A Comparação dos 311 Encerramentos

… com a lista inicialmente prevista dos 439 encerramentos.

 

Clicar na imagem para ver o estudo comparativo de todos os Distritos/Concelhos. Poupou-se o interior nesta lista final em detrimento do litoral.

Aveiro e Porto tiveram mais 26 e 25 encerramentos do que o inicialmente previsto e Guarda, Castelo Branco, Évora e Bragança menos 31, 24, 19 e 16 encerramentos respetivamente.

O distrito anormal nesta análise comparativa (Litoral/Interior) é Santarém que teve menos 25 encerramentos do que o inicialmente previsto.

 

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A lista inicial encontra-se aqui e alista final aqui.

 

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8 comentários

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  1. No interior não se poupou nada…já quase não há escolas abertas no meio rural…logo, as que ficam…são residuais!

    • Quem fechou mais? on 24 de Junho de 2014 at 14:57
    • Responder

    O fecho das escolas

    David Justino, no Governo de Durão Barroso, encerrou 472 escolas. Maria de Lurdes Rodrigues, primeiro, e Isabel Alçada a seguir, nos Governos de José Sócrates, fecharam mais 2500 e 711, respetivamente. Nuno Crato, agora no Executivo de Passos Coelho, decretou 500 encerramentos no primeiro ano e agora prepara-se para fechar mais 311. Como se pode verificar, esta reorganização escolar que acontece desde 2002-2003 não é uma questão ideológica. É uma necessidade do País. É uma questão de adequação à atual realidade do ensino em Portugal e ao número de alunos. O que não implica que não tenha de se guiar por critérios de bom senso e às necessidades locais da população.
    A aposta nos grandes centros escolares, com boas condições de ensino, por troca com as pequenas escolas, uma em cada pequena aldeia, com cada vez menos alunos, às vezes não mais do que dois ou três, impôs-se naturalmente. O abandono do interior e a consequente baixa natalidade assim obrigaram.
    Mas claro que cada caso é um caso, e assim deve ser analisado, conhecendo a realidade local e não decidindo apenas desde um qualquer andar da 5 de Outubro em Lisboa. As características próprias das escolas a encerrar e o contexto em que elas se encontram têm de pesar numa decisão deste género. Assim como garantir a deslocação de alunos (no próximo ano letivo serão mais quatro mil alunos).
    A renovação é necessária. A mudança também. O fecho de escolas, que vem sendo feito ao longo dos últimos dez anos, deve ser visto de forma positiva. Se foi possível encerrar cerca de sete mil escolas, é porque algo estava mal. Mas é necessário assegurar uma melhor qualidade de ensino e práticas pedagógicas. E salvaguardar os interesses dos alunos e das suas famílias.

    In DN Editorial de 23-06-2014

      • Seria Justo on 24 de Junho de 2014 at 15:26
      • Responder

      Uma necessidade do país??? Uma anedota o que dizes, pelo menos no que concerne à realidade do interior!!! Os centros escolares construídos não passam de armazéns e quanto a boas condições é mentira. Só as instalações novas é que é positivo o resto é mentira.Os políticos e “politiqueiros” o que pretendem é encerrar o interior do país!!! Quanto a salvaguardar os interesses só os políticos e não os da famílias nem de alunos…Conheces a realidades das condições de alunos transportados e as condições que tinham nas escolas anteriores para as que foram atualmente?? Decerto que não senão não te pronunciarias de forma “quase leviana” sobre o assunto.

    1. Sinceramente não entendo como há professores, ou melhor pseudoprofessores – incluindo os que só veem os quatro paredes do ministérios, que se convencem, ou querem fazer querer, que se trabalha melhor com 30 alunos numa sala do que com 16 ou 17… E mais, na última década encerraram quase 5000 escolas, para um país como o nosso (e já estou a generalizar, porque para ser mais preciso teria de referir quase só o interior) não acha um número exagerado?? E será que todos esses serviços fecham no interior porque está a ficar desertificado…ou será que o interior está a desertificar-se muito por causa do encerramento destes serviços todos?? Mas se a ideia é mesmo acabar com a escola pública sugiro ao Sr Ministro o fecho de todas as escolas de um distrito e agrupar os alunos todos num estádio de futebol (pode ser um que esteja às moscas desde o Euro 2004), assim basta um professor para cada mil alunos. Fica a sugestão!

    • THIS MORTAL COIL on 24 de Junho de 2014 at 15:50
    • Responder

    Portugal no seu pior…..O deserto a caminho.

    • PPereira on 24 de Junho de 2014 at 16:19
    • Responder

    Nem o Crato escapou aos encerramentos?!
    DSRA Portalegre EB Gáfete, Crato

  2. A escola EB1 de Courel está na lista, pertence a Barcelinhos e mantém 22 alunos para continuar a trabalhar, no entanto vai encerrar. Provavelmente os alunos irão ser deslocados para a escola mais próxima, o certo é que no ano passado fizeram-se obras em todo o chão e apesar de ser uma escola muito pequena é o pouco que a freguesia ainda tem, mas é assim que este país funciona. Com a união de freguesias é do interesse económico fechar escolas, e assim, se perde qualidade no ensino, tanto para professores como para alunos. Foi com uma enorme tristeza que vi o nome “Courel” na lista…
    Não se iludam os que ainda pensam que as autarquias ou juntas de freguesia não são a favor do fecho de escolas pois nem sempre é assim,

  3. Atenção que há EB que não estavam na lista inicial e surgiram na lista final

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