Surpreende-me que o tema da aposentação apareça, agora, como uma prioridade de todos os sindicatos!!!

Aquando da revogação do regime especial de aposentação, a sua oposição não se fez sentir. Viviam-se tempos conturbados na educação, tal como hoje, e a este tema não foi dada a prioridade necessária. Só agora, quando as consequências se começam a notar em toda a classe, vêm com a bandeira desfraldada na defesa de um regime especial.
Num momento em que o país passa por momentos de incerteza, no que diz respeito ao poder politico, pode-se ganhar ou simplesmente ser usado. Exemplo disso foram umas reuniões que aconteceram em meados deste ano. Todos os partidos com assento parlamentar, nessa altura, se mostraram “sensibilizados” com uma proposta que lhes foi dada a conhecer. Como disse noutro post, “de boas intenções está o inferno cheio”. Na altura convinha a todas as forças politicas afirmarem que estariam “de acordo” com tal proposta. Até foi realizada uma petição…
Depois disso e do dia 4 de outubro têm vindo a lume mais propostas e mais petições. Até parece que os sindicatos se encontram numa ação organizada de forma a exigirem soluções sobre o mesmo tema.
As propostas defendem, todas, uma redução significativa da idade da reforma e do tempo de serviço necessário para a alcançar. Umas mais completas e elaboradas que outras, mas todas vão de encontro a essa ideia. Há, até, quem se tenha lembrado de compensar os docentes que exercem em monodocência… outros nem por isso.
Seja qual for a solução que se encontre, no consenso, com o governo que aí vem, de certeza, será melhor do que a que temos atualmente. Se por acaso se conseguir alguma alteração!… É que não tenho ouvido, da parte de nenhuma força politica, uma palavra sobre o tema. Nos programas eleitorais, aqueles que nunca se cumprem, também não li nada sobre este tema. Parece que só os docentes, há muito, e agora, os sindicatos, querem discutir o problema. A ver vamos… se entre lutas de poder, desta vez, ganham os professores… Todos sabemos que um regime especial de aposentação beneficiaria “velhos” e “novos”…
Já agora, aproveito para lembrar os sindicatos de professores, que caso esta luta chegue a um porto “seguro”, a próxima bandeira a desfraldar passará pela reformulação da carreira. A carreira docente, neste momento, está totalmente desatualizada e desajustada ao corpo docente. E por pensar isso, pergunto: como será possível um docente chegar ao topo da carreira se só “consegue” integrar essa carreira pelos 40 anos de idade? como acontecerá isso, se os congelamentos sucessivos se eternizaram? Ou estarão os sindicatos à espera que se legisle sobre a tabela única de vencimentos para a função pública para depois virem chorar sobre o leite derramado?…
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De facto ando intrigado… ainda ninguém falou em substituir os exames por outro tipo de prova, de forma a aferir aprendizagens dos alunos do 1º ciclo… desengane-se quem, por acaso, julga que se vai ver livre da correção de exames ou um outro tipo de provas, até, porque o ME vive de números… Mas que sexta feira os exames de Crato sejam extintos de vez… e depois discute-se o que virá a seguir.

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Fica aqui o CV…
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Alexandra Ludomila Ribeiro Fernandes Leitão
Fica aqui o CV…
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Ministro da Educação – Tiago Brandão Rodrigues
Secretária de Estado Adjunta e da Educação – Alexandra Leitão
Secretário de Estado da Educação – João Costa
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Como se fosse uma novidade…
O total da despesa pública em educação em Portugal aumentou 14 por cento entre 2008 e 2010 para voltar a cair 14% entre 2010 e 2012″, lê-se no relatório “Education at a Glance”, que contém dados dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) e de parceiros.
(clicar na imagem) in Sol

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No seguimento de um outro Post surge agora este… As medidas do ex da educação vão para a frente já depois do divorcio…
5,3 milhões para universidades comprarem bicicletas… e no ensino básico e secundário, será que também vai haver direito a Bikes?
As prioridades deste ministério andam um bocadinho trocadas…
(clicar na imagem) in JN by Salomé Filipe

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(clicar na imagem)
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Há quem queira ir mais além… e eliminar todos os exames no Ensino Básico…

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Gostei, especialmente, da proposta para a redução do tempo letivo no 1º ciclo… mas mesmo assim estes docentes ficariam em desvantagem em relação ao horário letivo dos restantes ciclos… não se entende muito bem esta diferenciação. Será para fazer o favor a alguém?
Mas que venham mais propostas, está na hora dos sindicatos, todos, reivindicarem melhores condições para a educação em Portugal…

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Parece que está na ordem do dia… pode ser que ainda cheguemos a algum “lado”…

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…continua-se a “bater” no “outro”!!!
Critica-se o passado, mas onde estão as novas ideias?
Pela frente que ministro teremos? Ninguém sabe. Mas o exemplo da educação na legislatura de Crato servirá por muitos anos de exemplo, de mau exemplo…
Na educação, tivemos um ministro que declarou que queria rebentar com o seu Ministério. Possivelmente com esse objectivo, reduziu o seu orçamento em cerca de 1700 milhões de Euros, sendo um dos ministérios em que se foi claramente para além da tróica. Claro que se pode argumentar que parte da redução da despesa era necessária, mas, ao contrário do prometido à tróica, não se reduziram as transferências para o ensino privado. Aliás, não só não cortou nas verbas transferidas, como alargou o seu âmbito: qualquer colégio privado passou a poder concorrer a financiamento público, deixando de ser requisito legal a não existência de escola pública por perto. Com isto, empurrou-se toda a classe média-alta para o ensino privado. O objectivo é transparente: entregar o ensino público às escolas católicas, em especial fora de Lisboa e Porto, onde o ensino privado laico escasseia.
Luis Aguiar Conrria in Observador
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Há “contas” que eu não entendo, mas… os “Salários voltam a cair.”..
Numa análise por subsector, a DGAEP adianta que o ligeiro incremento do número de trabalhadores do Estado é “resultado do aumento de emprego na administração central [0,9%], em particular no Ministério da Educação e Ciência”, embora também se verifiquem aumentos nas regiões dos Açores e da Madeira.
in Publico by Raquel Martins (clicar na imagem)

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As equipas multidisciplinares são já uma presença na maioria dos agrupamentos de escolas no país. A Ordem dos enfermeiros surge, agora, com mais uma proposta para integrar essas equipas. Um enfermeiro em cada escola. Uma boa ideia… algo que já acontece pela Europa, mas por cá ainda é uma proposta!
O presidente do Conselho Nacional de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros defendeu hoje a necessidade de promover a saúde escolar e de colocar um profissional a tempo inteiro nos estabelecimentos de ensino.
(clicar na imagem, in Sol)

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No passado sábado (dia 7 de novembro), tomaram posse os novos órgãos sociais da ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados, que passam a ter a seguinte composição:
DIREÇÃO
Presidente : João Manuel Bexiga de Almeida
Vice-Presidente : Pedro Manuel Gomes Vieira
Tesoureira : Maria Inês da Silva Pequeno Garcia
Secretário : Fernando António Rodrigues Rocha
Vogal : Luís David Perdigão Ferreira
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente : César Israel Mendes de Sousa Paulo
1.º secretário : Rui Alexandre Moreira Areal Silva
2.º Secretário : Francelina Clara Pires Amaro
Suplente : António Pedro Pagês das Neves
CONSELHO FISCAL
Presidente : Vítor Amadeu Veloso da Silva
Secretário : Duarte Augusto Lopes Ferreira
Secretário : Hernâni Marques Baptista
Bom trabalho…
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Será desta?…
A conferência de líderes parlamentares agendou hoje para o dia 27 de novembro os projetos de lei do BE para o fim dos exames no primeiro ciclo e para revogar a prova de avaliação dos professores.
Não se entende bem em que dia será, mas que venha…
(clicar na imagem)

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E lá vão voar mais 5€ por ano… há que pagar para trabalhar.
Onde está a organização do “Estado”? Onde está a base de dados dos funcionários públicos?
No caso dos professores ainda se começou com a E-Bios, mas foi projeto mal acabado e que só tem como fim os concursos, nada mais…
As alterações ao Código Penal implementadas em agosto pelo anterior Governo, para controlo das atividades que envolvam contacto regular com menores, passaram a obrigar todos os docentes a apresentar anualmente o certificado de registo criminal.
Lei nº103/2015
2 – Após o recrutamento a entidade empregadora ou responsável pelas atividades está obrigada a pedir anualmente a quem exerce a profissão ou as atividades a que se refere o número anterior certificado de registo criminal e a ponderar a informação constante do mesmo na aferição da idoneidade para o exercício das funções.
In Correio da Manhã, By Bernardo Esteves (clicar na imagem)

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A incógnita continua…
As editoras andam a tentar despachar o stock de livros de preparação para os exames do 1º ciclo.

Chegam às escolas caixas e caixas de manuais de treino para os exames, na expectativa de que os professores os consigam “despachar”. Mas neste momento as “coisas” parecem que estão a pender para que, já este ano, os exames sejam extintos, pelo menos no 1º ciclo. As declarações sucedem-se nesse sentido, se, é claro, chegarem a “mandar nisto tudo”. A semana passada essas declarações foram:
“o culto das provas do 1.º ciclo” constituiu um “anacronismo histórico” e um exemplo de medidas com efeitos “prejudiciais no processo de desenvolvimento pedagógico” dos alunos. Por isso, pôr-lhes um fim é uma questão urgente. “Temos urgência na proposta, porque é importante e gera concordância. É uma das propostas que é consensual e não causará à partida nenhum problema [entre os partidos da esquerda]”.
“…a deputada admite não poder adiantar para já uma data concreta para que o tema do 1.º ciclo entre na agenda. Mas lembra que “as matérias educativas vão naturalmente estar em cima da mesa” desde o início, até porque “os últimos quatro anos deixaram a escola pública muito mais condicionada”.
Há também a “promessa” eleitoral de que os exames acabariam caso assumissem o poder, o que parece estar quase…
“Reavaliar a realização de exames nos primeiros anos de escolaridade, prática sistematicamente criticada pelas organizações internacionais com trabalho relevante na área da educação, aprofundando a sua articulação com a avaliação interna.”
E na proposta governativa de que se teve conhecimento, aparece exatamente o mesmo…
O que ainda ninguém referiu, concretamente, é o que vai surgir entretanto em substituição…
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… luta-se até ao fim.

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Cada um que tire as suas próprias conclusões… mas as disparidades estão lá bem patentes…
(clicar na imagem)

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Isto de ser professor tem a vertente de se pagar para trabalhar…

Vai um professor numa visita de estudo com os seus alunos. Descansado, porque tudo foi pensado ao pormenor . O lanche vai nas mochilas, o caderno de apontamentos na mão de cada criança, os bilhetes de ingresso no local a visitar, pagos previamente, declaração de idoneidade na carteira… O motorista do autocarro da autarquia muito solicito e simpático leva-os em segurança com uma condução irrepreensível. Tudo corre bem…
A surpresa chega quando no final da viagem, o docente é confrontado com o pagamento das portagens do percurso!!!
Mediante a recusa, por parte do docente, do referido pagamento, a autarquia envia a “conta” ao agrupamento. O agrupamento, por sua vez, apresenta a tal “conta” novamente ao docente. “Tens que pagar. Hoje é o ultimo dia. Se não pagares, depois vem com multa…”
Mas anda um professor a pagar as portagens dos autocarros da autarquia? Será que a Municipalização da Educação não prevê esse tipo de despesas? Ou vão ser os Encarregados de Educação a ter que fazer uma “vaquinha” para os filhos terem direito a visitas de estudo?
Qualquer dia vem a “conta” do Gasóleo…
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Sim,… porque nestas coisa de tribunais, eu só acredito quando o ato está definitivamente consumado…
Bloquistas entregam primeira iniciativa desta legislatura para a Educação, que passa por retirar da lei a prova obrigatória para os contratados com menos de cinco anos de serviço.
… e mesmo assim fico à espera…
(clicar na imagem para ler noticia na íntegra, in Económico, by Ana Petronilho)

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… seja lá quem for!…
Entramos na era “pós-Crato”. O ministro responsável pelas opções educacionais nos últimos quatro anos foi substituído e tomou já posse a nova ministra da Educação ainda que não saibamos, dada a complexa conjuntura política que vivemos, porquanto tempo exercerá ela o cargo.
Estas mudanças são sempre portadoras de uma expectativa esperançosa. A actual ministra (ou quem lhe vier a suceder) que educação encontrará e qual será o alcance da sua intervenção?

Opinião de David Rodrigues in Publico
(Clicar na imagem)
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Ainda quero saber quem vai pagar o tal Manual… mais uma despesa para os pais?
Isto de projetos-piloto, sabemos muito bem para onde vão. No próximo ano letivo, no máximo daqui a dois anos, está generalizado. Os professores do 1º ciclo ainda vão ficar peritos em contabilidade e economia. Será que o ISCTE vai disponibilizar formação aos docentes ou vamos ser atirados aos lobos outra vez?
O plano nacional de formação financeira vai dar mais um passo na promoção da literacia financeira para crianças, com o lançamento de um caderno escolar dirigido aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico. O manual está pronto e vai chegar este ano lectivo a cerca de 50 escolas que vão fazer parte de um projecto-piloto para avaliar a aplicação do manual na sala de aula.
(Clicar na imagem para ler noticia no Público by Pedro Crisóstomo)

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… aqueles profissionais que têm como trabalho “brincar” com as criancinhas!!!
A educação é, sem dúvida um dos mais motivadores espaços de intervenção social e cultural. Segundo Nóvoa, quando se pensa no “Universo da Educação”, a creche e o jardim-de-infância surgem como um dos primeiros contextos mais importantes de transformação social, pois, embora não se aceite uma transformação radical da sociedade através das mesmas, pode – se admiti-la como um dos instrumentos da transformação social e pessoal do indivíduo pelas relações que se estabelecem e intervenções que se praticam (Nóvoa, 1991, pág. 63).

Os educadores são os principais atores da prática pedagógica, daí a importância que se conheçam estes profissionais: saber como pensam, agem, atuam e se diferenciam. Cabe ao Estado e a toda a sociedade civil, (todos e cada um de nós) a responsabilidade na procura de soluções para a criação de oportunidades de qualidade e sucesso para todos. Desafiamos todos a conhecerem-nos melhor porque a educação de infância não é apenas um bem social e educativo. É também um bem cultural. Porque a cultura pressupõe aprender ao longo da vida, requer curiosidade intelectual e capacidade de resolução de problemas, exige a radicalidade de uma postura ética. Cultura quer também dizer e reconhecer a existência de sociedades plurifacetadas, multiculturais, onde se afirma a diferença mas se garante a igualdade de oportunidades.
Mas será mesmo essa a realidade da sociedade portuguesa?
Segundo o Despacho nº 11120-A/2010 de 6 de Julho, os tempos dedicados à avaliação no pré-escolar são obrigatoriamente coincidentes com os períodos de avaliação estipulados para os outros níveis de ensino, por forma a permitir a articulação entre os educadores de infância e os docentes do 1.º ciclo do ensino básico, e tendo como objetivo a passagem de informação integrada sobre as aprendizagens e os progressos realizados por cada criança, a sequencialidade e a continuidade educativas, promotoras da articulação curricular. Esse mesmo despacho refere ainda que no final de cada período dever-se-á assegurar: a) a avaliação do Plano Anual de Atividades – em articulação com os outros níveis de ensino, privilegiando o 1ºciclo do ensino básico; b) a avaliação do Projeto Curricular de Grupo; c) a avaliação do PEI; d) a avaliação das aprendizagens das crianças; e) a avaliação das atividades desenvolvidas na Componente de Apoio à Família; f) a informação descritiva aos encarregados de educação sobre as aprendizagens e os progressos de cada criança. E ainda, no período de encerramento do ano letivo, além das alíneas anteriores dever-se-á assegurar também: a) a articulação com o 1º CEB dos Processos Individuais das Crianças que transitam para este nível de ensino; b) a elaboração do relatório circunstanciado definido no artigo n.º 13 do DL n.º 3/2008 c) a preparação do ano letivo seguinte.
E os educadores de infância continuam a questionar como é que um mesmo Governo pode considerar que a avaliação em educação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, em cada nível de educação e ensino implicando princípios e procedimentos adequados às suas especificidades e, por outro lado, define um calendário escolar na educação pré-escolar desigual ao calendário escolar do ensino básico?
Como é que os educadores de infância podem desenvolver atividades de avaliação e participar nas reuniões que os agrupamentos desenvolvem com os restantes professores quando os despachos normativos têm vindo a impedir, de há vários anos a esta parte, que as interrupções letivas possam efetivamente servir como momentos de avaliação e de encontro entre os docentes de diferentes níveis de ensino, momentos esses considerados indispensáveis a práticas pedagógicas de qualidade e previstos em todos os normativos legais.
De facto, são vários os Despachos Normativos em vigor desde há pelo menos treze anos a esta parte que têm criado situações de desigualdade entre docentes (e alunos) do mesmo Agrupamento, desvalorizando e desrespeitando os educadores no seu desempenho profissional. Apesar de todos os normativos legais emanados pelo Governo no sentido de afirmar a educação pré-escolar como a primeira etapa da educação básica, evidencia-se aqui uma desigualdade que não se compreende, numa aparente desvalorização do Governo relativamente à componente pedagógica e à componente de animação socioeducativa que, apesar de complementares, têm finalidades diversas, devendo ser desempenhadas por técnicos específicos em cada uma delas.
Será esta a realidade da sociedade portuguesa, a sua potencialidade?
Como é que desta forma podemos continuar a considerar que a qualidade da educação de infância, um dos primeiros contextos mais importantes de transformação social num país, pode ser caminho para uma sociedade mais humana e mais justa?
Com a colaboração da Educadora Carla Lima
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Muitos colegas viram as suas esperanças crescerem sobre um regime de aposentação especial nos últimos tempos.
Isso deve-se a noticias “espalhadas” pelos jornais e pelas redes sociais. Dão conta de uma petição que recomenda o seguinte:
- Pré-aposentação aos 55 anos de idade ou 32 anos de serviço.
- Aposentação por inteiro aos 36 anos de serviço, independentemente da idade.
Esta iniciativa é de louvar. O sindicato que a protagonizou está a fazer o seu trabalho na defesa dos docentes. Mas uma coisa são as “petições” e as intenções de uma organização sindical, outra é a realidade em que vivemos.
O que veio lançar a confusão foi uma noticia, baseada num comunicado, que referia o seguinte:
Os Partidos com representação na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência manifestaram a sua tendencial concordância com os princípios e o conjunto de motivos elencado pelo XXXX, em sede da Audição realizada hoje, dia 9 de junho, na Assembleia da República, no âmbito da Petição nº 521/XII/4ª, que fundamentaram as razões primordiais pelas quais os peticionários apresentaram a reivindicação de um regime especial de aposentação para a classe docente ao Parlamento.
Tenho que referir o seguinte, que vai ser um banho de água fria para muitos colegas. Uma coisa é o que os senhores deputados dizem, outra é aquilo que eles fazem. Em junho estávamos em período pré-eleitoral, declarações como esta interessavam a qualquer partido. Além do mais, aquele “tendencial”, diz muita coisa…
Não li, não ouvi nenhum dos partidos referir esta situação durante a campanha eleitoral. Não li em nenhum programa eleitoral, fosse o que fosse, sobre isto! Por tudo isto resta esperar, com muita, mas mesmo muita, pouca esperança que isto se venha a tornar realidade.
“De boas intenções, está o inferno cheio”…
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Muitos rapazes “evitam domínios para os quais se sentem efectivamente motivados e para os quais possuem competências apenas pelo facto de ‘serem coisas de mulheres’”. A actual situação que se vive no pré-escolar contribui para perpetuar estereótipos de género, dizem investigadoras.
“Dizemos que estamos perante um caso de serial carers: as mulheres é que cuidam dos filhos, dos companheiros, dos pais, dos sogros, dos avós…”
Clicar para ler na integra in Publico, by Graça Barbosa Ribeiro

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Os novos programas e as metas nada têm a ver com isto… o que eu não entendo são as desistências. Como é que crianças até aos 12 ou 14 anos desistem? Há instituições a falhar em grande…
Entre 2011 e 2014, a retenção e desistência no 1.º e 2.º ciclos do ensino básico subiram mais de 50%. As associações de Português e Matemática culpam a cultura de “competição” criada pela introdução de provas e metas por Nuno Crato. Maria de Lurdes Rodrigues, ministra da Educação de 2005 a 2009, acusa os atuais sucessores de terem deitado “por água abaixo” os progressos atingidos. O Ministério destaca a quebra dos chumbos nos anos terminais de ciclo e diz querer que os alunos “passem sabendo”.
(Clicar na imagem para ler noticia in DN)

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Parece-me que a estratégia de formação continua está a querer enveredar por uma vertente mais lúdica e cultural…
Depois de termos noticiado a apresentação pública do Portal das Experiências Culturais na edição de julho do nosso boletim digital, a qual decorreu no passado dia 25 de junho de 2015, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, convidamos-vos, nesta edição, a conhecer o Portal, que se encontra disponível para os agrupamentos de escolas (AE), escolas não agrupadas e instituições culturais, desde o dia 25 de setembro de 2015.
O Portal das Experiências Culturais surge no contexto da Estratégia Nacional para a Educação e Cultura (ENEC). “A ENEC é um Programa do Governo Português, concebido e desenvolvido em articulação entre o Ministério da Educação e Ciência e o Secretário de Estado da Cultura, que pretende implementar um plano de ação a longo prazo, nas áreas da educação, das artes e da cultura.”*
Ao dedicarmos esta edição ao «Portal das Experiências Culturais», quisemos sublinhar, uma vez mais, a importância da articulação entre os universos da Educação e Cultura e de uma presença reforçada “das atividades artísticas e culturais em todos os níveis de escolaridade do sistema educativo, desde a educação pré-escolar até ao final do ensino secundário.
…com formações sobre Dança, Expressão Plástica e Expressão Dramática…
Então surge o Portal de Experiências Culturais. Deixo aqui o link (na imagem) para quem quiser…

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Uma iniciativa de louvar, para pais e professores trabalharem com as suas crianças… Iniciativa do Conselho da Europa, no âmbito da Convenção de Lanzarote.
Cerca de uma em cada cinco crianças é vítima de violência ou abuso sexual.
Ajude a impedir que a sua criança seja uma vítima. Ensine-lhe a Regra “Aqui ninguém toca”.
(clicar na imagem para aceder)

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Os danos colaterais de se enveredar pela profissão de docente… são as suas famílias…
Mas quem olha pelas famílias dos professores quando estes estão deslocados? Quem olha pelos professores quando estes se encontram a centenas de quilómetros de casa? O estado? Não, ninguém o faz, ninguém quer saber. Minha Mãe diz, que herdei a vida de meu pai, sempre fora de casa, eu digo que fui iludido pelo destino e não previ, na minha inocência, o futuro. Mas eu não sou de “Fafe”!… Como podia eu fazê-lo?…
Dos filhos já eu falei, mas também existem os cônjuges e os pais. Qual o apoio que um professor deslocado ano após ano pode dar a uma família? É-se marido ou esposa, de fim de semana, filho de mês a mês. Perde-se a infância dos filhos, não se dá apoio aos pais. Como pode um professor exercer a profissão, na sua plenitude, sem ter a mente sossegada em relação aos seus? Se ter saudade daqueles que a natureza lhe impôs e que escolheu para seu lado “é uma constante da vida”? Além disso, temos um inverno frio no Norte, e ninguém que nos aqueça e aconchegue durante a noite. Ninguém com quem nos sentar à mesa. Ninguém que nos acalme os receios, que nos dê força para o dia seguinte…
Não se tem a vida com que se sonhou. Esta não é uma profissão de sonho… Muitos pensam em desistir, deixar toda uma vida profissional para trás, e…
Vivemos num país que não é para professores! Vivemos num país em que, os pais não aconselham os filhos a ser professores! Um país em que os cônjuges dos professores são heróis. Suportam aquilo que qualquer casal suporta, mas sozinhos, sem o apoio físico de um companheiro ou companheira, que sai de casa em busca de um futuro melhor, esse futuro que tarda em vir… Por vezes penso que nunca virá. Mas tenta-se, continua-se, na esperança de um dia poder abraçar os filhos ao deitar e de passar a noite, aconchegado…
E há tantos por esse país fora a querer “voltar para os braços de minha mãe”…
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Finalmente alguém se disponibilizou a atualizar o estado da Mobilidade Estatutária… mais vale tarde que nunca… os pareceres já não estão a aguardar.
O único senão é que não explicita que parecer teve, se positivo ou negativo… está concluído!!!
Entidade preponente

Docentes

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Eu gostei mesmo desta atividade a desenvolver, “Organização de aulas de degustação”, entre outras ” criação e manutenção de atividades de jardinagem, organização de visitas a explorações agrícolas e atividades similares destinadas a sensibilizar as crianças para a agricultura”.
Mas nem é por aí… até podiam implementar um “Carving studio” em cada escola…
O que causa algum espanto, é que o programa de distribuição de fruta e produtos hortofrutícolas a alunos do 1.º ciclo dos estabelecimentos de ensino públicos, não contempla todos os alunos do 1º ciclo. “Uns são filhos, outros enteados…” É só mais um exemplo de como em pequenas coisas se pode descriminar a população escolar. A não ser que, este programa contemple a fruta do almoço e os produtos hortícolas que vêm triturados na sopa do refeitório… mas não me parece… esses são “pagos”!!
Será que este programa é facultativo?
Esta é uma medida de louvar, mas só se for levada muito a sério e levada até todos…
Fica aqui a Portaria n.º 375/2015 de 20 de outubro que institui o regime de fruta escolar (RFE), estabelecendo as regras nacionais complementares do regime de ajuda para a distribuição de frutas e produtos hortícolas, frutas e produtos hortícolas transformados, bananas e produtos derivados às crianças nos estabelecimentos de ensino.
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Parece que a PACC vai deixar saudades a alguns…
David Justino é dos que pensa assim…
Era bom que quando suspendessem tivessem uma alternativa. Foi essa alternativa que também não consegui ver. Suspender é fácil. Se suspende e não há uma alternativa, eu sinceramente não suspenderia. À falta de melhor é o que é. Há aspetos legais, há aspetos, pelos vistos, até constitucionais, que foi uma coisa que me surpreendeu bastante.
Muitos serão os que pensam como ele… mas, sem querer dar ideias a ninguém, que tal pensarem em selecionar professores à entrada e à saída do ensino superior. Talvez fosse mais justo. Não é depois de se começar a trabalhar que se vai ser sujeito a uma prova para ver se é bom ou não a fazer algo.
Já agora, onde andam os defensores da Ordem de Professores?
(clicar na imagem para ler mais declarações in TVI24)

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Ficam aqui alguns destaques do relatório e o próprio relatório para que ainda tiver a paciência necessária…
• Redução do número total de estabelecimentos do ensino público para cerca de metade (12 312 para 6 575) entre 2005 e 2014. No mesmo período, o ensino privado registou um aumento de 9,4%, com mais 239 estabelecimentos.
• Em 2014, mais de metade (51,7%) dos estabelecimentos públicos de educação e ensino do MEC agregavam mais do que um ciclo de ensino e a maioria tinha menos de 100 alunos.
• Decréscimo de 92% dos estabelecimentos públicos do MEC, do 1º CEB (tipologia EB1), com menos de 21 alunos entre 2005 e 2014. Em 2014 existiam 241 escolas com menos de 21 alunos, a maioria na zona Centro.
• Extinção de 3 755 escolas públicas que ministram o 1º CEB entre 2005 e 2014.
• Redução do número de escolas não agrupadas (menos 81% dos estabelecimentos), de agrupamentos horizontais (residuais em 2014) e de agrupamentos verticais (menos 41%) entre 2005 e 2014.
• Entre 2013 e 2014, as Unidades orgânicas (UO) com 35 ou mais estabelecimentos deixaram de existir e houve uma redução das que tinham dez ou mais. Simultaneamente, aumentaram as UO com cinco a nove estabelecimentos e com dois a quatro estabelecimentos.
• Das 6 201 escolas existentes em 2014, 15% tinham até 19 alunos, 42% integravam 20 a 99 alunos, 31% agregavam 100 a 499 alunos e 12% albergavam 500 a 2000 ou mais alunos.
• A Área Metropolitana de Lisboa é a que apresenta o maior número de estabelecimentos privados, seguida das regiões Norte e Centro. As regiões autónomas são as que têm menos estabelecimentos privados: 76 nos Açores e 69 na Madeira.
• A maior parte da oferta de ensino privado destina-se à educação pré-escolar e ao ensino básico. A oferta mais reduzida é no ensino secundário.
• A rede de ensino superior está distribuída por 40 instituições de ensino superior público e 91 instituições de ensino superior privado, encontrando-se 66,4% destes estabelecimentos nas regiões Norte e Área Metropolitana de Lisboa.
• No Espaço Europeu de Ensino Superior, dos 48 países, a maioria tem até 100 instituições de ensino superior (públicas e privadas). Portugal, com 124, encontra-se no grupo dos sete países com 101 a 200 instituições de ensino superior.
• Crescimento da oferta de cursos de especialização tecnológica, relativamente aos dois últimos anos, maioritariamente nas áreas das Ciências Empresariais, Informática e Engenharia e Técnicas Afins.
• 478 cursos técnicos superiores profissionais registados com autorização de funcionamento, sendo a maior percentagem (76,6%) proveniente do setor público e das áreas de Ciências Empresariais, Engenharia e Técnicas Afins e de Informática.
• 184 ciclos de estudo propostos por instituições de ensino superior (52% para atribuição do grau de mestre e 34% para o grau de licenciado) não obtiveram acreditação pela A3ES, entre 2012 e 2014.
• Excessiva dispersão de cursos e das suas designações. Do total de 707 denominações diferentes de cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, 519 são oferecidos apenas por uma instituição.
• A área de Tecnologias é a que apresenta maior oferta de cursos de formação inicial (353), no conjunto das instituições públicas e privadas, enquanto Agricultura e Recursos Naturais é a que apresenta menor oferta (48 cursos).
Muito ainda há por fazer… os 5 desafios…
- Fazer baixar as taxas de retenção e desistência escolar
- Responder aos efeitos da queda da natalidade
- O rejuvenescimento da classe docente
- A definição de currículos em contexto de mudança social e cultural
- Ajustar as qualificações à estratégia de desenvolvimento do país
(clicar na imagem para ler relatório)

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De acordo com a notícia divulgada no seu site, a Fenprof e em vários meios de comunicação “Acórdão do Tribunal Constitucional que declara a inconstitucionalidade da PACC.”
Não sendo eu profeta da desgraça… Vendo para crer…
A FENPROF irá realizar uma conferência de imprensa, hoje, dia 16 de outubro, às 15h00, na sede do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), em Coimbra (Praça da República) às 15h00, com a presença do Secretário-Geral da FENPROF, Mário Nogueira.
in DN

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Como escreveu o Arlindo aqui…
O despacho de organização do ano lectivo define como: “Hora“— o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino; Os docentes do grupo 120 deverão ter horários de 22 horas ou 1100 minutos, visto não serem docentes em regime de monodocência.
Assim, sendo um docente do grupo 120 deverá trabalhar na componente lectiva o correspondente a 1100 minutos que pela forma de organização do tempo no 1º ciclo dará 18 horas se trabalho semanal mais 20 minutos sobrantes.
Mas as duvidas continuam… muitos docentes estão a lecionar períodos de 60 minutos, enquanto outros estão a lecionar os 50 minutos.
Como está a ser na tua escola?
Põe-se outra questão… nos casos dos docentes que estão a lecionar os 50 minutos, como ficam os horários dos docentes do 110? Lecionam 10 minutos a mais ou são-lhe descontados em algum intervalo?
Deixem os vossos testemunhos nos comentários.
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Na World Wide Web o 1º ciclo anda ativo. São muitos os sites, blogs e páginas nas redes sociais sobre o 1º ciclo. Nesses “sítios” vê-se e partilha-se de tudo, opiniões, materiais, experiências… Esta atitude não é somente dos docentes do 1º ciclo, mas de muitos mais grupos de docência.
Esta partilha demonstra o que de melhor os docentes podem ser para com os seus pares.
Ficam aqui alguns como amostra, espero que sejam úteis…
http://brunofernandesfichas.com/-recursos/outros-repositorios/683-eb1-recovelas.html
http://escolas.madeira-edu.pt/eb1peismartinho/Aescola/CentrodeRecursos/tabid/5495/Default.aspx
http://www.recursoseb1.com/portal4/
https://associacaopaisbxb.wordpress.com/category/fichas-1%C2%BA-ciclo/
http://materiais1ciclo.blogspot.pt/2012/08/20-fichas-de-matematica-numeros-e.html
http://atividadesparaprofessores.com.br/20-atividades-para-alfabetizar/
http://ensina.rtp.pt/
http://www.reab.me/
http://www.atividadesmatematica.com/
http://educatic.info/docs/repositorio-de-recursos
http://www.clickprofessor.pt/recursos/
http://material1ciclo.blogspot.pt/
https://www.portaldasescolas.pt/portal/server.pt/community/00_recursoseducativos/259
http://abelhas.pt/nelmini/Documentos
http://atividadesparaprofessores.com.br/26-fichas-matematicas-de-1o-ao-3o-ano/
http://soatividades.com/
https://www.facebook.com/groups/centroderecursos1ciclo/?fref=ts
http://www.ribatejo.com/hp/passatempos/mostra_actividade.asp?cod_passa=455
https://www.facebook.com/groups/escolaberta/
http://www.dge.mec.pt/
http://criancasealunoscomnee.blogspot.pt/2013/04/montes-de-exercicios-gratis-para.html
http://www.amorensina.com/
http://r21.ccems.pt/In%C3%ADcio/tabid/55/language/pt-PT/Default.aspx
http://coisasquegostodepartilhar.blogspot.pt/2015/09/calendarios-do-mes-de-outubro-2015.html
http://cativarmosnaescola.blogspot.pt/
https://www.facebook.com/groups/cativarnaescolaenavida/
http://www.ensinobasico.com/
http://fichasprimeirociclo.no.sapo.pt/
http://fichas.webnode.com.pt/
http://gavetadefichas.blogspot.pt/
http://escoladacorujeira.weebly.com/recursos.html
http://www.quadroegiz.com/p_4.htm
http://decalhetaforma.wix.com/recursoseducativos
http://bibliotecadaduminha.blogspot.pt/p/metas-curriculares-obras-e-textos.html
http://www.inovar.pt/portal/component/option,com_weblinks/catid,21/Itemid,82/lang,pt/
https://pt.scribd.com/collections/2453289/Ensino-Basico-1%C2%BA-Ciclo
https://educacaosexualidade.wordpress.com/fichas-de-trabalho-e-outros-materiais-de-apoio/
http://www.geracaodepositrao.abae.pt/index.php?p=docs&y=2014
http://mbs-recursos1ciclo.blogspot.pt/
http://gostodesaber.com/fichas-de-exercicios-1o-ano-ensino-basico/
http://www.portalmath.pt/
http://partilha1ceb.no.sapo.pt/lportug.htm
https://oduilio.wordpress.com/
https://www.facebook.com/groups/358617477487205/?ref=ts&fref=ts
https://www.facebook.com/groups/393571690681171/?ref=ts&fref=ts
https://www.facebook.com/quemsepreocupacomosprofessoresd1ciclo?ref=ts&fref=ts
https://www.facebook.com/ProfessoresDe1oCiclo?ref=ts&fref=ts
https://www.facebook.com/groups/1CicloGrupo110/?ref=ts&fref=ts
Espero que tenham paciência…
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