Category: Arlindovsky

Quadro de Ilha – Uma Novidade nos Açores

Estava a analisar o novo diploma dos concursos nos Açores e deparei-me com uma novidade neste diploma.

Foram criados novos quadros, denominados “Quadros de Ilha“.

Os Açores têm 9 ilhas, 5 delas têm apenas uma escola, ou seja mais de metade das ilhas vão ter um quadro de ilha que ao mesmo tempo é um quadro de escola.

E sendo “quadros de ilha” não me admira que concorram em pé de igualdade com os quadros de escola para o continente no próximo concurso interno.

 

 

 

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Revisão da Data de Publicação das Listas Definitivas (14 a 17 de Junho)

Resolvi rever a data que inicialmente previ para a publicação das listas definitivas (1 a 4 de junho) com base nos prazos dos concursos desde 2013.

O número de dias entre a data de publicação das listas provisórias até à publicação das listas definitivas variou entre os 49 dias (2013) e  os 70 dias (2015), no entanto nos últimos 5 concursos passou a estabilizar entre os 55 dias (2018 e 2020) e os 58 dias (2016).

Tendo em conta estes dados aponto agora para que as listas definitivas sejam publicadas entre o dia 14 e 17 de junho, passados entre 54 a 58 dias da publicação das listas provisórias.

Este é um prazo que no futuro pode muito bem ser encurtado, pois cada vez existem menos reclamações às listas provisórias. Curiosamente este ano não tenho nenhuma reclamação por tratar, tendo nas duas fases do aperfeiçoamento resolvido os casos pontuais de invalidações.

 

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Calendário do Concurso 2021/2022 (Atualizado)

Com o alargamento do prazo em mais dois dias para as validações da reclamação já me custa mais a crer que as listas definitivas saíam entre o dia 1 e 4 de junho conforme tenho previsto.

No entanto mantenho a mesma data que inicialmente prevista para a saída das listas definitivas.

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Validações (Reclamação e MPD)

Validação da Reclamação das Candidaturas

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 29 de abril e as 18:00 horas de dia 4 de maio de 2021 (hora de Portugal continental), para efetuar a validação da reclamação das candidaturas ao Concurso Externo.

SIGRHE

Nota informativa – Validação da reclamação das candidaturas.

 

Mobilidade por doença 2021/2022 – Validação do Pedido

 

Aplicação disponível entre o dia 29 de abril e as 18:00 horas de 5 de maio de 2021 (hora de Portugal continental).

SIGRHE

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Na Véspera de Terminar a Fase de Reclamação e de Submissão da MPD

eis que…

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Resultados do Check-In Nacionais por Área de Competência

Responderam ao inquérito Nacional sobre o Check-In (avaliação do nível de proficiência Digital) 99381 docentes.

O resultado individual de cada docente irá colocá-los num nível de formação, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Digital, para formação que passa agora a ser considerada na componente específica.

Praticamente 90% dos professores encontram-se entre o nível A2 e B2 no nível de Proficiência Global.

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Agenda da Comissão de Educação para Dia 27 de Abril

… é imensamente longa, com 19 pontos, estando prevista a minha audição durar 44 minutos.

No dia 23 de abril foi nomeada Relatora da Petição, a Deputada Maria Joaquina Matos do PS.

Neste momento a petição conta com 19760 assinaturas e gostava de levar na terça feira o número redondo de 20 mil assinaturas.

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Colocados na Mudança de Grupo desde 2013

O primeiro dos dois quadros apresenta o número de colocados em cada grupo de recrutamento em 3.ª Prioridade no Concurso Interno (Mudança de Grupo de Recrutamento) desde o concurso interno de 2013. O segundo quadro mostra o número de docentes que saiu do seu grupo de recrutamento para ingressar noutro grupo de recrutamento.

Pediram-me para fazer um quadro para o concurso de 2021, tal como fiz em 2017 e onde de facto acertei nas previsões desse ano.

Os grupos com mais docentes colocados em 3.ª prioridade não devem divergir muito do que tem acontecido até aqui (120 e 910).

Neste quadro o grupo de recrutamento da coluna vertical é o grupo de recrutamento onde ficaram colocados docentes provenientes de outros grupos de recrutamento.

O quadro seguinte apresenta os número de docentes que saíram em cada um dos grupos de recrutamento.

Aqui já se verifica que os grupos de recrutamento com mais saídas de professores são o 100 e o 110.

 

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Concelho de Provimento dos Docentes QA/QE do Concurso Interno

Podia fazer como título “De Que Concelhos Fogem os Professores”, mas não seria correto porque existem neste caso discrepâncias enormes entre o número de docentes de cada concelho, assim como o facto de muitos destes docentes concorrerem também para escolas do seu concelho de provimento.

Fica aqui o pdf com o Concelho de Proveniência de todos os candidatos ao concurso interno por grupo de recrutamento.

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Reserva de recrutamento n.º 26

Reserva de recrutamento n.º 26

 

 23-04-2021
 Recrutamento – Home – Reserva de recrutamento 2020/21

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Fluxo das Candidaturas no Concurso Interno

Neste quadro apresento o fluxo das candidaturas no concurso interno.

Na coluna vertical estão identificados os grupos de recrutamento dos professores e na coluna horizontal os grupos de recrutamento para o qual concorrem.

Os candidatos que mais tentam mudar de grupo encontram-se no grupo 110 e 910.

Na educação Pré-Escolar existe um elevado número de Educadores que pretendem a mudança para o grupo 910.

Ainda não me debrucei sobre as possibilidades que existem para alguém mudar de grupo, mas à partida serão quase nulas em todos os grupos de recrutamento, visto que concorrem numa 3.ª prioridade.

 

Documento em pdf

 

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Um Pequeno Ensaio Para a Minha Petição

Oposição volta a unir-se contra o Governo e aprova medidas para os professores

 

Com os votos contra do PS, foram esta quinta-feira aprovadas alterações às regras nas carreiras docentes, o segundo sector da Administração Pública a conhecer mudanças esta semana à revelia do Governo. Esquerda e direita unidas no Parlamento aumentam pressão sobre António Costa

Um dia depois do braço de ferro a propósito do aumento salarial dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, a oposição ao Governo volta a aprovar medidas de alteração a uma carreira da Administração Pública. Desta vez, dois projetos de lei do Bloco de Esquerda e um do PCP passaram na generalidade para, na prática, obrigar o Governo a negociar.

A abertura do executivo tem sido quase nenhuma, queixam-se os partidos, que assim encontram um caminho alternativo para sentar os sindicatos dos professores à mesa das negociações.

O primeiro projeto de lei em causa é do PCP e diz respeito ao ensino artístico, onde dezenas de professores das escolas artísticas António Arroio e Soares dos Reis, em Lisboa e no Porto, “estão impedidos de ter projetos de vida”, explica ao Expresso a deputada responsável pelo projeto, Ana Mesquita. Sem vínculo à carreira docente, “a única certeza que têm é que a 31 de agosto acaba o contrato”. Todos os anos “voltam à estaca zero”, aponta a deputada comunista.

O projeto propõe a abertura de um concurso extraordinário de vinculação dos professores de artes visuais dessas duas escolas, além do início de um processo negocial entre sindicatos e Governo a partir de 1 de setembro deste ano. “Parece-nos que aqui não houve sensibilidade para resolver o problema”, explica Mesquita sobre o projeto que passou com os votos a favor de todos os partidos, à exceção do PS.

Também à esquerda, o Bloco fez passar dois projetos no mesmo sector profissional, um deles muito semelhante ao do PCP. A deputada Joana Mortágua detalha ao Expresso que, nesse caso, se trata de “um universo muito limitado [de professores], o que do ponto de vista orçamental tem um impacto residual”.

Quanto ao outro projeto aprovado na generalidade, “não impõe impacto orçamental nenhum”, mas “balizas” que o Governo deve respeitar nas negociações. Tal como o PCP, o BE diz que não quer sobrepor-se aos sindicatos, mas coloca essas balizas em medidas “viradas para combater a precariedade, respeitar a graduação profissional ou diminuir quadros de zona pedagógica”, enumera Mortágua.

O partido lembra que há um reconhecimento generalizado de que o regime da carreira docente “tem vários problemas”, sobretudo de habitação e mobilidade, o que, para a deputada, não explica totalmente o abandono da profissão, mas “explica uma parte”. “É um regime que permite que professores fiquem 20 anos a dar aulas sem um vínculo”, reforça Joana Mortágua.

No referido braço de ferro anterior entre PS e AR, o dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, havia um aumento da tabela salarial, que fonte do Governo estimou ao Expresso em 46,5 milhões de euros, a partir de 2022. Neste caso, Joana Mortágua responde que é prematuro fazer contas, mas que, independentemente do que sair de futuras negociações, a decisão do Governo é simples: “tem de decidir se quer uma escola pública precária e barata” ou o contrário disso.

A margem de manobra do Governo tem vindo a diminuir na Assembleia da República. Na edição semanal do Expresso, publicada esta sexta-feira, dia 23 de abril, o ministro das Finanças, João Leão, queixa-se mesmo das repetidas aprovações de medidas no Parlamento contra a vontade do executivo.

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57.438 Candidaturas ao Concurso Externo (Listas Provisórias)

Existem 57.438 candidaturas válidas no concurso externo 2021/2022 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e prioridade.

Em 1.ª Prioridade encontram-se 2.383 docentes quando existem 2423 vagas.

No total existem 38.248 candidatos porque 19.090 candidaturas são de candidatos que concorrem a mais do que um grupo de recrutamento.

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Calendário do Concurso Atualizado

Para quem acompanha as minhas previsões e pretende ficar mais orientado com as datas mais importantes do concurso já sabe que pode contar com datas mais ou menos certeiras que vou apontando.

Tal como previ com mais de um mês de antecedência que as listas provisórias fossem publicadas ontem também vou continuar a apontar que a publicação das listas definitivas com as colocações ocorram entre o dia 1 e 4 de junho.

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Lugar de Provimento dos Candidatos ao Concurso Interno

O quadro seguinte mostra o lugar de provimento dos docentes candidatos ao concurso interno.

Existem 189 docentes que são dos quadros da Região Autónoma dos Açores a concorrer ao continente e 230 da região Autónoma da Madeira. Curiosamente existem 2 docentes nas listas que não têm região de provimento (voltei a verificar os dados e confirmei que os dois docentes aqui identificados não têm região de provimento, nem grupo de provimento – candidato 919 do grupo 400 e candidato 1671 do grupo 500). Se fossem docentes QA/QE até poderia pensar que pudessem estar protegidos por qualquer medida de proteção de dados que a lei prevê para casos destes, mas sendo ambas docentes QZP parece mais um erro destas listagens.

 

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33.943 Candidaturas no Concurso Interno

Foram validadas 33.943 candidaturas ao concurso interno 2021/2022 de acordo com o tipo de candidato e prioridade do quadro seguinte, por grupo de recrutamento.

Apenas 32 docentes concorrem em situação de Licença sem Vencimento de Longa Duração, 14.693 docentes são docentes do QA/QE e 16.514 docentes são docentes QZP.

Concorrem a outro grupo de recrutamento 4 docentes em LSVLD, 1148 docentes QA/QE e 1552 docentes QZP.

Mais dados em breve.

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Tradições Poveiras

Porque quase todos passaram agora a conhecer este bordado tradicional das camisolas poveiras, fica aqui este trabalho feito na escola, no âmbito da disciplina de Educação Artística, com algumas das imagens usadas nas tradicionais camisolas poveiras.

São dois trabalhos que se encontram expostos na escola desde 2019.

Se entretanto alguém os quiser comprar por uns milhares de euros estou sempre disponível para negociar. 🙂

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E Serei Auditado em Breve

E curiosamente sem qualquer prejuízo para qualquer serviço, porque nesse dia estarei de férias.

 

Exmo. Senhor Arlindo Ferreira,

Encarrega-nos o Senhor Presidente da Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, Deputado Firmino Marques, de convocar V. Exa. para uma audição, no próximo dia 27 de abril, pelas 15h30 no âmbito da Petição Nº 216/XIV/2.ª   Pelo fim das vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente

A participação será por Skype empresas.

Sendo por Skype será necessário que nos envie o email a partir do qual deseja receber o convite para a participação. Será contactado para efetuar um teste prévio. Solicitamos ainda o envio do contato telefónico.

Envia-se em anexo a Grelha de Tempos.

Aguardamos resposta com a maior brevidade possível.

Com os melhores cumprimentos,

 

Ana Simões

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto | Divisão de Apoio às Comissões

Palácio de S. Bento | Praça da Constituição de 1976 |1249-068 Lisboa, Portugal

Tel.: +351 21 391 94 01  |+351 21 391 93 93

[email protected]

 

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Coisas Estranhas

… que podem ter justificação, mas que dificilmente as consigo encontrar.

Porque acho quase impossível que alguém concorra ao concurso interno na 3.ª prioridade com zero dias de serviço antes e após a profissionalização.

Possivelmente foi validado por algum diretor com menção de excelente.

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Listas Provisórias do Concurso Interno 2021/2022

Este pequeno atraso na publicação das listas do concurso interno quase deu para ter as listas todas trabalhadas do concurso externo.

Concurso Interno 2021/2022 – Listas Provisórias

 21-04-2021
Recrutamento – Home – Concurso interno 2021/22

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso Interno para o ano escolar 2021/2022.

Consulte a nota informativa.

Nota informativa.

Listas.

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Listas Provisórias 2021/2022

Tal como previ no dia 20 de março, foram publicadas hoje as listas provisórias do concurso Externo 2021/2022.

Já não sei se são as minhas previsões que fazem sair as listas na data que aponto.

 

Concurso Externo 2021/2022 – Listas Provisórias

 
21-04-2021
 Recrutamento – Concurso externo 2021/22 – Home

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso Externo para o ano escolar 2021/2022.

Consulte a nota informativa.

Nota informativa. 

Listas.

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A Resposta do ME à Petição n.º 199 (Mobilidade Interna)

… chegou depois da audição aos peticionários.

Neste caso posso considerar-me mais sortudo porque a resposta do Ministério da Educação à minha petição foi a primeira a entrar, feita por um estagiário de certeza, que ainda sabe cumprir prazos.

Para que saibam, o pedido de resposta às Comissões Parlamentares devem ser feita no prazo de 20 dias, sob pena de ser constituído crime de desobediência. Neste caso o ME foi desobediente sendo necessário uma chamada de atenção da própria Comissão para o cumprimento do prazo.

A constituição do crime é que parece não ter seguido.

O Relatório Final da Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto à petição foi proferido dia 17 de abril, com resposta fora do prazo do Ministério da Educação.

 

Entretanto com esta petição foram construídos os seguintes projetos de lei/resolução:

Projeto-de-Lei-PCP

Projeto-de-Resolução-do-BE

Projeto-de-Resolução-do-PAN

Projeto-de-Resolução-do-PSD

Reação-ao-Concurso-de-Professores-do-Gabinete-de-Estudos-do-CDS-PP.

O CDS-PP terá também construído um projeto de resolução com base no documento anterior que ainda não tive acesso.

 

 

 

 

 

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Informação Conjunta IAVE-JNE n.º 1/2021

INFORMAÇÃO CONJUNTA IAVE-JNE Nº 1/2021

 

Tendo em consideração o estipulado no Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário, Anexo ao Despacho Normativo nº 10-A/2021, de 22 de março, na sequência do estipulado no calendário de provas e exames de 2021 (Despacho nº 1689-A/2021, de 12 de fevereiro, com as alterações introduzidas pela Declaração de Retificação n.º 208/2021, de 18 de março), e considerando os procedimentos inerentes à gestão da bolsa de professores classificadores do ensino secundário, divulgam-se os períodos de afetação dos professores relativos ao exercício das tarefas de classificação das provas e exames, por disciplina. Para a realização destas tarefas deverão ser considerados os professores classificadores, bem como os professores supervisores que coordenam, apoiam e orientam os classificadores ao longo de todo o processo.

Provas/Exames 1ª fase 2ª fase
Exames
Nacionais
Alemão (501) de 12/07 a 23/07 de 08/09 a 14/09
Biologia e Geologia (702) de 16/07 a 29/07 de 06/09 a 13/09
Desenho A (706) de 15/07 a 28/07 de 06/09 a 13/09
Economia A (712) de 12/07 a 23/07 de 02/09 a 09/09
Espanhol (547), Espanhol (847) de 06/07 a 19/07 de 08/09 a 14/09
Filosofia (714) de 07/07 a 20/07 de 07/09 a 14/09
Física e Química A (715) de 09/07 a 22/07 de 02/09 a 09/09
Francês (517) de 07/07 a 20/07 de 08/09 a 14/09
Geografia A (719) de 19/07 a 28/07 de 03/09 a 10/09
Geometria Descritiva A (708) de 06/07 a 19/07 de 06/09 a 13/09
História A (623) de 08/07 a 21/07 de 06/09 a 13/09
História B (723) de 08/07 a 21/07 de 06/09 a 13/09
História da Cultura e das Artes (724) de 08/07 a 21/07 de 03/09 a 10/09
Inglês (550) de 13/07 a 26/07 de 08/09 a 14/09
Latim A (732) de 09/07 a 22/07 de 02/09 a 09/09
Literatura Portuguesa (734) de 16/07 a 29/07 de 02/09 a 09/09
Mandarim (848) de 15/07 a 26/07 de 08/09 a 14/09
Matemática A (635) de 14/07 a 27/07 de 07/09 a 14/09
Matemática Aplicada às Ciências Sociais (835) de 14/07 a 27/07 de 07/09 a 14/09
Informação Conjunta IAVE-JNE Nº 1/2021
Matemática B (735) de 14/07 a 27/07 de 07/09 a 14/09
Português (639) de 05/07 a 16/07 de 03/09 a 10/09
Português Língua Segunda (138) de 05/07 a 16/07 de 03/09 a 10/09
Português Língua Não Materna (839) de 05/07 a 16/07 de 03/09 a 10/09

Os períodos de afetação dos professores relativos ao exercício das tarefas de aplicação da
componente de produção e interação orais das Línguas Estrangeiras e de PNLM são:
1.ª Fase: de 2 a 16 de julho
2.ª Fase: de 1 a 9 de setembro

 

 

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Agenda Para Dia 24 de Abril

Mesmo que na resposta ao pedido de informação da Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto não tenha sido feito qualquer referência ao autor da petição.  🙂

 

Ação Nacional de Luta alterada para 24 de abril

 

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Hoje a Petição n.º 199 (Mobilidade Interna) Foi à Comissão de Educação

Hoje a Petição Nº 199/XIV/2 foi à Comissão de Educação, Ciência, Desporto e Juventude e foram ouvidos os seguintes peticionários:

Gisela Luísa Vasconcelos de Almeida (Peticionária)
Lígia Violas (Peticionária)
Paulo Fazenda (Peticionário)
Sílvia Silva (Peticionária)
Esta petição, subscrita com 6304 assinaturas, pede a anulação da decisão do Ministério da Educação em entregar apenas horários completos na Mobilidade Interna.
Esta é mais uma iniciativa individual de um conjunto de professores que optou por seguir com uma petição para inverter uma decisão da Administração Central.
Também o STOP colocou uma providência cautelar sobre este assunto, e que aqui no Blog já demos conta.
Logo que tenha mais alguma informação sobre a audição de hoje dos peticionários deixarei a informação no Blog.

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Vamos Entrar na Semana Provável da Publicação das Listas Provisórias

Em 20 de março fiz artigo com os tempos de espera entre o início das candidaturas e a publicação das listas provisórias nos últimos 11 anos.

Tendo em conta as datas dos concursos anteriores apontei para o dia 21 de abril a data provável de publicação das listas provisórias, passando-se assim 42 dias após o dia da abertura do concurso.

Se as listas provisórias não forem publicadas esta semana então vamos ter um dos prazos mais longos entre a abertura do concurso e a publicação desta primeira lista, pois iria ficar acima dos 47 dias de diferença, algo que não acredito que aconteça.

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Entrevista de Tiago Brandão Rodrigues à TSF

Pois eu acho que era melhor não termos Ministro algum do que um palmo de Ministro.

 

Plano de recuperação: “É melhor ter uma mão com poucas coisas do que uma mão cheia de nada”

 

 

Bateu-se pela manutenção das escolas abertas. Perdeu e ganhou. Por momentos, pareceu isolado. Na véspera da abertura total dos estabelecimentos, o ministro da Educação assegura que “este confinamento correu verdadeiramente melhor do que o primeiro”, explica a polémica do atraso na entrega de computadores e pede “realismo” em propostas como academias de verão e alterações no calendário escolar.

 

Continua aqui

 

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Uma Síntese Longa do STOP

Reunião com o ME 16 abril – SÍNTESE

 

A reunião iniciou-se com uma intervenção do Secretário de Estado João Costa sobre os pontos sobre consulta aos sindicatos:

– Referiu a necessidade de um plano para a recuperação das aprendizagens, após 2 anos letivos perturbados pela pandemia onde ocorreu nomeadamente uma aceleração das desigualdades sociais. E reconheceu que não é despejando horas e horas de aulas em cima dos alunos que estes recuperarão e que até poderia ser contraproducente em algumas idades.

– Formação inicial de pessoal docente – reconhece que já temos muita falta de professores e que, nos próximos anos, se irá agravar face aos muitos que vão sair para aposentação, mas que, em que alguns cursos, já está a haver aumento de alunos nos mestrados de ensino havendo casos onde já há mais candidatos do que vagas (ex: História). Reconheceu que no atual modelo estágio esta primeira imersão no contexto de trabalho é fraca, é demasiado escassa/pontual, não há experiência de turma, etc.

A Secretária de Estado Inês Ramirez defendeu que o despacho é auto-explicativo e que este pretende, essencialmente, a adequação dos prazos (sem alterar a substância) dos prazos das observações das aulas e da formação contínua e enunciou que cada sindicato teria 7 minutos para abordar os 3 temas.

 

“Intervenção do S.TO.P.

Antes de mais queremos informar que em representação de muitos docentes que nos solicitaram, o S.TO.P. volta a alertar, mais uma vez, o ME que já deveria ter iniciado reuniões de negociação coletiva sobre vários temas fundamentais que continuam adiados. Por exemplo: quotas de acesso ao 5.º e 7.º escalões; precariedade docente (AEC e Contratados) incluindo a questão dos colegas lesados da Segurança Social e vinculação pelas reais necessidades do sistema educativo; rejuvenescimento da classe docente; direito a uma pré-reforma digna; por uma gestão escolar democrática; ultrapassagens na progressão da carreira; concursos docentes justos através da graduação; contabilizar mestrados e doutoramentos antes da entrada nos quadros, etc.

Ponto  1 (Despacho) – ao contrário do que está no despacho propomos e consideramos fundamental que esteja garantida, de forma inequívoca, que a nenhum docente lhe seja impedido de aceder à menção de Excelente na Avaliação de Desempenho quando, por motivos que não lhe sejam imputáveis, não tenha a possibilidade de cumprir o requisito de observação de aulas. Ainda por cima quando no último ano todos reconheceram e reconhecem o excelente trabalho, esforço e dedicação que a classe docente demonstrou no atual contexto da pandemia. Ou seja, particularmente neste contexto seria totalmente injusto e inaceitável a impossibilidade dos professores acederem à menção de excelente por motivos que não lhe sejam imputáveis. Reafirmamos também a nossa total oposição à atual avaliação com quotas e percentis profundamente artificiais e injustos. Seria razoável que, administrativamente, os professores só pudessem atribuir por exemplo 5% de níveis 5 e 20% de níveis 4 aos alunos de cada turma? Ninguém entenderia e muito menos os professores. Então porque é que os professores devem ser avaliados segundo esse tipo de quotas totalmente artificiais e injustas?

Ponto 2 (Consulta):

Recuperação das aprendizagens – Somos totalmente contra aumentar o período de aulas do ano letivo, porque isso é mau para todos sobretudo em termos pedagógicos para os alunos (eles não são máquinas e precisam de pausas/férias para recuperarem energias para as futuras aprendizagens). Se se pretende efetivamente aumentar a recuperação das aprendizagens há alternativas sérias e pedagógicas. Continuamos a propor uma redução significativa do número de alunos por turma e também a humanização do ensino porque professores com centenas de alunos naturalmente não conseguem uma relação mais próxima e humana com cada aluno. Deveria haver um limite máximo de alunos que um docente poderia ter. O ME sabendo que há professores com 200/300/400/500 alunos durante um ano letivo, considera que, apesar do seu esforço/dedicação, é realista que o professor crie uma relação minimamente próxima/humana com todos eles? É realista pedir que um professor memorize centenas de nomes diferentes todos os anos? Este consequente afastamento entre aluno-professor potencia ou diminui as aprendizagens das nossas crianças/jovens? Estudos demonstram que uma relação mais humana/emocional entre aluno-professor potencia as aprendizagens e a sua consolidação. Como é público, esta e outras questões fundamentais para os nossos alunos, o S.TO.P. defende e levou, nomeadamente ao Parlamento em Outubro passado mas, mais uma vez, nada mudou. Defendemos também uma reformulação dos programas com estreita coordenação e acordo das Associações de Professores das diferentes disciplinas (sem prejuízo da carga letiva das mesmas). Deveria haver um programa específico e exato de várias disciplinas para alunos surdos, pois os mesmos não aprendem nem conseguem desenvolver o programa e aprendizagem de igual forma que uma turma regular. Deveria haver um programa específico e exato de várias disciplinas para alunos cegos, pois os mesmos não aprendem nem conseguem desenvolver o programa e aprendizagem de igual forma que uma turma regular. Como também já defendemos em outras ocasiões, e também importante para a melhoria/recuperação das aprendizagens dos alunos, a necessidade de mais psicólogos escolares.

Também não pode haver recuperação das aprendizagens minimamente uniforme pelo nosso país, com a crescente falta de professores em várias zonas geográficas que, nos últimos anos, mesmo antes da pandemia, deixaram milhares de alunos sem professores durante longos meses a algumas disciplinas. Ou seja, como também o S.TO.P. já defendeu, nomeadamente no parlamento, é fundamental que o ME crie, urgentemente, incentivos financeiros (subsídios de alojamento e de transporte) para os professores poderem lecionar nas regiões onde o custo de vida é mais elevado. É que, apesar de algumas narrativas, muitos milhares de professores têm salários tão baixos que não compensam os custos inerentes a trabalhar longe de sua casa.

 Ponto 3 – Formação inicial de pessoal docente – propomos, novamente, a urgência do regresso aos Estágios Remunerados (à semelhança do que existe noutros países europeus e que já existiu em Portugal). O estágio pedagógico deve ser acompanhado por pessoal docente da Escola e da instituição de Ensino Superior e estes acompanhamentos devem estar previstos nos horários dos professores. Mas não basta termos estágios remunerados se os cursos de formação de professores continuarem a esvaziar como aconteceu de forma drástica nas últimas duas décadas. E isso aconteceu e acontece fruto das políticas dos últimos governos, em que houve uma profunda desconsideração e desvalorização da classe docente. Por isso, consequentemente, cada vez há menos pessoas a quer ser professor. Só há uma maneira de inverter este processo de uma forma sustentável e mantendo a qualidade do nosso sistema educativo: é preciso tornar a Profissão Docente mais apelativa. Para isso é necessário a valorização da Profissão, com melhores condições de trabalho (por exemplo, menos burocracia, redução da componente letiva em todos os níveis de escolaridade a partir dos 40 anos e definição clara que todo trabalho com alunos tem que ser considerado como componente letiva, vinculação tendo em conta as reais necessidades do sistema educativo, direito de regresso para todos à CGA, horários de trabalho que permitam aos professores o tempo necessário para a realização das suas atividades profissionais e para a reflexão sobre as suas práticas pedagógicas, direito a formação gratuita e dentro do horário de trabalho, etc) e também salários mais apelativos (fim das quotas na avaliação e no acesso ao 5.º e 7.º escalões, contagem de todo o tempo de serviço roubado, aumento dos salários para compensar a perda do poder de compra pelo menos da última década, etc). Sem esta urgente valorização, o ME afirma que está preocupado com a falta de professores e o seu envelhecimento mas, na prática, nada faz para inverter este grave problema que já prejudica severamente milhares de alunos e as suas aprendizagens nos últimos anos e que irá agravar-se ainda mais. Denunciamos mais uma vez as profundas injustiças de Professores sem grupo de recrutamento (por exemplo na área do Teatro/Expressão Dramática), onde há professores profissionalizados (concluíram licenciatura pré Bolonha via ensino com estágio pedagógico integrado) que, por não terem grupo de recrutamento, são obrigados a candidatarem-se a contratações de escola na categoria de “técnicos especializados” embora desempenhem funções docentes. Quando é que o ME cumpre a Resolução da Assembleia da República 37/2018 de 7 de fevereiro? Esta recomendava ao Governo a valorização e dignificação dos técnicos especializados das escolas públicas, promovendo a sua contratação efetiva e combatendo a respetiva precariedade, devendo ser criados grupos de recrutamento para os técnicos especializados, nas diversas áreas disciplinares a que atualmente correspondem funções de docência, com vista à sua vinculação na carreira docente.

Pondera o ME criar um novo grupo de recrutamento para o 1º ciclo, mais especificamente para as turmas de alunos surdos? Tendo os professores em questão formação no 1º ciclo, na língua gestual portuguesa (LGP) e todas as bases necessárias (metodologias e pedagogias adaptadas) para ensinar esse grupo de crianças. É urgente e imprescindível que haja docentes formados especificamente para essas turmas, nem que seja através de uma pós-graduação como há para a Educação Especial. Pondera também o ME criar um novo grupo de recrutamento para o 1º ciclo para os alunos cegos? Consideram que o ensino, como está, está estruturado e preparado para as aprendizagens desses alunos?

Por falta de tempo iremos enviar por email o desenvolvimento nomeadamente destas últimas questões e mais uma vez reafirmamos a urgência de reuniões sobre os temas referidos no início desta intervenção que preocupam claramente a classe docente.”

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No final da reunião, o Secretário de Estado João Costa agradeceu os contributos de todos os sindicatos e que acompanhemos agora a fase consulta pública. E referiu que, essencialmente, o seu objetivo não é tanto tecer grandes comentários mas, sobretudo, ouvir as nossas impressões/recomendações.

A Secretária de Estado Inês Ramirez revelou, talvez também resultado da intervenção inconveniente do S.TO.P., profundo incómodo face ao S.TO.P., nomeadamente quando em determinado momento queixou-se “Estivemos ocupados a contestar Providências Cautelares irresponsáveis que querem pôr em causa a colocação de docentes e a própria abertura do ano letivo, alguns só com o objetivo de tentarem aqui um cavalo de troia para a obtenção de futuros associados”.

Como, do que sabemos, o S.TO.P. foi o único sindicato a avançar com a Providência Cautelar (P.C.) e já que na contestação que o ME fez à P.C. do S.TO.P. usou esse mesmo argumento de que alegadamente esta seria “irresponsável” é importante esclarecer o ME sobre alguns aspetos.

  • O ME pode não estar habituado a este novo tipo de sindicalismo mas a decisão de avançar com esta P.C. foi feita no provavelmente maior Plenário Nacional de Professores dos últimos tempos (sócios e não sócios) com cerca de 200 colegas (salvo erro aprovado por unanimidade). Ou seja, a suposta “irresponsabilidade” foi fruto de uma decisão democrática;
  • Quando o ME apelida de “irresponsável” a P.C., além de tentar desconsiderar a decisão democrática de cerca de 200 colegas, está sobretudo a ofender a douta decisão do juiz que aceitou liminarmente a P.C. Ou seja, se esta P.C. fosse efetivamente “irresponsável e a querer pôr em causa a colocação de docentes e a própria abertura do ano letivo” o juiz não a teria aceite mas sim recusado liminarmente. Independentemente do desfecho final da P.C. por algum motivo o Juíz considerou minimamente válida a argumentação da P.C. de que estes Concursos Docentes violavam direitos fundamentais dos cidadãos;
  • Quem verdadeiramente está a desestabilizar “a colocação de docentes e a própria abertura do ano letivo” é o ME com as suas políticas educativas que levam nomeadamente à falta crónica de professores e de pessoal não docente e as suas alterações profunda introduzidas nos últimos Concursos Docentes (mudando regras no meio/fim do jogo, coagindo com ameaça de desemprego docentes a concorrer a todo o país e algumas dessas alterações com resultados profundamente lesivos para os docentes, as suas famílias e os próprios alunos, tal como aconteceu a 25 agosto de 2017).
  • Como o ME sabe, nesta fase inicial dos concursos docentes quando a P.C. foi apresentada, ainda é perfeitamente possível corrigir as profundas injustiças que alteraram as regras a milhares de professores da norma travão e da Mobilidade Interna sem questionar a colocação de docentes e a própria abertura do ano letivo.
  • Sugerimos à Secretária de Estado uma revisão da literatura clássica grega.

Será que a greve consequente que o S.TO.P. dinamizou em finais do ano letivo 2017/2018 também foi irresponsável? É que também essa greve foi resultado de várias sondagens independentes onde milhares de professores elegeram essa forma de luta como a claramente mais desejada para lutar contra o roubo do tempo de serviço. Será que a luta/greve contra o amianto escolar que o S.TO.P. ousou mais uma vez dinamizar após muitos anos de silêncio contra esse grave problema de saúde pública também foi irresponsável?

Afinal o que é irresponsável/condenável: o roubo no tempo de serviço e o amianto nas escolas, ou as lutas consequentes (e profundamente inconvenientes para o poder) contra essas injustiças?

Posteriormente a Secretária de Estado, mais uma vez revelando um profundo incómodo face ao S.TO.P. e à sua intervenção, duvidou da existência de professores com um número tão elevado de alunos no mesmo ano letivo e desafiou o S.TO.P. a apresentar-lhe casos concretos de docentes com mais de 500 alunos. Aceitamos o desafio e por isso, apelamos aos colegas – por exemplo de disciplinas como Informática/TIC e Educação Musical – que nos enviem o número de alunos que tiveram no último ano letivo e/ou no presente ano letivo.

Pf. Enviem-nos os dados (pelo menos com a referência da disciplina, ano letivo, Agrupamento Escolar e o número total de alunos ao longo desse ano letivo) para [email protected]

Também ficou evidente que o ME se mostrou incomodado com a parte da intervenção do S.TO.P. onde denunciamos de forma veemente que, fruto das políticas dos últimos governos com profunda desconsideração e desvalorização da classe docente tem havido cada vez menos pessoas a querer ser professor nas últimas duas décadas. E já que fomos desafiados a enumerar casos concretos de professores com mais de 500 alunos durante um ano letivo, desafiamos a tutela (ainda por cima quando esta tem facilidade em conseguir esses números) que nos envie os dados globais atuais dos cursos de formação de professores e sobretudo que nos responda à questão de fundo: serão suficientes para substituir a falta de professores que já existe e que tende a agravar-se nos próximos anos (como reconheceu o Secretário de Estado João Costa)?

Por último sobre o despacho, a Secretária de Estado, talvez também respondendo às críticas do S.TO.P., tentou justificar porque não considera injusto que um professor seja privado de aceder à menção de excelente por motivos que não lhe sejam imputáveis, justificações essas que não convenceram causando alguma indignação expressa por parte de várias associações sindicais.

Concluindo, como ficou evidente, o ME mais uma vez voltou a não responder a muitas das questões que o S.TO.P. levantou em particular sobre a urgência de reunir sobre os temas que preocupam muitos milhares de professores e que o S.TO.P. mais uma vez tentou ser a sua voz nesta reunião. Relembramos que legalmente não são os sindicatos que podem convocar o ME para reuniões e que não podemos impor uma mudança na ordem de trabalhos das reuniões convocadas pelo ME.

E algo foi mais uma vez evidente, o incómodo do ME face ao S.TO.P. claramente demonstra que este continua a não estar habituado a ser questionado desta forma. Como é público o ME tentou “amansar” o S.TO.P. desde o início chegando mesmo a puni-lo durante 18 longos meses em que este sindicato foi o único a ser excluído das reuniões do ME com todos os outros sindicatos. A cada vez maior adesão dos Profissionais de Educação ao S.TO.P. e às suas lutas inovadoras é que “obrigaram” o ME a voltar a reconhecer o S.TO.P. em reuniões.

Agradecemos a todos os muitos colegas docentes que nos enviaram as suas propostas e que, sem dúvida, nos permitiram ser cada vez mais, a voz de muitos nas escolas que se têm sentido sem voz. Iremos continuar, como sempre, disponíveis para dinamizar as lutas que forem necessárias para termos JUSTIÇA e RESPEITO para todos que trabalham (e estudam) nas Escolas.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

NOTA: Relativamente à acusação do ME sobre a falta de base científica do S.TO.P. sobre a questão do número de alunos nos cursos de formação de professores, além de aguardamos serenamente que o ME nos envie os dados concretos, recordamos que desde 5 de agosto de 2020 que o S.TO.P. aguarda (sem qualquer resposta)  que o ME diga qual o fundamento científico para que nas escolas a distância seja de “1 metro se possível” e nos restantes setores da sociedade seja no mínimo 2 metro. Relembramos também que na reunião de 7 de janeiro de 2021 a mesma Secretária de Estado duvidou da veracidade das afirmações do S.TO.P. sobre um aumento mais acentuado de casos COVID-19 nas idades escolares após o início deste ano letivo. O S.TO.P. nessa altura, numa atitude séria e construtiva, enviou prontamente ao ME os links das notícias que confirmam as afirmações que o S.TO.P. fez na referida reunião. Solicitámos e aguardamos até hoje (passados mais de 3 meses) que nos enviem as notícias/factos em que o ME se baseou para nos questionar.

Como se pode confirmar na nota final desta publicação: https://sindicatostop.pt/3213-2/

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Exemplos Práticos de Próximas Ultrapassagens

Com o concurso interno de 2021 vamos assistir muito em breve a situações de enormes ultrapassagens que depois pormenorizarei , mas:

Quem ingressar no continente em 1 de setembro de 2021, vindo das Regiões Autónomas dos Açores vamos assistir a:

  • Docentes com 23 anos de serviço a ingressar no 8.º escalão;

 

Em oposição a:

  • Docentes com 30 anos de serviço prestados no continente a manterem-se no 4.º escalão.
  • Bastantes docentes com 23 anos de serviço ainda no 2.º escalão.
  • E muitos com 23 anos de serviço ainda como docentes contratados.

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A Segunda Fase da Vacinação Decorre em 15 e 16 de Maio (Pfizer)

A segunda fase de vacinação do Pessoal Docente e Não docente que este fim de semana está a ser vacinado com a vacina da Pfizer irá decorrer no fim de semana de 15 e 16 de maio.

Mas dizem que eventualmente será necessária uma terceira dose da vacina entre os seis e os doze meses e eventualmente um reforço anual.

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Trabalho Extraordinário dos Avaliadores

Só quero lembrar para aqueles que vão agora iniciar o processo de aulas observadas para o artigo 11.º do Despacho Normativo n.º 24/2012, de 26 de outubro:

 

Trabalho extraordinário dos avaliadores

1 – A observação de aulas a efetuar no quadro da avaliação do desempenho docente processa-se em regime de trabalho extraordinário, sempre que se prolongue para além do horário normal de trabalho do docente avaliador.

2 – Na sua deslocação o avaliador tem direito a ajudas de custo, nos termos da legislação aplicável.

 

 

Tive o cuidado de alertar para isso neste aviso e garanto que todas as deslocações serão pagam conforme manda a lei.

 

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Para o ME a ADD e a Observação de Aulas é Apenas Uma Farsa

No ano em que vai haver concurso interno, em que a maioria dos docentes QZP podem não ficar na mesma escola, em que muitos Conselhos Pedagógicos podem mudar de rostos, assim como os membros da SADD, o Ministério da Educação vem propor que a observação de aulas possa ser concluída até 31/12/2021, ao mesmo tempo que as SADD poderão reunir até 31 de janeiro de 2022 para concluir o processo de avaliação docente.

Só se concluí com isto que a ADD é apenas uma formalidade, inútil neste caso, e com graves prejuízos para quem em 1 de setembro não vai estar na mesma escola onde deveria ser avaliado com o seu avaliador interno (por mudança de escola do avaliador) ou externo, neste caso se alguma aula observada passar para o ano letivo 2021/2022.

E parece que os sindicatos aplaudem isto.

 

 

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Resposta da ANP ao Pedido de Informação Sobre a Petição

Também hoje foi publicada a resposta da ANP (Associação Nacional de Professores) à minha petição sobre o “Fim das Vagas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão“.

 

Assunto: Petição nº 216/XIV/2ª – Pedido de Informação “Pelo fim das vagas no aceso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente” Relativamente ao teor inserto e vertido na petição em equação, a Associação Nacional de Professores (ANP), vem no exercício do direito de pronúncia nos termos da Lei do Exercício do Direito de Petição previsto na Lei nº 43/90 de 10 de agosto, alterada pelas Leis nºs 6/93 de 1 de março, 15/2003 de 4 de junho e 45/2007 de 24 de agosto, entendemos que a pretensão formulada pela ora peticionante deverá ser atendida em sede legislativa.

I – PARECER DA ANP SOBRE A PETIÇÃO PROPRIAMENTE DITA:

A Associação Nacional de Professores (ANP) analisou atentamente o conteúdo vertido na Petição n.º 216/XIV/2.ª e pronuncia-se sobre a mesma, nos seguintes termos:

1. A existência de um mecanismo de vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão, tal como é referido na petição, foi introduzido pela primeira vez através do Decreto-Lei n.º 75/2010 de 23 de junho, com continuidade no Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro, começando a ser aplicado em 2018 com a publicação da portaria n.º 29/2018 de 23 de janeiro. Este hiato temporal da sua aplicação tem a ver com a injustiça e equidade relativamente à progressão de todos os docentes que se estava ou estaria a implementar. Ora, a aplicação deste mecanismo em 2018, nunca deveria ter acontecido porquanto, a carreira docente, já antes, mas principalmente a partir deste momento fica completamente desvirtuada em desfavor de milhares de docentes;

2. Como se constata na petição em apreço e é verdade, desde 2018 e até 2020, apesar do número de vagas de acesso decretadas pelo Ministério da Educação terem vindo a aumentar, as listas de acesso ao 5.º e 7.º escalão continuam e engrossar muito significativamente ficando fora do acesso aos mesmos, respetivamente, 673 e 1374 docentes. O acumular de docentes “retidos” no 6.º escalão começa a ser preocupante;

3. É, no mínimo, inaceitável, injusto, desmotivante e causador de angústias e de desequilíbrios emocionais nos docentes que se encontram nestas situações estando quartados do normal desenvolvimento da sua carreira em termos de progressão. Estar 7, 8 ou mais anos, para progredir ao 5.º e ao 7 escalão é inadmissível e inaceitável;

4. Ademais, num sistema de carreira horizontal em toda a administração pública, as vagas para acesso a determinados escalões, lamentavelmente só acontece na carreira docente. Parece, efetivamente, uma punição que se pretende fazer aos profissionais da educação, quiçá, pelas suas competências, profissionalismo e por tudo o que fazem em prol da educação de todas as crianças e jovens, alavancando todo um país para o seu melhor;

5. É verdade que os docentes com avaliação de mérito de Muito Bom ou Excelente não ficam sujeitos à obtenção de vaga para acesso aos escalões atrás mencionados, porém, os percentis, quotas de mérito, que são consignadas aos agrupamentos de escolas, nomeadamente a cada grupo em avaliação, são tão exíguas, tão mínimas, que nem por este meio se consegue diminuir todo o efeito nefasto na progressão da carreira. Acresce ainda que, eventualmente poderão ocorrer situações menos justas na implementação do sistema de avaliação, ficando em certa medida, muitas vezes, a competência e excelência de muitos docentes muito aquém do esperado e desejável. Obviamente que, com a anulação das quotas de acesso ao 5.º e 7.º escalão, nenhuma dúvida de que toda a avaliação de desempenho seria muito mais justa para todos;

6. Efetivamente, o solicitado pela petição para o ano 2021, ou seja, as vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão serem idênticas ao número de docentes que irão integrar as listas é, no entender da ANP, da mais elementar justiça a qual deve ser feita a todos os docentes nestas condições. Deve sempre promover-se o apoio, valorização e reconhecimento da classe docente por parte do Ministério da Educação.

7. Destarte, a carreira docente constitui-se como um vetor fundamental e estrutural na nossa sociedade, sendo composto por dez escalões.
8. Ademais, persistir na aplicação de um mecanismo de vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão no Estatuto da Carreira Docente, apenas permitiria, com o devido respeito e salvo melhor opinião, o continuar da violação do princípio da igualdade, previsto no artigo 13º da nossa lei fundamental, a Constituição da República Portuguesa.

Face ao exposto, de acordo com o seu direito de pronúncia, a Associação Nacional de Professores (ANP) apoia incondicionalmente esta iniciativa e concorda totalmente com ela em todos os seus aspetos. Espera o provimento e o exigido pela mesma por iniciativa parlamentar ou por recomendação ao governo. É urgente dignificar, valorizar e prestigiar a carreira docente e só com a valorização dos docentes será possível conquistar e atrair mais jovens para esta digníssima profissão. A falta de atratividade da profissão docente
está já a minar a falta de professores em muitos grupos de recrutamento e que, muito brevemente vai ser um grave problema que urge enfrentar. Se queremos apostar verdadeiramente na educação, também temos que valorizar os seus docentes e, nesse sentido, urge atuar rapidamente.

A Associação Nacional de Professores é totalmente favorável à revogação da alínea b) do n.º 3 do artigo 37.º do ECD, assim como todos os restantes artigos diretamente relacionados. Favorável também à recuperação de todo o tempo de serviço dos docentes quer estiveram “congelados”, para efeitos de contagem na progressão do seu tempo de serviço na carreira docente.

Com os melhores cumprimentos,

A Presidente da Direção Nacional da Associação Nacional de Professores,
(Paula Figueiras Carqueja)

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Resposta da ANVPC Ao Pedido de Informação da Petição

Hoje também foi publicitada a resposta da ANVPC (Associação Nacional dos Professores Contratados) ao pedido de informação sobre a petição “Pelo fim das vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalão“.

É mais uma resposta que isola o Ministério da Educação na sua posição ambígua e agora só compete  aos partidos com assento na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto olhar para os diversos pareceres e chegar a um consenso (ou não, pode eventualmente deixar o PS de fora deste consenso) para dar respostas legislativas à petição.

 

Nos termos do Ofício n.º 112º/8ª – CECJD/2021 de 31/03/2021, remetido por V. Exa, a ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados vem, por este meio, pronunciar-se sobre o teor da Petição N.º 216/XIV/2.ª, da iniciativa de Arlindo Ferreira – “Pelo fim das vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente”.
A aplicação a partir de 2018 de um mecanismo de criação de vagas para acesso ao 5º e7º escalão, espoletou sentimentos de injustiça, de desigualdade de oportunidades e de expetativas goradas na progressão na carreira entre os professores. Porque, retém anualmente professores, que cumprem os requisitos para acesso ao escalão seguinte, designadamente, o tempo de serviço, a avaliação de desempenho e a formação contínua mas devido à criação de um “sistema de quotas” são enviados para uma lista nacional de vagas onde poderão permanecer vários anos. Esta medida de pendor marcadamente economicista, que apresentará “ganhos” residuais e inexpressivos em termos orçamentais, tem contudo efeitos demolidores quando se procura a eficiente gestão dos recursos humanos. O afunilamento da progressão na carreira pela imposição de um “sistema de quotas” promove situações de grande injustiça, de desigualdade e discriminação entre professores:

    • Ao nível do país, na medida em que existe legislação sobre esta matéria diferente entre o Continente e as Regiões Autónomas;
    • Ao nível das escolas, na medida em que na mesma escola coabitam professores que obtêm classificação quantitativa superior 8, o que representa um desempenho avaliativo no processo de ensino – aprendizagem de “Muito Bom” ou “Excelente” e que depois devido à aplicação do “sistema de quotas”, são relegados para a classificação qualitativa de “Bom”;
    • Ao nível dos processos, uma vez que ao não serem divulgados no espaço escola, os resultados das avaliações e respetivas fundamentações, cria um ambiente de mau estar e de suspeição, contrário à transparência que devia pautar todo o processo;
    • Ao nível dos cargos, que são desempenhados nas escolas, por via do universo de docentes em que são integrados para efeitos de avaliação;
    • Ao nível das funções, que são desempenhadas fora do espaço-escola, no âmbito de Mobilidade Estatutária, que ao não poderem ter observação de aulas, a avaliação de desempenho é realizada por ponderação curricular ao abrigo do Despacho Normativo 19/2012 de 17 de agosto, o que pode conduzir a manifesta desadequação, subjectividade e consequente prejuízo, por a avaliação ser realizada pela Escola e incidir num conjunto de tarefas, responsabilidades e competências que advêm de funções desenvolvidas fora do espaço-escola.

Consideramos igualmente que a opacidade da lista nacional de vagas é inadmissível e deve ser profundamente alterada, uma vez que a informação disponibilizada não permite aos professores integrantes da lista verificarem a correção do seu número de ordem para eventual reclamação. Também porque, a recuperação do tempo de serviço dos 2 anos, 9 meses e 18 dias pode ser integrado de forma diferente por cada professor, o que acarretará situações díspares. Este processo deveria ser pautado pelo princípio da transparência e a invocação do RGPD pela tutela para não apresentar a graduação de cada professor, não é crível, dado que a mesma já é utilizada nas listas de graduação para efeito dos concursos de professores.

Pelo exposto, concordamos com os pedidos do peticionário, pois entendemos que este mecanismo de criação de vagas para acesso ao 5º e 7º escalão não é promotor do reconhecimento do mérito e das boas práticas, do rigor e da excelência do serviço educativo e das aprendizagens bem como na valorização e no desenvolvimento pessoal e profissional dos professores.

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Matrículas – Informação para Encarregados de Educação

O Powerpoint com estas imagens pode ser descarregado aqui.

 

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A Federação Portuguesa de Professores Também Respondeu ao Pedido de Informação da Petição

A Federação Portuguesa de Professores também respondeu ao pedido de informação da Petição Nº 216/XIV/2, “Pelo fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão“. Apesar de ter enviado a petição com 15 mil assinaturas podem continuar a votar na mesma.

Por ser uma resposta em 4 pontos deixo-a aqui no artigo.

Tendo sido a Federação Portuguesa de Professores (FPP) solicitada pela Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República para se pronunciar sobre a Petição indicada em epígrafe, vai fazê-lo nos termos e fundamentos seguintes:
1 – Os pedidos que constam da supra identificada Petição veem ao encontro das reivindicações, que, precisamente sobre esta matéria, a Federação Portuguesa de Professores, (e a Pró-Ordem que dela faz parte), tem apresentado aos últimos Governos da República. Sem, contudo, termos logrado obter, até ao momento, ganho de causa, nesta matéria. Razão pela qual, com este lenitivo nos dirigimos igualmente aos outros órgão de soberania, tomámos, em devido tempo, posições públicas e realizámos ações conjuntas com praticamente todas as associações sindicais de pessoal docente.
2 – Nestas circunstâncias, face ao que antecede e tomando em linha de conta o caminho (de reivindicação e de luta) já percorrido é óbvio, por ser por demais evidente, que esta Federação saúda a apresentação desta e de outra(s) Petições, sobre o mesmo assunto, em sede parlamentar, na expectativa de que, finalmente, venha a ser possível obter a conjugação maioritária de um determinado número de Grupos Parlamentares capaz de colocar fim à necessidade de existência de vaga para acesso ao 5º e 6º escalão da Carreira Docente, introduzida pelo Decreto-Lei nº 75/2010, de 23 de junho e continuado pelo Decreto-Lei nº 41/2012, de 21 de fevereiro.
3 – Escusamo-nos de reproduzir, nesta sede, os fundamentos da Petição sub judice, bem como a consequência lógica da respetiva causa de pedir ou peticionar, pois, pelo facto de os termos bem presentes (e não desejarmos alimentar meros brocados burocráticos) e de e eles serem, de há muito, do nosso conhecimento e preocupação reivindicativa, logicamente que contam com todo o apoio da Federação Portuguesa de Professores
4 – Tudo visto e ponderado, a exigência de vaga para progressão aos 5º e 7º escalões constitui um incompreensível obstáculo de tipo administrativo-financeiro que atrasa ou impede mesmo o acesso ao topo da carreira docente. No fundo, trata-se de um expediente legal que retira aos professores o poder de gestão das respetivas carreiras, pelo que importa a sua remoção.

É quanto nos apraz pronunciar em termos do assunto aqui em análise.

 

E para recordar o que o ME responde à petição volto a deixar aqui a sua resposta.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2021/04/a-federacao-portuguesa-de-professores-tambem-respondeu-ao-pedido-de-informacao-da-peticao/

Amanhã Deve Oficialmente Começar as Matrículas

… para os alunos que ingressam pela primeira vez na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ano.

E hoje de tarde o Portal das Matrículas Eletrónicas encontra-se em manutenção. Possivelmente a preparar a avalanche que começara amanhã.

 

 

 

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Divulgação – Evento on-line “Desenvolvimento de Competências Socio Emocionais Baseadas em Mindfulness”

SÁBADO, 8 MAIO, 2021 – 10 AM UTC+01 – 1 PM UTC+01

 

Evento online

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Resposta do SIPE à Petição “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão”

Na página da petição n.º 216/XIV/2 – “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão” foi hoje colocada a resposta do SIPE ao pedido de informação que foi efetuado a algumas organizações.

É uma resposta excelentemente fundamentada de 13 páginas que merece leitura e que termina com esta recomendação:

“Tendo em conta a descrição das circunstâncias atribuladas em que ocorre a fixação do número de vagas para efeitos de acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente, plasmados pelos subscritores da Petição e que aqui se tentaram exprimir, o SIPE recomenda que o conteúdo da referida Petição seja considerado, para que seja garantida a justas progressão dos docentes em causa, que só se atingirá com a eliminação do sistema injusto da submissão a vagas para progressão.”

Ao contrário da vergonhosa resposta do ME que irá ficar em todos os próximos artigos que fizer sobre esta petição.

 

 

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Já Começaram a Enviar os SMS para o fim-de-semana

e isto deve prolongar-se pela noite dentro.

 

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