Tudo Adiado para Amanhã

Segundo informações que obtive, o MEC reunirá de novo amanhã com as organizações sindicais para se pronunciar sobre a sua posição final do diploma de concursos.

 

Nada mais sei, por isso há que aguardar mais um dia.

 

ACTUALIZAÇÃO DO POST:

Concursos de professores continua a ser negociado amanhã

A Federação Nacional da Educação (FNE) vai reunir-se de novo amanhã, de manhã, com o secretário de Estado da Educação e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, para debater a nova proposta de regulamento dos concursos do pessoal docente.

Em cima da mesa estarão, segundo João Dias da Silva, secretário-geral a FNE, “alguns aspectos” que continuam a suscitar a rejeição desta organização, nomeadamente “a posição preferencial” que é atribuída, na proposta do ministério, aos professores que trabalham em escolas particulares com contratos de associação.
O encontro de amanhã ficou agendado depois de uma ronda realizada esta manhã, na qual foi debatida a segunda proposta de regulamento, apresentada sexta-feira pelo ministério.
Esta nova proposta já contempla “várias questões” suscitadas pela FNE no sentido de se garantir “maior transparência e equidade” nos concursos de professores, indica João Dias da Silva. “Existem claramente alterações muito significativas em relação a procedimentos do passado”, acrescenta. Exemplo disso é a proposta com vista a “reforçar-se, muito significativamente, a importância da graduação profissional” nos concursos para professores contratados, continua.
O líder da FNE acredita que, em relação à operacionalização dos concursos, regulamentada no novo diploma, se possam encontrar mais “soluções de convergência” entre os sindicatos e o ministério, mas frisa que, em relação ao que considera serem “questões de fundo”, há muito ainda a separá-los. Nomeadamente no que respeita à vinculação dos professores contratados, que continuam a não ter lugar nos quadros, mesmo quando estão há vários anos seguidos nas escolas, uma situação que a FNE classifica de “injusta e até imoral”.
Por outro lado, frisa João Dias da Silva, não faz sentido continuar a regulamentar-se os concursos de docentes sem antes “determinar com rigor quais são as necessidades reais do sistema educativo”.
Todos os anos é visível que os lugares do quadro são claramente insuficientes”, lembra, frisando que este levantamento, que também já foi recomendado pela Assembleia da República, deve ter na base aquela que é a finalidade do sistema educativo, ou seja, a “promoção do sucesso escolar”.

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5 comentários

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    • luis on 5 de Março de 2012 at 16:12
    • Responder

    Estes também já começaram com os adiamentos e as indecisões. Em alguns casos até em decisões absolutamente contrárias ao propagandeado. É o caso dos Mega! Aí, que poderiam reduzir gastos com sentido e com justiça (anda tanta gente a ganhar em subsídios o que outros perderam em vencimento) estão hesitantes e até já consta cá pelo Sul que depois de fazerem a Norte logo se verá. E cortam vencimentos, disciplinas, subsídos… não faz sentido a não ser o sentido dos interesses dos diretores que Sócrates promoveu a uma classe superior: aquela que não dá aulas e que ganha de subsídio metade do que os verdadeiros professores ganham de ordenado! Tenham vergonha e não enganem tanto as pessoas em campanha.

    • Prioridades no Concurso Interno on 5 de Março de 2012 at 17:29
    • Responder

    Prioridades no Concurso Interno (É uma questão que ainda não foi esclarecida nas reuniões dos sindicatos com o MEC)

    Artigo 10.º
    Prioridades na ordenação dos candidatos
    1 — Os candidatos ao concurso interno são ordenados de acordo com as seguintes prioridades:
    a) 1.ª Prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que tenham sido objeto de extinção, fusão, suspensão ou reestruturação;

    Uma escola que vai ser fundida ou reestruturada dará o direito a todos os docentes dessas escolas concorrerem na 1ª prioridade. ?????????
    Será apenas os docentes indicados com ausência de componente letiva – DACL?????

  1. Se estivessem só a referir-se as que tinham ficado sem componente letiva, não escreveriam antes “1.ª Prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que tenham sido objeto de extinção, fusão, suspensão ou reestruturação que não foram transferidos;”, que era o que estava antes escrito relativamente à 1ª prioridade para DACL (art. 28 da 1ª proposta e art. 42 DL 51/2009)?…
    Esta 1ª prioridade já existia no DL 51/2009, só que na altura só tinham existido extinções de escolas (1º ciclo). Mas agora, com a “fusão” e “reestruturação” de várias escolas, podendo os professores, mesmo com componente letiva na “nova” escola (ou nova unidade administrativa?), concorrer nesta 1ª prioridade, vão acontecer injustiças…

    • Bruno on 5 de Março de 2012 at 20:16
    • Responder

    “A reunião começou por ser agendada para amanhã de manhã, mas uma informação da FNE enviada ao fim da tarde à comunicação social dá conta que a reunião foi antecipada por iniciativa do Ministério da Educação e Ciência, que ao fim da tarde convocou aquela organização para “uma reunião de última hora”, marcada para as 20h30. Esta “última ronda negocial deverá finalizar as negociações do novo regulamento de concursos”, acrescenta-se na nota. ”

    Notícia corrigida às 19h27 devido à alteração da data da nova reunião do MEC com a FNE

    Afinal a reunião com a FNE foi antecipada para hoje às 20h30…hummm

  2. A Fenprof não podia amanhã, então passou tudo para hoje à noite.
    Giro.

    http://educar.wordpress.com/2012/03/05/sera-que-tambem-encomendarao-pizzas/

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