Nota Informativa N.º 7
O Conselho das Escolas reuniu na passada terça-feira, dia 07/10/2014.
Por sua iniciativa, foi analisada a atual situação educativa, identificados os problemas e constrangimentos que têm afetado o início do presente ano letivo, bem como as principais causas que lhes deram origem.
O Conselho deliberou pronunciar-se sobre esta matéria, tendo aprovado uma Tomada de Posição sobre o lançamento do ano letivo 2014/15.
Da mesma foi dado conhecimento ao Sr. Ministro da Educação e Ciência.
José Eduardo Lemos, PCE, 08/10/2014

Out 09 2014
Tomada de Posição do Conselho das Escolas Sobre o Lançamento do Ano Letivo
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16 comentários
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Como sou a favor de um concurso único, fora os tachos, não subscrevo todas as intenções desta tomada de posição
Lamentável que o conselho de escolas reclame autonomia na contratação de professores. Deveriam sim reclamar a existência de 3 concursos de contratação e solicitar que a contratação de decentes fosse feita atempadamente através de um único concurso, tendo como critério único de ordenação a graduação profissional.
O conselho de escolas quer autonomia para continuar com as “cunhas” e estão aproveitar-se desta confusão para terem mais força na sua posição!
Tão injustos com aqueles que fazem um trabalho sério, é por isso que a classe vai continuar a ser menosprezada pelo público em geral. Tenho pena é pelos excelentes profissionais que existem. Alguns contratados perdem toda a razão quando fazem comentários como estes. É evidente que existem injustiças, mas não é a autonomia das escolas que vai aumentar tal situação. Enganado está aquele que pensa que a graduação profissional é o critério mais justo. Será que deve prevalecer sobre a competência profissional?
Não lhe parece que a competência profissional é melhor observável na ponderação da média de curso (algumas médias de 14, 15, 16 valores, em Universidades Públicas como a do Porto) anos de experiência (10, 15, 20 anos de serviço docente) e (mesmo não concordando) ADD? Não chega???!!!!!!!!! Considera você “UM CRITÉRIO JUSTO”, por exemplo, ter formação de algumas horas, dadas por qualquer um, em assuntos muito pouco relevantes?
Desculpe minha Senhora, mas quem defende isso só pode querer meter nas Escolas os primos e os afilhados. Quer tapar o sol com a peneira, mas de chique espertice já estamos nós fartos.
E lá voltamos nós ao velho problema das cunhas; deixem-se disso de uma vez por todas; ´ºe o único argumento que têm quando se pretende mudar algo.
E já agora, as médias de curso também não são um fator carregado de injustiças? Basta tirar o curso em certas universidades para já virem beneficiados!
Porque têm tanto medo das formações que os outros fazem? Todas as que fiz são relacionadas com o ensino e com o meu grupo!
“Todas as que fiz são relacionadas com o ensino e com o meu grupo!”ooooohh coitadinha da tótózinha! O que foi? o teu onzezito tirado num qq curso duma privada não te dá bases para te actualizares? Precisas das formações da treta para evoluir? ohhh que coitadinha, é que nem fala num mestrado ou doutoramento, vai logo falar que acha bem as formações que toda a gente comenta nos intervalos das mesmas que só servem para AQUELA coisa….
Olha, querida Raquel, és mais uma ressabiada, não deves ter vida própria nem ninguém que te dê valor; por isso vens para aqui destilar o teu veneno de vibora! Tirei o curso, pré bolonha, numa das melhores universidades públicas do país e sim, anos depois, tirei o mestrado em ensino noutra universidade pública e mais, tenho algumas formações feitas. Chega-te? É que eu posso falar, e tu????
ehehehehee…claro filha, na net somos os maiores, temos tudo, não é? Mas tens defendido as formações da treta, aquelas que em duas semanas qualquer um faz… é porque tens algo a ganhar com isso! Se realmente tivesses o que dizes ter, a conversa não outra…disso tenho eu a certeza!
O seu discurso aponta para uma pessoa sem cultura, sem nível e ou duas uma, tem apenas o liceu antigo e foi até à madeira profissionalizar-se ou então tirou um curso antes de Bolonha no século passado numa privada onde a qualidade deixava muito a desejar ou então à distância eheheheh. Mas também é possível ter tirado um curso numa pública com nota final baixíssima nem prática pedagógica havia nos programas, mas a sua sorte é que antigamente qualquer badameco dava aulas e assim conseguiu acumular tempo de serviço! E muitos na sua situação nem se preocuparam em actualizar seus conhecimentos pois estavam convictos que o tempo de serviço era o passaporte para uma carreira estável! eheheheh
A ‘raquel’ faz referência à universidade do Porto, mas melhor é a de Coimbra. E um ‘onzezito’ em Coimbra vale muito mais do que um dezasseis no Porto….
Claro, mas mesmo um dezasseis tirado em Coimbra, com uns 15 anitos de serviço em cima é facilmente ultrapassado por uma paraquedista tipo bekas510 especialista nas formações da treta!
Aqui a bekas é de coimbra e estudou em coimbra! E, por acaso, já foi ultrapassada por paraquedistas; será que estudaram com a raquel?
Porquê? És da área das artes? Por isso falei em UP! Vai te entreter nas formações da treta e deixa o bom nome das instituições públicas em paz que de verdade o teu discurso não tem nada.
Maria, concordo em pleno consigo; até que enfim encontro alguém que partilha a minha opinião!
Que autonomia têm as escolas? Deixem-se de tretas!!! A graduação profissional é o único critério válido para que haja menos injustiças. Não brinquem com os que estão no ensino por décadas!!! Só subscrevo um concurso único onde os candidatos são ordenados pela GRADUAÇÃO PROFISSIONAL.