Oeiras vai ter 40 quartos e 500 casas para professores deslocados
Há 20 anos, eram os moradores de barracas a virem à câmara pedir alojamento. Ultimamente, aparecem professores”, conta Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal e Oeiras. Ao todo, há cerca de 100 docentes deslocados no concelho, mas ainda poucas alternativas de alojamento. Por isso, a autarquia está a projetar quartos e casas para professores, bem como para polícias – duas classes cuja sobrevivência está a ser afetada pelo mercado imobiliário cada vez mais especulado. Nos próximos dois anos e meio, espera ter 40 quartos disponíveis e, em quatro anos, 500 habitações T0 e T1, a preços mais acessíveis.




4 comentários
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Os antigos escravos trabalhavam pela comida, os novos escravos trabalharão por um quarto !!!!!
As agressões mantêm-se, só mudam os autores.
Pobres professores!!!!
Medida muito pertinente, “para ontem” e que devia ser adotada por todos os municípios, principalmente da Grande Lisboa. Tenho esperança que assim seja, a bem dos numerosos professores deslocados, como eu, e também dos alunos que continuam sem professores.
Sra professora Rosa Saraiva:
Os “outros” professores não precisam de casa?
Não pagam também renda?
O problema não estará na miséria da carreira ou do vencimento?
Por que será que os médicos estão em excesso nos grandes centros e em falta fora deles?
Por que será que os incentivos para eles são para sair das grandes cidades?
Os professores limitar-se-ão agora a pedir uma esmola para a renda da casa?!
Será este o futuro?
Os professores não precisam de esmolas mas sim de um salário justo! E já agora, por que razão os políticos têm direito a subsídio de alojamento quando a sua residência oficial (ás vezes até é mentira, como nós bem sabemos) se situa a alguns Kms de Lisboa? Ganham assim tão mal?