Ao final do dia de ontem terá dado entrada no TAF do Porto uma providência cautelar contra o concurso externo extraordinário por não ser possível aos docentes dos quadros serem candidatos a este concurso.
Aguarda-se agora decisão do TAF do Porto e resposta do MEC à providência cautelar.







13 comentários
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Bom dia Arlindo, quais são as consequências desta providência cautelar na colocação dos docentes contratados que concorrem ao concurso externo extraordinário?
O justo será decretar nulo este concurso (por violar a lei geral) e abrir em 2015 o concurso interno e externo com estas vagas e mais aquelas que ainda venham a surgir por aposentações e rescisões.
Os contratados já manifestaram as suas preferências na contratação para 2014/15, só falta abrir a MI de modo a que todos estejam colocados a 1 de setembro.
Para o ano vamos todos a concurso!
Também há a possibilidade de abrir já o concurso a todos, mas provavelmente não estaria concluído a 1 de setembro.
Estes concursos são uma palhaçada. Porque é que não deixaram concorrer toda a gente? Onde é que vão arranjar vagas para tanto professor?
Revoltante! Como é possível perderem tempo com providências cautelares a saber que vai haver concursos internos e mobilidade.Tristeza…que falta de ética!! Uma prova de ética para todos seria bem-vinda.
De que adianta a realização de um concurso interno depois das vagas já estarem ocupadas pelos contratados um ano antes? Só para gente muito distraída ou que não quer ver.
De que adianta a prioridade apenas de um ano na mobilidade interna, se depois de 2015 ficam todos ordenados pela graduação profissional, ficando os QZP´s em 1º prioridade?
Caro Pensador e Caro Ministro ninguém anda a dormir e penso que apenas vossas excelências é que andam mal informados. Se houver lista de colocações neste concurso externo extra a vaga consolida-se logo que o candidato a aceite formalmente e não em 2015. ISTO É UMA MENTIRA E EM TRIBUNAL DEVE SER DESFEITA. Pois os que vincularem no externo são obrigados a ser opositores ao próximo interno mas se não conseguirem um QA ou QE não faz mal pois já estão EFETIVOS num QZP e, portanto, ultrapassaram quem já estava nos quadros e foi impedido de concorrer para se aproximar violando o disposto na lei referida. Basta ver o concurso interno de 2013.
Quanto ao comentário do João da Silva foi muito infeliz quando refere que a injustiça é relativa, embora os seus associados disponham de apoio jurídico, isto é, lavou as mãos como Pilatos para ficar bem na fotografia e quem se considerar injustiçado então que peça.
Parabéns pela iniciativa da providência cautelar sobretudo por não baterem à porta dos sindicatos!
Classe de merda esta.
Como podem dizer que é injusta esta providência cautelar? Acham justo que professores efetivos continuem como QZP, centenas deles bem longe de casa, e não terem hipótese de efetivar num QZP mais próximo? Ninguém está a roubar vagas a ninguém, uma vez que se um professor efetivo num QZP conseguir vaga num QZP mais próximo da sua residência, liberta a vaga do QZP a que estava afeto. Trata-se de uma igualdade de direitos!
E o outro fica com as sobras…Igualdade de direitos? Então porque não foram obrigados a realizar a PACC? Tudo igual para todos! Isso sim seria justiça.
Estamos a falar de assuntos distintos e bem sabe que a maioria dos professores (pelos menos aqueles com “2 dedos de testa”!) são contra a PACC. Bem sabe, aliás, que muitos se recusaram a vigiar, por exemplo, assim como corrigir! E não se trata de ficar com sobras… trata-se de permitir mobilidade!
Para isso serve o concurso de mobilidade interna…,e se o outro colega contratado também lhe dá jeito a mesma vaga de QZP? Porque carga de água julga ter mais direito e prioridade sobre este? Haja bom senso e respeito por aqueles que andam anos a fio de um lado para outro.
Os direitos e as prioridades (no concurso) estão bem definidas. É só ler com atenção e ser justo. Lembre-se que os professores do quadro não estão contra os professores contratados, apenas querem também poder concorrer, como aliás foi desde sempre.
É pena termos um governo que sistematicamente legisla contra a constituição, entre outros diplomas legais. Nunca o TC e restantes tribunais tiveram tanto que fazer!
Concordo com a colega “professora” e desde já lhe dou os parabéns pela forma clara como explica as questões.
Eu sou QZP RA e se não for colocada na 1º fase de colocações sou retirada do concurso, enquanto estes colegas permanecem em concurso. Como podem observar faz toda a diferença e já faz diferença desde o concurso realizado em 2009.
Chega de “extraordinários” que começam a ser “sistemáticos”. A tutela que avalie com rigor as vagas disponíveis e que faça um concurso que permita mobilidade aos professores que já tem nos seus quadros e integrar, posteriormente, os que precisa. Basta de “brincar aos concursos” com os professores.
Já viram bem as listas do 2º ciclo?! Se vissem com atenção verificavam que os contratados são ultrapassados pelos colegas do 1º ciclo com menos tempo de serviço e média inferior, tudo porque querem mudar de grupo de recrutamento e como são efetivos concorrem em 1º prioridade… Portanto as vagas NUNCA chegam aos contratados. Não venham com desculpas… Que culpa tenho eu (contratada há 14 anos e que concorre SEMPRE a nível nacional) que os colegas do 1º ciclo para não saírem de perto de casa tenham concorrido a esse mesmo ciclo enquanto em me sujeitei a “andar SEMPRE com a casa às costas” para ficar no 2º ciclo?! Isso é justiça?! Ser ultrapassada por colegas com média e tempo de serviço inferior ao meu, tudo porque são efetivos e nunca quiseram sair da sua zona de conforto?!