Exemplos Práticos de Próximas Ultrapassagens

Com o concurso interno de 2021 vamos assistir muito em breve a situações de enormes ultrapassagens que depois pormenorizarei , mas:

Quem ingressar no continente em 1 de setembro de 2021, vindo das Regiões Autónomas dos Açores vamos assistir a:

  • Docentes com 23 anos de serviço a ingressar no 8.º escalão;

 

Em oposição a:

  • Docentes com 30 anos de serviço prestados no continente a manterem-se no 4.º escalão.
  • Bastantes docentes com 23 anos de serviço ainda no 2.º escalão.
  • E muitos com 23 anos de serviço ainda como docentes contratados.

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19 comentários

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    • João Almeida Pinto on 17 de Abril de 2021 at 13:05
    • Responder

    Isto tem de acabar! Nada me move contra os colegas provenientes da RA dos Açores. Mas, assim não dá. Já é demais.
    Assim sendo, não me resta outra alternativa senão ressuscitar um velho amigo e companheiro de armas Guy Fawkes.
    E garanto-vos que ele desta vez não falhará!

    • António on 17 de Abril de 2021 at 15:02
    • Responder

    Temos sido sistematicamente “roubados” naquilo que é a nossa carreira e respetiva remuneração. No entanto, a informação deste artigo é completamente falsa. Lanço o repto para que concretize o que afirma.

    Os escalões na RAA e no continente têm a mesma duração.
    Para passar para o 2º escalão na RAA são necessários 7 anos, para que não haja ultrapassagens em relação aos colegas mais antigos, ao contrário do que acontece no continente.
    De facto, não à vagas nos acessos a determinados escalões, mas também não há Muito Bom nem Excelente na ADD, pelo que todos os docentes têm de cumprir todo o tempo nos escalões, sem bonificações.
    A recuperação do tempo de serviço na RAA do 2º congelamento é feito ao longo de 6 anos, pelo que quem for para o continente da RAA a 1 de setembro de 2021, apenas verá contabilixado 2/6 desse tempo. Os restantes 4/6 serão perdidos de forma permanente.
    No meu caso em concreto, e de muitos outros colegas que temos tempo de serviço no continente e na RAA, ficámos em pior situação do que os colegas que efetivaram no continente. 7 anos para passar para o 2º escalão e só recuperaremos a fração do tempo trabalhado nos açores e ao longo de 6 anos, se por cá permanecermos todo esse tempo.

    Se a tutela utiliza com frequência a tática de colocar professores contra professores, com informação falsa, deveremos ser mais cautelosos com o que publicamos.

      • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 17 de Abril de 2021 at 15:06
      • Responder

      Ó amigo, ponha lá o h no à e vire o acento, se faz favor.

    1. Ó amigo, ponha lá o h no à e vire o acento, se faz favor.

    • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 17 de Abril de 2021 at 15:04
    • Responder

    O problema é que esse pessoal foi para lá e outros não foram. Tudo é conforme a circunstância, o tempo, a oportunidade…

      • Pintelho on 18 de Abril de 2021 at 13:25
      • Responder

      .
      .
      Nandinho!….és um sitôr (digo Trombador) do Caralho…..

      então!……..”…esse pessoal foi para lá e outros não foram…” ……mas que merda de conversa….tens cá uma argumentação fodida …… Qual foi a Tasca que te deu o diploma para seres um sitôr?

      Já agora!….isto das progressões, das carreiras e do raio que parta só vem mostrar que aquilo que esta amalgama de sitôres e sitôras querem é GUITO e nada mais.

      Vou-te dizer uma coisa, mas não contes a ninguem. Escuta: – Não há pão para malucos.

      Já agora, uma pergunta. Já fizeste o Teste do COVID que te mandei?

      .
      .

    • Prof on 17 de Abril de 2021 at 16:26
    • Responder

    A ser assim é hora de pensar na estratégia dos docentes do continente puderem tambem acederem a escalão igual.

    • Falar verdade on 17 de Abril de 2021 at 16:36
    • Responder

    É lamentável um país da União Europeia, e no século XXI ter critérios tão díspares para docentes, que têm o mesmo Estatuto. Daí a necessidade de uma Ordem, nesta profissão, para se acabar com estes desnivelamentos e assimetrias que só traz desmotivação ao corpo docente do continente e vão deixando de acreditar e de apostar nesta carreira, a base de tudo, pois ninguém chega a médico, a juiz, a advogado, a gestor, a investigador, etc, etc. sem se sentar nos bancos da escola. Uma carreira cada menos reconhecida, denegrida pelos governos e respetivo ministério, e os sindicatos nada dizem ou melhor nada “combatem” para que seja recuperada que a carreira de professor já teve em tempos idos, ou seja de respeito, como a mais-vali de uma sociedade que está “doente” a muitos níveis (não apenas com Sars-Cov-2).
    Dignifique-se e respeite-se a carreira docente.

    • prof3000 on 17 de Abril de 2021 at 20:35
    • Responder

    PAGUEM O QUE DEVEM !!!

    • prof3000 on 17 de Abril de 2021 at 20:37
    • Responder

    CALOTEIROS !!!

    • Glória Oliveira on 17 de Abril de 2021 at 21:48
    • Responder

    São escolhas. Muitos colegas vindos dos Açores abdicaram de momentos com a família, até mesmo últimas despedidas… Há que serem compensados.

      • atenta on 17 de Abril de 2021 at 22:20
      • Responder

      Cara colega Glória,

      A sua visão é demasiado simplista.
      “Escolha” é ir para as Ilhas como eu fui, para vincular o mais depressa possível. “Escolha” não é sermos todos pagos pelo mesmo MINISTÉRIO e estarmos em índices diferentes, com o mesmo tempo de serviço, porque afinal o patrão é o mesmo. Eu só estarei de acordo com a sua “não resposta” quando a tutela das Ilhas tiver autonomia económica, aí sim, os professores que lá estão nunca mais iriam sair do 1.º escalão.
      Por conseguinte, deixe-se de moralismos….

        • ginbras on 17 de Abril de 2021 at 23:11
        • Responder

        O patrão não é o mesmo , desculpe lá. A legislação muito menos é a mesma. Nem alguns grupos de recrutamento têm sequer o mesmo código, nem a progressão na carreira, nem a avaliação, nem os descontos de IRS, nem os preços dos bilhetes de avião..nem o clima! NEM AS SAUDADES são iguais!
        Não se pode misturar alhos com bugalhos, apesar de entender as angústias de quem se vê estagnado na carreira.

      • Rita Alves on 17 de Abril de 2021 at 23:37
      • Responder

      Cara colega Glória,

      A sua visão é demasiado simplista.
      “Escolha” é ir para as Ilhas como eu fui, para vincular o mais depressa possível. “Escolha” não é sermos todos pagos pelo mesmo MINISTÉRIO e estarmos em índices diferentes, com o mesmo tempo de serviço, porque afinal o patrão é o mesmo. Eu só estarei de acordo com a sua “não resposta” quando a tutela das Ilhas tiver autonomia económica, aí sim, os professores que lá estão nunca mais iriam sair do 1.º escalão.
      Por conseguinte, deixe-se de moralismos….

    • maria celeste pena on 17 de Abril de 2021 at 22:33
    • Responder

    Glória Oliveira: Não é esse o problema de “serem compensados”.
    É a pouca vergonha do governo, do ministério, dos sindicatos…
    Eu também fui para os açores e madeira, tenho 31 anos de serviço e estou no 4º escalão.
    Então eu também tenho que ser compensada!!!

    • mario silva on 17 de Abril de 2021 at 22:35
    • Responder

    Quando há 2 anos se ficou a saber que na educação existe ‘um país, 3 sistemas educativos’, já se sabia que isto ia acontecer. Quem pode, concorre para as ilhas, fica a ‘marinar’ uns tempos por lá e depois concorre outra vez para o continente, trazendo no bolso os 6 anos de serviço recuperados e o escalão correspondente que não foi sujeito nem a quotas nem a vagas.
    E a norma-travão também provoca estas ultrapassagens cá no continente…

    • Azeiteiro on 18 de Abril de 2021 at 7:32
    • Responder

    A diferença entre estar nos Açores e estar no continente a 400km de casa não é muita. De carro gasta-se mais do que de avião e em ermos de alojamento já se sabe como é (embora em certas ilhas também se aproveitem muito dos professores)…
    Conheço os sacrifícios que um professor faz tanto cá como lá e não concordo com a visão de missionário de quem está nas ilhas. Quem está nas ilhas é porque quer e por vezes mantém-se durante décadas mas é à espera da tal estratégia de efetivar e vir para cá dar aulas na escola que quer.

    Portanto, não falem como se estivessem a cumprir um desígnio para o qual foram eleitos. Estão e ficam lá por interesse próprio.

    • Pintelho on 18 de Abril de 2021 at 18:02
    • Responder

    Azeiteirola do caralho!….tens toda a razão.

    Aqueles que foram para os Açores foi para tratarem da VIDINHA…..depois vinham para o continente como sitôres e sitôras efetivos a trabalhar na zona que queriam.

    gande Azeiteiro……tens uma boa visão da coisa….parabéns!

    • Maria on 18 de Abril de 2021 at 21:27
    • Responder

    Está tudo mal. O país é o mesmo ou não? Eu também fui para os Açores em 89, fui para uma ilha dita de 2º, fui porque quis trabalhar, aventurei-me , nessa altura os colegas que tinham estado numa ilha dita de 1ª recebiam um subsídio, quem ia daqui não recebia nada e olhem que eu fui bem do interior e de um sítio bem longínquo. A carreira é a mesma, o país o mesmo, logo devia de ser tudo igual, ao nível de escalões, acesso à carreira, concursos, tudo.

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