Pede a DGAE que se determine a capacidade de acolhimento de docentes em mobilidade por doença, por grupo de recrutamento, até ao dia 8 de julho.
As matrículas dos alunos do 2.º ao 7.º ano decorrem entre os dias 9 e 19 julho.
Pelo que, é impossível determinar com rigor o número de turmas que as escolas poderão ter para 2022/2023 e por conseguinte determinar qualquer necessidade de acolhimento ou até mesmo necessidades permanentes para o próximo ano letivo, até ao fim do prazo das matrículas.
A não ser que seja por aproximação.




13 comentários
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Baixas-médicas 2022
1-Como manda a tradição, terminadas as aulas e vigilâncias uma avalanche de docentes que estavam “de atestado” estão a regressar às suas escolas. Sorridentes e – nos meses de Julho e Agosto – prontos para todo o serviço (ou seja, nenhum) . Desconhecem-se as causas da súbita recuperação da saúde . Alegremo-nos.
2- Porém, a OMS vaticina uma tremenda recaída logo que – em Setembro – recomecem as aulas. Não foram reveladas as causas…
Tem uma notícia, que relata as dificuldades inerentes doenças incapacitantes ! E que a nova lei da MPD , vai prejudicar os docentes que concorreram no ano lectivo 2021/ 22 , para ficarem a lecionar numa Escola ,que fique na área da sua Habitações Permanente e Centro de Saúde, e outras dificuldades de doenças onde tem necessidade de ajudas familiares.
Como de exemplo doenças de foro oncológicos, doenças incapacitantes, deficiência física e motora , invisuais, etc .
Com a nova lei MPD , ao concorrer os docentes em 2022/23 terão de sair das suas Escolas que tinham concorrido no ano anterior.
E terão de se deslocar a 20 kilometros , e longe do perímetro das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde, para lecionar nova Escola . E ficarão com dificuldades de tratamentos médicos e enfermagem no seu Centro de Saúde.
É de uma forma desumana e injusta, que maior dos docentes, derivado as suas doenças incapacitantes, podem se agravar , por percorrer todos dias 40 kilometros ou 50+50 =100 kilometros, e maior parte dos docentes , não terem meios transporte para lecionar.
Quando em 2021/22 tinham nas suas prestações, um bom desempenho nas Escolas onde os docentes , estavam colocados na área das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde.
– A nova lei MPD tem um erro de interpretação.
– Já que diz a nova lei , que com esta deslocação de 20 kilometros, vai colocar os docentes perto de Habitações Permanente e Centro de Saúde ( mas isso é uma Minoria) .
– Mas 100 % dos docentes com doenças
incapacitantes que concorreram em 2021/22 !
– Foi para ficarem nas Escolas , perto das suas áreas Habitações Permanente e Centro de Saúde.
– Assim é contraditório a nova lei, injustamente vai deslocar os docentes 20 kilometros e 50 kilometros das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde, para novas Escolas.
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/28-jun-2022/o-que-sera-dos-professores-em-mobilidade-14972763.html
Os Sindicatos deveriam levar uma Petição à Assembleia da República, para manter os docentes por mobilidade doenças incapacitantes nas mesmas Escolas em 2021/22 . E que concorreram para ficarem nas Escolas mais perto das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde.
E nova lei seria, para novos casos específicos , para docentes que concorram por MPD.
Assim, as Escolas teriam já os mesmos professores por MDP, e não teriam dificuldade de fazerem as turmas ,e distribuir horários específicos, para os docentes por MDP, que estiverem a lecionar em 2021/ 22 nas respectivas escolas.
E além já estes docentes não teriam necessidade deslocar, 20v kilometros e longe das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde.
“Pede a DGAE que se determine a capacidade de acolhimento de docentes em mobilidade por doença, por grupo de recrutamento, até ao dia 8 de julho.
As matrículas dos alunos do 2.º ao 7.º ano decorrem entre os dias 9 e 19 julho.”
Só num país como o nosso, com sindicatos como os nossos, e desgovernantes como os nossos, como docentes como nós.
Não estou nessas situações mas, já propus mais do que uma vez, greve a sério, e deveria ser às avaliações.
Os velhos metem atestado em setembro, os que têm mais ou menos a partir de 63 anos, estão exaustos, só quem não trabalhou é que pode estar fresco. No outro dia uma comentava que iria trabalhar até aos 70 é porque nunca trabalhou a sério, eu tenho 64 e estou cansadíssima, cheguei há pouco da escola estou exausta, não sei quanto tempo vou aguentar, já tive que meter atestado este ano. Depois os que estão muitíssimo doentes e com familiares, deficientes e doentes oncológicos, que eu conheço, vão também meter atestado nessa altura.
Vamos ver a brincadeira que os patrões arranjaram.
A grande verdade é que fala-se muito, escreve-se muito, mas na Hora da Verdade, em que se TEM URGENTEMENTE de AGIR, fugimos com o rabo à seringa de covardes que somos! FAÇAMOS ALGO POR NÓS, porra! do Céu só cai chuva!! Fazem de nós o que querem! E por quê??
Respondendo às “provocações” que venham os inspectores verificar… Quando existem radiografias, análises clínicas, relatórios médicos a comprovar a situação de doença, sim são factos, e contra factos não há argumentos. Agora aqueles “sitores da tanga” que têm os pais no lar e querem ser horário zero do outro lado da rua, ah! a esses acho muito bem que que se FFFFlixem.
Lembrem-se que sem Professores não existem médicos, enfermeiros, juízes, e mesmo (no ensino Profissional) eletricistas, carpinteiros, administrativos, cabeleireiros, restauração ….. e mesmo professores.
Já o afirmei aqui que poderiam acabar com a MPD, mas também acabem com o concurso nacional de professores …. muitos professores foram obrigados a concorrer em QZP, e efectivaram num QZP onde nunca sequer puseram os pés, e são obrigados a concorrer a todo o seu QZP.
Por isso concorrer a nível de escola, com vagas reais, sim, numa escola com 20 professores de Quadro tem cerca de 80 contratados, a percariedade …. Professores com 15 anos numa escola, sempre a contrato ….
Admiram-se de existirem tantos professores em mpd? Porquê? O corpo docente está envelhecido, com pais idosos. Que se saiba a saúde é agravada com o avançar da idade. Muitos colegas já deviam estar reformados, outros deviam ter redução efetiva nos horários como era noutros tempos. O ME podia, isso sim, fiscalizar melhor a mpd, para garantir que não pague o justo pelo pecador. Também seria bom fiscalizar os horários dos professores, os quais deviam ter a mesma estrutura para todos. Acabar com privilégios para amigos na elaboração dos mesmos. Existem colegas que são sobrecarregados com vários níveis de ensino, cargos, turmas problemáticas e outros são sistematicamente poupados. Isto também cria muita injustiça e mal estar entre colegas nas escolas.