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Sistema Remuneratório da Administração Pública para 2023 (SRAP2023).

Sistema Remuneratório da Administração Pública para 2023 (SRAP2023) 

 

Na página 85 do documento.

E de certeza que para o ano vão incluir o Professor Estagiário neste tabela.

 

 

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Vai Ser a Implosão do IAVE

Depois das provas de aferição e finais de 9.º ano serem todas em formato eletrónico, eis que é anunciado que os exames nacionais de 12.º ano também serão feitas em formato eletrónico em algumas escolas piloto e em algumas disciplinas.

 

Exames nacionais digitais para 12.º ano avançam este ano em projeto-piloto

 

O presidente do IAVE garante que assumirá as responsabilidades caso alguma coisa não corra bem com o processo das provas nacionais em formato digital.

Em entrevista exclusiva à TSF, o presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Luís Pereira dos Santos, garantiu que o organismo está preparado para ter as provas em formato digital e adiantou que o projeto-piloto vai testar os exames nacionais do 12.º ano, neste formato, já este ano.

Luís Pereira c, licenciado em Ensino da Física e Mestre em Metodologia do Ensino das Ciências, na especialidade de Didática das Ciências, é presidente do IAVE desde 8 de fevereiro de 2019.

“Houve um piloto para as provas finais de ciclo do 9.º ano, que como todos os pilotos, mostrou-nos algumas fragilidades, e ainda bem que nos mostrou porque quando formos agora analisar, já sabemos também o que é que pode correr mal, e também o que é que correu bem. Já sabemos o que é que temos de afinar para, agora, em 2024, e de acordo com o cronograma, generalizarmos as provas de final de ciclo. Estamos ainda a analisar os dados com muito cuidado. Nós não queremos avançar e cumprir o cronograma de forma cega […]. Queremos avançar de uma forma muito segura. Neste momento, o que posso dizer é que estamos convictos que o cronograma vai ser cumprido, ou seja, vamos ter a generalização das provas finais do 9.º ano e, também, se tudo correr bem, que está a correr neste momento, não razões para que isso não aconteça, vamos ter um piloto muito restrito dos exames nacionais do ensino secundário. E este é um salto que, por muito que consideremos que todas as avaliações têm a sua importância, que têm, os exames nacionais têm um peso mais forte por causa do acesso ao ensino superior”, adianta Luís Pereira dos Santos.

Ainda assim, o presidente do IAVE reconhece que nem todas as provas podem ser, nesta altura, feitas neste formato, e algumas poderão até nunca vir a ser feitas no futuro em formato digital.

Luís Pereira dos Santos sublinha que “há exames que, por enquanto, não será possível fazê-los em suporte digital. E a Geometria Descritiva é um desses casos, porque o objeto de avaliação implica que os alunos desenhem com todos os instrumentos da geometria. O desenho é um objeto de avaliação. Faz parte dos critérios de avaliação […]. No entanto, já um aspeto positivo. Essa prova será digitalizada, e será feito o upload para o sistema, e o processo de classificação vai ser feito online, o que nos traz grandes vantagens”.

No entanto, o facto de as provas serem feitas em formato digital tem sido alvo de alguma polémica. No entanto, para o presidente do Instituto de Avaliação Educativa, as vantagens de os exames serem feitos neste suporte são várias.

“O digital permite termos itens interativos, permite que os alunos tenham à sua frente itens que são simulações de situações reais, podemos ter suportes de vídeo, suportes áudio, tudo à disposição do aluno para responderem às tarefas e aos itens que o IAVE propõe. Podemos fazer esta mudança, esta melhoria, na elaboração das provas. Mas é tudo feito de forma muito gradual”, reconhece Luís Pereira dos Santos que, revela ainda, que este suporte “garante uma maior equidade entre os alunos, porque o processo de classificação das provas, que é supervisionado pelo IAVE, tem, pela sua natureza, algumas fragilidades, porque são muitos professores a aplicarem critérios de classificação, e, por vezes, por muito específicos que sejam, há sempre uma componente muito subjetiva nessa aplicação de critérios, e, com o digital, essa subjetividade vai ser minorado, porque os professores não vão classificar provas inteiras, vão especializar-se em alguns itens da prova, e conseguem ser mais consistentes na aplicação dos critérios, e podemos ter técnicas muito interessantes no digital, que é termos segundas, terceiras classificações, ou seja, sem o sistema perceber, os mesmos itens serem distribuídos a vários classificadores”.

Luís Pereira dos Santos garante que tudo está preparado para que a operação das provas digitais vá para a frente nos vários níveis de ensino, nomeadamente nas conclusões dos vários ciclos. No entanto, o presidente do IAVE adianta que está preparado para assumir todas as responsabilidades, caso alguma coisa falhe.

“O presidente do IAVE tem de assumir sempre as suas responsabilidades. Não tenho a mínima dúvida, e nós nunca fugimos às nossas responsabilidades. Mais do que isto não posso dizer. Agora, há riscos em tudo o que fazemos. Eu costumo dizer aos meus colegas que fazem as provas: não queremos errar, mas não podemos ter medo de errar porque, senão, não evoluímos. Nós só evoluímos se errarmos e aprendermos com os nossos erros. Agora, temos que assumir as responsabilidades, isso sem dúvida nenhuma. E o presidente do IAVE assumirá essas responsabilidades”, remata Luís Pereira dos Santos.

 

 

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Quase um terço dos jovens desempregados tem no máximo o 9.º ano

Quase um terço dos jovens desempregados tem no máximo o 9.º ano

 

Estudo do Iscte mostra que perto de um terço dos jovens desempregados não concluiu o ensino obrigatório e 23,7% não voltaram a frequentar a escola ou acções de formação profissional.

Muitos jovens continuam a ficar à margem da recuperação do emprego e as baixas qualificações são um dos principais entraves à sua entrada no mercado de trabalho. Dos 99.319 jovens desempregados registados em 2022, quase um terço (29,6%) não tinha ido além do 9.º ano de escolaridade e perto de um quarto (23,7%) estava totalmente fora do sistema de ensino.

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Balanço dos Equipamentos Digitais ao Dia de Hoje

Ao dia de hoje tenho o seguinte balanço dos equipamentos digitais entregues aos alunos, mas em primeiro lugar importa verificar os prazos das garantias de todos os equipamentos que recebi na escola ao longo dos últimos dois anos e meio.

Apenas os equipamentos da fase 2 ainda tem computadores na garantia, mas muito em breve essa garantia termina e os da fase 1 e 1A já terminaram todas.

 

Num Agrupamento com cerca de 1.000 alunos com direito a um destes equipamentos (1.º ao 9.º ano), apenas 693 alunos têm o computador com o hotspot, mas mesmo neste números existem alguns equipamentos para manutenção ou que são recuperáveis dentro da garantia.

Acrescem mais 75 computadores sem condições de serem atribuídos, porque não funcionam e estão fora da garantia.

Mas só irei descobrir se os 693 computadores que a base de dados me diz que estão entregues funcionam, quando os alunos os trouxerem para a escola, porque desconfio que grande parte deles já não devem ligar.

Mas mesmo que os 75 estivessem todos operacionais ainda faltavam mas de 100 computadores para que todos os alunos tivessem o computador.

E alguém acha possível que se façam as provas de aferição e finais exclusivamente em formato eletrónico?

A não ser que o IAVE se lembre de retirar os computadores aos alunos dos anos em que não se realizam as provas eletrónicas que são os 1.º, 3.º, 4.º, 6º e 7.º anos.

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640 Horários em Concurso de 30/10 a 3/11 em Contratação de Escola

São 640 os horários em concurso em contratação de escola na semana de 28 de outubro a 3 de novembro.  São 640 horários numa semana de 4 dias, o que dá em média 160 horários por dia.

Só Lisboa tem quase metade dos horários em concurso.

 

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Ser ou Não Ser – Podcast com João Costa

“Há um descontentamento notável [dos professores] e houve um efeito de panela de pressão que rebentou, mas estamos a resolver os problemas”

 

 

No Governo desde 2015, o atual ministro da Educação assume o descontentamento dos professores, mas aponta a questão das desigualdades sociais nas escolas como o principal problema que tem em mãos. Num universo de um milhão e 300 mil alunos, 450 mil beneficiam de Ação Social Escolar. “É um número significativo”, afirma João Costa. Oiça aqui o episódio do novo podcast do Expresso, Ser ou não ser

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Acho que o IAVE não tem Noção que Não Há Computadores nas Escolas e os Dos Alunos Não Funcionam

Este ano as provas finais do 9.º ano serão generalizadas em suporte eletrónico, tal como aconteceu no ano transato com as provas de aferição.

Se as provas de aferição não contariam para a nota dos alunos, já as provas finais de 9.º ano têm um peso na avaliação final do aluno.

As provas eletrónicas seriam normais se vivêssemos num pais a sério, mas não.

Por esta altura do ano uma grande parte dos computadores entregues aos alunos já estão avariados e fora da garantia, nem existem computadores nas escolas para os alunos os usarem para a realização da prova.

Mantendo-se esta obrigação das provas finais do 9.º ano serem realizadas exclusivamente em suporte eletrónico o Ministério da Educação está a excluir da conclusão do 9.º ano muitos alunos que nunca terão acesso à realização da prova final em suporte eletrónico, pura e simplesmente porque não terão o computador para realizarem a prova.

O grande erro do ME foi ter entregue os computadores aos alunos, descurando que as escolas também tivessem computadores. Tivessem estes computadores sido entregues às escolas e este problema não se iria colocar.

 

As provas de aferição escritas, dos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade, acima referidas, designadamente, Português e Estudo do Meio (25), Matemática e Estudo do Meio (26), Português (55), Português Língua Segunda (52), História e Geografia de Portugal (57), Matemática e Ciências Naturais (58), Matemática (86), Ciências Naturais e Físico-Química (88), Tecnologias da Informação e Comunicação (89), Português (85), Português Língua Segunda (82) e Inglês (81) serão realizadas em suporte eletrónico generalizadamente em todas as escolas.

 

No ano letivo de 2023/2024, as provas finais do ensino básico, do 9.º ano de escolaridade, acima referidas, serão realizadas em suporte eletrónico generalizadamente em todas as escolas.

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Se o PS Acha, Então a Escola Vai Ter Melhores Condições em Breve

Ao contrário da “minha” que deverá ter obras lá para o Século XXII, porque o governo PS transferiu as suas competências para os municípios sem acautelar que as obras de recuperação deveriam ser da sua competência.

Não percebo como estes deputados do PS passam a atirar as culpas para os municípios PSD.

 

 

Sublinham que a escola voltou a ter “uma infiltração muito grande” com as chuvas dos últimos dias.
Os vereadores do PS na Câmara de Braga criticaram esta segunda-feira a “situação absolutamente lamentável” da EB2/3 Frei Caetano Brandão, naquela cidade. Sublinham que a escola voltou a ter “uma infiltração muito grande” com as chuvas dos últimos dias.

“Foram feitas algumas obras paliativas que não resolveram o problema. Houve uma nova infiltração muito grande neste processo de chuvadas”, apontou o vereador socialista Artur Feio. Considerando tratar-se de uma situação “absolutamente lamentável”, os socialistas questionaram a maioria PSD/CDS-PP sobre o que está previsto fazer para dotar a escola das condições necessárias.

Na resposta, o presidente da Câmara, Ricardo Rio, disse que o município está à espera que abram os avisos no Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) para candidatar a obra ao respetivo financiamento. “Entretanto, já desencadeámos o processo de elaboração do estudo prévio, que está praticamente concluído e que nas próximas semanas será apresentado”, acrescentou.

Rio lembrou que até meados de 2022 a Frei Caetano Brandão estava sob responsabilidade única e exclusiva do Ministério da Educação, tendo só nessa altura sido transferida para a alçada municipal. “Aquando da transferência, o Governo assumiu o compromisso de que as obras estruturais seriam integralmente financiadas pelo ministério”, acrescentou.

O presidente da Câmara disse ainda que, entretanto, o município tem feito obras de manutenção na escola, “que não são 100% eficientes mas que têm mitigado alguns problemas”. “Mas os problemas estruturais carecem, naturalmente, de obras estruturais”, referiu, adiantando que à espera do PRR estão também as intervenções previstas para as escolas de Tadim e Palmeira e a Calouste Gulbenkian.

Na sexta-feira, numa publicação no Facebook, o diretor do Agrupamento de Escolas de Maximinos, que abrange a EB2/3 Frei Caetano Brandão, denunciou que, em dias de chuva intensa e contínua, aquela escola é um rio atmosférico com quase 41 anos”.

Paulo Antunes sublinha que aquela comunidade educativa pede obras “há mais de 10 anos” e avisa que, quando chover assim nas salas de aula, “correndo riscos de segurança sérios, a escola encerrará” após autorização que pedirá à Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares, “na salvaguarda dos envolvidos”. O diretor lembra que dos 15 votos com que foi eleito, em 2020, “nenhum foi do município e suas influências, por causa de partidarites”.

Para Paulo Antunes, “culpar o PRR é redutor, dado que o problema tem mais de uma década”. “Invistam na Frei, nos alunos da Educação Especial, do articulado da Música e da Dança, do CLIL [Aprendizagem Integrada de Conteúdo e Linguagem], nas minorias, nos migrantes, nos refugiados, na escola do mundo”, apelou.

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Atenção Que a Notícia Tem Meias Verdades

Porque não são as escolas que tomam estas decisões, mas sim as direções regionais que colocam administrativamente os alunos na escola da área da residência.

Sobre este assunto já dei conta inúmeras vezes, sendo que em agosto fiz mais uma vez referência a essa situação.

A rede escolar foi planeada para o encerramento de muitas escolas e agora que elas fazem falta já não existem.

 

Escolas aumentam número de alunos por turma para responder à pressão causada por estrangeiros

 

 

As escolas públicas estão no limite e há já agrupamentos a aumentar o número de alunos por turma para fazer face ao aumento da procura crescente por estrangeiros em todos os ciclos, avança o Jornal de Notícias.

Segundo o jornal diário, a maior procura é registada no pré-escolar. No entanto, há alunos estrangeiros de todas as idades a chegar “quase diariamente” às escolas portuguesas.

Para isso, há já escolas a aumentar quer o número de alunos por turma, quer a desencontrar os horários ou até mesmo a recorrer a monoblocos para aumentar a resposta, como foi o caso do agrupamento de Ferreira de Castro, em Sintra, onde a lista de espera no pré-escolar é de 150 alunos. Também no agrupamento de São Teotónio, em Odemira, houve necessidade de recorrer a um contentor para acomodar as crianças do pré-escolar dado o elevado número de alunos.

Em declarações ao JN, o Ministério da Educação confirma a existência de “algumas turmas com maior número de alunos”, mas sem revelar números, acrescentando que a colocação de monoblocos e contentores é da “competência de cada município”.

Portugal tem mais de 1,13 milhões de alunos, sem incluir as crianças em idade de pré-escolar (onde o limite por sala é de 25 crianças), o que representa menos 13 mil alunos que no ano passado, mas há mais 761 turmas.

Segundo o Ministério da Educação, as turmas do 1.º ano devem ter no máximo 24 alunos e no restante 1.º ciclo, 26 alunos. Já no 5.º e 7.º ano, o máximo são 28 alunos e, nos restantes, 30 alunos.

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Uma lâmpada que não emite luz não serve para nada…

Uma lâmpada que não emite luz não serve para nada…

 

 

Ainda não passaram dois meses desde o início das aulas na Escola Pública e, neste momento, o ambiente geral parece ser, mais ou menos, este:

(Roubado do Pinterest-Brasil, de autor desconhecido).

O entusiasmo inicial, típico do recomeço das aulas, vai dando lugar à instalação progressiva de uma certa letargia entorpecedora, difícil de combater e de contrariar…

O cansaço vê-se e sente-se…

A desmotivação vê-se e sente-se…

Para muitos, todos os dias parecem “Segundas-Feiras”…

Sobretudo nos últimos dois anos, o cansaço e a desmotivação parecem ter aumentado exponencialmente, acumulando-se e apoderando-se de muitos Alunos e profissionais de Educação…

E começa a ser muito difícil reverter esse mal-estar, traduzido por um quase permanente “enjoo de escola”, algumas vezes expresso sob a forma de intolerância, frustração ou desânimo…

Estar “enjoado de escola” é estar saturado de escola, é estar assoberbado e asfixiado com os problemas intermináveis da escola…

O trabalho insano, os procedimentos e as tarefas replicam-se, repetem-se num círculo vicioso, num movimento ininterrupto, praticamente impossível de quebrar, sem consciência, sem senso e sem pensamento crítico, sem fim à vista e, muitas vezes, sem um propósito claro ou definido…

O “frenesim” do excesso de estímulos e os vícios de funcionamento anulam qualquer réstia de serenidade e de silêncio, imprescindíveis à reflexão individual ou colectiva…

Age-se, frequentemente, em modo de “piloto automático”, o mais importante é cumprir todas as ordens, mesmo as mais estapafúrdias…

Quem nunca se sentiu “enjoado de escola” que atire a primeira pedra…

Os Psicólogos também não estão isentos de se sentirem “enjoados de escola”, cansados e desmotivados… Contrariamente a alguns mitos e crenças utópicas, os Psicólogos não são criaturas “assépticas”, a quem está vedada a expressão de sentimentos, emoções ou estados de alma…

Os Psicólogos também choram, também riem, também se indignam, não são sempre serenos e tranquilos, também se irritam e também se enfurecem, e até vociferam impropérios, apesar de, por vezes, subsistir a ideia de que “o Psicólogo não é gente, é estado de espírito” (afirmação roubada da Internet, de autor desconhecido)…

Os Psicólogos não têm que ter a paciência de um Santo, nem aspirar à perfeição de um Anjo… Em suma, os Psicólogos também são gente…

Em forma de anedota, e em tom jocoso, o resumo da vida profissional de um Psicólogo talvez possa ser ilustrado desta forma:

– Quantos Psicólogos são necessários para mudar uma lâmpada?

– Apenas um, mas a lâmpada tem que querer mudar…

Nas escolas, há, frequentemente, “lâmpadas que não querem mudar”…

Agora, um pouco mais a sério e em jeito de “paleio” de Psicólogo:

– Não nos esqueçamos que o Humor beneficia a Saúde Mental, na medida em que nos permite lidar melhor com experiências negativas e até com situações de vida eventualmente traumáticas…

Sejam Alunos, Professores ou Psicólogos, rir faz bem à Saúde Mental, assim como ter a capacidade de gracejar com a própria “desgraça”…

(Evidentemente que também estou a antecipar a minha defesa, antes que me caia em cima o “Carmo e a Trindade”)…

À luz do que acontece com muitos dos que passam a maior parte do seu dia nas escolas, neste momento, haverá também, nesse contexto, muitos Psicólogos à beira da exaustão, sobretudo pelas inúmeras solicitações que lhes são endereçadas…

Como pano de fundo de tudo o anterior, temos uma Tutela que, de forma reiterada, não encara a realidade, que a nega ou que a tenta mascarar ostensivamente…

Uma Tutela que teima em passar a mensagem enganadora de que nas escolas tudo está bem e que tudo funciona sem perturbações, nunca se preocupará com a melhoria das condições aí existentes…

Uma Tutela que ignora o estado real em que se encontram os Alunos e as suas aprendizagens e que despreza os aspectos motivacionais que impedem o apaziguamento dos profissionais de Educação, nunca contribuirá para o sucesso e para o bem-estar de uns e de outros, nem para a satisfação de determinadas pretensões…

A actual Tutela parece uma lâmpada fundida, estragada, que não emite qualquer luz, enroscada num casquilho carcomido, que ninguém consegue mudar sem partir…

E uma lâmpada que não emite luz não serve para nada…

Paradoxalmente, a própria Tutela constitui-se como o principal foco de insanáveis disfunções, plausivelmente assentes em crenças incompatíveis com a realidade e em percepções alteradas da realidade, que dificultam a produtividade no ambiente de trabalho e que contribuem fortemente para o aumento do stress diário em contexto escolar…

É difícil imaginar uma maneira mais perigosa de tomar decisões do que deixá-las nas mãos de pessoas que não pagam o preço por estarem erradas.” (Thomas Sowell)…

Decisões erradas e péssimos exemplos institucionais há em catadupa, quem paga por tais desvarios?

Como estamos em Portugal, aquele país onde é praticamente impossível que algum Governante se responsabilize, ou seja responsabilizado, pelos actos que pratica, e em particular pelos erros cometidos, adivinha-se a resposta à pergunta anterior:

– Como não existirão culpados, a insensatez poderá continuar…

– Outros sofrerão as consequências da insensatez alheia, todos os dias, em cada escola…

A Escola não é isto. A Escola não pode ser isto.

 

(Paula Dias)

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Amanhã o Ministro Pizarro Deve Resolver o Problema dos Médicos

E se assim for só resta ao Ministro da Educação, na segunda-feira, resolver o Problema dos Professores.

Porque como o governo sempre disse, não poderia beneficiar uma única carreira (a dos professores) não resolvendo os problemas de outras carreiras. E se amanhã surgir um acordo não existe outra escapatória para este governo em resolver também a carreira dos professores.

E o que pedem os médicos para uma reunião extra que se vai realizar neste domingo à tarde?

1 – Reposição do horário semanal de 35h para todos os médicos que assim o desejem;

2 – Reposição do poder de compra perdido na última década, com um aumento transversal de 30% para todos os médicos;

3 – Reposição das 12 horas semanais de trabalho no Serviço de Urgência.

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Greve de 13 a 29 de Novembro Marcada pelo S.TO.P

STOP anuncia greve de professores e profissionais não docentes de 13 a 29 de novembro

 

 

O presidente do sindicato acha necessário que o Governo perceba que os profissionais de educação “não desistem de lutar por uma escola pública de excelência para todos os alunos, independentemente de serem filhos de ricos ou de pobres”.
 

O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) anunciou este sábado uma greve de duas semanas, de docentes e não docentes, entre 13 e 19 de novembro, e uma manifestação nacional em Lisboa, no dia 18 de novembro.

Esta manhã, em Coimbra, numa conferência de imprensa, o presidente do sindicato considerou necessário que o Governo perceba que os profissionais de educação “não desistem de lutar por uma escola pública de excelência para todos os alunos, independentemente de serem filhos de ricos ou de pobres”.

“Num ano de crescimento económico e receita fiscal extra de mais de dois mil milhões de euros, não podemos continuar com dezenas de milhar de alunos com falta de professores, psicólogos, terapeutas, assistentes operacionais e com profissionais de educação desconsiderados, exaustos e roubados nos seus direitos”, sublinhou André Pestana.

O líder sindical considerou que a atual proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2024 “não investe, efetivamente, na escola pública, nem na dignificação de todos os que lá trabalham e estudam”.

“Queremos alertar os pais e a sociedade em geral que, se nada for feito, o próximo OE irá aprofundar a degradação da escola pública e a qualidade de ensino dos nossos filhos, comprometendo de forma irreversível o seu futuro”, salientou.

Segundo o presidente do STOP, a decisão de avançar com um “novembro de luta”, no mês da discussão do OE, foi tomada na quinta-feira à noite, numa reunião online, por mais de 100 comissões sindicais e de greve.

A greve nacional de 13 a 29 de novembro será organizada em cada escola e agrupamento, como no ano letivo anterior, através dos fundos de greve, “que são 100% legais, com total autonomia e decisão democrática dos docentes e não docentes de cada estabelecimento”.

O último dia coincide com a data da votação final do OE 2024 na Assembleia da República, para pressionar que o documento “reflita, de facto, as necessidades que a escola pública tem e que não estão refletidas”.

A manifestação nacional de 18 de novembro vai realizar-se do Ministério da Educação até à Assembleia da República.

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A Não Perder – no Quintal do Paulo

Sábado

 

 

Os alunos estão a escrever pior? São vários os colegas que confirmam nesta peça da CNN e eu acrescentaria que estão a perceber muito pior qualquer pequeno texto ou instrução escrita ou mesmo oral, se não for explicadinha às migalhinhas. Cada vez mais, é necessário entrar em detalhes que há uma década eram desnecessários para que os alunos de 5º-6º ano (a minha “clientela”) entendam o que se pretende com algo como “preenche o quadro seguinte com um território do Império Português no século XVIII” (atenção que não é de memória, pois antes vem um mapa com os nomes) ou “de todos os territórios assinalados no mapa, do qual vinham mais riquezas para Portugal?”

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André Pestana em Entrevista à Revista Sábado

André Pestana (STOP): “Fui convidado para assessor. Não foi inocente. Não há almoços grátis…”

 

 

Nesta Entrevista Dura, o líder do STOP diz que vai processar Renata Cambra (do MAS) e explica porque fez cair a anterior direção do STOP. Revela convites e ataca o PCP e o BE. E jura que sabe pouco sobre o novo partido Mudar, mas não o descarta no futuro.

Tem sido um annus horribilis para André Pestana. Em plena consolidação do STOP – o sindicato de que é o principal rosto desde a criação, em 2018 – e, quando o setor da educação está na ordem do dia há meses, rebentaram-lhe guerras internas por todo o lado. Primeiro no partido MAS, de onde saiu por alegadamente estar envolvido na criação de um novo partido, o Mudar. Daqui nasceu um conflito aberto dentro do STOP, que levou à queda da direção (de que fazia parte) é à eleição de uma nova (de que faz parte, mas já sem os críticos). No STOP e no MAS acusam-no de sequestrar emails e senhas de redes sociais. Defende-se de tudo nesta entrevista em Coimbra.

 

Leitura integral apenas para leitores PREMIUM da Sábado, ou na edição em papel.

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Cerca de 90% das escolas sem aulas!

Uma grande resposta de todos os trabalhadores com enorme impacto nas escolas. Cerca de 90% das escolas sem aulas!

 

 

A Greve Nacional da Administração Pública teve uma elevada adesão nos diversos setores, o mesmo acontecendo na Educação, com cerca de 90% das escolas sem aulas. Os efeitos desta greve foram sentidos nos jardins de infância, nas escolas básicas e secundárias e, também, no ensino superior, onde muitos docentes e investigadores aderiram à greve.

Para este dia praticamente sem aulas contribuiu a conjugação da greve dos docentes com os não docentes, tendo a adesão dos trabalhadores não docentes provocado, mesmo, o encerramento total da esmagadora maioria das escolas em que não houve aulas.

Documento: Alguns dados da greve recolhidos até às 17:30 horas de hoje, 27 de outubro

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Histórico de Datas das Listas De Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

Desde 2018 todos os anos é publicada a lista de acesso ao 5.º e ao 7.º escalão com os docentes que obtiveram vaga.

Desde então a lista definitiva a cada ano que passa tem sido publicada cada vez mais tarde.

Em 2018 foi publicada no dia 1 de junho e só no ano seguinte voltou a ser publicada nesse mês. Em 2020 já foi publicada em julho e em 2021 no fim de agosto. O ano passado foi publicada a lista definitiva de acesso ao 5.º e ao 7.º escalão apenas no dia 15 de novembro.

Este ano tudo aponta que o atraso na publicação desta lista siga o exemplo do ano passado e que só em novembro a mesma seja publicada. Mas quem considere que o sucessivo atraso também vigore este ano, então apontem para o mês de Dezembro.

Quantos às vagas?

Nenhuma previsão.

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Opinião – Ricardo Silva

Dos computadores “em avançada fase geriátrica” a uma sala de aula que mais parece “uma sauna”: os retalhos da vida de um professor

 

A aula vai começar e, enquanto os alunos vão entrando, inicia-se o ritual que se repete várias vezes ao dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano. Dado que os computadores das salas de aula, em avançada fase geriátrica, com mais de uma década, com software e hardware desatualizados, não oferecem garantias de bom funcionamento e deixaram de ser opção confiável, o professor retira da sua mochila o computador pessoal, o rato, a pequena coluna de som, o adaptador para ligar o cabo VGA do videoprojetor e o hotspot que garantirá uma internet razoável sempre que a rede WiFi da escola falhar, pois todos sabem que isso acontece amiúde e quando está disponível move-se apenas em duas velocidades – devagar e devagarinho. Quanto ao sumário, já nem se tenta registar na aula, pois o programa informático para o efeito (designado por E360, embora lhe assentasse melhor EZero), da responsabilidade direta do Ministério da Educação e pago com o dinheiro dos contribuintes, é uma vergonha inominável: lento e nada intuitivo, incapaz de devolver estatísticas e relatórios significativos, ou sequer numerar os sumários automaticamente, não permite a justificação de faltas pelos encarregados de educação (daí resultando um acréscimo de trabalho burocrático) e mantém alertas de excesso de faltas, na página de entrada, relativos a alunos que estão agora, três anos depois, a concluir o Secundário noutras escolas. Brilhante! Fechado este parêntesis e reunida a parafernália tecnológica que parece ser suficiente para uma aula mais envolvente, dinâmica, motivadora e enriquecedora, passamos à próxima fase de desenvolvimento do processo educativo: no meio do calor sufocante que faz com que os alunos já tenham tirado umas folhas dos cadernos para improvisarem uns leques, pois isto não é bem uma aula, é uma visita de estudo a uma sauna, liga-se o videoprojector, que grita (numas salas com mais ruído que noutras) há muito tempo por substituição e logo surge no ecrã o aviso que já ninguém nota: “substituir lâmpada”! Logo de seguida, surge também o pedido do professor a que os alunos já se habituaram: “apaguem as luzes e desçam os estores, por favor” (aqueles que se conseguem descer, pois muitos estão avariados, esperando por intervenção da autarquia há longos meses). Mesmo assim.… com a sala escurecida no máximo das possibilidades, o que se consegue vislumbrar no ecrã é pouco mais que uma imagem ténue, desfocada e difusa, pois a lâmpada do videoprojector já ultrapassou há muito o seu tempo útil de vida e faltam lumens, precisamos de lumens, e não há lumens!

Continua aqui

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Blogosfera – Correntes

Novembro será novamente o mês da explosão da indignação?

 

Os professores explodiram de indignação e exaustão em Novembro de 2022. Ninguém os poderá acusar de terem cruzado os braços. Rebocaram os seus intermediários, os sindicatos, e abalaram a inamovível inércia governativa. Há inúmeros sinais de uma nova explosão, que se tornou um movimento cíclico e estrutural desde 2008. São notórios os instrumentos de proletarização dos professores, de fuga a esse exercício fundador do ensino e de queda da escola pública. A situação agrava-se com tanta dificuldade em ouvir. Perdem os profissionais da educação e perdem os alunos e a democracia.

Nota: neste semana, e para um olhar transversal, leu-se a seguinte “explosão” na saúde (do director executivo do SNS) que provocou vários incómodos: “Fernando Araújo diz que está a tentar ao máximo que não haja interferência política nas nomeações para cargos dirigentes nos hospitais e unidades locais de saúde.”  

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Reserva de recrutamento 09

Reserva de recrutamento 09

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa- 9.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 30 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 31 de outubro de 2023 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 09

Listas – Reserva de recrutamento n.º 09

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A Greve de Hoje

… promete parar imensas escolas por todo o país.

Podem na caixa de comentários informar se a vossa escola está em funcionamento, a meio gás ou completamente encerrada.

Hoje é dia de greve na Função Pública: há escolas fechadas, consultas adiadas e serviços a meio gás. Sindicato espera “enorme adesão e grandes impactos”

Hoje é dia de greve é dia de greve da Função Pública, convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública e, segundo indica o coordenador da federação sindical, Sebastião Santana, à Executive Digest, é esperada “enorme adesão” em vários setores e “grandes impactos e constrangimentos em vários serviços”, devido á paralisação.

“Esperamos uma enorme adesão a esta greve, perante um descontentamento esmagador em todos os setores da Administração Púbica”, começa por dizer à Executive Digest Sebastião Santana, destacando o “grande trabalho de mobilização que tem vindo a ser feito”, em antecipação à greve de hoje.

Os efeitos, sublinhou o responsável, começaram a ser sentidos já ontem à noite, nos serviços de limpeza e recolha se resíduos urbanos e nos hospitais. Hoje, o impacto será maior e mais notório, com um grande leque de setores e serviços afetados.

Segundo o sindicalista é esperado “forte impacto”, em “balcões da Segurança Social, lojas do cidadão, conservatórias, registos, balcões das finanças, e depois tudo o que seja saúde, com hospitais em serviços mínimos, muitos centros de saúde fechados, consultas e cirurgias adiadas, para além de escolas fechadas”.

“Todos esses serviços e todos aqueles que tiverem atendimento ao público. Alguns terão funcionamento em ‘backoffice’ e a população poderá não notar tanto, mas ainda assim será muito grande o impacto sentido”, assegura o coordenador da Frente Comum.

No que respeita aos centros de saúde, o responsável diz que “não se trata de uma possibilidade”: “è mesmo muito provável que muitos encerrem, e a esmagadora maioria terá perturbações de funcionamento”, assegura.

Também muitas escolas poderão estar encerradas hoje, já que a Fenprof – Federação Nacional de Professores, também se juntou á greve.

Há mais de um ano que professores e médicos estão em ‘braço-de-ferro’ com o Governo, procurando salários mais altos e melhores condições de trabalho, sendo que a greve de hoje acontece no mesmo dia em que sindicatos dos médicos e Ministério da Saúde voltam à mesa das negociações, e antes de, na semana que vem, arrancar a discussão da proposta do Governo do Orçamento do estado para 2024.

“É um problema que toca a todos os trabalhadores da Administração Pública, a questão salarial, das carreiras, do sistema de avaliação, de falta de reforços dos serviços público… são sentidas por todos os trabalhadores e não apenas por um ou outro grupo específico”, indica o responsável sindical, indicando que médicos e professores “vão ser com certeza um importante contributo para o sucesso da jornada de luta desta sexta-feira”.

Esta greve, recorde-se, foi convocada após uma proposta do Governo de aumento de salários na Função Pública, de 52 euros, ter sido considerada “miserabilista” pela Frente Comum.

“A contraproposta o Governo é miserabilista, perante a capacidade de resposta que o país tem neste momento, faz uma proposta de 52 euros com 3% de aumento e o que quer dizer é que está a obrigar os trabalhadores da Administração Pública a continuar a empobrecer. Os trabalhadores rejeitam absolutamente este caminho e decidimos marcar uma greve nacional dos trabalhadores da Administração Pública”, indicou Sebastião Santana.

A Frente Comum apresentou ao Governo uma proposta de revisão salarial de pelo menos 15%, com mínimo de 150 euros de aumento por trabalhador, que mantém.

“Esta greve ocorrerá porque os trabalhadores foram empurrados para lá, porque o Governo, tendo soluções, decidiu não as pôr em prática”, continua o sindicalista.

Outro aspeto, também já referido por Sebastião Santana, que motiva esta paralisação é a discordância com o atual o Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), que a estrutura sindical considera que “impede a progressão dos trabalhadores, promovendo a estagnação salarial” e que contribui desta forma “para uma maior degradação dos serviços públicos”.

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Mais 750 Horários em Concurso na Semana de 23 a 27 de outubro

Na semana de 23 a 27 de outubro estão mais 750 horários em concurso que os apresento neste artigo por Distrito.

Lisboa tem quase metade dos horários em concurso, seguindo-se Setúbal e depois Faro. Esta é a mesma tendência que se verifica desde o início do ano.

Português continua mais uma vez a liderar a semana no pedido de horários.

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Docentes reprovam políticas educativas do Governo

Docentes reprovam políticas educativas do Governo

 

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) desenvolveu entre os dias 13 e 20 de outubro uma Consulta Nacional online a docentes dos Ensinos Básico e Secundário, para recolher a opinião de educadores e professores portugueses em relação às suas perspetivas sobre a carreira, o reconhecimento profissional e sobre as condições de início do novo ano letivo.

Este questionário contou com participação de 2138 educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário de todo o país, um número idêntico ao da consulta do ano passado, que tinha sido de 2154.

De forma preliminar, como primeira análise, podemos avançar que as respostas a este inquérito revelaram um fortíssimo descontentamento em relação à remuneração sendo esta uma evidência incontornável: 97,1% (tinham sido 96,7% no ano passado) afirma que a sua remuneração não está ao nível das qualificações que são exigidas para o exercício profissional.

Já quanto às expetativas de carreira, assinala-se que 94% afirmam que são pouco ou nada atrativas. No ano passado, 56,5% diziam que eram dececionantes e 39,7% que eram pouco atrativas.

De realçar que continua a ser muito expressivo o número de educadores e professores que não aconselharia um jovem a ser professor: 84,1%, o que é idêntico ao número do ano passado, 86,4%. Esta consulta procurou saber como é que os educadores e professores portugueses percebem o reconhecimento social pela profissão docente com 82,9% a considerarem que é negativo.

Os respondentes desta consulta deixaram ainda de novo o alerta de reprovação relativamente às políticas deste governo, sendo muito críticos em relação às opções do atual governo em matéria educativa, sendo que 91,9% afirma que são insuficientes e muito insuficientes. Já sobre outras questões como por exemplo a concordância com a utilização dos telemóveis pelos alunos na sala de aula nas disciplinas que leciona, 67,9% concorda e 32,1% discorda.

E tal como nas duas últimas consultas relativas à abertura e ao balanço do ano letivo 2022/2023, que revelaram como principais preocupações dos docentes o excesso de trabalho e uma excessiva carga burocrática, também esses dados se voltaram a refletir com uma forte denúncia do excesso de trabalho administrativo.

63% dos respondentes classificaram negativamente as medidas anunciadas para a desburocratização da atividade docente constantes de uma lista de simplificação definida pelo Ministério da Educação com 77,6% a afirmarem que na respetiva escola não foram adotadas medidas no sentido de diminuir a carga burocrática do trabalho que são chamados a realizar, sendo ainda extremamente preocupante que 65,9% dos respondentes (eram “apenas” 48,9 no ano passado) diga que nem todas as tarefas que lhes são atribuídas se justificam.

A FNE vai agora proceder ao tratamento integral das respostas desta Consulta e os resultados serão posteriormente apresentados em data a anunciar.

Porto, 21 de outubro de 2023

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Calendário das Lutas

Ontem a FENPROF decidiu demonstrar ao ministro Medina qual é o poder vocal dos professores e das suas organizações, levando a voz dos professores em luta até ao Ministério das Finanças.

Uma delegação da FENPROF foi recebida pela chefe de gabinete e pela assessora para a área da Educação do Ministério das Finanças a quem entregaram a posição da FENPROF sobre a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2024, bem como a proposta para a recuperação do tempo de serviço, entregue ao ME a 1 de setembro.

Para o dia 27 de outubro a FENPROF emite pré-aviso de greve  e junta-se ao protesto dos trabalhadores da Administração Pública.

Para o dia 18 de Novembro, o S.TO.P. agendou uma manifestação nacional em Lisboa com o lema “Por um Orçamento de Estado que invista a sério na Escola Pública e na dignificação de TODOS os que lá trabalham e estudam

 

Entretanto ainda estão ativos os seguintes pré-avisos de greve às horas extraordinárias, ao sobretrabalho e à CNLE.

 Pré-aviso de greve às horas extraordinárias – 23 a 27 de outubro

 Pré-aviso de greve ao sobretrabalho – 23 a 27 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 23 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 24 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 25 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 26 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 27 de outubro

 Pré-aviso de greve ao sobretrabalho – 30 de outubro a 3 de novembro

 Pré-aviso de greve às horas extraordinárias – 30 de outubro a 3 de novembro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 30 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 31 de outubro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 2 de novembro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 3 de novembro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 6 de novembro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 7 de novembro

 Pré-aviso de greve às horas extraordinárias – 6 a 10 de novembro

 Pré-aviso de greve ao sobretrabalho – 6 a 10 de novembro

 Pré-aviso de greve à CNLE – 8 de novembro

É possível que outras ações de luta estejam agendadas, mas ainda não são do meu conhecimento.

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Nem no 2.º ano, nem no Ensino Básico

Provas de aferição do 2º ano e o caos instalado nas escolas. Para quando um basta?

 

Já está na hora de se voltar a refletir sobre a inadequação das provas de aferição do segundo ano de escolaridade recorrendo a computadores.

 

Tenho estado atenta à aplicação da tecnologia em várias escolas do primeiro ciclo, verificando que o que se passa em muitos locais é o verdadeiro caos em plena sala de aula. O Ministério da Educação exige que as provas de aferição do 2º ano sejam realizadas em computadores, mas depois não são atribuídas às escolas os meios tecnológicos necessários para que haja um treino efetivo dos alunos para esse momento.

Em primeiro lugar, não existe nenhum argumento, dos que já vi apresentados, que me convença que o recurso ao computador para realização da prova tenha fundamento nesta faixa etária tão precoce. Por um lado, grande parte dos professores do 1º ciclo não possui a formação necessária para iniciar os alunos nesta saga informática, nem têm a obrigatoriedade de a ter.  Em terceiro lugar, se algumas escolas possuem meios informáticos e rede de internet de qualidade, noutras isso não acontece. Efetivamente, alguns computadores dos alunos não funcionam e demora uma eternidade para que os agrupamentos deem resposta às avarias. Algumas escolas têm rede sem fio de qualidade, mas outras não. Resultado: aulas caóticas, em que temos um só professor de 1º ciclo a tentar não enlouquecer com mais de 20 interpelações de alunos por segundo, ou porque a internet não funciona, ou porque o computador não liga, ou porque não sabem utilizar o Teams.

Isso mesmo, os alunos do primeiro ciclo já utilizam o Teams! Reparemos na incoerência da questão: por um lado, somos contra a utilização dos telemóveis nas escolas e, por outro, temos crianças a utilizar outros meios tecnológicos em sala de aula, que, na minha opinião, em nada acrescentam à qualidade das mesmas, apenas gerando a confusão.

Defendo que devemos acompanhar o progresso tecnológico, mas com prudência, de acordo com as idades das nossas crianças, que já vão ter uma vida inteira de contacto com diferentes ecrãs. Estamos a perder tempo precioso de sala de aula com insignificâncias, quando esse tempo devia estar a ser aplicado em outras aprendizagens essenciais, como escrever bem, ler  e interpretar corretamente, desenvolver o raciocínio matemático, conhecer o mundo em que vivemos, criar valores que sirvam a humanidade, criar espírito crítico, fazer exercício físico, entre tantas outras.

Já está na hora de se voltar a refletir sobre a inadequação das provas de aferição do segundo ano de escolaridade recorrendo a computadores e de não se sobrecarregar os professores do primeiro ciclo com o ensino de competências que não têm de possuir. As crianças chegam a casa com trabalhos de casa a realizar através do Teams, que foi muito útil durante a pandemia, mas que agora deve ser algo muito ponderado nestas idades. É tempo demais em frente aos ecrãs! Menos tecnologia e mais conhecimento, valores, brincadeira e movimento é o que as crianças do primeiro ciclo precisam. O resto é fogo de vista.

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Os Professores não ficarão a dever nada a António Costa…

Os Professores não ficarão a dever nada a António Costa…

 

Pedro Nuno Santos já foi Ministro das Infraestruturas e é, actualmente, Deputado do Partido Socialista…

Mas, ao que tudo indica, não será um Deputado qualquer… Será, talvez, o Deputado mais apontado como potencial candidato à futura liderança do Partido Socialista e, consequentemente, visto como putativo pretendente ao cargo de 1º Ministro…

Há poucos dias, Pedro Nuno Santos que, entretanto, também se tornou comentador televisivo, defendeu, nessa qualidade, a recuperação integral do tempo de serviço dos Professores (SIC Notícias, em 16 de Outubro de 2023)…

E não existiria qualquer polémica nessas declarações, não fosse dar-se o caso de Pedro Nuno Santos, ainda há pouco tempo atrás, ter votado em sentido exactamente oposto ao que advogou em 16 de Outubro passado, conforme confirmou o Polígrafo, em 20 de Outubro de 2023:

– “Pedro Nuno Santos defendeu reposição do tempo de serviço dos professores na televisão, mas votou contra no Parlamento?”

– “O que está em causa?

Deputado socialista e ex-ministro das Infraestruturas votou contra projectos que garantiam a recuperação integral do tempo de serviço dos professores. No comentário semanal na SIC Notícias, 12 dias depois, defendia precisamente essa recuperação para os docentes que tiveram as suas carreiras congeladas. O que mudou?” (Polígrafo, em 20 de Outubro de 2023)…

Avaliação do Polígrafo: Verdadeiro.

Em 19 de Outubro passado, Pedro Nuno Santos, confrontado com a insanável contradição e incoerência entre as suas mais recentes palavras e as anteriores acções, terá afirmado ao Jornal Público que:

– “Não quer dizer que concorde sempre, mas faço parte de um grupo parlamentar e de um partido e tenderei sempre a respeitar as decisões colectivas dos órgãos do partido e do grupo parlamentar”…

Do anterior, decorrem, naturalmente, as questões:

– Para que servem, afinal, os Deputados da Nação?

– Para ser Deputado da Nação será necessário abdicar de determinados Princípios, da Consciência e do Pensamento próprio e crítico?

Esta será a política com “duas caras”, sem Ética e sem Princípios, de manigância, de hipocrisia, de farsa e de ludíbrio, magistralmente instituída por António Costa…

Esta será a política em que mentir se tornou numa rotina, num “novo normal”…

Pelo que se vê com assinalável frequência, essa política, magistralmente instituída por António Costa, terá muitos adeptos e praticantes, dentro e fora do Governo, ainda que Pedro Nuno Santos se esforce por fazer parecer que existe um certo afastamento entre si e o 1º Ministro…

De alguma forma, Pedro Nuno Santos parece trazer à lembrança José Sócrates, nos seus tempos de “delfim” do Partido Socialista…

Já a ligação de António Costa a José Sócrates nunca poderá ser apagada, uma vez que como Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo Constitucional (chefiado por José Sócrates), essa cumplicidade será sempre irrefutável…

O “fantasma” José Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues continua a pairar por aí e parece ter deixado fervorosos discípulos e seguidores…

José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues deixaram uma “obra tão bem consolidada” que perdura até aos dias de hoje…

No pior dos sentidos, aquilo que a Escola é hoje deve-se, em grande parte, ao contributo da referida Ministra da Educação, sempre com a chancela de José Sócrates…

António Costa tem-se mostrado como um inefável seguidor do legado deixado por José Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues, cujos devastadores efeitos são os que todos conhecem…

Os Professores não ficarão, por certo, a dever nada a António Costa, mas António Costa ficará a dever muitíssimo aos Professores…

A título de exemplo, e para avivar a memória dos mais esquecidos, eventualmente afectada por algum tipo de défice, lembra-se esta notícia veiculada em 2021:

– “Acompanhado pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, o primeiro-ministro referiu hoje de manhã em Lisboa, no final de uma visita ao Agrupamento de Escolas Dona Filipa de Lencastre, onde sinalizou a abertura do novo ano escolar, que Portugal se encontra claramente “num ponto de viragem” em relação ao controlo da Covid-19, “graças à elevada taxa de vacinação”, dirigindo um agradecimento “muito profundo” às comunidades escolares pelo “extraordinário esforço” que desenvolveram para que a escola “não abandonasse os seus alunos”, mesmo quando tiveram de encerrar fisicamente para se “poder controlar a pandemia”. (Site oficial do Partido Socialista, em 15 de Setembro de 2021)…

A pandemia, felizmente, já lá vai, mas o assinalável esforço e abnegação dos Professores ainda por cá andam…

O esforço e abnegação dos Professores ainda por cá andam, mas sem qualquer tipo de reconhecimento concreto por parte de António Costa que, ao invés disso, parece ter optado por “perseguir” a Classe Docente com perversas manigâncias…

Tentando aliviar um pouco aquilo que já é suficientemente sério e grave, como diria, talvez, a personagem Michelle da Résistance Française (brilhante comédia televisiva Alô! Alô!, estreada nos Anos 80 do Século XX), “listen very carefully, I shall say this only once”:

– La Résistence cannot fail…

A Resistência não pode mesmo falhar ou vacilar…

Se vacilar, ficarão impunes, e vencerão, a injustiça, a mentira, a manigância, a hipocrisia, a farsa e o ludíbrio…

Quo vadis Sindicatos da Educação?

O conforto proporcionado pelos gabinetes das Sedes Sindicais talvez não seja bom conselheiro…

(Paula Dias)

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Depois da Propaganda, a Realidade

Casas de renda acessível atribuídas a professores deslocados ainda não estão disponíveis

 

Cília e Augusto são dois dos 15 professores que tiveram lugar nas casas a preços acessíveis, mas ainda não as viram sequer. Ministério diz que “procedimentos contratuais estão a ser ultimados”.

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A Saga Continua, parte II

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A Saga Continua

António Costa recebido por protesto de professores em Guimarães

 

O primeiro-ministro foi a Guimarães para inaugurar uma nova unidade, mas foi recebido por um grupo de professores que exigia a sua demissão.

Os professores voltaram a receber o primeiro ministro com protestos. Em Guimarães, um pequeno grupo de docentes exigiu a demissão de António Costa, garantindo que não vão desistir de lutar pela escola pública.

O primeiro-ministro esteve, esta sexta-feira, a Guimarães para inaugurar uma nova unidade têxtil. À porta a fábrica, encontrou os professores em protesto, exibindo os polémicos cartazes.

À distância, reforçaram a intenção de não desistir do que dizem lhes é devido. O grupo de docentes diz que vai continuar a estar onde estiver António Costa, em manifestações como a que decorreu na manhã desta sexta-feira.

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E é Mesmo Isto

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734 Horários em Concurso Entre 16 a 20 de Outubro

Com data final de candidatura entre o dia 16 e 20 de outubro existem 734 horários em concurso.

Existe um elevado número de horários em concurso de 3 horas no grupo de Espanhol (17), sendo que são apenas para 5 agrupamentos. Só o Agrupamento de Escolas Escultor Francisco dos Santos em Sintra lançou 8 horários de 3 horas para o grupo de Espanhol.

Esta situação acontece porque ninguém está disponível para aceitar horários maiores e foi necessário proceder ao desdobramento do horário para ver se algum candidato aparece.

O que poderá acontecer é que alguma das turmas poderá ter sorte e vir a ter professor enquanto outras poderão passar o resto do ano sem a disciplina.

Também o Agrupamento de Escolas Poeta Joaquim Serra no Montijo, desdobrou um horário de Português de 16 horas por 4 horários de 4 horas.

Assim como o Agrupamento de Escolas Adelaide Cabette em Odivelas e o Agrupamento de Escolas Fernando Namora na Amadora que desdobraram horários de 16 horas de Físico-Química em 4 horários de 4 horas.

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Para Quem Precisa do Período Probatório e Ficou Colocado em Horário Temporário

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E Por Vezes Também Bate à Nossa Porta

A atualização da notícia é que ainda não será possível o regresso à normalidade no dia de amanhã.

 

Escola encerrada na Póvoa de Varzim devido ao mau tempo

 

A EB 2,3 Cego do Maio, na Póvoa de Varzim, fechou as portas esta manhã e vai manter-se encerrada durante todo o dia. Tudo por causa da inundação de vários espaços da escola, na sequência da passagem da depressão Aline.

Nesta manhã, estão já em curso os trabalhos de limpeza, mas todos os alunos foram mandados para casa e ficarão, hoje, durante todo o dia, sem aulas. Amanhã, apurou o JN, a escola, que tem mais de 600 alunos do 5.º ao 9.º ano, já deve voltar à normalidade.

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No Canal da Propaganda

Ainda irão descobrir um dia que nenhum docente será beneficiado, mas aí já não será notícia.

Porque como já disse em vários artigos, estaria em condições de beneficiar deste “acelerador”, mas o que vou receber é ZERO dias de serviço.

Por isso, podem enganar quem nada disto percebe, mas não enganam quem percebe aquilo que não vão dar.

 

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Audição do Ministro da Educação

… sobre o Plano 23/24 Escola+.

 

Eu sou mais capaz de dizer que as escolas promoveram o plano 21/23, mas perderam a paciência para preencher os mapas de atividades de todas as atividades desde 2021, durante o mês de agosto e início de setembro de 2023.

E por coincidência o Plano 23/24 apareceu hoje no site da DGE.

 

https://canal.parlamento.pt/?cid=7429&title=audicao-do-ministro-da-educacao

 

Notícias da comunicação social sobre esta audição

João Costa: 60% das escolas pediram reforço de professores

 

 

“Reforço extraordinário de docentes terminou porque 60% das escolas não o pediram”

 

 

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Também o Conselho das Escolas…

contesta dispensa de estágio

 

O Conselho de Escolas contesta a dispensa de estágio que consta na proposta do Governo para candidatos à docência com quatro anos de experiência.

Sublinhando que a proposta de alteração do regime jurídico da habilitação para a docência “permitirá cumprir o desiderato de aumentar a quantidade de candidatos”, o Conselho das Escolas (CE) alerta, no entanto, para a importância da componente de supervisão da prática. Criticando a possibilidade de os candidatos com habilitação própria e quatro anos de experiência docente serem dispensados de estágio. Alertando, ainda, que “qualquer medida que vise resolver a escassez de professores, ficará sempre condicionada às políticas de fundo que tornem mais atrativa a carreira”.

De acordo com a proposta de decreto-lei, os candidatos à docência que “possuam pelo menos quatro anos de experiência docente no respetivo grupo de recrutamento podem optar, em alternativa à prática de ensino supervisionada, por apresentar e defender publicamente um relatório individual que abranja esse período de referência”. No caso de os candidatos terem grau de mestre ou doutor na área científica, a sua frequência fica reduzida a um semestre, “sem prejuízo da obrigatoriedade da realização de unidades curriculares no âmbito das didáticas específicas”, a definir pela instituição de Ensino Superior.

As duas possibilidades são contestadas pelo Conselho das Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação, no parecer aprovado por unanimidade a 9 de outubro. Defendendo, por um lado, que a supervisão seja incluída; e, por outro, que a duração da iniciação à prática profissional (IPP) abranja todo o ano letivo. “Consideramos essencial para a formação profissional docente e para o desenvolvimento do saber profissional do professor a componente de supervisão prática”, vincam no referido documento.

Recordando que, “além da obrigatoriedade da observação de aulas como condição para os acessos aos 3.º e 5.º escalões da carreira, inúmeras escolas têm adotado formalmente práticas de supervisão internas como estratégia de desenvolvimento profissional do professor”. Razão pela qual o Conselho “assinala com reservas esta ausência”. Já a redução para um semestre da IPP, entendem que “introduz questões na distribuição de serviço das escolas”, além de “diferenças na formação para os candidatos que frequentem os dois semestres”.

No que concerne ao contrato de trabalho a celebrar entre os estudantes e o Ministério da Educação, o Conselho das Escolas alerta para alguns problemas decorrentes da lecionação mínima de 12 horas letivas. Primeiro, porque aquele mínimo “corresponde a 48% da carga letiva, na educação pré-escolar e no 1.º ciclo do ensino básico, e a 54,5% da carga letiva, nos restantes ciclos”. O que “introduz uma diferenciação de vencimento nos estudantes, que Conselho “considera não ser aconselhável”. Segundo, porque aquelas 12 horas “poderão implicar a lecionação de um número excessivo de turmas”. Defendendo, por isso, que “as horas letivas atribuídas não deverão implicar a lecionação de mais do que quatro turmas”.

Aquele órgão saúda, ainda, a possibilidade de os estágios se realizarem em creches, bem como a redução da componente letiva do trabalho semanal dos orientadores cooperantes em função do número de estudantes a acompanhar. Aquando deste parecer do Conselho de Escolas, a proposta da tutela previa uma redução até quatro horas letivas, defendendo aquele órgão o seu reforço. Entretanto, nas alterações feitas à primeira versão, o Ministério da Educação subiu o limite para as seis horas. Sendo que o orientador cooperante pode acompanhar até quatro estudantes.

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Que Adianta a Reintegração na CGA, Se a ADSE Está Bloqueada para Muitos?

Desde o dia 1 de agosto, a generalidade do pessoal docente e não docente que já esteve inscrita na CGA e perdeu esse direito, viu a possibilidade de ficar novamente reintegrado na CGA.

Sobre este tema ainda existem muitas dúvidas, em especial se é benéfico pedir a reintegração na CGA desde a data em que o trabalhador perdeu esse vínculo.

Mas também existem dúvidas sobre o funcionamento do direito ao subsídio de desemprego para quem muda da SS para a CGA.

Muitos deste trabalhadores que voltaram à CGA já perderam a ADSE porque fizeram opções diferente em termos de seguros de saúde, pois o regime da Segurança Social funcionava de forma diferente do que o regime da CGA (em especial no que respeita a baixas médicas).

Atualmente existem muitos trabalhadores que regressaram à CGA e que não têm direito à ADSE, nem está previsto que voltem a ter essa reinscrição a não ser que paguem todo o valor do período em que estiveram ausentes da ADSE.

E muitos deles estão agora num limbo.

No meu programa de candidatura a Conselheiro da ADSE tinha um ponto que prevê “ser garantida a possibilidade de reinscrição de antigos beneficiários, que por opção saíram da ADSE, I.P., mas que, no entanto, continuam a exercer funções públicas ou estão aposentados/reformados da Função Pública;”

Com praticamente um ano de permanência neste Conselho Geral já percebi que o Conselho Geral não tem qualquer influência nas decisões que são aprovadas. Já foram aprovados, por maioria, pareceres que solicitam a não alteração das tabelas de comparticipação, tendo em conta o custo de vida no ano de 2023 que iriam ainda mais penalizar os subscritores, mas parece que basta uma ou outra declaração de voto contra dos membros do governo neste CG para manter tudo como está.

Nem tem sido ouvida a recomendação dos únicos dois beneficiários independentes eleitos para a redução das comparticipações para  os 12 meses. Sendo que os membros eleitos que estão dependentes de Centrais Sindicais (os únicos dois da FRENTE COMUM, por muito que ladrem na praça, são os primeiros a querer manter tudo como está, mesmo fazendo flyers que querem a redução das comparticipações).

Por isso antecipo esta minha posição de querer a reintegração de todos os antigos beneficiários da ADSE a partir do dia 1 de janeiro de 2024 de forma a cumprir esta minha promessa na candidatura ao Conselho Geral. Mas já sei que terei oposição de quase todos, incluíndo dos ilustres dirigentes sindicais que fazem parte deste Conselho Geral.

 

 

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Mais uma machadada nas habilitações para a docência, Filipe do Paulo

Mais uma machadada nas habilitações para a docência

 

Não me parece razoável que baste apenas um ano ou ano e meio de frequência de uma licenciatura pós-Bolonha para se possuir habilitação própria para a docência ou para frequentar um mestrado em ensino.

 

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Notas dos alunos a subir desde a pandemia

Só falta agora dizer que a responsabilidades destas melhorias se devem aos gabinetes do Ministério da Educação e não aos professores.

 

Notas dos alunos a subir desde a pandemia. Mais atenção das escolas ou melhoria “artificial”?

 

Notas dadas pelos professores foram mais altas na pandemia e no ano que se lhe seguiu. Professores divergem quanto à interpretação destes resultados. E o projecto MAIA teve algo a ver com isto?

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E no País Real

Escola de Setúbal tem 800 alunos sem professor a uma ou mais disciplinas

 

Docentes do estabelecimento do concelho de Setúbal colocaram uma faixa na rua indicando o número de estudantes sem professor para “mostrar a verdade da escola pública”. Associação de pais apela a movimento nacional de protesto de Encarregados de Educação.

“A nossa realidade: neste agrupamento estão 800 alunos sem professor a uma ou mais disciplinas. Faltam seis assistentes operacionais”. O alerta está patente numa faixa gigante, colocada nas grades da Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal, e visa “chocar” quem por ali passa. Fonte que não quis identificar-se por temer represálias explica ao DN serem vários os objetivos do protesto. “Por um lado, mostrar a realidade do agrupamento, uma realidade igual a de muitas escolas do país, por outro lado, queremos desmontar a narrativa do Ministério da Educação, que afirma que as escolas estão a funcionar normalmente. O Governo está a enganar a opinião pública. Queremos mostrar a verdade da escola pública onde os alunos não têm os seus direitos garantidos, como o direito à educação, o direito a ter professor”, explica.

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Com Esta Receção…

…dispenso ver o resto do painel, por muito interessante que seja.

 

 

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