Grupo de professores efetivos quer suspensão do concurso extraordinário
Um grupo de 158 professores efectivos apresentou uma providência cautelar para tentar suspender o concurso extraordinário do Ministério da Educação. O concurso, aberto a professores contratados, prevê quase duas mil novas vagas nos quadros.
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Porque não se combate uma injustiça com outra injustiça e já chega de leis ilegais, anule-se este concurso e abra-se o interno/externo com as vagas existentes.
Aqui não há razões para interesse público, pois os candidatos à contratação já concorreram e infelizmente contratados ou vinculados ganharão o mesmo (outra injustiça). Há que abrir o concurso de MI, de modo a assegurar que todos os docentes necessários estarão ao serviço a 1 de setembro.
vão ganhar menos….porque mudam de índice e apanham aquelas %s todas de descontos……acreditem!!!!
Pois mas em Portugal ser contratado e ter tempo se serviço(nem interessa se é do público ou do privado) é um privilégio.Dentro de anos de injustiça em injustiça, podem por na mobilidade especial as pessoas independentemente de terem mais ou menos anos de serviço
Concordo “Professora”. Desde o início desta polémica que solicitamos que seja aberto concurso Interno/externo em simultâneo … como se faziam antes de 2003…Permitiam mobilidade, recuperação de vagas e colocação dos contratados nas vagas residuais.
Penso que em futuras entrevistas à comunicação social deverá ser explicado como os efetivos serão ultrapassados, SIM e definitivamente, pelos contratados caso vinculem neste externo extraordinário, para já não falar em TRIBUNAL. As declarações do ministro e do seu secretário de estado devem ser desmentidas com factos reais, pois definitivamente estão mal informados ou tentam ludibriar a opinião pública.
O Secretrário de Estado referiu hoje que o concurso é só para contratados e que os profs efetivos concorrem á frente dos que vierem a vincular, caso pretendam aproximar-se de casa. O que é uma mentira porque esta situação só se verificará durante um ano quer na MI quer no concurso interno (se abrir realmente em 2015). Se abrirem muitas vagas existirá a possibilidade de isso acontecer com algumas pessoas e em certos grupos, caso contrário (que deve ser o real) acontecerá o mesmo que o ano passado, vamos todos a concurso quase ninguém do quadro conseguirá mudar-se e os novos vinculados ficarão definitivamente em QZP e depois concorrem na 1ª prioridade da MI e quem fica sem horário será quem já lá estava há muito.
Legislam de forma ilegal e injusta e depois ainda têm o descaramento de dizer “que estão mal informados” e que não seremos ultrapassados. De forma educada e firme devem ser desmentidos!
Concordo com a professora. É essencial que se entenda que isto é uma injustiça e que o SR. Ministro ou não percebe nada do assunto ou é um pouquinho aldrabão-
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