E se a direcção de uma escola pública inglesa recruta professores e pessoal auxiliar, quem recruta o director? Os “governadores” da escola, mais precisamente o governing body, o qual é composto por representantes não remunerados da comunidade em redor. Sim, leram bem, não remunerados e, no entanto, com o dever último de gerir uma escola.
O ensino (cada vez menos) público no Reino Unido
Sim, existem linhas curriculares orientadoras, mas nem por sombra sonhem com um Governo a ter uma palavra a dizer sobre o currículo ministrado em cada escola, num país onde a cada corpo docente cabe a responsabilidade de decidir sobre os conteúdos mais adequados em função dos alunos em mãos.




7 comentários
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Não é exemplo para ninguém!
Além disso existe um elitismo ancestral snob e holliganista!
Todos sabemos que o Ensino Público no RU não tem interesse para ng…vigora há séculos um regime onde o ensino privado tem a supremacia e onde é de grande qualidade…opções… nada temos a ver com isso…muito menos o governo português que deve olhar para o ensino cá e não tentar distrair o pessoal com fait-divers…
Há duas coisas que parece que ninguém ver para a falta de professores: a primeira é o salário que não dá para pagar as despesas em muitas zonas do país , nomeadamente arrendar um T1 ou T2 quando se tem família, e segunda a falta de respeito que alunos, encarregados de educação e até as direções (que por incrível que pareça são também professores!) têm pelos professores. Nenhum professor quer ir para uma escola onde seja mal tratado, gozado e agredido, vejam que os exemplos são muitos relatados nas redes sociais, e não há mais relatos por medo e vergonha dos professores. Quantos professores estão de baixa por depressão?!
E como o showbiz do ME !
A tentar , assobiar para o lado aos problemas do ensino em Portugal.
E não os querer os resolver, e dar exemplos da Inglaterra.
O Ensino Público em Portugal, sempre teve na carreira docente, uma preparação especial na vida dos alunos.
Como muitos Ministros deste Governo, deveriam ter em conta , que tiveram seus ensinamentos nas Escolas Públicas, e seu desenvolvimento cultural , os levaram ao ensino académico Público , que por sua vez os levou carreira Política e de trabalho.
Deveria este ME ser mais digno e seus Ministros deste Governo, terem mais dignidade com a carreira docente em Portugal
Portugal está a implodir e em vias de diluição porque se desinvestiu das bases de um estado antigo, sólido e seguro!
Os políticos, que têm primado pelo linguarejar retórico, embuste e jogadas pessoais, só enganam quem tem fraca formação, vive de esmolas, de espetáculos televisivos e de baixezas das redes sociais. Não têm sabido (falta-lhes cultura) manter a educação que é até mais importante que a saúde (prepara para uma vida inteira) firme e bem estruturada. São permeáveis a múltiplos interesses, sendo os pessoais e familiares os de maior relevância. O Estado está a ruir graças às farpas que eles, por si, ou empurrados por outros, colocaram na engrenagem. O neoliberalismo de Tatcher e Reagan mostraram com a pandemia o seu completo falhanço. Contudo o vício de ceder a pressões económicos-financeiras está mecanizado no modo de proceder destes governantes pouco formados e pouco cultos, aos quais falta, claramente, estatura de estadistas. Viciaram-se na being boys for the big ones que nem eles muitas vezes sabem quem são. Esqueceram-se que devem governar para aqueles que os escolheram e não para outros quaisquer!
A educação, a segurança e a saúde, que são o esqueleto estruturante de suporte de tudo o resto têm vindo a ser atacados e despojados por alterações legislativas cirúrgicas que descaracterizam e empobrecem os seres humanos que estão nestes profissionais.
Com profissionais destes sectores desmotivados, cansados e humilhados o Estado esboroa-se, a justiça e a democracia evaporam-se. A identidade e o saber perdem-se. Fica-se à mercê de modas e de favores. Perde-se qualidade e dignidade. É-se invadido, contaminado e, por fim, o Estado, depois de implosão, entra em diluição.
Vejamos como se governa hoje em dia! Aí a pandemia! Socorro, socorro…televisões, jornais, internet… lá vem um discuso de plano de contingência (que nunca tem nada de plano, apenas de contingência).
Ai a guerra! Socorro, socorro…
Ai as urgências! Socorro, socorro…
Ai a falta de professores! Socorro, socorro…. e a história vai-se repetindo sem soluções que solucionem e criando aos comuns a ilusão de que se trabalha para resolver, quando afinal aqueles que fingem ter a solução são a causa do problema.
Esta forma de actuar só subsiste por cumplicidade dos media que servem o espetáculo aos espectador e não investigam nem vão a fundo no apuramento da verdade. Quando vão um pouco mais além é apenas por financiamento de uma facção.
Estamos neste circuito de roda livre!?
Contradição? Não. Nem sequer é livre. É roda, mas esmagadora e à deriva. Porque ser livre é fazer opções conscientes. Não é isso que está a acontecer.
Como resolver? É precisamente fazendo opções conscientes. Investindo no conhecimento.
Devolvendo força aos sectores que têm sido atacados. Só assim se reverte este sangramento doentio.
É de mim, ou neste blog são introduzidas gralhas nos textos dos comentadores para parecerem totós?
Mitu . Por acaso, entra neste blogue para ver a forma de escrita de cada comentador ?
– Se é docente, não deveria se unir com os docentes e lutar pela carreira profissional docente . Contra as atitudes deste ME que está a querer prejudicar as carreiras das vidas dos docentes, com seus ideais e comparações com outros Países.
– A União é necessário neste momento, e Lutar contra as controvérsia, deste ME .