Histórias de Vida da BCE

Quatro dias e sete escolas: a história de um pesadelo com um final feliz

 

 

Quando se foi deitar, na noite de segunda-feira, Catarina, professora, tinha cinco escolas por onde escolher, todas a mais de 300 quilómetros de casa; na terça decidiu-se por uma delas; na quarta partiu sem saber onde iria dormir e na quinta ficou colocada à porta de casa. Esta é a história de um processo de colocação “normal” de “uma professora normal”, que, ainda por cima, diz Catarina, “teve um final feliz”. “De que é que me posso queixar?”, pergunta, depois de dizer que não consegue parar de sorrir.

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9 comentários

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    • AC on 24 de Outubro de 2014 at 16:54
    • Responder

    Afinal, na BCE, até quando podemos desistir de um horário?

    • Teixeira on 24 de Outubro de 2014 at 17:37
    • Responder

    eheheh
    Ainda bem que também há situações que acabam bem!
    Good for you girl! 🙂

    • Isabel 210 on 24 de Outubro de 2014 at 22:55
    • Responder

    Como é possível alguém ser o número três mil e muitos na lista nacional e passar para vinte e pouco nas listas de BCE? Mais uma prova que esta m….a da BCE é a maior injustiça do mundo.

      • maria on 24 de Outubro de 2014 at 23:37
      • Responder

      Como é possível alguém com menos de 5 anos de anos de tempo de serviço é colocado? Pessoas com pouco tempo de serviço ou quase nenhum estarem a ser colocados à minha frente????Isto nunca aconteceu!! Ultrapassar colegas que dão aulas à muito mais anos, eu por exemplo à quase 8 anos sou sempre colocada e este ano NADA!! Nem realizaram a prova de acesso como é que estão colocados????

        • maria on 24 de Outubro de 2014 at 23:50
        • Responder

        Eu só queria saber para que serviu a pacc afinal???? É uma vergonha!!!!

          • A on 25 de Outubro de 2014 at 0:45

          Para que é que serviu a PACC? Bem…na verdade, não serviu o seu propósito, pois quando se tem uma professora que escreve ‘à muito’…ao invés de ‘há muito’, percebe-se a razão da prova não ter sido aplicada a quem devia… Se calhar quem tem mais de 5 anos de serviço devia fazer mais do que uma ‘PACC’… Um vergonha, de facto…ainda mais quando se tem 8 anos de tempo de serviço…

        • Sapiens on 25 de Outubro de 2014 at 15:03
        • Responder

        É a MEDIOCRIDADE em pessoa. Era bem aplicado que no próximo ano os que têm menos de 5 anos fossem dispensados da PACC- PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES E CONHECIMENTOS- e fosse só para aqueles com mais de 5 a 10 anos de tempo de serviço, oxalá que isso aconteça. E vai provar do seu próprio veneno.Talvez assim a PACC sirva para alguma coisa, não é?

    • Marco António on 24 de Outubro de 2014 at 23:25
    • Responder

    Ainda há pessoas que se ” Vangloriam” !!!! Esta BCE é a
    maior trapalhada de todos os tempos !! Aqui está uma prova disso!! Como é que
    alguém com o nº 3780, na lista de ordenação a nível nacional ainda tem coragem
    de dizer “que não consegue parar de sorrir”!! isto é ironia ?!!
    Sarcasmo?!! Pudera tantos anos a lecionar na mesma escola… mais uma ironia do
    destino… voltou a ficar colocada, mais um ano na mesma escola e “à porta
    de casa”. Não posso com este tipo de comentários… com tanta injustiça!!

      • pandila on 25 de Outubro de 2014 at 12:50
      • Responder

      A culpa (no especial) é mais do despacho 866 do que de outra coisa… há colegas que acabam uma especialização em 4 meses com classificações superiores a 17/18 and up…. Deveria ser abolido…

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