Mas para quem? Quem é que vai usufruir dessa oportunidade, como, quando?…
Está visto que, este, é o próximo assunto na agenda politica do governo. Depois do banho de água fria e da criação de falsas expectativas que se criaram com o Perfil do Aluno, levanta-se nova bandeira. Resta saber se é mesmo para ir para a frente ou se vão surgir umas quaisquer eleições pelo caminho… A contestação é certa, nem que seja a fazer de conta…
Todos sabemos no que isto pode resultar, E ainda que, nos “confortem” com as afirmações de que a gestão dos docentes não passará para a alçada municipal, isso ficará muito mais fácil de executar…
O que hoje me dizem, amanhã não ouço.
PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO É OPORTUNIDADE PARA OS SERVIÇOS CENTRAIS
A Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, afirmou que o processo de descentralização de competências é uma «oportunidade para descentrar os serviços centrais do Ministério da Educação».
Na sessão de abertura da conferência «Modelo de Descentralização de Competências na Educação», em Coimbra, a Secretária de Estado disse que «tudo o que seja tornar as decisões de gestão mais próximas dos cidadãos é positivo».
«Esta aproximação faz-se pela transferência de competências para as autarquias e pelo reforço da autonomia das escolas», acrescentou Alexandra Leitão.
O processo de descentralização é visto como uma «oportunidade para reforçar o triângulo, cujos três vértices essenciais à melhoria do sistema educativo são Ministério da Educação, autarquias e escolas, com toda a comunidade educativa e intervenientes».




2 comentários
Descentralização na educação ? é ficar refém de vários RELVAS. Por favor, deixem estar como está… se avançarmos apenas iremos criar mais ruído na área da educação.
Uma oportunidade de mais empregos para a família dos diretores. Uma oportunidade de menos transparência na vida das escolas. Uma oportunidade de quem estar perto do poder ficar com boas notas para entrada na universidade.
Alguém ser recorda da “bronca” dos concursos para O IEFP – as cunham chegaram aos jornais. Não queremos o mesmo na escola pública… !!!