Em final de junho pouco sabemos do que virá de novo para o ano letivo 2024/2025.
O que existe é ainda uma proposta de calendário escolar, sem datas de provas e exames. Nem sabemos se as provas de aferição vão levar o rumo que praticamente toda a comunidade educativa quer: a sua eliminação no 2.º, 5.º e 8.º ano.
Desconhece-se ainda os resultados do concurso interno/externo que vai levar a muitas mudanças em muitas escolas.
Sobre a organização do ano letivo, no que respeita a créditos horários, à sua organização de funcionamento nada se sabe ainda.
Não se sabe se os contratos com os psicólogos, os programas do PNDPS vão continuar em 2024/2025 e em que moldes.
A Mobilidade Por Doença tem prevista uma reunião MECI/Sindicatos apenas para o dia 26 de junho, e começa a ficar muito tarde para os docentes andarem atrás dos médicos para lhes passarem as declarações médicas.
E há tanto ainda para se saber que muito dificilmente alguém consegue nesta altura planear o ano letivo 2024/2025.




6 comentários
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Vamos ver… No entanto, apraz-me dizer o seguinte: aparentemente, o João Costa, pegou numa coisa que, com todos os seus pontos menos bons, funcionava, remexeu, remexeu, e deixou tudo armadilhado para escolas e professores. De forma vingativamente sonsa, claro. E os sindicatos, com sua proverbial falta de juízo, disseram “ok”.
E férias, férias e férias!
E mandar o Ministério da Educação às malvas, que tanto me roubou. E irá continuar a roubar na reforma.
A dias da libertação final …
Boa reforma. Se pudesse, juntava-me a si em vez de ficar à espera mais uns anitos.
As reformas já estão por aí a pingar.
Algumas já saíram.
Desejo lhe felicidades longe das doentias escolas.
Muito obrigado!
Sinceramente é o que mais desejo neste momento. E alguma saúde para a gozar.
E o Ministério que se vá catar! Sem quaisquer saudades …
Então, está na hora de se lançar novamente petição para acabar com o Maia!
Temos de mostrar a estes partideiros que, apesar de nos sufocarem, não estamos mortos!
Quem percebe de educação são os professores!
A sucessão de petições tem de ser forte e regular até perceberem que o país quer é que os políticos trabalhem, que se informem e que tomem decisões a favor do interesse do país e não dos encostos e interesses partidários!
O João Costa soube dar o nó bem dado e, mesmo antes de sair, ainda colocou a cereja no topo do bolo nomeando como fiscalizadora a Ariana. A Maria de Lurdes denegriu os professores, o Coelho mandou-os embora e, a seguir, o que o João Costa fez foi “de mestre” porque o caminho do Maia foi gizado com os DL 54 e 55, que também vão precisar de petição! Com maquiavelismo, paciência e empatando os professores, aquele fez tudo para levar como prenda no sapato o cargo na OCDE!
As políticas instituídas estão erradas e somos nós, aqueles que percebem de educação, os professores, a ter de fazer ruír o péssimo paradigma de culpabilizar sempre o professor pelo insucesso do aluno e da promoção forçada do empobrecimento das aprendizagens e promoção do facilitismo escolar.
Com tanta petição e demonstração da falência da teoria imposta havemos de fazer virar a página! É assim que tem que ser. Entretanto a realidade também dará o seu empurrão porque já se começa a ver na vida ativa os efeitos desta ideologia. É que os estudantes destas fornadas, ao ingressar no mundo do trabalho, revelam-se grosseiros e desestruturados. Médicos, professores, engenheiros, juízes, etc incompetentes afundarão sociedades (mais que políticos incompetentes e grandes grupos financeiros ávidos e sem escrúpulos)!
A Ciência faz falta e o Conhecimento é fundamental. As humanidades precisam de ser reforçadas, tal como as artes, pois só com sabedoria e criatividade se constroem sociedades livres de escravos dependentes pela ignorância!
A ética profissional do professor impede-o de pactuar com más políticas. Somos responsáveis por jóvens e pelo futuro!