta-feira passada, todos ninguém se apercebeu que a escola, tal como a conhecemos, estava prestes a mudar, a evoluir para novos campos impensáveis até então. na sexta-feira os professores começaram a aperceber-se que, pelo menos, durante duas semanas a escola ia ser diferente. No sábado e no domingo deram-se conta que tinham de apoiar os seus alunos o melhor que podiam, tinha começado a corrida contra o tempo. Uns de uma forma outros de outra corresponderam ao que lhes estava a ser pedido, não abandonar os seus alunos, mesmo que eles os quisessem abandonar. Na segunda-feira, enviaram emai’s, prometidos na sexta-feira, com fichas e mais fichas de consolidação de aprendizagens, o suficiente para 15 dias. Outros houve que foram mais além, não desmarcaram testes, através de plataformas que já usavam enviaram trabalho para ocuparem os primeiros dias dos seus alunos em casa. Na terça-feira dão-se conta que têm que se preparar para fazer algo mais, começa a corrida às plataformas de ensino. Esta corrida foi de tal forma desenfreada que as próprias plataformas não aguentaram tantos utilizadores.

Neste momento, na infinita procura de evoluir, começa-se a procurar perceber como se poderá utilizar a videoconferência com plataformas como o Zoom ou ClassDojo. Os professores aperceberam-se que tão cedo não voltarão ao ambiente de sala de aula e tentam procurar a melhor solução para transpor esse obstáculo, pelos seus alunos. A maioria, se não todos, não saberá para onde vão, mas sabem que não vão ficar quietos à espera que alguém lhes diga para fazer isto ou aquilo, vão fazer o melhor que sabem com os meios disponíveis que têm ao seu alcance.

Voltemos à tetescola. Durante 30 minutos, um professor dissertava sobre um assunto na televisão, dando exemplos nas disciplinas em que era necessário ou demonstrando como se realizava este ou aquele exercício, nos 30 minutos restantes de aula os alunos exercitavam o que tinham acabado de ouvir através de trabalho pré-preparado e com o acompanhamento do professor presente na sala de aula. Com a tecnologia que temos hoje em dia podemos fazer bem melhor do que nessa altura, mas nada substituirá uma sala de aula com todos os seus intervenientes. O contacto de um olhar, por vezes ensina mais que qualquer palavra.

Um destes dias os professores volatrão às suas salas de aulas que são mais dos alunos que deles.

Professor, colaborador do Blog DeAr Lindo

In Ímpar, Jornal Público

 

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COMUNICADO CNIPE – ESTADO DE EMERGÊNCIA NA ESCOLA EM PORTUGAL

 

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Videoconferência. Como destruir o trabalho dos colegas.

Vai entrar na moda a videoconferência. Já ninguém necessitará de se deslocar. (será bom para o ambiente uma vez que não se deslocarão 10 professores em 10 carros para um só sitio) Há por aí imensas plataformas de videoconferência, as empresas usam-nas com frequência, o PR usou uma ontem, os municípios estão a adotar esta modalidade para reunir e, queiram ou não, teremos que acompanhar a moda. (venham com a treta de que não usam o vosso PC e a vossa internet para os comentários… com a qualidade de diretores que por aí andam, num instante vos oferecem uma sala de aula com um computador, lá na escola, para seguir a reunião. Lá se vai o isolamento e o ambiente…)

Para quem, e eu sei que há quem me esteja a dar nas orelhas, não seja muito adepto, ficam umas dicas…

Autoria de Luís Gonçalves

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1/5 dos alunos não tem computador em casa

Um em cada cinco estudantes não tem computador em casa e por isso “dificilmente se conseguirá pedir a todos os alunos trabalhos que impliquem a necessidade de um computador”, revela estudo.

Covid-19: Alunos sem Internet nem computador em casa excluídos das aulas à distância

Milhares de alunos começaram esta semana a ter aulas à distância, para tentar controlar a disseminação da Covid-19, mas nem todos têm computadores e Internet em casa, alertam pais e professores.

Um em cada cinco estudantes não tem computador em casa e por isso “dificilmente se conseguirá pedir a todos os alunos trabalhos que impliquem a necessidade de um computador”, revela um estudo realizado esta semana por Arlindo Ferreira, especialista em Estatísticas da Educação, que foi publicado na terça-feira no blog do Arlindo.

Esta é esta realidade que não escapa a quem trabalha diariamente nas escolas. Os dois presidente das associações de diretores escolares – Filinto Lima (ANDAEP) e Manuel Pereira (ANDE) – alertaram desde o início para o impacto das desigualdades sociais nas aulas à distância.

Também o representante dos pais e encarregados de educação salientou as diferenças entre famílias. “Há sempre desigualdades entre os alunos: uns têm chalés e outros têm casebres”, lamentou Jorge Ascenção, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), em declarações à Lusa.

Sem computadores, há quem esteja a acompanhar as aulas pelos telemóveis ou ‘tablets’. Mas para isso é preciso Internet e nem todos a têm no lar.

No ano passado, 80,9% dos agregados familiares tinham acesso a internet em casa. Nas famílias com filhos até aos 15 anos a percentagem subia para 94,5%. Ou seja, mais de 5% dos estudantes com menos de 15 anos viviam em casas sem Internet, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O problema também atinge os alunos do ensino superior. O presidente do Sindicato Nacional de Ensino Superior (SNESup), Gonçalo Leite Velho, lembrou que “há muitos alunos que têm dificuldades de acesso à Internet”.

Os dados do INE indicam que entre os estudantes com mais de 16 anos é raro encontrar quem não tenha Internet: são 0,4%. “Basta haver um aluno para ser razão para nos preocuparmos”, defendeu recentemente em declarações à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima.

Gonçalo Leite Velho lembrou que também há problemas nas famílias onde há equipamentos. Neste momento estão todos em casa, alguns em teletrabalho, e pode tornar-se difícil gerir quem tem prioridade no seu uso: os filhos que estão em aulas ou os pais que estão a trabalhar?

A Lusa contactou cerca de duas dezenas de famílias com filhos do pré-escolar ao ensino superior e a maioria disse ter equipamentos para todos.

Entre os pais que se aperceberam que teriam de partilhar computadores, começam a inventar-se soluções, como definir horários de uso.

“Temos dois computadores em casa, sendo que um deles é o meu que preciso para trabalhar. Se tiverem de fazer buscas será cada uma no seu horário”, contou à Lusa a mãe de duas adolescentes de escolas de Lisboa.

Trabalhar em casa com a família pode ser complicado para todos: alunos e pais. “O ambiente é muito diferente de uma escola. Há mais confusão”, alertou Gonçalo Leite Velho.

As aulas à distância exigem um conhecimento e uma técnica por parte dos professores que é muito diferente das aulas presenciais.

Já quando estão na escola é, por vezes, difícil manterem-se concentrados, imaginemos agora em casa”, disse Gonçalo Leite Velho.

O inquérito realizado pelo professor Arlindo Ferreira mostra que 11,6% dos pais não tem disponibilidade para acompanhar o filho pelo menos uma vez por dia nos estudos.

Do lado dos adultos, trabalhar de casa também “é muito mais “difícil porque é preciso conjugar a atenção dada ao trabalho e aos filhos, lembrou o presidente do SNESup.

O docente do ensino superior lembrou que, neste momento, há muitos professores em casa, com filhos pequenos, a tentar dar aulas a outras crianças.

Apesar dos problemas já detetados, todos são unânimes em considerar que o ensino à distância é, neste momento, a melhor solução.

In TVI24

 

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Declaração e Autorização do Estado de Emergência publicadas em D.R.

 

Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020 – Diário da República n.º 55/2020, 3º Suplemento, Série I de 2020-03-18130399862

Presidência da República

Declara o estado de emergência, com fundamento na verificação de uma situação de calamidade pública

Resolução da Assembleia da República n.º 15-A/2020 – Diário da República n.º 55/2020, 3º Suplemento, Série I de 2020-03-18130399863

Assembleia da República

Autorização da declaração do estado de emergência

 

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Projeto de Decreto do Presidente da República de Estado de Emergência

 

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Marcelo declara Estado de Emergência

 

Covid-19: Marcelo declara Estado de Emergência. Parlamento terá de aprovar medida

Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou Estado de Emergência em Portugal, na sequência da pandemia de coronavírus.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou, esta quarta-feira, Estado de Emergência em Portugal, na sequência da pandemia de coronavírus e após a reunião do Conselho de Estado.

A TVI sabe que as medidas já foram concertadas entre o Presidente da República e o Governo. Marcelo Rebelo de Sousa irá falar ao país às 20:00h.

O anúncio será feito pelo Primeiro-ministro, António Costa, depois do Conselho de Ministros extraordinário que se seguiu à reunião do Conselho de Estado.

O decreto presidencial terá de ter será aprovado pela Assembleia da República.

In TVI

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“Cantem nos telhados” Bono U2

O vocalista dos U2 interpretou a canção inspirada nos italianos e dedicada a todos os médicos e enfermeiros. [vídeo]

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Segundo caso positivo de um docente em Viana do Castelo

 

Professora acusa positivo para Covid-19 em Viana

Uma mulher de 45 anos, professora de História, é o segundo caso já confirmado pela infeção do novo coronavírus, adiantou a diretora da Escola Básica e Secundária de Barroselas.

Segundo Teresa Almeida, a docente encontra-se em casa, com quadro clínico “estável”, enquanto é acompanhada pelas autoridades de saúde.

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E 72 – Para uma melhor comunicação com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE)

 

A fim de garantir uma melhor comunicação com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) é disponibilizado o E72 que visa assegurar maior eficácia na comunicação via e-mail, sendo dada a resposta até 72 horas, assim como, a  disponibilização do histórico dessa comunicação. Assim, basta estar registado no SIGRHE para poder aceder a esta ferramenta e colocar as questões que pretende esclarecer, dispensando a usual conta de e-mail.  O acesso ao E72 pode ser realizado através do Portal da DGAE ou através do link https://sigrhe.dgae.mec.pt.

 

Instruções de utilização

SIGRHE – E 72

 

 

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Introdução ao Google Classroom, por Hugo Filipe

Eis como realizar operações básicas de gestão de uma turma ou disciplina no Google Classroom:
– Criar uma disciplina/turma
– Adicionar alunos
– Adicionar recursos (trabalho e pergunta)
– Avaliar perguntas e trabalhos e devolver essa avaliação

O vídeo mostra a perspectiva do professor e do aluno em várias situações.
O assunto continuará noutro vídeo, a ser divulgado em breve no canal Youtube do Hugo.

CLASSROOM

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Revogação das portarias de criação de cursos profissionais

Publicada a Portaria que procede à revogação das portarias de criação dos cursos profissionais constantes no anexo à presente portaria.

Portaria n.º 76/2020 – Diário da República n.º 55/2020, Série I de 2020-03-18

EDUCAÇÃO E TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL

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A banalização do medo -Santana Castilho

A banalização do medo

1. A propósito da emergência grave que vivemos, são os especialistas e os decisores políticos que devem dizer o mais importante. Mas desde que o Governo determinou a situação de alerta, o pânico foi alastrando e contagiando boa parte dos portugueses. Nesta onda de mata e esfola, cresceu o apoio a medidas mais drásticas e disso se ocupará o Conselho de Estado de hoje. Porém, à democracia do medo (que tanto nos pode confrontar com o melhor como com o pior dos comportamentos cívicos), incentivada agora por muitos dos que foram imolando o SNS no altar da austeridade, preferia a democracia da serenidade fundamentada e bem comunicada.
Repito que é grave o momento que o país atravessa. Mas, por isso mesmo, não pode valer tudo e ficar sem coordenação a multiplicidade de comandos com que o cidadão é confrontado (do Governo, de câmaras municipais, da Direcção-Geral da Saúde, de distintas instituições públicas ou de empresas privadas). Cruzam-se decisões pouco fundamentadas com análises em cascata, criteriosas umas, simplesmente especulativas ou descuidadas outras (no último Prós e Contras foi dito que teríamos 12 (sim, doze) milhões de portugueses infectados dentro de poucos dias), tudo contribuindo para a banalização do medo e escancarando portas a iniciativas, eventual e desnecessariamente atentatórias de responsabilidades partilhadas e de direitos e liberdades.
Num cenário de colisão de respostas contraditórias a um tema que provoca medos profundos, não chega a procura do melhor aconselhamento técnico e científico, se não for conseguida a unificação das ordens, quer das organizações nacionais, quer das europeias. A propósito do encerramento das escolas, não foi salutar o registo de posições opostas entre o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e o nosso Conselho Nacional de Saúde Pública, sobrando deste a impressão de ser um organismo guiado por critérios que ficaram parados no tempo, sem perceber o que mudou nos dinamismos de mobilidade das sociedades actuais. Para dominar o contágio não chega a higiene sanitária. Precisamos, também, de higiene social, para simplesmente não enclausurarmos toda a vida.
2. Com o medo de ficarmos contaminados ou a angústia de vermos adoecer familiares e amigos, esquecemos rápido o vírus da xenofobia desumana que se abateu sobre milhares de refugiados, algures entre a Grécia e a Turquia. Devendo ser a mesma, a banalização do medo tornou próxima a fraternidade que dispensamos aos vizinhos e longínqua (para não dizer inexistente) a que devíamos dispensar aos que nas nossas cidades não têm casa para se recolher em quarentena ou aos que fogem da guerra, sem pão nem amor, vindos não importa donde. É em momentos como este que a solidariedade incondicional deve ser reiterada.
Muitas doenças, evitáveis ou pelo menos substancialmente retardáveis por alteração de comportamentos ou estilos de vida, entram naquilo que aceitamos (erradamente) como determinismos do nosso existir. As mortes que provocam (porque dispersas no nosso desconhecimento da sua existência), numericamente bem mais significativas do que as que esta pandemia vai causar, não nos afligem como este confronto inesperado com a nossa fragilidade, para mais sujeito a uma mediatização, que tanto informa validamente, como agita o medo desnecessariamente.
3. O ministro da Educação afirmou que existe conhecimento suficiente para garantir que o ensino a distância vai funcionar. Como sempre, falou do que não sabe. Os ambientes de ensino não presencial que deu como exemplos (atletas de alto rendimento e populações itinerantes), circunscrevem-se a um exíguo número de professores e de alunos. Por outro lado, é sabido que soluções de ensino a distância, com a dimensão em apreço, requerem recursos tecnológicos e materiais de ensino que não existem no nosso sistema. Só a ignorância e o atrevimento inconsciente podem levar alguém a admitir que se passa do ensino presencial, massivo, para um ensino a distância, por simples proclamação ministerial. Faltou-lhe só a imbecilidade de sugerir que o Coronavírus abriu uma janela de oportunidade futura para substituir professores por máquinas. Por este caminho, lá chegaremos!
Pela negativa, uma pandemia produz pânicos colectivos e torrentes de informações falsas e contraditórias. Mas, pela positiva, pode suscitar mudanças que, de outro modo, não se produziriam.
In “Público” de 18.3.20

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Juntas Médicas da ADSE Suspensas até 18 de junho

 

As Juntas Médicas da ADSE estão suspensas, pelo período de 18 de março a 18 de junho de 2020.

Dando cumprimento ao Despacho da Direção-Geral de Saúde, de 17 de março de 2020, que suspende TODAS as Juntas Médicas, devido à necessidade de mobilização de todos os profissionais de saúde para a assistência no âmbito da Emergência de Saúde Pública relacionada com a epidemia de COVID-19, estão suspensas as Juntas Médicas da ADSE pelo período de 18 de março a 18 de junho de 2020.

Esta medida poderá ser alterada em função da evolução epidemiológica da infeção.

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Deliberação n.º 377-A/2020 – Correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura ao ensino superior

 

Clique na imagem:

 

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Comunicação JNE – Provas e exames dos ensinos básico e secundário – orientações para o processo de inscrições

 

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Precisa de continuar a trabalhar com os seus alunos e nunca o fez. Então estas vídeotransmissões são para si.

ANPRI.pt

A Equipa de formadores da ANPRI vai dinamizar videotransmissões em direto via Youtube para apoiar osprofessores que pretendam iniciar o seu trabalho com alunos online.

Estas vídeotransmissões realizam-se dia 17, 18, 19 e 20 de março de 2020, pelas 17 horas.

Não precisa de inscrição,

Não precisa de ter experiência, é mesmo iniciação em cada plataforma e como organizar uma aula e comunicar com os alunos nestas plataformas.

Siga o link que será disponibilizado diariamente no sítio web da anpri  http://www.anpri.pt/

Ou na página do Facebook da anpri  https://www.facebook.com/anpriPT/

Juntos conseguimos fazer melhor e construímos a rede

In ANPRI

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Os professores do EPE estão assustados e não poderão regressar a Portugal para a Páscoa

Recebemos um desabafo de um docente colocado numa EPE que transmite as suas preocupações em relação à fase complicada que o mundo atravessa. As decisões dos diversos governos influenciam as decisões das escolas nos diversos países e, enquanto uns tomam medidas de maior proteção, outros nem por isso.

Fica o desabafo:

Estou neste momento colocado na escola portuguesa em XXXXXX e estas são as orientações que recebemos por parte da direção. Todos temos famílias em Portugal e a incerteza que paira neste momento sobre o fecho de fronteiras e o cancelamento de voos assusta os professores que já tinham viagens planejadas para a interrupção letiva da Páscoa.

A escola continua a funcionar mesmo após vários casos de alunos que se encontram em casa em auto quarentena, vários alunos que relatam o regresso de familiares que se encontravam em países como Itália e Portugal.

Gostaríamos de receber por parte da direção o apoio que seria esperado num momento como este. Mas aquilo que temos recebido são ordens para ficarmos no país, ignorar o perigo que existe neste momento, correndo o risco de fecharem as fronteiras e o abastecimento de produtos alimentares ser cortado. Está situação poderá levar a tumultos na cidade por escassez de alimentos, tumultos que tem acontecido ultimamente por outros motivos.

Os professores estão assustados e querem voltar para as suas famílias durante este período por sentirem que estão mais seguros no seu país.

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Atendimento Presencial – Loja DGAE

 

Informamos que o atendimento presencial da DGAE passará a ser efetuado mediante marcação de dia/hora. Deve efetuar o pedido para o email [email protected] , com a sua identificação (nome e número de utilizador), definição do tema a tratar, contacto telefónico e indicação da sua disponibilidade entre as 10 e as 17 horas.

 

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Escola Básica de Vallis Longus confirma assistente operacional infectada

 

Escola Básica de Vallis Longus confirma assistente operacional infectada

Diretor pede calma e serenidade a pais, alunos, professores e funcionários.

In Verdadeiro Olhar

 

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Cartoon dos próximos tempos – Fechados em casa… – Miguel Rebelo

 

 

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O que dizem os sindicatos sobre a permanência de docentes e não docentes nas escolas?

 

É indispensável preservar a saúde e respeitar a vida humana

“Totalmente inaceitável”

Mais de 120 agrupamentos querem docentes nas escolas

 

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3.º período? O Mário é de opinião que…

Já todos pusemos essa hipótese. Ninguém consegue prever com tanto tempo de antecedência, mas a probabilidade que aconteça é enorme. Neste momento convém manter a calma e organizarmo-nos.

A adaptação não vai ser fácil para ninguém e, até, julgo que sairemos “disto” enriquecidos. Vamos ser compreensivos, por agora, e dar tempo para que a tutela se organize em relação a tudo o que foi interrompido ou necessita de uma outra solução.

Mas atentem, o Mário e o João estão vigilantes. Muito mais alerta estamos todos nós, que temos que olhar para os “dois lados” e ver para onde nos levam…

 

“É pouco provável haver aulas no 3.º período”, diz Mário Nogueira

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O Ministério da Educação dá 10 conselhos aos pais e encarregados de educação

O Ministério da Educação publicou um video com conselhos aos encarregados de educação. Nele, transmite dez conselhos sobre como podem ajudar os seus educandos durante a suspensão das atividades letivas presenciais.

 

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Atualização – FAQ sobre baixas, faltas e licenças relativas ao COVID-19

 

Medidas extraordinárias para fazer face à situação epidemiológica do novo coronavírus – encerramento dos estabelecimentos de ensino ou dos equipamentos sociais de apoio à primeira infância ou à deficiência

 

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Plataforma Hypatiamat abriu temporariamente a totalidade dos seus recursos à comunidade educativa

“O desempenho escolar na Matemática é uma preocupação crescente junto da comunidade educativa: estamos todos preocupados com o elevado insucesso escolar e o correspondente abandono escolar precoce. Sabemos que a literatura educacional aponta a promoção do sucesso na Matemática e a utilização corrente das TIC na sala de aula como dois grandes desafios que a educação enfrenta na atualidade. Respondendo a estes desafios, a presente investigação organiza-se em torno da seguinte questão: Como podem as novas tecnologias, nomeadamente aplicações hipermédia utilizadas nos IWB (interactive whiteboards), contribuir para a promoção do sucesso escolar a Matemática?

Para responder a esta questão, investigadores da Universidade do Minho, da Universidade de Coimbra e de outras proveniências construiram este site com muitas aplicações hipermédia centradas nos conteúdos de Matemática do 1.º ano até ao 9.º ano.

Disponibilizamos esta ferramenta à comunidade educativa, na expetativa que a mesma possa contribuir para a promoção do sucesso neste domínio do conhecimento.

Esperamos que alunos, professores e encarregados de educação tirem o melhor partido.

Bom trabalho.”

Fica o link com os dados de acesso:

https://www.hypatiamat.com/index.php

Utilizador: hypatiatmp

Password: hypatia2020

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Apoio às Escolas – DGE

 

Apoio às Escolas

Num momento em que as escolas portuguesas se encontram com as atividades presenciais suspensas, a Direção-Geral da Educação (DGE), em colaboração com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), construiu este sítio, com um conjunto de recursos para apoiar as escolas na utilização de metodologias de ensino a distância que lhes permitam dar continuidade aos processos de ensino e aprendizagem.

Este apoio deverá permitir a todas as crianças e jovens:
– manter contacto regular com os seus professores e colegas;
– consolidar as aprendizagens já adquiridas;
– desenvolver novas aprendizagens.

Perto ou longe, a Educação é um direito!

Dada a grande diversidade de contextos, privilegiamos soluções que utilizem processos simples e não exigentes de muita tecnologia, largura de banda ou elevadas competências digitais dos utilizadores. Tal não invalida a utilização de tecnologias mais sofisticadas, desde que as condições locais assim o permitam.

Numa primeira fase, todas as escolas devem manter o contacto diário com os alunos e iniciar uma dinâmica em que, gradualmente, poderão introduzir processos e ferramentas mais complexas de interação. Todas estas novas formas de aprender e de ensinar implicam uma curva de aprendizagem, tanto para os professores como para os alunos.

Deverão ser privilegiadas atividades assíncronas, menos exigentes em largura de banda e que não requeiram dispositivos de última geração. No caso em que os destinatários são crianças ou alunos mais novos, da Educação Pré-escolar e dos 1.º e 2.º ciclos, as atividades deverão, sempre que possível, ser intermediadas pelos encarregados de educação.

Nesta fase inicial, é fundamental que sejam desenvolvidas formas simples para não se perder o contacto com os alunos, em particular aqueles que não têm ainda acesso a internet ou equipamento. Um contacto estabelecido através de organizações e associações locais ou da Junta de Freguesia poderá assegurar que estes alunos também recebem materiais e tarefas para fazer.

Em cada escola/agrupamento deve ser criada uma equipa de apoio aos restantes docentes, quer porque o trabalho dos docentes estará também a ser feito a distância, quer porque poderá haver algumas pessoas menos experientes neste tipo de modalidade de ensino. Esta equipa poderá ainda organizar sessões de formação a distância ou disponibilizar recursos para autoaprendizagem.

Brevemente, a DGE irá disponibilizar um curso sobre metodologias de ensino a distância, procurando também desta forma apoiar as escolas e os seus docentes.

Em cada escola deverão ainda ser definidas as ferramentas e as metodologias a utilizar, tendo em conta os diferentes níveis de ensino. Na medida do possível, deve ser evitada a proliferação de ferramentas e de plataformas para que haja uma harmonização de métodos de ensino e aprendizagem, em cada ciclo e com isto facilitar a concentração dos alunos nos espaços digitais.

Terá de haver enorme cuidado para que todos os alunos, independentemente dos dispositivos que utilizem e do software instalado, tenham acesso aos recursos disponibilizados pela escola. Deverá ser utilizado software de livre acesso e não muito exigente do ponto de vista tecnológico ou de largura de banda.

Escolas mais avançadas tecnologicamente deverão partilhar as suas práticas e apoiar, sempre que possível, outras que se encontrem em maior dificuldade. Caberá também aos Centros de Formação de Professores promoverem esta partilha e apoiarem as escolas neste grande desafio. Neste momento em que todos nos defrontamos com problemas de grande complexidade, a colaboração entre todos é fundamental.

Sublinhamos aqui a importante comunicação da UNESCO que publicou recentemente 10 recomendações sobre ensino a distância, no âmbito do encerramento de muitas escolas em vários países, recomendando a leitura atenta e a divulgação dessas recomendações junto de todas as comunidades educativas.

Criámos um endereço de e-mail ([email protected]) para resposta às dúvidas que nos queiram colocar e receção de sugestões e partilha de recursos.

Neste espaço, que queremos dinâmico, iremos disponibilizar continuamente novos recursos, partilhar práticas e sobretudo dar resposta a este grande desafio: manter o processo de ensino aprendizagem em funcionamento, para que todos os nossos alunos continuem a aprender.

Contem connosco.

In DGE

 

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Ferramentas de videoconferência e trabalho em linha

Ferramentas de videoconferência e trabalho em linha:

• https://duo.google.com/
• https://classroom.google.com/
• https://zoom.us/
• https://www.circuit.com/
• https://jitsi.org/
• https://web.skype.com/
• https://web.whatsapp.com/
• https://whereby.com
• https://www.webex.com/

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Os serviços públicos passam a atender por via eletrónica e por pré-marcação e apenas para atos urgentes

 

Serviços públicos passam a atender por via eletrónica ou pré-marcação

Os serviços públicos passam a partir desta segunda-feira a atender por via eletrónica e, nos casos em que tal não seja viável, será por pré-marcação e apenas para atos urgentes, por causa do surto do novo coronavírus.

Segundo um despacho emitido pelo Governo, o pré-agendamento deverá ser feito pelo Portal ePortugal e pelas linhas de contacto que servem de apoio aos serviços públicos digitais (Linha do Cidadão 300 003 990 e Linha das Empresas 300 003 980), cujas respostas serão reforçadas.

Será igualmente limitado o número de pessoas que podem estar dentro das instalações dos diversos órgãos dos serviços públicos, para garantir a distância de segurança entre pessoas de acordo com as recomendações das autoridades de Saúde. E, nos atendimentos presenciais, os pagamentos deverão ser feitos preferencialmente por cartão.

In JN

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Para quem ainda não acredita na emergência da situação…

 

…basta consultar o Diário da Republica e verificar que o mesmo já é publicado ao domingo.

A urgência da tomada de medidas face a esta situação é tal, que obriga a medidas excecionais em todos os campos.

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Divulgação – Grupo de apoio de E-Learning para professores criado por professores para professores

Partilhamos, aqui, um grupo de apoio de E-Learning para professores criado por professores para professores que conta já com quase 10.000 membros em menos de 48 horas de existência. Este grupo foi criado  no sentido de mitigar as dificuldades que alguns professores estão a ter com o e-Learning.

 

E-Learning – Apoio a professores
https://www.facebook.com/groups/640531680045899/

Este grupo de apoio conta já com quase 10.000 membros e foi criado pelo Vítor Bastos e Ana Loureiro para dar auxílio a todos os professores que necessitam de apoio na transição para o “digital” e para o e-Learning.

Este grupo de apoio é agnóstico quanto à tecnologia envolvida e tenta apoiar professores, esclarecer dúvidas e apontar caminhos e soluções.

 

http://escoladeprofessores.pt

Adicionalmente criei uma comunidade de apoio à passagem para o digital: escoladeprofessores.pt.

Esta comunidade surgiu a partir do grupo de apoio, anteriormente referido.

Esta é uma comunidade de professores, feita por professores, para professores que explora especificamente as ferramentas do Office 365.

Para inscrição nesta comunidade e ter acesso gratuitamente ao Office 365 basta uma inscrição aqui:  https://bit.ly/39SzSQl

A criação de utilizadores é validada por um ser humano… logo não será instantâneo.

Dadas as restrições atuais, esta comunidade é limitada a 5000 professores e serão inscritos por ordem de chegada.

São disponibilizados gratuitamente os seguintes recursos:

  • Licenças de Office 365 para professores poderem testar Office, Teams, Forms, etc.
  • Sessões online ao vivo sobre utilização de ferramentas Office 365;
  • Equipa global para esclarecimento de dúvidas;

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Orgulhosamente Escola Pública!!! Filinto Lima

Orgulhosamente Escola Pública!!!

As instituições educativas estiveram no âmago das decisões políticas na passada semana, culminando com o primeiro-ministro a anunciar ao país a suspensão das atividades letivas e não letivas, pelo menos por um mês, a fim de evitar a propagação do novo Covid-19.

Como consequência desta deliberação – desapoiada pelo Conselho Nacional de Saúde Pública, impõem-se, atualmente, à Escola Pública desafios, e oportunidades, que esta assume com total profissionalismo e rigor. Elenco três:

Lecionação à distância – a medida fundamenta o teletrabalho, dado os professores e os alunos, em casa nas próximas semanas, continuarem envolvidos nas atividades e tarefas letivas. Estamos todos cientes que a suspensão das atividades letivas e não letivas em contexto escolar transferiu o processo ensino-aprendizagem para os lares dos discentes e dos docentes. As novas tecnologias são ferramentas essenciais no futuro da Escola Pública, na mudança do paradigma do “como e onde se ensina”, com impacto positivo no sucesso educativo dos alunos;

2. Apoio (almoço) aos alunos mais necessitados – não estão esquecidos os discentes que, por questões (várias) de carência familiar, necessitam que lhes seja acautelado o almoço, por vezes, a única refeição quente que ingerem ao dia. O esforço conjunto das escolas e autarquias possibilitará que esta refeição seja disponibilizada, não sendo questionada a premência da mesma para todos os que dela irão usufruir. Tempos difíceis exigem maiores cuidados, estando a Escola Pública especialmente atenta aos mais desprotegidos;

3. Acolhimento de filhos dos trabalhadores considerados fundamentais na luta contra o novo Covid-19 – assumindo um papel crucial na implementação de ações solidárias, a Escola Pública dá um passo à frente. Neste sentido, os profissionais de saúde e as forças de segurança, também os bombeiros, as forças armadas e os funcionários dos serviços públicos essenciais, destacados para cuidar da população, terão a certeza de que os seus educandos serão muito bem tratados pelos profissionais de excelência existentes nas escolas e agrupamentos de escolas que frequentam, enquanto as aulas presenciais estiverem suspensas.

Pedem-se gestos solidários e atitudes altruístas, que reflitam o elevado sentimento humanista e as qualidades nobres que caracterizam os portugueses, vincados na e pela Escola Pública, um orgulho para o país, que instruiu aqueles que neste momento lideram o combate a um novo e assustador “Adamastor”. Saibamos fazer desta experiência a oportunidade para revitalizar a nossa natureza intrínseca, distintiva de um povo com uma alma enorme que enobrece esta “Nação valente e imortal”. A Escola Pública será uma luz a iluminar o caminho da recuperação!

In TSF

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FAQ – Encerramento de Escolas e Apoio às Famílias

 

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Escolas de referência para o serviço de refeições e acolhimento de filhos do pessoal hospitalar e de emergência

Escolas de referência para o serviço de refeições e acolhimento de filhos do pessoal hospitalar e de emergência

 

NORTE – Escolas de Referência

CENTRO – Escolas de Referência

LISBOA e VALE do TEJO – Escolas de Referência

ALENTEJO – Escolas de Referência

ALGARVE – Escolas de Referência

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Há um ano chamaram-lhes selvagens, ontem aplaudiram-nos…

O ditado popular “Só se lembram de Santa Bárbara quando troveja” está bem patente na nossa sociedade. O civismo, a solidariedade, o pôr-se no lugar do outro… ainda tem que ser muito “trabalhado”. Olhamos muito para o nosso umbigo e se uma classe profissional quer um pouco mais, não são poucos os que estão prontos para criticar a pretensão, nem que sejam aqueles que nos salvam a vida ou, muitas vezes substituam a família…

Bem haja a todos os enfermeiros.

Carta aberta de enfermeira exausta

“Porque a minha memória não é curta nem seletiva…Levantem-se agora as vozes dos que nos chamaram selvagens…Levantem-se agora as vozes dos que nos chamaram criminosos e assassinos…

Levante-se agora a voz daquele senhor que, num telejornal, ficou indignado pelos Enfermeiros quererem ser considerados uma profissão de risco, não percebia porquê, alegando que até parecia que pegávamos nos doentes ao colo… E não é que sim?

Posicionamos e transferimos doentes da cama para outros locais, com os nossos braços, com a nossa coluna que vai dando sinal do desgaste após alguns anos.

Levantem-se agora as vozes daqueles que nos chamaram malandros, que só queríamos dinheiro…

Quando recentemente reivindicámos os nossos direitos, fizemo-lo em consciência como só este grupo profissional o sabe fazer. Paramos as cirurgias não urgentes, e nenhum utente morreu por isso.

Não queríamos só dinheiro, se bem que ao fim de 20 anos de profissão, o meu vencimento é igual a um colega que inicia hoje funções, porque mais uma vez, tiraram-nos a hipótese de subir no índice remuneratório, com pontos mal contados e avaliações que não refletem o nosso trabalho.
Nessa altura exigimos melhores condições de trabalho, dotações seguras, diminuição da idade da reforma e subsídio de risco.
Percebem agora porque???

Porque estamos cara a cara todos os dias com situações de risco, com doenças contagiosas, com violência física e verbal.

Agora que é vital que toda a população cumpra o isolamento social, os enfermeiros saem de casa para tratar os infetados. Agora que o risco de morte é premente, os enfermeiros dão a resposta que lhes é solicitada, porque respeitamos as pessoas.

Foram suspensas as férias destes profissionais, para que estejam disponíveis para tratar muitos dos que nos trataram mal.

Fecham as escolas, uma medida correta e tardia, mas quem pode explicar à minha filha que a mãe é enfermeira e como tal não pode ficar em casa com ela durante este período, porque tem de ir tratar dos outros. E dela? Quando é que a mãe pode tratar dela?

Percebem agora porque reivindicamos mais enfermeiros no SNS? Para estarmos aqui para vocês, para tratarmos com segurança a vossa mãe, o vosso avô, os vossos filhos.

Para que quando um de nós fique doente, existam número de profissionais que possam colmatar essas falhas. Para que, quando colegas em que o casal trabalha na área da saúde e um deles terá de ficar em casa, eu não tenha de trabalhar a dobrar, aumentando o risco de erro, exaustão e, p0rra!!! , porque também quero estar com a minha família.

Estes selvagens e criminosos estão na linha da frente desta pandemia, e mais uma vez dão a resposta ao que lhes é solicitado.
Estamos e estaremos sempre pelos doentes, mesmo quando eles não estão por nós.

A todos os Enfermeiros deste país, o meu maior respeito, a minha maior gratidão, o meu maior orgulho, o meu muito obrigada. E que a memória daqueles que agora nos elogiam, não seja curta nem seletiva…”

Fonte: Magazine Lusa

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Mais um professor infetado com COVID 19, desta vez em Viana do Castelo

 

Somos um grupo de risco… por muito que alguns não o queiram ver.

 

Professor da Escola Básica e Secundária de Barroselas é o primeiro caso de infeção por coronavírus no concelho de Viana do Castelo

Um professor com cerca de 60 anos é o primeiro caso confirmado de infeção por coronavírus no concelho de Viana do Castelo.

A informação foi confirmada à Rádio Alto Minho pela diretora do agrupamento escolar. A responsável adiantou que o caso foi confirmado hoje pelas autoridades de saúde que contactaram todos os docentes e alunos que contactaram com o docente infetado para tomarem as devidas medidas preventivas.

In Rádio Alto Minho

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Decretada a Lei Seca…

Como em outros tempos do outro lado do oceano… e muito bem. Desencorajar ajuntamentos é ordem do dia, bebam em casa.

 

Governo proíbe consumo de álcool na rua e aperta cerco às esplanadas

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