Abril 2025 archive

29.892 Candidatos ao Concurso Interno

Da lista de ordenação provisória ao concurso Interno existem 29.892 docentes que concorrem na 1.ª prioridade, ou seja, ao seu grupo de provimento.

7 Docentes em Licença sem Vencimento de Longa Duração, 14.926 docentes QA/QE e 14.959 docentes QZP.

Existem 3.158 docentes que pretendem mudar de grupo de recrutamento e estes concorrem também na segunda prioridade para esta mudança de grupo.

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Calendário do Concurso 2025/2026 Atualizado

A publicação das listas provisórias deno dia de hoje antecipou em 9 dias a minha anterior previsão.

Apesar desta antecipação mantenho a data inicialmente prevista para a publicação das listas definitivas para o dia 20 de junho, mas também pode acontecer uma antecipação desta data, tal como aconteceu hoje.

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A Nota Informativa das Listas Provisórias…

… é premonitória, pois está datada com o dia 2 de Maio.

 

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Reclamações Entre o Dia 2 e 8 de Maio

De acordo com a Nota Informativa das Listas Provisórias:

 

A reclamação, prevista no n.º 1 do artigo 46.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 15/2025, de 17 de março, decorrerá no prazo de cinco dias úteis, entre as 10:00 horas do dia 2 de maio e as 18:00 horas do dia 8 de maio de 2025 (horas de Portugal continental).

 

A aplicação da reclamação eletrónica dispõe de três opções, podendo os candidatos selecionar uma ou mais, de entre as seguintes:

a) Desistência da candidatura efetuada para o Concurso Interno ou para o Concurso Externo /Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento [Opção A];

b) Reclamar, Corrigir dados, Desistência parcial de opções de candidatura, desistência de Graduações do Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento [Opção B];

c) Reclamar da validação efetuada pela entidade de validação do Concurso Interno ou do Concurso Externo /Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento [Opção C].

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Email enviado pela DGAE aos Candidatos do Concurso Interno/Externo

Eram 19:56.

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𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐢𝐬𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐞 𝐄𝐱𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟓/𝟐𝟎𝟐𝟔

 

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso de Educadores de Infância e de Professores dos Ensinos Básico e Secundário: ano escolar de 2025-2026.

Consulte a nota informativa.

https://www.dgae.medu.pt/download/recrutamento-2/notas-informativas/202425-ni-recrutamento/ni-listas-provisorias-reclamacao-25-26.pdf

LISTAS

https://www.dgae.medu.pt/noticias/conc-educ-inf-prof-ens-bas-e-secund-de-2025-2026

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“Nota 20 às comunidades educativas” – Filinto Lima

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Adoção de Manuais Escolares em 2025

Decorre entre o dia 19/05 e o dia 13/06/2025 a fase de apreciação, seleção e adoção dos manuais escolares para 2025/2026.

Este ano serão adoptados novos manuais para todas as disciplinas do 2.º ano, para todas as disciplinas do 6.º ano, com exceção de Matemática e para as disciplinas de Matemática A, B e MACS do 11.º ano.

Ver aqui a Circular Conjunta DGE/ANQEP 2025

 

 

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𝐑𝐞𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟒 – 𝐑𝐞𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐇𝐢𝐞𝐫𝐚́𝐫𝐪𝐮𝐢𝐜𝐨 (𝐚𝐭𝐮𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐨𝐬

Informa-se que, atendendo à falha de eletricidade que se verificou no dia de ontem, o prazo para apresentação de recurso hierárquico no âmbito do Reposicionamento 2024 𝐟𝐨𝐢 𝐚𝐥𝐚𝐫𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡 (𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥) 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐚 𝟑𝟎 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥 𝟐𝟎𝟐𝟓.

Para o efeito deverá aceder à plataforma SIGHRE> Situação Profissional > Recurso Hierárquico > Recurso.

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Mais uma vez, as escolas estiveram à altura…

O dia em que a luz foi abaixo parece ter-se vivido tranquilamente em todos os ciclos de ensino. Mas há quem aponte o dedo ao Governo por deixar o encerramento das escolas ao critério dos diretores.

Alunos com mobilidade reduzida levados ao colo, faltas marcadas à mão, nervosismo e muitas perguntas. O apagão nas escolas

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Iniciativas

FNE organiza mesa-redonda com partidos políticos sobre as “Apostas na Educação”

 

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) realiza no próximo dia 9 de maio de 2025, uma Sessão Pública, em forma de mesa redonda, com partidos políticos, em que estes apresentarão os seus compromissos essenciais para a próxima legislatura, na área da Educação.

Com o tema “As Apostas na Educação”, a sessão decorre entre as 15h00 e as 18h00, presencialmente na sede do Sindicato dos Professores da Zona Norte (SPZN), na Rua Costa Cabral, 1035, no Porto, e online através do Canal de Youtube da FNE (http://www.youtube.com/@FNE82).

No contexto das eleições legislativas convocadas para o próximo dia 18 de maio de 2025, a FNE entende ser de particular relevância proporcionar um espaço de apresentação e debate das propostas que os diferentes Partidos Políticos pretendem submeter à consideração do eleitorado, em especial no que respeita à Educação, área de reconhecida importância estratégica para o desenvolvimento sustentável da nossa sociedade.

Estão confirmados no momento  os seguintes nomes representantes de partidos:

Rafael Tormenta – Candidato do Bloco de Esquerda na lista do Porto
   
João Almeida – Em representação do CDS-PP
   
José Carvalho – Em representação do Grupo Parlamentar do CHEGA
   
Matilde Rocha – Assessora parlamentar para a área da Educação e candidata pelo círculo eleitoral do Porto
   
Pedro Alves – Em representação do Grupo Parlamentar do PSD
   
Porfírio Silva – Candidato a deputado pelo círculo eleitoral do Porto.

 

A FNE aguarda as respostas dos restantes Partidos para esta mesa redonda, que é uma oportunidade que a Federação oferece aos partidos para que possam apresentar e debater propostas, que permitam reverter os problemas e desafios da Educação verificados em Portugal.

A FNE não desiste de ser exigente, responsável e contribuir para um futuro melhor da Educação no nosso país.

Este evento contará, ainda, com a presença e participação de dirigentes e delegados sindicais dos Sindicatos da FNE.

Neste momento, a FNE ultima o seu “Roteiro para a Legislatura 2025-2029”, que será posteriormente entregue e apresentado aos Partidos Políticos e no qual destaca as suas maiores preocupações relativas às políticas de Educação que o futuro Governo tem que ter em conta. A FNE demonstra assim a sua disponibilidade para um diálogo sério, efetivo e regular, que permita ultrapassar os grandes constrangimentos do setor.

 


Inscreva-se aqui
 obrigatoriamente para participar presencialmente: https://forms.gle/HKpHxtnHLeCndkbu6

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Lean on me – João André Costa

 

Não sei, talvez por estar só ou então talvez não seja talvez mas a certeza se a solidão é a razão maior quando se está noutra terra e noutro planeta e não se tem ninguém para além das forças e as forças às vezes faltam, ainda para mais se temos o fim à vista.
Natal de 2007: chegara a Inglaterra com o tal bilhete só de ida no passado mês de Setembro e depois de um mês e meio a fazer substituições dia a dia em escolas um pouco por toda a cidade de Londres, acabei por conseguir o meu primeiro emprego e finalmente o tal emprego há dez anos negado pelo mesmo Portugal responsável por me trazer ao mundo mas nem por isso responsável por mim e portanto todos por um e cada um por si e Deus nos acuda.
E com emprego garantido desde Novembro todas as possibilidades quando finalmente se tem dinheiro no bolso a começar por este regresso a casa, este regresso a ti à minha espera na terra natal com o Natal à porta e duas semanas por inteiro a ver o sol ao acordar tão enorme como o sol na rua por demais ausente nestas latitudes nórdicas.
Falemos portanto de solidão e falta de vitamina D porque de outro modo não posso explicar esta reação diante da festa de Natal da escola, a minha primeira festa de Natal numa escola como professor e colega, não mais de passagem mas um entre muitos e parte de uma equipa e finalmente a pertença, finalmente a aceitação em oposição à rejeição, finalmente a possibilidade de sonhar, finalmente a conquista tão difícil e tão longe de ti, de tudo, de todos e por breves instantes o mundo inteiro é nosso.
“E como parte da festa de Natal da escola uma das alunas finalistas vai cantar a canção “Lean on me”, com letra e composição de Bill Withers”, anunciou a Directora a partir do palco e na voz daquela criança hoje mulher e de cujo nome já não me recordo o esvaziar desta alma diante da letra, letra à qual não traduziremos o título na seguinte tradução livre:
“Às vezes nas nossas vidas trazemos dor e arrependimento mas se formos sábios saberemos haver sempre um amanhã.
“Lean on me” quando te faltarem as forças, eu serei o teu amigo para te ajudar a continuar pois não tardará para que eu também precise de alguém “to lean on”.
E por favor engole o teu orgulho se precisas de pedir algo e ninguém te pode ajudar se nada dás a entender.
Irmão, chama por mim quando precisares de ajuda pois todos precisamos de alguém “to lean on”.
“Lean on me” quando te faltarem as forças, eu serei o teu amigo para te ajudar a continuar pois não tardará para que eu também precise de alguém “to lean on”.
Irmão, chama por mim quando precisares de ajuda pois todos precisamos de alguém “to lean on”.
E se tens um peso, uma cruz que não consigas carregar, basta chamar por mim e eu estou já aqui para de bom grado ajudar-te a levar este peso e carregar esta cruz.
Se precisas de um amigo, chama por mim, e se alguma vez precisares de um amigo, chama por mim.”
E em segundos o rosto lavado em lágrimas como se tivesse corrido uma maratona sem ninguém ao meu lado para me aconselhar, guiar, ouvir ou apenas estar.
Mas não há ninguém e correr corri completamente só porque a necessidade assim o dita ao longo de quarenta e dois quilómetros e cento e noventa e cinco metros e as lágrimas nos últimos cento e noventa e cinco metros agora a dois dias do fim das aulas e do tão antecipado regresso a casa, finalmente capaz de respirar, finalmente capaz de voar, finalmente capaz de pagar o tal bilhete de volta a casa e aos braços de quem verdadeiramente posso.
E no entanto a marca e esta canção trazida na pele desde então, doravante e até aos dias de hoje bastando para tal tocar no rádio para em segundos lavar o rosto em lágrimas enquanto tu me dizes e repetes ao ouvido como a maratona chegou mesmo ao fim.

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A manhã do dia em “O Processo” – Dulce Gonçalves

“Enquanto morrer não hei de esquecer aquele silêncio.
O dia 25 de Abril, ao contrário do que era o normal, começou com um enorme vazio. O rádio que os guardas costumavam ligar às primeiras horas da manhã na sala de convívio do Pavilhão B, permitindo que ouvíssemos a emissão da Renascença, não estava em lado nenhum. Tinham-no retirado.
O guarda de serviço ao pavilhão B argumentou que estava avariado e fora para reparação.
E, logo ali, percebemos que alguma coisa acontecera. Foi como que uma premonição que ficou a pairar no ar. O silêncio implicava que nos queriam cortar a ligação ao exterior e isso só podia querer dizer algo…
Entreolhávamo-nos, questionando e apresentando hipóteses em surdina. Nessa altura, creio que todos tivémos medo. Não se sabia o que estava a acontecer (…). O pior foi a hora das visitas, porque não pudemos ver ninguém.
Um grupo de presos organizou-se e exigiu que o Diretor da Cadeia os recebesse. Mais silêncio.
Não sabíamos, é claro, que, rio acima, rio abaixo, os cravos iam pintando todo o país.
Oitenta e nove mil quilómetros quadrados de passos são muitos passos para andar, Abril marchando, um país a fazer-se poema, a rosa e a espada calando a espingarda.
E nós, é claro, tivémos de esperar em silêncio, na ignorância e no desconhecimento.
Dentro do pavilhão, cada vez mais isolado, o chefe dos guardas foi coagido a confessar: ocorrera, em Lisboa, um levantamento militar, sob a direção do Movimento das Forças Armadas e do general Spínola. (…)
Quando esta informação circulou, como um rastilho, houve um júbilo imediato. Vivas proferidos aos altos berros, a euforia e a esperança contaminaram-nos a todos, como uma faísca rebentando uma barragem.
Porém, logo de seguida, hesitámos. Afinal, podia ser um golpe militar para depor uma forma de ditadura e a substituir por outra. Um burburinho de receio e dúvidas impeliu-nos a agir com celeridade.
Muito, muito rapidamente, organizámo-nos, porque, ao mesmo tempo, percebemos que as nossas vidas e a nossa liberdade podiam estar em risco.”

(O Processo, 2025)

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Liberdade

“Liberdade, que estais no céu…
Rezava o padre-nosso que sabia,
A pedir-te, humildemente,
O pio de cada dia.
Mas a tua bondade omnipotente
Nem me ouvia.

— Liberdade, que estais na terra…
E a minha voz crescia
De emoção.
Mas um silêncio triste sepultava
A fé que ressumava
Da oração.

Até que um dia, corajosamente,
Olhei noutro sentido, e pude, deslumbrado,
Saborear, enfim,
O pão da minha fome.
— Liberdade, que estais em mim,
Santificado seja o vosso nome. “

Miguel Torga

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Reserva de Recrutamento 29 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 16

Reserva de Recrutamento 29 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 16 – 2024/2025

 

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de colocação, não colocação, retirados e Listas de colocação administrativa da 29.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025 e as Listas definitivas de colocação, não colocação e colocações administrativas da 16.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2024/2025

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 28 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira dia 29 de abril de 2025 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 29 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 16 – 2024/2025
Listas – Reserva de Recrutamento 29 – 2024/2025
Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 16 – 2024/2025

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Aprovados apoios aos docentes das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE)

Aprovou um Decreto-Lei que repõe a equidade, alargando os apoios a todos os docentes do Ensino Básico e do Ensino Secundário que, a partir do próximo ano letivo, lecionem nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE) da rede pública. Atualmente, os apoios previstos para os docentes em mobilidade estatutária não são aplicados aos docentes dos quadros e aos docentes contratados. Assim, todos os docentes colocados nas EPE no próximo ano letivo passam a receber: apoio à instalação e regresso; viagem de ida e regresso para o país onde ficam colocados, no início e na cessação de funções, para o docente e agregado familiar; viagem anual para o docente e agregado familiar; seguro de saúde para o próprio e agregado familiar; apoio ao custo de residência, que vai ter em conta o país onde os docentes são colocados;

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Autorizadas verbas para…

b. Autoriza a aquisição de serviços de interligação entre redes lógicas e de comunicações de dados para os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas dos ensinos básico e secundário públicos, organismos centrais, regionais e tutelados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, para o período entre 2025 e 2028, até 15,8 milhões de euros;
c. Autoriza os apoios financeiros decorrentes de contratos e acordos de cooperação com estabelecimentos de ensino particular de educação especial, com cooperativas e associações de ensino especial e com instituições particulares de solidariedade social, para o ano letivo de 2025-2026, até 9,6 milhões de euros;
d. Autoriza os apoios financeiros aos centros de recursos para a inclusão, decorrentes de contratos de cooperação para o ano letivo de 2025-2026, até 13,1 milhões de euros;

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É o Panorama Geral

… que foi assobiado para o lado por João Costa e pelo governo PS, apesar dos muitos avisos feitos.

E ainda hoje, apesar da criação do Nível Zero do PLNM, pouco ainda vimos para resolver o problema.

 

 

Marques Mendes diz que escolas fazem milagres na integração de imigrantes

 

 

O candidato presidencial Luís Marques Mendes considerou hoje que as escolas em Portugal fazem “milagres” na integração de alunos imigrantes, sublinhando que esse trabalho favorece igualmente a integração das suas famílias na sociedade.

“Dentro das escolas está-se a fazer milagres para ajudar à boa integração dos imigrantes. Porque nesta escola, como em muitas outras, há dezenas e dezenas de jovens filhos de imigrantes, de diversas nacionalidades, que às vezes chegam à escola sem saber uma palavra, não apenas de português, mas sequer de inglês”, referiu.

O ex-líder do PSD falava aos jornalistas à margem de uma visita à escola EB 2,3 de Montenegro, em Faro, cujo agrupamento tem 923 alunos, dos quais 170 são estrangeiros, de 27 nacionalidades diferentes, sendo que, destas, 22 não têm o português como língua materna.

“Isto é um desafio brutal que não existia há 10 ou 15 anos para professores e para o pessoal em geral das escolas”, observou, enaltecendo o “esforço notável” que Portugal está a fazer para acolher, “cada vez melhor”, os seus imigrantes, defendendo que é preciso “divulgar mais esta experiência notável”.

Reconhecendo que existem falhas e erros nos processos de integração, o antigo presidente do PSD considerou que o país está numa “tendência positiva”, aproveitando para prestar uma homenagem ao Ministério da Educação, às escolas, aos professores e aos trabalhadores administrativos.

“Insisto, nas escolas está-se a fazer milagres. Porque uma criança, um jovem que é bem integrado na escola, dá um contributo notável para que a sua família também se sinta melhor e, portanto, mais bem acolhida na sociedade”, reiterou.

Na mesma ocasião, Luís Marques Mendes anunciou o antigo deputado e secretário de Estado do Ambiente Macário Correia como mandatário distrital da sua candidatura, justificando a escolha com a sua capacidade de trabalho e dedicação à causa pública.

“Eu tenciono ter, digamos assim, nas pessoas que me apoiam, o melhor que há na sociedade portuguesa. Nas várias áreas, Macário Correia é um desses exemplos”, afirmou, descrevendo-o como tendo uma capacidade de trabalho “invulgar” e “notável”, algo que o país “nem tem bem ideia”.

Por outro lado, apontou Marques Mendes, o antigo presidente das Câmaras de Faro e Tavira é uma pessoa “de uma dedicação ao serviço público extraordinária”, além de ser alguém “de princípios, de valores, que acredita muito, de facto, na autenticidade, na generosidade e na solidariedade”.

Questionado pelos jornalistas sobre o facto de ter aceitado ser mandatário de Marques Mendes, apesar de ter prometido afastar-se da política, Macário Correia reafirmou essa vontade, mas argumentou que não é por isso que não dá o seu contributo à causa política em momentos importantes.

“[…] Não deixo de ter a minha participação cívica e nos casos em que eu julgo que é importante, como quando estamos a escolher a pessoa mais importante para os próximos anos na direção da vida política do país, que é o Presidente da República, não posso dizer que estou reformado, que estou fora de tudo”, concluiu.

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Instruções de Realização das Provas de Avaliação Externa

Disponibilizam-se as instruções de realização das prova de 2024/2025.

Consulte-as acedendo a

 

(Nas instruções de realização das provas ModA com componente do oral, terá acesso ao respetivo Manual de Aplicação.)

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Não Percebi

A introdução de um artigo da FENPROF. Foi para justificar não colocar o programa do CHEGA na sua página?

Mas ainda ninguém percebeu que é por estas e por outras que esta extrema-direita cresce?

 

A Educação, o Ensino Superior e a Ciência nos programas eleitorais

 

 

Para conhecimento dos docentes e dos investigadores, a FENPROF divulga os programas eleitorais dos partidos políticos, com representação parlamentar, que se reveem e defendem, no essencial, as regras da sociedade democrática.

Como organização defensora da democracia e que combate o discurso populista de ódio, intolerância face à diversidade e de ataque às mais elementares normas de uma sociedade democrática, de forma explícita e implícita, propalado pela extrema-direita, a FENPROF acolhe e cumpre o apelo da Diretora-Geral da UNESCO de os professores assumirem papel relevante no combate ao discurso de ódio e populista e à ascensão das forças de extrema-direita em muitos países.

Cumpre, ainda, a posição aprovada pela Internacional da Educação (IE), no seu recente Congresso, no sentido de as organizações sindicais do âmbito da Educação fazerem valer uma “agenda de promoção dos valores da liberdade e da construção educacional em bases democráticas, evitando, assim, a promoção do ódio, do negacionismo científico e da falsidade de factos e informações”.

 

Segundo informação do partido, mantém-se o programa apresentado para as eleições de 2024.

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Matrículas Pré-Escolar e 1.º Ano

Começou hoje, no Portal das Matrículas, as matrículas das crianças para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º ano do 1.º Ciclo.

As matrículas são feitas exclusivamente de forma eletrónica e este ano com algumas novas regras, a que chamo especial atenção para esta:

A prestação de falsas declarações no ato de matrícula ou da sua renovação implica a revisão do processo de seriação e nova aplicação das regras de prioridade, para efeitos da ocupação das vagas existentes nos estabelecimentos de educação e de ensino, sem prejuízo do disposto no artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 176/2012, de 2 de agosto, na sua redação atual.

 

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𝐏𝐮𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐎𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐆𝐫𝐚𝐝𝐮𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 – Açores

 

◾️Concurso Interno de Provimento – Lista ordenada de graduação 👉https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/listas/20252026/cilo_rosto.asp

◾️Concurso Externo de Provimento – Lista ordenada de graduação 👉 https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/listas/20252026/celo_rosto.asp

A formulação de 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐡𝐢𝐞𝐫𝐚́𝐫𝐪𝐮𝐢𝐜𝐨 perante a Secretária Regional competente em matéria de Educação, para os candidatos que pretendam impugnar a decisão do júri do concurso sobre a reclamação deduzida em sede de audiência dos interessados, é efetuada 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝟎𝟗𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟑/𝟎𝟒/𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐞 𝐚𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟖/𝟎𝟒/𝟐𝟎𝟐𝟓, unicamente, através do preenchimento do respetivo formulário eletrónico, disponível em https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt. Estão impedidos de recorrer hierarquicamente os candidatos que não apresentaram reclamação aos dados que constavam do projeto de lista ordenada de graduação, nos termos do ponto 11.3.1 do Aviso de Abertura do Concurso.

Desistência da candidatura:
𝐀𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟖/𝟎4/𝟐𝟎𝟐𝟓 – Concurso Interno de Provimento
𝐀𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟎𝟖/𝟎𝟓/𝟐𝟎𝟐𝟓 – Concurso Externo de Provimento

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Novas FAQ sobre o Regime Especial de Recuperação do Tempo de Serviço – Avaliação do Desempenho, Observação de Aulas e Formação

 

Novas FAQ sobre o Regime Especial de Recuperação do Tempo de Serviço – Avaliação do Desempenho, Observação de Aulas e Formação

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“Responsabilizar famílias por comportamentos” – Pedro Barreiros

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Mas Quem Disse que as Provas ModA Não Iriam Interferir com as Atividades Letivas?

Quando cada prova tem a duração de 105 minutos com mais 15 de intervalo e os alunos precisam de estar 30 minutos na sala antes da prova.

São 150 minutos tirados a cada dia de aulas.

 

 

Guia para a Realização das Provas ModA – 2025.

 

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As novas fardas da escola

A autoridade e as regras não devem ser confundidas com castigo ou repressão. Pelo contrário, as regras são como guias, são um ato de bondade e de construção.

As novas fardas da escola

Felizmente já lá vai o tempo do uso das batas no liceu, que se apresentavam sempre imaculadas, com o cinto bem apertado e na orientação certa, às custas de alguns raspanetes e reguadas.

Também já passou o tempo em que as raparigas não podiam usar calças e aquele em que já se podia usar de tudo, mas havia maior noção do que era mais indicado em cada contexto, nomeadamente na escola.

Tal como a autoridade do professor, o pejo e o bom-senso por vezes andam esquecidos. E, sem eles, professores e alunos perdem mais facilmente o norte. É preciso autoridade, coerência e regras claras, que parecem ser impostas tímida e democraticamente, sem grande convicção, talvez como contraponto às réstias da melodia repressora de tempos idos. Ou da nova repressão. Mas a autoridade e as regras não devem ser confundidas com castigo ou repressão. Pelo contrário, as regras são como guias, são um ato de bondade e de construção.

Hoje muitos pais parecem ter alguma dificuldade na importante e árdua tarefa de educar. Como se isso pudesse tornar os filhos mais infelizes ou menos livres.

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Procedimento inicial de pré-candidatura de contratos de associação de educação pré-escolar

Consulte o aviso de abertura de procedimento inicial de pré-candidatura de contratos de associação de educação pré-escolar, nas áreas geográficas carenciadas e identificadas no Anexo I, bem como a restante documentação relacionada.

AVISO DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO INICIAL DE PRÉ-CANDIDATURA
MANUAL DE INSTRUÇÕES
NOTA INFORMATIVA

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Sindicato de professores defende agravamento das sanções contra alunos indisciplinados

O SPLIU considera também necessário promover ações de sensibilização, informação e esclarecimento junto dos pais e encarregados de educação, “que visem a mudança de atitudes e de comportamentos da maioria dos mesmos em relação aos professores”

Sindicato de professores defende agravamento das sanções contra alunos indisciplinados

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Crianças que já estão no pré-escolar sem direito a vaga gratuita

Em causa estão critérios de elegibilidade às cinco mil vagas gratuitas no próximo ano letivo. A prioridade é dada a famílias carenciadas.

Crianças que já estão no pré-escolar sem direito a vaga gratuita

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Quem quer ser diretor escolar? – Maurício Brito

 

Num tempo em que alguns apontam o dedo ao que chamo “as peripécias” dos que ocupam os corredores da gestão escolar, impõe-se uma pergunta que ressoa com particular gravidade: quem quer, hoje, ser diretor escolar?

Concordo com grande parte do diagnóstico traçado no artigo ( https://www.publico.pt/2025/04/18/opiniao/opiniao/pais-desistiu-professor-abriu-portas-tiranetes-2130196 ) recentemente publicado no Público, pelo meu colega Paulo Prudêncio. Num tom crítico e preocupado, ele defende que o nosso país (eu diria antes a generalidade dos nossos políticos) abandonou os professores, tanto do ponto de vista institucional como simbólico. Durante décadas, foi-lhes retirada autoridade, ao mesmo tempo que se lhes impunham cada vez mais tarefas burocráticas e responsabilidades que extravasam o ensino. Esta “desistência” abriu espaço a uma série de figuras que o autor apelida de “tiranetes”, que interferem de forma autoritária e despropositada no funcionamento das escolas, contribuindo (também) para a desvalorização do papel do professor.

O texto aponta ainda para algo que merece reflexão: a captura do sistema educativo pelos partidos políticos. Trata-se de uma crítica que tem vindo a ganhar maior eco (apesar de não ser nova), e que se materializa na presença crescente de lógicas e lealdades partidárias nas estruturas intermédias e de gestão do sistema escolar. A escola pública, enquanto espaço plural e democrático, deve estar protegida desses constrangimentos externos. A defesa da autonomia profissional dos docente e da independência das escolas face a agendas político-partidárias é essencial para a sua credibilidade.

Contudo, e embora reconheça a enorme pertinência desta análise, discordo que o problema resida apenas – ou sobretudo – no atual modelo de gestão. Ele deve ser mudado, é uma facto. A limitação de mandatos faz todo o sentido, e o regresso a um modelo colegial é indiscutivelmente desejável. Mas convém não esquecer que muitos dos chamados “tiranetes” de hoje já estavam à frente das escolas no modelo anterior. E isto tem uma explicação simples: não são os modelos que erram – erram as pessoas que ocupam os cargos. O risco de autoritarismo, de afastamento da missão pedagógica e de abuso de poder, já existia antes do atual modelo e não desaparecerá apenas com uma mudança estrutural.

Além disso, importa dizer que não é clara nem conhecida a real dimensão dessa alegada “partidarização” da vida escolar. Não existem estudos consistentes e representativos que demonstrem, de forma inequívoca, que as escolas se transformaram em ambientes regidos por hierarquias partidárias ou por uma cultura de tirania institucionalizada. Conhecem-se, sim, diversos casos de abusos – e é inegável a sua existência – mas qual será a sua representatividade no universo escolar? Esta é uma questão que exige mais investigação e menos generalização. O risco de extrapolação pode comprometer a compreensão justa do sistema.

O que nos deve inquietar, no meu entender, é algo mais profundo: o “silêncio” que se instala sempre que se abre um concurso para diretor. O que verdadeiramente preocupa-me é o desinteresse, quase generalizado, dos professores em assumir essa função – apesar de ser compreensível que assim seja. Foram décadas seguidas de políticas que contribuíram para o desprestígio social e profissional, que provocaram um compreensível desânimo e cansaço na classe docente. Mais, ser diretor, atualmente, é estar sobrecarregado com tarefas que pouco têm a ver com a vertente pedagógica; é ocupar um cargo de enorme responsabilidade, sob o olhar desconfiado de muitos e com uma remuneração que roça o desrespeito. A função perdeu o brilho e, com ele, perdeu quem ainda a podia dignificar.

E é precisamente aí que reside o perigo. Quando os mais capazes desistem, outros avançam – e nem sempre movidos pelas melhores intenções. Não é apenas o modelo que abre portas aos tais “tiranetes”: é a nossa ausência, a nossa desistência. Sempre que um professor competente recua, cede espaço a quem procura poder, e não servir.

É, por isso, urgente resgatar o papel de quem lidera uma escola ou agrupamento. Não para o manter tal como está, mas para o transformar. Com menos tarefas administrativas e maior enfoque pedagógico. Com uma remuneração condigna. Com apoios. Com tempo. E com a devida valorização.

A escola pública merece mais. Muito mais. Merece lideranças pedagógicas, comprometidas e legitimadas pelos seus pares. Mas para que isso aconteça, não basta alterar o modelo de gestão: é essencial que os professores voltem a acreditar que vale a pena assumir esse papel. E, para isso, é preciso mudar as condições e o reconhecimento. Porque só quando os mais capazes quiserem liderar, é que a nossa escola poderá verdadeiramente avançar.

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Revelações

Detetive espanhol desvenda identidade de Banksy. Chama-se Robin Gunningham, mora em Bristol e tem 51 anos

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AJDF reúne com a DGS

AJDF reúne com a DGS

 

Associação Jurídica pelos Direitos Fundamentais (AJDFreuniu no dia 17 de abril, às 11 horas, na Direção-Geral da Saúde (DGScom o Coordenador do Programa Nacional de Saúde Ocupacional, Dr. José Rocha Nogueira, e a Dr.ª Eva Rasteiro.

 

AJDF tem defendido, de forma convicta, desde janeiro de 2024, o previsto na Lei n.º 102/2009, que define claramente que cabe ao Médico do Trabalho a emissão de pareceres vinculativos sendo da sua exclusiva competência a avaliação das condições de trabalho do professor.

A equipa da DGS reiterou a necessidade do Ministério da Educação, Ciência e Inovação implementar os serviços de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) estruturados, eficazes e de qualidade, no sentido de prevenir e proteger a saúde dos professores e de promover ambientes de trabalho seguros e saudáveis.
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A AJDF alertou para:

  • a necessidade da intervenção da DGS, nas escolas públicas, para que se perceba o VALOR da Medicina do Trabalho e, de forma abrangente, dos serviços de SST;
  • a receção de relatos de professores que denunciam situações de incumprimento pelas recomendações das Fichas de Aptidão para o Trabalho (FAT) e o desrespeito pelos pareceres clínicos dos Médicos do Trabalho. Muitos diretores de escolas/agrupamentos de escolas desconhecem que a Medicina do Trabalho é uma especialidade médica;
  • a conduta de incumprimento de alguns diretores escolares que, reiteradamente,  falham quer na marcação das consultas de Medicina do Trabalho quer na aplicação das recomendações das FAT, comprometendo a dignidade e a saúde dos professores;
  • a situação das más práticas de algumas empresas/clínicas de Medicina do Trabalho que resultaram em queixas e/ou denúncias a diferentes entidades. Foram referidos os constrangimentos que resultam de Fichas de Aptidão com pareceres clínicos débeis, redigidos sem objetividade e sem clareza;
  • a atuação que algumas direções escolares realizam em empresas de Medicina do Trabalho, no sentido de obter Fichas de Aptidão para o Trabalho com pareceres clínicos que atendem às indicações das direções escolares e não às reais situações clínicas dos professores;
  • a situação relativa à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), exibindo as provas documentais, que confirmam as atuações diferentes e contraditórias consoante as Unidades/Centros Locais e, inclusive, revelam tratamento discriminatório entre queixosos e visados;
  • as deliberações das Juntas Médicas que, de forma errónea, se tentam substituir à Medicina do Trabalho;
  • a persistência por parte de algumas direções em exigir relatórios médicos e, assim, em clara violação do RGPD,  aceder aos dados clínicos dos professores;
  • a divulgação dos conteúdos das Fichas de Aptidão para o Trabalho (FAT), em claro incumprimento da legislação e do RGPD.

AJDF registou com agrado as informações veiculadas pela DGS no que concerne, nomeadamente:

  • ao trabalho já realizado em 2019/2020 com uma proposta de rede colaborativa para SST a implementar nos diferentes serviços do setor público;
  • ao reforço da necessidade de contratualização, pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, de serviços de Segurança e Saúde no Trabalho (SST);
  • à necessidade de promover formação para diretores escolares na área da SST;
  • à disponibilidade de divulgar a documentação produzida pela DGS relativa à campanha Saúde Ocupacional: as vantagens para as empresas – Trabalhadores mais saudáveis, empresas com mais sucesso!”;
  • ao compromisso assumido de criar sinergias com a AJDF, alertar para as cadeias de responsabilidade, promover e divulgar as boas práticas que devem ser assumidas na Medicina do Trabalho e nos serviços completos de SST.

A AJDF alertou, também, para a importância de desenvolver um Programa Nacional para a Saúde Mental com foco na prevenção, no tratamento, na reabilitação e na integração dos professores.

A delegação da AJDF, constituída por Paulo Ribeiro, Sofia Neves e André Fernandes, realçou a importância da reunião com a equipa da DGS, acreditando na pertinência da manutenção de um canal de diálogo.

AJDF reafirma a sua determinação e o seu compromisso em continuar a defender, como parte ativa da solução, as condições que assegurem aos professores o melhor estado de saúde físico, mental e social.

A Direção da AJDF

Paulo Ribeiro – Presidente
Sofia Neves – Vice-Presidente
André Fernandes – Secretário e Tesoureiro

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O Filinto Já Mudou de Escola

E muitos outros devem seguir a mesma estratégia.

 

Terminam mandatos de 200 diretores mas muitos candidataram-se a outras escolas

 

Filinto Lima está há 16 anos à frente do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia. “Como não posso continuar aqui concorri a uma escola vizinha”, conta.

Um em cada quatro diretores escolares termina este ano o seu último mandato, mas muitos candidataram-se para dirigir outras escolas, enquanto outros preferem regressar à sala de aula ou irão reformar-se, revelou a associação representativa do setor.

“Há 811 diretores no país e um quarto pode estar a sair agora”, disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, que também faz parte do grupo que atingiu o limite de mandatos permitidos por lei.

Filinto Lima está há 16 anos à frente do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia. Termina agora o seu quarto e último mandato, segundo o decreto-lei de 2008 que criou a figura de diretor.

Como não posso continuar aqui concorri a uma escola vizinha. Havia quatro candidatos e ganhei. E isto vai acontecer com muitos diretores“, contou o diretor que assim passa do Costa Matos para a D. Pedro I, também em Vila Nova de Gaia.

Neste momento, no ‘site’ da Direção-Geral da Administração Escolar, há “centenas de concursos a decorrer” um pouco por todo o país. O professor desconhece se haverá algum concurso sem candidatos, mas sabe de vários diretores que se vão candidatar para mudar de agrupamento.

Também há quem prefira regressar à sala de aula ou que se vá reformar. Filinto Lima acredita que estas opções não deverão trazer problemas, uma vez que há muitos professores que se candidatam agora pela primeira vez.

“Vamos ter uma remodelação nas lideranças nas escolas e o Ministério da Educação deve aproveitar esses diretores, senão perde-se muita experiência necessária para as escolas”, alertou Filinto Lima, saudando a promessa do ainda ministro Fernando Alexandre de modernização do estatuto do cargo de diretor, com melhores remunerações, mais responsabilidades e outro tipo de avaliação.

“Neste momento temos professores nas escolas que ganham mais do que o diretor. A proposta do ministro é que o diretor passe a ganhar pelo escalão mais alto da carreira de professor e mais 750 euros”, disse o presidente da ANAEP.

Os diretores são eleitos Conselho Geral, um órgão que é constituído por um máximo de 21 elementos, composto por professores e pessoal não docente, mas também representantes dos pais, dos alunos, do município e da comunidade local.

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“Fui vítima de agressão física, de um mata-leão, em plena sala de aula, por um aluno”

Violência contra professores, mas também a polícias, militares, bombeiros, médicos, juízes, entre outros funcionários públicos passa a ser crime público. Deixa de ser necessária queixa da vítima para se avançar com um processo judicial. A Lei que também aumenta as penas entra em vigor, esta sexta-feira. Quem representa os professores, congratula-se. Porque se a vergonha é muita, a falta de acolhimento, por parte das direções das escolas, garantem, é ainda maior

“Fui vítima de agressão física, de um mata-leão, em plena sala de aula, por um aluno”

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O país desistiu do professor e abriu as portas a pequenos tiranetes – Paulo Prudêncio

Pelo Público em 18 de Abril de 2025.
Apesar de na primeira impressão se poder considerar uma conclusão simplista para um problema complexo, o país desistiu do professor quando mudou o poder escolar do professor, regulado pelo poder público, para o poder escolar dos partidos políticos, regulado pelos próprios. De facto, a desistência do país no professor iniciou-se na primeira década do milénio e teve consequências na perda de atractividade da profissão e na abertura de portas a pequenos tiranetes nas escolas.

Duas questões prévias:

1. Os partidos políticos são essenciais à democracia. O seu poder exige uma regulação célere e eficaz nas administrações central, regional e local (também nos descentralizados municípios, onde se dilui parte do poder escolar). Na verdade, o poder partidário tornou-se paulatinamente hegemónico, reduziu o espaço dos intermediadores independentes e assentou a sua limitação temporal na dança das cadeiras quando muda a maioria que governa;

2. Há uma diferença fundamental entre o professor que ensina e que transitoriamente pode exercer outras funções, e o conjunto de pessoas providas nessa profissão. O plural inclui quem só ambiciona funções em que não se ensina. Uma vez aí, considera desprestigiante o regresso à sala de aula, contesta a hierarquia remunerátória assente no exercício de professor e, não raramente, pertence a um partido de governo.

Mas descrevam-se as causas essenciais da desistência no professor e da abertura de portas a pequenos tiranetes. Desde logo, o país entrou neste século com 6,7% do PIB para a educação (estará abaixo dos 4%). Desinvestiu-se precarizando os profissionais. Usou-se, erradamente, o argumento despesista para retirar poder ao professor, omitindo-se que a massa salarial dependeu sempre do número de profissionais (e do seu estatuto) decretado pelos governos em acordo com o atomizado poder sindical. Na realidade, registou-se uma evolução assinalável da gestão orçamental das escolas nos primeiros 30 anos de democracia.

Por outro lado, quando o poder escolar era exercido pelo professor que transitoriamente exerce outras funções, a regulação era feita pelos poderes públicos e pelo interior da organização. A vida escolar era um laboratório da democracia, da livre expressão e do direito ao contraditório. As suas imagens – arena política, burocracia, democracia e cultura, que excluíam por inadequação as gémeas anarquia e empresa – acrescentavam inovação e renovação, limitavam os excessos corporativos e até os gravíssimos casos de assédio moral. A proximidade era uma força reguladora, que se enfraquecia com a incompreensível não limitação de mandatos nas funções de gestão. Digamos que já havia sinais de caudilho e da escola de tiranetes.

Além disso, a integração no poder partidário de profissionais avessos à sala de aula criou um monstro burocrático adversário da liberdade de aprender e ensinar. O conhecido universo de inutilidades organizacionais e informacionais inundou o sistema escolar de emprego partidário, controlou a gestão das escolas e influenciou – e influencia – a manutenção do que existe.

Aliás, essa atmosfera corporativa sustentou um desequilíbrio negativo para as políticas públicas de educação: se se sabia que nunca se deve entregar essas políticas a pedagogos (seria caótico um sistema baseado em pedagogias pedocentristas ou magistercentristas), também se comprova que não devem ficar nas mãos de “professores empregados” nos partidos políticos.

Em síntese, a educação é arte do equilíbrio e a democracia a da regulação. Há soluções possíveis que oxigenam o exercício de professor: limite-se os mandatos na gestão das escolas para um período global inferior a uma década, eleja-se, pelo voto directo dos profissionais, um órgão de gestão colegial ou unipessoal (com a opção referendada, sem estatutos próprios e com a exigência de candidaturas pertencentes ao quadro da organização em causa) e recupere-se o poder dos conselhos pedagógicos. Testemunhe-se um legado democrático às novas gerações. A democracia fragilizou-se e é uma péssima lição ter as escolas expostas a pequenos tiranetes.

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6810 Vagas na Educação Pré-Escolar para Contratos de Associação

Procedimento inicial de pré-candidatura de contratos de associação de educação pré-escolar

 

 

Foi autorizada a realização de procedimento administrativo destinado à celebração de contratos de associação de educação pré-escolar para a atribuição de apoio financeiro pelo Estado a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de nível não superior, nos termos dos artigos 8.º e seguintes do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo de nível não superior (EEPC), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro, na sua redação atual, competindo à Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE), nos termos do n.º 2 do artigo 1.º e dos n.os 3 e 4 do artigo 5.º da Portaria n.º 185- A/2025/1, de 14 de abril, desenvolver o procedimento em causa.

Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 10.º da Portaria n.º 185-A/2025/1, de 14 de abril, é aberto o procedimento inicial de pré-candidatura para a celebração de contratos de associação de educação pré-escolar para a atribuição de apoio financeiro pelo Estado a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de nível não superior, nos termos dos artigos 8.º e seguintes do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo de nível não superior (EEPC), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro, na sua redação atual, nas áreas geográficas carenciadas e identificadas no Anexo I do presente aviso e nas demais condições nele discriminadas.

O procedimento de pré-candidatura é de natureza indicativa e será sucedido de procedimento administrativo concursal com vista à celebração dos contratos de associação de educação pré-escolar. A informação submetida no âmbito da pré-candidatura será relevada como critério de seleção.

 

 

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A Pró-Ordem REUNIU COM O GOVERNO SOBRE PROFESSORES NO ESTRANGEIRO

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Interessante Este Estudo

… mas imagino que este estudo foi calculado pelo salário de um professor no topo da carreira.

Quantos meses de trabalho precisa um professor para comprar casa na Europa?

 

A Euronews calculou quantos meses de salário um(a) professor(a) precisaria para comprar uma casa de 100 m² em toda a Europa, utilizando dados da OCDE e do Numbeo.

 

De acordo com um inquérito realizado em 2023 pela Associação Nacional de Diretores de Escolas e pelo Sindicato das Professoras (NASUWT), a habitação é um fator determinante para que os(as) professores(as) continuem a exercer a profissão no Reino Unido. De facto, mais de metade (57%) dos professores que desejam comprar uma casa não pensam que tal seja possível com o salário que recebem.

Até que ponto é realista para os professores europeus comprar uma casa?

Euronews comparou os salários dos professores e os preços das casas na Europa e calculou quantos meses de salário um(a) professor(a) precisaria para comprar uma casa ou um apartamento em 2023.

Esta estimativa baseia-se nos salários legais dos professores do ensino secundário e não tem em conta as taxas de juro das hipotecas. A metodologia completa é explicada no final do artigo.

Entre 24 países europeus, a Irlanda é o mais acessível para os professores que pretendem comprar casa. Um imóvel de 100 metros quadrados custa o equivalente a 106 vezes o salário legal de um professor do ensino secundário inferior.

Irlanda, Espanha e Países Baixos: os mais acessíveis

Para além da Irlanda, os professores de alguns outros países podem comprar uma casa com 10 anos de salário, ou seja, 120 meses ou menos. São eles a Espanha (112 meses), os Países Baixos (114 meses) e a Bélgica (Flemish Comm, 120 meses).

A Dinamarca segue de perto estes países mais económicos, com 126 meses.

O custo de uma casa de 100 m² equivale a menos de 15 anos de salário para os professores no Luxemburgo (145 meses), na Alemanha (157), em Portugal (162) e em Inglaterra (175).

15-20 anos de salário em nove países

Este valor varia entre 15 e 20 anos em nove dos 24 países incluídos na lista.

Em Itália, um professor precisaria de 191 meses de salário para comprar uma casa de 100 m², seguido da Noruega com 192 meses e da Áustria com 203 meses.

Em França, este número sobe para 230 meses.

Quantos meses de trabalho precisa um professor para comprar uma casa?

Hungria, Eslováquia e República Checa: os países mais difíceis para os professores comprarem casa

O país menos acessível para os professores comprarem casa é a Hungria, onde precisariam de mais de 35 anos de salário – o equivalente a 443 meses – para comprar uma casa de 100 m².

Este tempo também ultrapassa os 30 anos na Eslováquia (398 meses) e na República Checa (383 meses).

Tendências da acessibilidade dos professores à habitação na Europa

Ao analisar o número equivalente de salários mensais necessários para um professor comprar uma casa de 100 m², juntamente com os salários dos professores e os preços dos imóveis, surgem duas tendências na Europa:

  • Há uma clara divisão entre a Europa Ocidental e a Europa de Leste. Há também um contraste Norte-Sul. Os professores dos países do Norte e do Noroeste têm mais facilidade em adquirir uma casa.
  • A acessibilidade económica não tem apenas a ver com os preços das casas. Depende também dos salários dos professores. Nalguns países ocidentais ou nórdicos, o imobiliário é caro, mas os salários mais elevados dos professores ajudam a equilibrar o custo.

Por exemplo, nos Países Baixos, uma casa de 100 m² custa 495 411 euros, enquanto o salário médio mensal bruto é de 6 425 euros. Este facto faz dos Países Baixos o terceiro país mais acessível para os professores comprarem casa.

Em contrapartida, a Hungria tem a quinta habitação mais acessível, com um preço de 284 637 euros. No entanto, é o país menos acessível para os professores, uma vez que o salário médio mensal bruto é de apenas 967 euros.

“Não é realista, a não ser que os pais dêem um grande depósito”

“Para os jovens professores que estão a começar, especialmente no Sudeste e em Londres, a compra de casa própria é irrealista, a não ser que os pais dêem um grande depósito”, disse à Euronews Andrew Lifford, gestor de casos e assinaturas da EDAPT.

No Reino Unido, “o salário dos professores, depois de descontados os impostos e as contribuições para a reforma, será de 1.800 a 2.800 libras (2.155 a 3.350 euros) por mês. O que, no caso de arrendamento privado, significa que serão necessários muitos anos para que os professores consigam poupar para um depósito para comprar uma casa.”

Com base nos dados da OCDE, o salário mensal líquido dos professores em Inglaterra utilizado nos nossos cálculos é de 2 553 euros.

A escassez de professores aumenta à medida que os salários reais diminuem

O relatório do Monitor da Educação e da Formação 2023 da UE também revelou que pelo menos 24 países da UE estão a enfrentar escassez de professores, muitas vezes devido a salários baixos e cargas de trabalho pesadas.

Nos últimos anos, os salários dos professores não estão a acompanhar o custo de vida em muitos países europeus, quando ajustados à inflação. De acordo com a OCDE, os salários reais dos professores do ensino secundário inferior diminuíram em 10 dos 22 países entre 2015 e 2023.

O inquérito da NASUWT também revelou que quatro em cada dez professores (42%) afirmaram que os custos de habitação influenciaram o local onde se candidataram a um lugar de professor. Quase três quartos (72%) não acreditam que haja habitação suficiente a preços acessíveis para os professores no local onde vivem.

Metodologia de cálculo

Para tornar os salários dos professores comparáveis entre países, utilizámos os dados mais recentes da OCDE de 2023. Os salários mensais líquidos foram calculados utilizando sítios Web locais de “calculadora de salários líquidos” em cada país.

Para os preços dos imóveis, seguimos uma abordagem semelhante à do relatório da BestBrokers.com sobre rendimentos e acessibilidade da habitação, utilizando dados da Numbeo. Calculámos o preço médio por metro quadrado com base nos preços de venda de apartamentos dentro e fora dos centros das cidades.

As taxas de juro hipotecárias, o estado civil e outros factores pessoais não foram incluídos no cálculo. A estimativa reflecte simplesmente quantos meses do salário de um professor seriam necessários para comprar uma casa. Naturalmente, este número pode variar muito dentro de cada país, dependendo da localização e das circunstâncias individuais.

 

 

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Seleção de Candidatos em Contratação de Escola

Depois de mais de 15 dias com concursos em contratação abertos e já finalizados ainda não parece que é hoje que se pode selecionar um professor em Contratação de Escola.

A Reserva de Recrutamento 28 foi publicada hoje de manhã, mas até ao momento ainda não é possível selecionar um professor colocado.

Até pode ser que o relógio da DGAE esteja programado para que seja possível mais ao final da tarde, mas tendo em conta que há feríado amanhã, espero que não estejam a adiar a possibilidade de selecionar um candidato até à próxima segunda-feira.

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Reserva de Recrutamento 28 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 15

Reserva de Recrutamento 28 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 15 – 2024/2025

 

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de colocação, não colocação, retirados e Listas de colocação administrativa da 28.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025 e as Listas definitivas de colocação, não colocação e colocações administrativas da 15.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2024/2025

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 21 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira dia 22 de abril de 2025 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 28 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 15 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento 28 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 15 – 2024/2025

 

 

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