Neste quadro apresento o fluxo das candidaturas no concurso interno.
Na coluna vertical estão identificados os grupos de recrutamento dos professores e na coluna horizontal os grupos de recrutamento para o qual concorrem.
Os candidatos que mais tentam mudar de grupo encontram-se no grupo 110 e 910.
Na educação Pré-Escolar existe um elevado número de Educadores que pretendem a mudança para o grupo 910.
Ainda não me debrucei sobre as possibilidades que existem para alguém mudar de grupo, mas à partida serão quase nulas em todos os grupos de recrutamento, visto que concorrem numa 3.ª prioridade.





5 comentários
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Era permitirem a permuta definitiva entre professores que possuem mais do que um grupo de recrutamento comum e querem transitar de grupo – fazerem uma troca direta.
Concordo plenamente.
Eu sou um caso: estou vinculada na Educação Especial e pretendo mudar para o meu grupo de origem.
Na altura em que concorri, foi apenas para aproximação à residência e mesmo assim, estou a 100 km.
Confesso não me sentir realizada nessa área e já lá vão 10 anos pelo que gostava que o concurso permitisse que pudéssemos mudar de GR sem sermos penalizados, ficando em 3.ª prioridade.
Era interessante então que te debruçasses sobre este tópico porque penso que a tua consideração está errada. Pelos meus cálculos, conto conseguir mudar de grupo de recrutamento, nomeadamente, do 910 para o 300. Mas reitero o pedido de fazeres um parecer sobre esta transição que julgo ser do interesse de muitos professores.
Arlindo, penso que este post é, de alguma forma, enganador, pois a mudança ide grupo de recrutamento quando a transição é para o 910 tem sido muito significativa. Para além disso, na minha opinião, embora de forma reduzida a reconversão de mudanças de grupo de recrutamento para os grupos de origem não é praticamente nula. Digamos que não é expressiva como o que referi no início, mas há sempre alguma possibilidade, caso contrário esta figura deixaria de fazer sentido. Concordo que seria interessante fazeres esse levantamento e, penso, que a graduação deveria ser o único critério para colocações. As prioridades só geram injustiças, nada mais.
No meu caso, pertenço ao QZP 1 do grupo 310 – Latim e Grego – mas nunca tenho colocação neste grupo e fico sempre em Português, a minha 2ª opção.
Efetuei estágio nessas duas disciplinas , em 1994, na altura era do grupo 8º A (Português, Latim e Grego). Porém, um ministério da educação iluminado separou as disciplinas em grupos de recrutamento distintos – 300 e 310.
Desde que entrei em QZP, tento sempre mudar para o grupo 300 (Português), mas não tenho hipótese, pois concorro na 3ª prioridade, com muitos colegas à minha frente.
Não consigo ingressar neste grupo, mas leciono sempre a disciplina de Português, com uma diferença: com tanto tempo de serviço, as minhas colegas do grupo 300, ficam muito mais perto de casa do que eu. E a idade já pesa para fazer tantas viagens… Assim, fico mais longe (por estar na 3ª prioridade), com os lugares que vão sobrando, a dar a mesma disciplina, mas o ministério não entende (não sabe, nem quer saber) estas situações …