Lamentável

… que estas empresas não sejam denunciadas publicamente.

Apesar de esta equipa ter um trabalho complicado pela frente, acredito que sejam encontradas algumas soluções para o crescimento da natalidade em Portugal.

 

Empresas obrigam mulheres a comprometerem-se a não engravidar durante cinco anos

 

Há empresas que estão a obrigar as mulheres a assinar declarações em que se comprometem a não vão engravidar nos próximos cinco anos. A denúncia é feita por Joaquim Azevedo, o homem escolhido pelo Governo para liderar uma equipa que vai traçar um plano de ação para a natalidade até ao final deste mês de junho.

 
Em entrevista à Antena 1, o professor da Universidade Católica do Porto alerta que Portugal vai ser insustentável daqui a menos de 50 anos se nada for feito para travar esta situação. Só nos últimos três anos nasceram menos 13 mil bebés.


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11 comentários

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    • Taia on 18 de Junho de 2014 at 14:46
    • Responder

    Mas essas empresas têm nome: o próprio Ministério da Educação!!! Em CE é possível não se seleccionar uma candidata só por isso…

      • sandra on 19 de Junho de 2014 at 9:29
      • Responder

      exatamente…fui grávida a uma entrevista e, apesar da melhor graduação, nao fui selecionada…porquê?!?!não gostaram da cor dos meus olhos!?!?! E fiquei a seguir numa escola onde me fizeram a “entrevista” por telefone…quando me apresentei, o membro da direção que me recebeu teve um desabafo “não sabia que estava grávida”…nem tinha nada que saber…mas é assim que funciona…triste país o nosso…

  1. Conheço casos desses que remontam a 1996.

    • THIS MORTAL COIL on 18 de Junho de 2014 at 18:19
    • Responder

    Absolutamente Repugnante…

    • carlota on 18 de Junho de 2014 at 18:56
    • Responder

    Numa sociedade sem igualdade material, o padrão jurídico da igualdade formal gera políticas antagónicas. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.
    Se é verdade que a ordem jurídica instaurada nos anos setenta se funda numa concepção de cidadania universalista, ao considerar homens e mulheres igualmente produtores e reprodutores, está a compactuar e, a reforçar práticas sociais desiguais e injustas.
    “Há empresas que estão a obrigar as mulheres a assinar declarações em que se comprometem a não vão engravidar nos próximos cinco anos.
    A situação denunciada é absolutamente imoral e intolerável.

    Em entrevista à Antena 1, o professor da Universidade Católica do Porto alerta que Portugal vai ser insustentável daqui a menos de 50 anos se nada for feito para travar esta situação. Só nos últimos três anos nasceram menos 13 mil bebés”.
    Publicado a: 2014-06-18 14:37:00
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=745943&tm=8&layout=123&visual=61

    A cultura do medo continua a dominar!
    Paradoxo: Comissão para a Igualdade no Trabalho sem queixas formais de mulheres sobre declarações para não engravidarem.
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=745943&tm=8&layout=123&visual=61

    O processo de Desumanização intensifica-se com o acentuar do individualismo nas relações laborais. A funcionária comunica e interage sobretudo com o seu superior que a avalia, premeia e pune.
    É importante salientar que a partir de 1993, com a Conferência Mundial de Direitos Humanos, em Viena, os direitos das mulheres passaram a ser reconhecidos como Direitos Humanos.
    A situação denunciada é insuportável.Será que nascer mulher é um erro da natureza? ihhhhhhhhh

    • Isabel on 18 de Junho de 2014 at 20:30
    • Responder

    Há pouco tempo, numa entrevista, foi-me dito textualmente, que eu preenchia todos os requisitos e que estavam convictos de que eu sou uma excelente profissional, MAS COMO TENHO 2 FILHOS (e era um instituto de Línguas bem conhecido por todos, que vive de muitos alunos estudantes) não era selecionada!!!!!!!!

    • cristina on 18 de Junho de 2014 at 22:06
    • Responder

    Portugal no seu melhor…. daqui a 40 anos, não sei quem irá ser ‘os escravos’ dos filhos destes charmosos senhores com estas ideias fantásbulásticas….

    • Fernando on 18 de Junho de 2014 at 22:38
    • Responder

    As mulheres desses senhores, de certo continuam a engravidar.

    • Pensador on 18 de Junho de 2014 at 22:46
    • Responder

    É mesmo lamentável num país que se diz Europeu e procura estar no mesmo patamar que os restantes mais desenvolvidos. Nahnah…Portugal se continuar com esta “mentalidade” e falta de políticas que incentivem a maternidade, dentro de poucos anos vai entrar em “colapso” pois num país de idosos não há pensões para ninguém e nem mão-dobra vai haver para trabalhar nestas empresas que hoje põe obstáculos à maternidade. Venham mais emigrantes…,ou será isto uma forma de acabar com o povo português?

      • sandra on 19 de Junho de 2014 at 9:31
      • Responder

      Eu ouvi a entrevista ontem e segundo o sr entrevistado, teriam de entrar mais de 300 mil imigrantes por anos para compensar a queda da natalidade portuguesa…

        • Isabel on 19 de Junho de 2014 at 10:51
        • Responder

        Mas porquê? Os imigrantes, aqui têm condições para procriar e nós não? É isso?

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