Category: Rui Cardoso
Abr 01 2020
Já que o ME não tem formação disponível: 7 Passos para Implementar Office 365 e Microsoft Teams para Educação
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Abr 01 2020
Tocata Para Um Ministro À Distância – Santana Castilho
Tocata Para Um Ministro À Distância
Vêm aí longas semanas de ensino a distância. Importa pois analisar a que distância está o Ministério da Educação (ME) da realidade.
Incapaz de produzir orientação séria, o ministro começou por proclamar que “os professores não estão de férias”. A maioria das escolas e demasiados professores, apostados em mostrar que não estavam de férias, tomaram iniciativas cujo volume, diversidade e fragmentação conferiram ao sistema a incoerência característica do “salve-se quem puder”. Em vez de desenhar um quadro de intervenção pedagógica e definir os recursos digitais para o executar, o ME arrebanhou tudo o que mexia na internet e despejou sobre as escolas, para ajudar à balbúrdia. Quando surgiram os primeiros reparos para a falta de computadores e de banda larga ao alcance de muitos alunos, o ministro Tiago chamou carteiros, escuteiros e professores reformados. Receei que se seguisse a requisição civil dos pombos-correios. Mas seguiu-se um roteiro, ora banal, ora prolixo, que transfere para as escolas e para os professores as responsabilidades centrais.
Agora, é preciso aproveitar estas estranhas férias da Páscoa para pensar com serenidade. O sistema não tem recursos para o funcionamento do ensino a distância na escala que é requerida. O ME não pode contar com os seus equipamentos obsoletos, sem capacidade de memória, nem com a sua internet, que ora é lenta, ora sucumbe, ora não existe. Só o salvam os equipamentos dos pais e dos professores, que pagarão as contas de energia e de internet. Os problemas logísticos que o ensino a distância coloca vão aprofundar as desigualdades sociais entre os alunos. Muitos (50 mil só no ensino básico) não dispõem de um computador nem de internet em casa. Muitos encarregados de educação não têm as condições e formação necessária para acompanhar os filhos nas tarefas escolares.
Saia do marasmo, ministro Tiago, e faça, pelo menos, isto:
– Defina já como se processa e como se avalia o trabalho do 3.º período, oficializando o que todos sabem oficiosamente.
– Desista do ensino online para crianças do 1.º e 2.º ciclos, que não têm preparação para tal. Para estas e para todas as que não têm computador nem internet, recorra à televisão. Siga o exemplo da sua colega de Espanha, que reuniu recursos de 14 editoras e nove portais educativos e partiu para emissões de cinco horas diárias de TV educativa. Reserve o online para o 3.º ciclo e secundário, com identificação das plataformas digitais mais eficazes e a sua disponibilização gratuita.
– Fixe horários nacionais para o ensino a distância. Este tempo de crise tem sido invasivo da privacidade dos alunos, das famílias e dos professores, com um enorme excesso de solicitações e exigências. Se há paradigma já evidente é o da servidão digital. Sem horário de actividades, tanta diligência e desrespeito pela privacidade alheia transformarão pais, professores e alunos em simples plataformas humanas à deriva, no meio das plataformas digitais.
– Anule imediatamente as provas de aferição, marcadas para Maio, e os exames finais do 9.º ano. As primeiras porque, de duvidoso sentido desde o início, são agora redobradamente inúteis. Os segundos porque, sendo praticamente irrelevantes para a progressão dos alunos, ocupariam recursos e tempo necessários para iniciativas prioritárias, em tempo de crise.
– Mande redefinir os conteúdos programáticos dos exames nacionais do ensino secundário (as provas devem ser limitadas ao que foi leccionado presencialmente) e mande reformular, em conformidade, os respectivos enunciados. Claro que isto o obriga a adiar o calendário dos exames e a coordenar com o seu colega do superior a acomodação destas mudanças no processo de acesso ao ensino superior.
– Incumba um pequeno grupo de pessoas sensatas (tem de procurar fora do seu circulo) de desenhar, desde já, um plano de regresso à actividade presencial, que preveja cuidados de vigilância e resguardo para uma eventual segunda onda da covid-19 (reduzir o número de alunos por turma, para aumentar o seu distanciamento em sala; redefinir normas de utilização de espaços comuns, designadamente recreios, e generalizar artefactos de higienização das pessoas e dos objectos). Aquando da reentrada, devem estar previstos apoios pedagógicos suplementares para quem deles necessite.
Se precisar de ajuda, diga. Vou trabalhar consigo, pro bono.
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Mar 31 2020
Avaliação do 2.° período chega às famílias por correio e online
Como devia ser há muito…
Escolas enviam notas do 2.º período directamente às famílias
Classificações vão ser enviadas por correio tradicional a quem não tiver acesso à internet.
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Mar 31 2020
FNE pede medidas excecionais para compensar interrupção das Reservas de Recrutamento
FNE pede medidas excecionais para compensar interrupção das Reservas de Recrutamento
A Federação Nacional da Educação (FNE) suscitou junto do Ministério da Educação a necessidade de serem adotados procedimentos especiais de proteção dos docentes contratados, tendo em conta o especial contexto que o país vive.
Foi com este objetivo que endereçou ao Ministro da Educação dois ofícios, em 24 e em 30 de março, e tendo por base a situação criada pela interrupção das Reservas de Recrutamento, nas atuais circunstâncias.
Com efeito, a FNE está a verificar que a caducidade/cessação de inúmeros contratos, sem que se estejam a realizar os procedimentos respeitantes ao funcionamento das Reservas de Recrutamento, se está a traduzir em prejuízos que se refletem nos docentes e nos alunos.
É que não só os alunos deixam de ter docente atribuído – o que mesmo nas circunstâncias atuais continua a ser relevante – como são prejudicados docentes que, nomeadamente, podem não ver atribuído o subsídio de desemprego.
Estes são tempos excecionais e por isso é necessário que sejam tomadas medidas excecionais, pelo que a FNE entende que se torna fundamental adotar procedimentos que compensem a interrupção/suspensão das Reservas de Recrutamento que cremos resultar do facto de as escolas, estando encerradas, não manifestarem necessidades de docentes.
Entretanto, a FNE tomou conhecimento de uma orientação do Ministério da Educação, no sentido de que “a renovação contratual de Docente que se encontra adstrito a um contrato incerto, é da competência da direção da escola”, acrescentando que “assim sendo, a direção da escola deverá requerer a manutenção do contrato a termo incerto, devendo para o efeito fundamentar o motivo dessa requisição”, e que “caso a fundamentação seja validada, a DGAE defere o pedido de renovação do vínculo contratual”.
Ora, se em tempos normais, uma orientação neste sentido poderia justificar-se, entendemos que nas atuais circunstâncias ela é desajustada, até pela discricionariedade que permite, o que neste momento é de todo incompreensível.
A FNE defende, nestes ofícios remetidos ao Ministério da Educação, que, face ao atual contexto, deveria ser determinado que os contratos de trabalho vigorem, até que seja possível realizar novos procedimentos concursais.
A defesa do emprego não pode ser afirmada pelo Estado como responsabilidade das Empresas privadas, ao mesmo tempo que o Governo descarta de si essa responsabilidade. A preservação do emprego, nas atuais circunstâncias, é fundamental e deve ser assumida sem ambiguidades.
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Mar 31 2020
Como vai o governo promover a literacia democrática e a cidadania através da escola?
Promover a literacia democrática e a cidadania
Num contexto em que existem diversas ameaças à democracia, importa defender e difundir os valores essenciais em que se baseia o sistema político português, dando a conhecer o funcionamento das instituições, em especial junto da população mais jovem, educando para a cidadania, de modo a que venham a tornar-se cidadãos conscientes, participativos e empenhados.
Nesse sentido, o Governo irá:
. Lançar um Plano Nacional de Literacia Democrática, liderado por um comissariado nacional e com um amplo programa de atividades, em especial nas escolas e junto das camadas mais jovens, à semelhança do que é feito no Plano Nacional de Leitura e no Plano Nacional das Artes;
. Incluir o estudo da Constituição em todos os níveis de ensino, com crescente grau de profundidade;
. Instituir o «dia nacional da cidadania», em que, entre outras atividades, todos os representantes do poder político se envolvam em atividades descentralizadas, nomeadamente nas escolas, com vista à divulgação dos ideais democráticos;
. Promover visitas de estudo regulares aos órgãos de soberania, os quais devem contar com serviços educativos que promovam atividades didáticas, jogos e sessões interativas que não só expliquem, em termos facilmente apreensíveis, o funcionamento das instituições, como promovam a adesão aos valores e princípios democráticos;
. Replicar a experiência do Parlamento dos Jovens também ao nível do Governo, das autarquias locais e dos tribunais;
. Comissionar a programação de jogos eletrónicos (gaming) que, de forma lúdica, difundam o conhecimento dos direitos fundamentais e a adesão a valores de cidadania por parte da população mais jovem.
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Mar 31 2020
Publicados em D.R., Orçamento de Estado e Grandes Opções do Plano para 2020
Lei n.º 2/2020 – Diário da República n.º 64/2020, Série I de 2020-03-31130893436
Orçamento do Estado para 2020
Lei n.º 3/2020 – Diário da República n.º 64/2020, Série I de 2020-03-31130893437
Grandes Opções do Plano para 2020
Lei n.º 4/2020 – Diário da República n.º 64/2020, Série I de 2020-03-31130893438
Quadro plurianual de programação orçamental para os anos de 2020 a 2023
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Mar 31 2020
Nos Açores, também, já se discute a telescola…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/2020-03-31.pdf”]
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Mar 31 2020
“Não queremos que esta fase hipoteque nada na vida dos alunos”
Mação | “Não queremos que esta fase hipoteque nada na vida dos alunos”, diz diretor do Agrupamento
O alastrar da pandemia de Covid-19 veio envolver a sociedade numa estranha forma de vida, com medidas restritivas em várias vertentes e privando o contacto social, cancelando rotinas. Veio mudar o cenário para as escolas do país exigindo de um dia para o outro alteração de modelo de ensino, diferentes conteúdos e uma relação baseada no contacto através dos meios digitais e novas tecnologias. Na verdade, dadas as exigências repentinas e o facto de os Agrupamentos de Escolas e professores não estarem preparados para esta reviravolta, provavelmente tinha tudo para correr mal. Mas em Mação, até ver, a resposta foi célere e eficaz, implementando um modelo que garante o contacto com alunos e pais no dia-a-dia, no sentido de ninguém sair prejudicado ou constrangido das tarefas e matérias dadas. O objetivo é não deixar que a pandemia venha “hipotecar” o futuro dos alunos, seja de que ano de escolaridade forem.
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Mar 31 2020
Há contingências no E@D ou ERE que não estão em cima da mesa
Queres ver que vivemos numa sociedade em que não existem limitações tecnológicas… Cada habitante tem um computador à disposição a qualquer hora (daqueles holográficos que apareciam nos filmes do século passado), a rede de Internet é 10G e não existe um só “infoanalfabeto”. Parece que não.
Aulas síncronas? Para quantos? No 1.º Ciclo e no Pré-escolar? Em qualquer outro Ciclo de ensino? Devem estar a gozar comigo e com o “povinho” todo deste bocado de terra.
Depois aparecem títulos de noticias como este:
Diretores das escolas avisam que horários de alunos serão adaptados ao ensino à distância
Valha-me a santinha… mas não seria muito melhor o assíncrono? Como é referido na notícia os professores estão a procurar dar resposta à crise e nenhuma solução é perfeita… bem, teremos que arranjar várias soluções.
Não se organizem, que não vale a pena. Não adaptem a situação ao público alvo e às condições que o mesmo dispõe. Vão em cantigas e não puxem pela cabeça para arranjar soluções para todos e que lhes dêem as mesmas oportunidades. Continuem a seguir o que os burocratas sem experiência nem noção do terreno vos impingem.
Temos que evitar títulos Como o abaixo…
Ensino à distância. Diferentes velocidades entre escolas, alunos sem computadores e pais sem tempo trazem à tona as desigualdades
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Mar 30 2020
FNE propõe medidas para conclusão do presente ano letivo
FNE propõe medidas para conclusão do presente ano letivo
…
O Ministério da Educação tem a obrigação de disponibilizar as condições e os recursos que permitam o acesso a modalidades alternativas de contacto direto com os alunos, de forma a atenuar as inúmeras insuficiências que se tem verificado nestas semanas de interrupção antecipada das atividades letivas. É que, continuar-se da mesma forma, só se estarão a reforçar as desigualdades entre alunos. Com efeito, o que temos verificado é que há docentes e alunos que ou não tem ao seu dispor equipamentos adequados ao ensino a distância ou não dispõem de acesso à Internet, pelo que não podemos ignorar que não tem havido um acesso universal a mecanismos de informação/formação.
Acresce que docentes e alunos, mesmo que detendo acessos a equipamento e a Internet, não dominam as ferramentas que estão ao seu dispor, o que, sem constituir uma crítica fundada que lhes possa ser dirigida, contribui para diminuir a eficácia dos procedimentos que se tentam utilizar.
Por outro lado, impõe-se assinalar que o recurso a ensino a distância como modalidade de ensino nas atuais circunstâncias só pode ser entendido com caráter transitório e excecional, não podendo criar-se a ilusão de que esta é a solução milagrosa, nem para garantir a normalidade do terceiro período letivo, nem para definir o ensino no futuro.
A FNE sublinha, particularmente, limitações destas metodologias que não só acentuam as desigualdades, como não respondem à concretização de uma efetiva educação inclusiva, nomeadamente ao nível da educação especial. Não há teletrabalho na educação especial.
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Mar 30 2020
Montante adicional diário de 25 euros para o Tiago
António Costa atribui subsídio de alojamento ao ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues passa a receber um montante adicional diário de 25 euros
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Mar 30 2020
O Ensino Remoto de Emergência que se está a preparar nas escolas
O Ensino Remoto de Emergência que se está a preparar nas escolas
Não é ensino à distância, é ensino remoto de emergência. O termo é este. O ensino à distância está regulado e com regras devidamente estabelecidas. O ensino remoto de emergência adapta-se às condições existentes em qualquer ambiente que o exija. Os professores trabalham com os meios que conseguem arranjar num momento de crise. Nas duas últimas semanas observamos um movimento para o ensino remoto de emergência, por parte dos professores e alunos. Este não é a modalidade de ensino à distância no sentido a que estamos acostumados a ver, mas é melhor do que nada.
O Ensino à Distância é uma oferta educativa e formativa para os 2.° e 3.° ciclos do ensino básico e do ensino secundário, complementar das outras ofertas curriculares existentes nestes níveis de ensino. Este funciona através de uma plataforma digital, constituída por salas de aula virtuais, organizadas por público-alvo, ano e ciclo de escolaridade, com recurso a formas de trabalho síncronas e assíncronas. Tem como destinatários os filhos ou educandos de profissionais itinerantes, alunos-atletas a frequentar a modalidade de ensino a distância na rede de escolas com Unidades de Apoio de Alto Rendimento na Escola, alunos que, por razões de saúde ou outras consideradas relevantes, não possam frequentar presencialmente a escola por um período superior a dois meses e tenham obtido parecer favorável da DGEstE, em articulação com a DGE e, no caso dos cursos profissionais, com a ANQEP, I. P. e alunos que se encontram integrados em entidades ou em instituições públicas, particulares e cooperativas que estabeleçam acordos de cooperação com uma escola E@D, com vista a assegurar o cumprimento da escolaridade obrigatória.
O Ensino Remoto de Emergência, é uma oferta formativa que se exerce quando se depara com uma variedade de razões que exigem que os docentes transfiram a lecionação para um ambiente on-line a curto prazo: condições climáticas, encerramento de escolas ou surtos de vírus. Nestes casos, a tecnologia deve estar disponível para ajudar os professores a fazer mudanças rápidas para fornecer conteúdos eletronicamente, mas não está. Os professores devem adaptar rapidamente os planos de ensino atuais para tirar o melhor partido uma situação difícil. Perfeição não é esperada ou possível. O objetivo é escolher os melhores 3-5 conteúdos que são necessários aos alunos até o final do período e adaptar a forma como lecionar esses conteúdos de forma a que os alunos os adquiram. De uma forma síncrona ou assíncrona
O nosso país não está minimamente preparado para esta modalidade de ensino. Não há regulamentação, não existem meios suficientes ou apropriados e as indicações emanadas pela tutela deixam tudo em aberto. Não apresentam soluções claras, deixando ao critério das escolas o caminho a seguir. Esta situação vai fazer com que, a curto prazo, se estabeleçam fossos entre a comunidade escolar, os que possuem meios tecnológicos para acompanhar a lecionação dos conteúdos e os que não têm e terão que acompanhar de formas muito mais limitadoras. Para o segundo grupo de alunos terão que se encontrar soluções para depois do fim da crise.
Aconteça o que acontecer, no próximo ano letivo as escolas terão que reformular todas as suas planificações e descortinar estratégias para remediar os diferentes fossos que se estão e vão aprofundar durante o 3.º período. Para isso serão necessários recursos que estamos habituados a não ter.
Rui Gualdino Cardoso, Professor, Colaborador do Blog DeAr Lindo
In Público
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Mar 29 2020
Acordou tarde sr.º ministro… “Os professores continuam a ser figuras de referência”
Os professores nunca o deixaram de ser. Com os parcos meios que cada professor tem, começaram a dar resposta a esta crise no último dia em que as escolas estiveram abertas. Ao longo destas duas semanas reinventaram as suas aulas e formas de continuar a chegar aos seus alunos. Mesmo depois de se sentirem “magoados” com as suas declarações de que “ninguém estava de férias”, continuaram a realizar o seu trabalho, nunca o deixaram de fazer, uns de uma forma outros de outra. Os contactos com os alunos não foram interrompidos. Nunca deixamos de ser uma referência… nem deixaremos, surjam as contingências que surgirem. (Nós não temos por hábito desaparecer de cena quando dá jeito e aparecermos quando dá…)
Brandão Rodrigues. “Os professores continuam a ser figuras de referência”
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Mar 29 2020
A ler por todos nós – A diferença entre ensino remoto de emergência e aprendizagem on-line
O termo proposto internacionalmente para o que estamos a fazer: Emergency Remote teaching. A situação que estamos a viver na educação não pode ser tratada levianamente com instruções pouco claras e que dêem a impressão que são um entretém, um passar de tempo ou uma ocupação de tempos livres de enclausuramento.
A diferença entre ensino remoto de emergência e aprendizagem on-line
Experiências de aprendizagem on-line bem planeadas são significativamente diferentes dos cursos oferecidos online em resposta a uma crise ou desastre. Escolas e universidades que trabalham para manter a instrução durante a pandemia COVID-19 devem entender essas diferenças ao avaliar esse ensino remoto de emergência.
Devido à ameaça do COVID-19, escolas e universidades enfrentam decisões sobre como continuar o processo de ensino/aprendizagem, mantendo os seus professores, funcionários e alunos a salvo de uma emergência de saúde pública que se está a mover rapidamente e não é bem compreendida. Muitas instituições optaram por cancelar todas as aulas presenciais, incluindo laboratórios e outras experiências de aprendizagem, e ordenaram que os professores transfiram as suas aulas para o online ajudando a evitar a propagação do vírus que causa o COVID-19. A lista de instituições de ensino superior que tomaram essa decisão está a crescer todos os dias. Instituições de todos os tamanhos e tipos — escolas e universidades estatais e particulares, e outros — estão a transferir as suas aulas para o online.1 Bryan Alexander fez a curadoria do status de centenas de instituições.2
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Mar 29 2020
A quarentena como oportunidade para o ensino – Paulo Cardoso do Amaral
A quarentena como oportunidade para o ensino
Afinal, a quarentena também pode ser uma oportunidade. Por muito que custe, temos agora de ficar confinados, tanto quanto possível, aos contactos virtuais. Já estamos há uma semana em estado de emergência e ninguém sabe quanto tempo vai durar de facto. Em França já se fala de 5 a 6 semanas suplementares de confinamento, o poderá significar para nós uma extensão até Maio. A hora é grave. As empresas estão em risco e até já se fala em nacionalizações.
Os serviços presenciais estão a parar, e vão parar por muito tempo. Pessoalmente, estou preocupado com o ensino (em particular o universitário, por ser a minha profissão).
Se as salas de aula deixam agora de ser possíveis por algum tempo, será que o ensino on-line é a solução? Não creio. Assim como também não me parece que a solução seja replicar os conteúdos tradicionais à distância. Passo a explicar.
Todos acreditamos no poder das tecnologias de comunicação para substituir de alguma forma o encontro em sala entre professores a alunos. Só que agora a mudança é urgente, caso contrário o corrente ano letivo pode correr sérios riscos. É essa a oportunidade! Como todos acreditamos na necessidade de mudança imediata, se bem que temporária, não é preciso convencer ninguém. É uma situação rara. Somos mesmo impelidos a mudar. A questão é como.
…
Para não pararmos as aulas, vamos todos ter de utilizar o on-line, com todo o seu potencial, e experimentar novas soluções. Depois da tempestade, ficam as experiências e o enriquecimento dos modelos de ensino com a utilização das novas tecnologias. E o mais interessante é que podemos fazer todas estas experiências sem risco, devido à situação de urgência que estamos a viver. Podemos e devemos explorar, testar e experimentar. Há um sem número de plataformas disponíveis e os alunos, sendo mais novos, têm com certeza uma palavra a dizer sobre o que funciona e o que pode ser melhorado.
Depois desta experiência, acredito que as aulas presenciais vão ser as melhores de sempre. Por causa do on-line.
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Mar 29 2020
Algumas dicas da equipa de Educação da Microsoft Portugal
- Página desenvolvida pela equipa de Educação da Microsoft Portugal, com guias simples e exemplos práticos aplicados ao contexto do ensino: https://sway.office.com/GOBoqSZQJ8agZ5te
- O que é o Teams para ducação: https://edudownloads.azureedge.net/msdownloads/MicrosoftTeamsforEducation_QuickGuide_PT-PT.pdf
- Guias de apoio: Guia de apoio aos Pais e Estudantes | Guia de apoio aos Professores
- Webinars: ANPRI | Webinar Microsoft Teams
Microsoft Innovative Educators | Implementação Office 365 e Teams
Microsoft Innovative Educators | Aula remota com o Microsoft Teams
- Alguma dicas rápidas: Criar uma turma no Teams
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Mar 28 2020
FAQs Concurso Externo 2020/2021
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/20200326-rec-faq-ce1.pdf”]
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Mar 28 2020
Quando um email tresmalhado se transforma num agradecimento aos professores
E quando a troca de uma letra num email se transforma num agradecimento… Bela surpresa!…
“Boa noite Sr.ª Professora,
Recebi as soluções da ficha de gramática nº 1 que a Sr.ª Professora enviou e apesar das mesmas serem bastante elucidativas e de fácil perceção, eu não sou aluno da Sr.ª Professora e a minha filhota também não!
No entanto, como pai que sou, dou-lhe desde já os parabéns pelo esforço que a Sr.ª Professora e os Professores em geral estão a fazer no sentido de continuarem a ministrar aos nossos filhos e vossos alunos, a matéria que foi por vós delineada no início do ano letivo, sob condições que ninguém imaginaria e utilizando para isso plataformas e meios para os quais, nem os professores, nem os alunos, incluindo os pais estavam preparados.
ESTÃO DE PARABÉNS PELO VOSSO ESFORÇO, SRS. PROFESSORES!
Não me querendo alongar, Sr.ª Professora, reveja por favor o email… (3 “m”) pois este email é meu (“menino já crescido”) e o conteúdo do mesmo deve, com certeza fazer falta a algum menino/menina que eventualmente deve estar ansioso por receber as soluções da Ficha de Gramática nº 1.
Continuação de bom trabalho,
Mantenha-se em casa, mantenha-se segura!
J.M.”
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Mar 28 2020
Tabela Remuneratória Única. Vê o teu ordenado bruto com o aumento
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/TRU_2020.pdf”]
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Mar 28 2020
Todos à procura dos excluídos para trazer de volta à escola
Professores, pais e alunos juntos na procura dos excluídos
Professores, estudantes e pais têm trabalhado juntos para encontrar alunos excluídos, os que faltam às aulas por falta de equipamentos para acompanhar o ensino, que agora se faz à distância, ou porque “nunca gostaram da escola”.
A vida estudantil mudou radicalmente há duas semanas, quando as escolas fecharam as portas para tentar conter a disseminação do novo coronavírus, que já infetou mais de quatro mil pessoas e provocou 76 mortes em Portugal.
Uma das novas rotinas passou a ser procurar colegas que não “aparecem nas aulas” ou que não se consegue contactar, segundo relatos de encarregados de educação, alunos e professores.
Na primeira semana de aulas à distância muitos alunos faltaram às aulas, mas a maioria das escolas não baixou os braços e conseguiu trazê-los de volta, a pouco e pouco, muitas vezes com o envolvimento de toda a comunidade escolar.
A mãe de um aluno do 1.º ciclo de Lisboa contou à Lusa que recebeu emails da professora a pedir ajuda para encontrar alguns meninos. Os mails são enviados para todos os encarregados de educação e alunos na esperança de haver quem conheça os faltosos.
Mariana, uma adolescente do ensino secundário de Lisboa, também recebeu essas mensagens na primeira semana de aulas à distância.
Numa turma com menos de 30 alunos “faltavam cinco ou seis colegas”, disse à Lusa. Na lista de nomes estava uma amiga sua, que vive numa instituição de acolhimento.
Mariana fez tudo para falar com a colega que não tem telemóvel nem computador. Foi através de uma outra rapariga, também institucionalizada, que conseguiu.
“No início eu mandava-lhe as fichas através da colega que tem telemóvel, mas depois ela começou a usar o computador da instituição e agora já acompanha as aulas”, que chegam por email, contou a adolescente.
…
Depois de muito trabalho, Antonino voltou a ter as turmas compostas, mas ainda é normal faltarem “dois ou três alunos”.
“Dizem que foram visitar a avô, outros que foram às compras com a mãe”, contou. Uns justificam-se pessoalmente, outros mandam recados pelos colegas. Antonino vai avisando: Quem não estiver na aula tem falta.
Como é que sabe quem está? “Quando chegam à aula têm de cumprimentar”. A aula é agora numa plataforma de e-learning, onde Antonino consegue manter algumas rotinas mas também já disse aos alunos que “podem aparecer despenteados, de pijama e até sem lavar os dentes. Mas têm de aparecer!”.
Os alunos de Antonino são do 3.º ciclo, têm entre os 13 e os 14 anos. Nesta faixa etária, os pais são fundamentais para controlar a assiduidade dos filhos, alertou.
In O MINHO
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Mar 28 2020
Divulgação – Estudo sobre o Impacto do COVID19
Estudo sobre o Impacto do COVID19 na atividade turística desenvolvido pela Universidade de Coimbra e Instituto Politécnico de Viseu
Está em curso um estudo sobre os impactos do CIVD19 na atividade turística, uma das atividades económicas mais drasticamente afetada. Pedimos-lhe para cooperar no preenchimento do questionário durante 2 minutos. Os dados são exclusivamente para uso científico e são estritamente confidenciais.
http://estatisticas.estgv.ipv.pt/index.php/823712?newtest=Y&lang=pt
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Mar 27 2020
Informação DGAE – Faltas por motivo de falecimento do cônjuge, parentes ou afins
Um bocado macabra, esta informação nesta altura…
Faltas por motivo de falecimento do cônjuge, parentes ou afins|
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Mar 27 2020
Caducidade de contratos durante a fase de encerramento de aulas presenciais
Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,
Para os devidos efeitos e face às dúvidas levantadas, esclarece-se que os docentes contratados a termo incerto com vista à substituição de docentes que estiveram temporariamente ausentes por motivo de doença ou outro e que entretanto se apresentaram ao serviço, poderão manter-se em funções, nesta fase de encerramento de aulas presenciais, desde que o Sr. Diretor considere necessária a sua permanência de forma a garantir a boa continuidade pedagógica.
Com os melhores cumprimentos e votos de boa saúde,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Susana Castanheira Lopes
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Mar 27 2020
Estamos de luto, morreu o professor de Portimão com Covid-19
Morreu o professor da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, que estava infetado com Covid-19.
As nossas sinceras condolências à família e comunidade escolar.
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Mar 27 2020
O ME já tem um plano (8 Princípios Orientadores para a Implementação do Ensino à Distância (E@D) nas Escolas)
8 Princípios Orientadores para a Implementação do Ensino a Distância (E@D) nas Escolas numa população tão diversa, oriunda de tantos grupos sociais, de tantas regiões, hábitos e pouca heterogenia só pode vir a dar uma grande confusão. Será que ainda não lhes disseram que o Reino Unido saiu da UE? Já não se faz trabalho para inglês ver. As estatísticas que vão sair deste plano vão ser giras de analisar… Também vou querer “ver” os meios que vão disponibilizar para o ensino à distância dos alunos sem meios informáticos e que mecanismos se desenvolverão.
Queiramos ou não, as desigualdades de oportunidades vão-se aprofundar, a equidade não se vai concretizar. O nosso sistema não estava preparado para o que se está a viver, a sociedade não estava, não está, nem estará nos próximos anos. Por isso, tudo o que se tente fazer que não envolva toda a comunidade de alunos e lhes dê as mesmas oportunidades, que contribua para a igualdade e equidade, vai ser alvo de critica, se não hoje, no futuro.
Isto foi o melhor que conseguiram? Mitigar as consequências? Para quem não conhece a pirâmide invertida da mitigação, saibam que o passo seguinte é a recuperação e por fim a compensação, para isso será necessário muito mais do que estarão dispostos a oferecer e disponibilizar no futuro.
Este roteiro vai exacerbar as diferenças de uma sociedade já tão heterogénea como a nossa. Não me admirarei que nuns próximos relatórios da OCDE isso se faça bem notório.
Continuem a pensar em soluções…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/roteiro_ead_vfinal.pdf”]
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Mar 26 2020
Comunicado: Resposta social das escolas, avaliação do 2º período e 3.º período
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/1-2.pdf”]
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Mar 26 2020
Escolas de “acolhimento”, de filhos de profissionais essenciais, abertas na interrupção da Páscoa
Em Conselho de Ministros ficou determinado que:
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Mar 26 2020
Estamos a usar plataformas pouco seguras e de forma inocente. Cuidado!
O estado de emergência não revogou o RGPD. Nem todas as plataformas que são usadas para partilha de documentos, retirar duvidas, videoconferência, aplicações de telemóvel, etc… protegem os dados dos seus utilizadores.
Na frenética procura por respostas ao afastamento a que estamos obrigados dos nosso alunos, os professores têm tentado por todos os meios, mais alguns, chegar aos seus alunos. Mas é necessário terem cuidado, basta uma falha, um engano, o uso de uma plataforma que não proteja os dados dos alunos, para que uma queixa possa ser feita e o professor responsabilizado. As coimas são bastante pesadas para os nossos vencimentos.
O conselho que fica para quem o quiser. Não inventem mais, esperem por indicações superiores para continuar o trabalho que têm desenvolvido com os vossos alunos. Deverão ser os agrupamentos a construir plataformas onde todos os docentes dos agrupamentos trabalhem, de forma controlada e em uníssono. Não podemos continuar a arriscarmo-nos. Neste momento, interessa preparar a avaliação do 2.º período e darmos tempo a quem de direito e dever tem que nos apresentar uma solução, a direção.
Deixo aqui algumas indicações que vos podem ser uteis sobre este tema. Não sejam inocentes, pois ninguém se compadece com esse estado.
Orientações Técnicas de Segurança de Sistemas de Informação da Administração Pública relativos a dados pessoais
Eis as orientações técnicas a seguir, aquando da implementação, escolha ou contratualização em matéria de arquitetura de segurança das redes e sistemas de informação relativos a dados pessoais (e sim a imagem de um aluno, o seu vídeo de alta definição numa conferência, são dados pessoais)
Leiam e garantam que as aplicações que estão a utilizar cumprem este normativo emanado do Conselho de Ministros para o estrito cumprimento do RGPD (bem como tudo o resto!)NOTA: Se não percebem completamente a componente técnica deste normativo, então talvez não sejam a pessoa adequada para escolher aplicações e definir segurança de redes e aplicações informáticas para a vossa escola pública.
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Mar 26 2020
Homenagem aos que mantêm o país em funcionamento e ao 25 de Abril – Petição
Homenagem aos que mantêm o país em funcionamento e ao 25 de Abril
Para: Órgãos de Comunicação Social (Rádios e Televisões)
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Mar 26 2020
Com um 3.º Período atípico como se fará a avaliação dos alunos?
Se no 3.º período não se conseguir uma solução minimamente confiável para avaliar as aprendizagens dos alunos, que os professores tanto se irão esforçar por lecionar, como se procederá à avaliação? Por email? Por videoconferência? Nenhuma destas situações está explicita na legislação, é uma situação que nunca foi pensada. Mesmo que se faça de forma não presencial a responsabilidade nunca poderá ser incutida aos docentes. O que está em causa é a questão da equidade e igualdade de oportunidades dos alunos.
Neste momento não há legislação especifica para uma situação como a que vivemos. A legislação que está em vigor aponta para um caminho que estando em cima da mesa, ainda não foi abordado por nenhum responsável de forma inequívoca e clara.
Para o Ensino Básico, a Portaria n.º 223-A/2018 no art.º 34.º refere:
Situações especiais de classificação
1 – Se por motivo da exclusiva responsabilidade da escola, ou por falta de assiduidade do aluno, motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados, não existirem elementos de avaliação respeitantes ao 3.º período letivo, as classificações são atribuídas pelos conselhos avaliação, tomando por referência, para atribuição da avaliação final, as menções ou classificações obtidas no 2.º período letivo.
2 – Nas disciplinas sujeitas a provas finais de ciclo é obrigatória a prestação de provas, salvo quando a falta de elementos de avaliação nas referidas disciplinas for da exclusiva responsabilidade da escola, sendo a situação objeto de análise casuística e sujeita a despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.
3 – Nos 2.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º ciclo, sempre que o aluno frequentar as aulas durante um único período letivo, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados, compete ao professor titular de turma, ouvido o conselho de docentes, a decisão acerca da transição do aluno.
4 – No 4.º ano de escolaridade do 1.º ciclo e nos 2.º e 3.º ciclos, sempre que o aluno frequentar as aulas durante um único período letivo, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados, fica sujeito à realização de uma prova extraordinária de avaliação (PEA) em cada disciplina, exceto naquelas em que realizar, no 9.º ano, prova final de ciclo.
Para o Ensino secundário, a Portaria 226-A/2018 no art.º n.º 31.º refere:
Situações especiais de classificação
1 – Sempre que, em qualquer disciplina anual, o número de aulas ministradas durante todo o ano letivo não tenha atingido o número previsto para oito semanas completas, considera-se o aluno aprovado, sem atribuição de classificação nessa disciplina.
…
9 – Se, por motivo da exclusiva responsabilidade da escola ou por falta de assiduidade motivada por doença prolongada, ou por impedimento legal devidamente comprovado do aluno, não existirem, em qualquer disciplina, elementos de avaliação respeitantes ao 3.º período letivo, a classificação anual de frequência é atribuída pelo conselho de turma, tomando por referência as classificações obtidas no 2.º período letivo.
10 – Sempre que, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada, ou por impedimento legal devidamente comprovado, o aluno frequentar as aulas durante um único período letivo, fica sujeito à realização de uma prova extraordinária de avaliação (PEA) em cada disciplina, exceto naquelas em que realizar, no ano curricular em causa, de acordo com o seu plano curricular, exame final nacional constante no anexo IX.
Tirem daqui as vossas conclusões.
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