O Governo quer atrair para as escolas professores já reformados ou em idade de reforma. É uma das medidas anunciadas para ajudar, de imediato, a fazer face à escassez de professores em vários grupos disciplinares e muitas regiões do país. Mas já há quem permaneça nas escolas, mesmo que o bilhete de identidade lhes diga que já deviam estar reformados. Eduarda e Elisabete estão a poucos meses de fazer 70 anos e é na escola que são felizes.
Já podiam estar reformadas, mas aos 70 anos continuam a dar aulas. “Vir para a escola é a minha alegria”
Manuela Micael




21 comentários
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Há gostos para tudo, quem sou eu para julgar?
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é pá!!!!!….tão cansadinhos que estão as sitôras e sitôres da Tanga da escolinha publica que até lá ficam até aos 70 aninhos!!!!!!!…..
e dizem elas que estão exaustas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!………..
O perturbado do costume recusa-se insistentemente a tomar os neurolépticos…
Uns anti-psicóticos também não faziam mal ao fulano.
Para mim, também seria uma alegria ir para escola se houvesse alunos civilizados, bem-educados e com vontade de aprender; segurança no local de trabalho, bom salário e, preferencialmente, perto de casa. Deve ser o caso das senhoras professoras Eduarda e Elizabete.
Certamente no colégio alemão, não na amadora!
Aposto a mil patacas que são solteironas?
O que não é mal nenhum, diga-se!
Não opinem do que desconhecem. Não são soleironas nem trabalham no privado. Uma delas trabalha numa escola do interior.
Felizmente ainda há quem trabalhe por gosto e amor à profissão.
É de louvar estas colegas.
Porém, qual a sua componente letiva e as suas reais funções ?
eu já trabalhei com colegas que tinham uma sala onde apenas ela podia usar com a chave ! Mais ninguém !
A meu ver, querem estar na escola? Ótimo, venham fazer tutorias para determinadas escolas!
Para não falar do ordenaos absurdo que pagaria gente nova ( com habilitações diga-se) !
Realmente é de louvar. Uma leciona o ensino especial que dá muito trabalho (turmas de 22 a 28 alunos, exame nacional…) e a outra está fresca (de certeza que não tem 48 anos de serviço a correr durante muitos deles pelas estadas deste nosso lindo país). lol…
Estas duas professoras devem ser amiguinhas do nosso ministro da educação.
Minhas meninas, o que ele quer é que muitos mais professores tenham estas ideias, e daqui a pouco ninguém terá a desejada reforma e estaremos todos a trabalhar para lá dos 70 anos.
Um pouco de juízo nessas cabecinhas desnorteadas só vos iria fazer bem.
A casa deve ser na rua da escola. Ou mesmo em frente.
Devem ter uma turma do ensino secundário prosseguimento de estudos.0u 3 alunos da educação especial. O horário são elas que o fazem, se forem da educação especial.
Se não forem, é feito à medida pelo grupo de horários com orientação da direção
Para além dessa turma ou 3 alunos devem ter assessorias ou outras coisas inventadas .
Dias livres devem ser 2 ou 3 preenchidos com invenções.
Mas o pior de tudo é que não têm interesses extra escolares onde se realizem. E precisam da escola para continuar a viver.
Assim que se reformarem, morrem.
Casos muito tristes de vazio interior.
Muito triste!
O texto aqui colocado no blog induz os leitores em erro.
Deve ser propositado, pois é um blog laranja. Está ao serviço da propaganda do poder. Ao serviço das medidas do atual ministro da educação. Ok. Já percebemos tudo.
Fui ler o artigo na CNN e afinal as 2 professoras são: uma prof do 1o ciclo, coordenadora da escolinha em Mirandela, portanto vive ali na rua, situação confortável;
a outra : prof da educação especial e esteve muitos anos fora do ensino. Só depois dos 60 voltou!!. Tem pouco tempo de serviço. Está provavelmente no 1o ou 2o escalões. Precisa de constituir descontos para a reforma.
Só assim se aguenta! Ou porque se tem uma situação deveras confortável ou porque se entrou tarde na carreira e se procura uma reforma razoável. Talvez a juntar a outra no privado ou à reforma do marido.
Os autores do texto no blog podiam ter começado por aqui . Manipuladores.
Pudera, só ass
Não sei se é um blogue laranja, mas a mudança de estilo e a forma de produzir “informação” é de uma condescendência evidente e, por vezes, acéfala. Exige-se mais a quem tem o dever de (poder) ser consciente e eticamente crítico.
Se se sentem bem e têm saúde, força nisso!
Notícias pagas? Propaganda ao plano?!
Ou vidas vazias e pouco livro na moleirinha.
Essa alegria deve ser um sintoma de demência… Pobres mulheres.
Conheci uma na Beira Interior que trabalhou até depois da idade para se reformar para ter uma desculpa, junto da irmã, para não cuidar da mãe.
Trabalhou até a mãe morrer.
Felizmente conseguiram meter o pai num lar de idosos, para não ter de dar aulas até aos 90 anos de idade.
Só se pode dar aulas até aos 70. A idade da reforma já esteve mais longe…