Importante Ler do Estudo da UTAO

Este parágrafo é importante ler para desmistificar o elevado custo da RTS dos professores.

 

 

Já agora aproveito para relembrar o meu estudo de 2023 que apontava para um custo de 236 milhões.

O meu estudo não demorou meses a fazer, mas sim 5 minutos. E a pequena diferença pode ter apenas a ver com o facto dos dados do meu estudo serem de 2022 e daí até agora já bastantes docentes se aposentaram e/ou já subiram ao 10.º escalão.

 

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13 comentários

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    • Jesus Moita on 17 de Junho de 2024 at 18:27
    • Responder

    “Não concebo que um professor ao fim de 25/30 anos de serviço ganhe 1400/1500 euros”
    Raquel Varela, in O último apaga a luz

      • Agnelo Figueiredo on 17 de Junho de 2024 at 19:10
      • Responder

      E um enfermeiro, um técnico superior, um médico? Concebe?

        • Moisés Franco on 17 de Junho de 2024 at 22:04
        • Responder

        E o que é que você quer?
        E o que anda a fazer aqui um enfermeiro, um técnico superior e um médico?

        Vá perguntar.
        Mas era só o que faltava.

        • Mainada on 17 de Junho de 2024 at 23:40
        • Responder

        Ó Agnelo, ou entra mosca ou sai asneira! Vai mas é empestar os sites dos enfermeiros, técnicos superiores e médicos!

    • Rodrigo Alberto on 17 de Junho de 2024 at 19:53
    • Responder

    querem professores sem largar a gita em troca desses segundos!…

    • Silvs on 17 de Junho de 2024 at 20:00
    • Responder

    O que eu já sabia. Fomos sempre enganados pelo governo PS, está aqui a prova.

    • Depois que houve cartazes com porcos! on 17 de Junho de 2024 at 20:30
    • Responder

    Realmente gostava que alguém, com responsabilidades no PS, nos explicasse o porquê daquele comportamento xenófobo, discriminatório, persecutório, ignóbil, etc etc com os professores portugueses. É que não se entende, mesmo!
    Depois que houve cartazes com porcos nas manifs e no 10 de junho!!! Os xenófobos foram eles.
    Crime publico tratar mal toda uma classe profissional! Deviam ser presos.
    E ainda houve profs que foram votar neles! Traidores! Irresponsáveis!

    • Ulme on 17 de Junho de 2024 at 21:03
    • Responder

    Olhando para o custo permanente, dos 469 milhões de euros, 267 milhões de euros voltam para o Estado pela via dos impostos e contribuições sociais, o que significa que o impacto líquido da recuperação do tempo de serviço dos professores é de 202 milhões de euros, de acordo com a UTAO.

  1. https://www.youtube.com/watch?v=4n94C5D99H4

    Raquel Varela

    June 17

    É verdade que ninguém deve viver sem trabalhar, a não ser crianças, doentes e reformados. Desde logo porque o trabalho, como actividade vital, define-nos e é fonte, com qualidade, de prazer.

    Mas essa verdade- a de que ninguém deve viver sem trabalhar ou “à conta de subsídios” – esconde duas outras: que os ricos não trabalham, gerem força de trabalho, os ricos, ou para ser precisa as classes proprietárias daquilo que é necessários para produzir a riqueza gerem trabalho e riqueza, não trabalham; e os seus filhos, na sociologia das classes altas, estão entre os sectores mais preguiçosos, lumpens, consumidores de drogas por apatia e desinteresse total na vida, desde logo porque não trabalham, a quantidade de gente sem fazer nada nas classes altas é muito maior, proporcionalmente, no que nas classes trabalhadores. Só que os seus erros, incluindo crimes, são frequentemente apagados por uma panóplia de advogados, psiquiatras, psicólogos e até instituições de luxo onde os encerram, e gente que vai com o seu saber técnico amparando a lumpenização dos filhos da burguesia.

    A segunda razão é que o desemprego para as classes trabalhadores é involuntário, com raras excepções. As pessoas não trabalham porque não têm trabalho e porque os trabalhos as adoecem muito cedo, e isso tem uma razão de ser – o desemprego surge com o capitalismo, antes não havia tal noção, porque o desemprego, a ameaça dele, é o que empurra os salários para baixo.

    Nunca se viu ninguém do partido neofascista Chega falar sobre os “subsídio dependentes” nas classes altas. Que a rigor vivem do nosso trabalho.

    São as classes altas que controlam a produção que criam o desemprego. Vejam como agora face à falta de professores em vez de se aumentarem salários e e carreiras atractivas chama-se reformados para dar aulas, tudo para garantir que os que estão não têm aumentos salariais de facto. Ora se algo iguala PS, PSD, IL, Chega é serem contra o emprego público com direitos. Podem chamar-se reformados, deixar alunos sem professores, sucontratar a privados e com isso gastar milhões mas não se pode contratar professores para o ensino público com salários e carreiras decentes. Idem para os médicos, os médicos podem trabalhar até cair para o lado no privado, mas não se lhes dá a carreira no público que merecem. Claro que o objectivo destas políticas não é combater o desemprego nem prestar serviços públicos decentes com os nossos impostos, é a receita liberal radical de ir buscar aos serviços públicos todas as gotas de lucro privado, mesmo que morram pessoas ou alunos fiquem sem aulas. https://www.youtube.com/watch?v=4n94C5D99H4

      • Francisco , o pastorinho on 18 de Junho de 2024 at 14:05
      • Responder

      Completamente de acordo.
      É preciso que os investigadores falem para sustentarem as nossas opiniões. Senão corremos o risco de sermos básicos e primários. E de só dizermos o óbvio.

      Obrigado, Varela. Nem sempre estou de acordo contigo. Mas as vezes estou.

    • Zé Tone on 17 de Junho de 2024 at 22:07
    • Responder

    Falta o estudo do impacto orçamental, do roubo descarado, dos 1,5 mil milhões que o país paga todos os anos às PPP’s rodoviárias. Atenção, só rodoviárias, faltam as outras.

    Frente Cívica propõe poupança de 11 mil milhões com as PPP rodoviárias
    https://www.publico.pt/2018/04/17/politica/noticia/fim-das-ppp-rodoviarias-pode-valer-poupanca-de-11-mil-milhoes-1810554

    1. Queremos:
      Redução efetiva por idade (antigo 79);
      Menos alunos por turma;
      Menos burocracia e projetos;
      Menos reuniões da treta;
      Fim do 54 e 55;
      Fim de ultrapassagens;
      Estatuto de profissão de desgaste rápido;
      Medicina no trabalho, um direito;
      Lei dos cônjugues;
      Qualificação exigente no acesso à profissão;
      Representatividade efetiva na gestão escolar;
      Supressão da municipalização;
      Fim da escola depósito;
      Maior valorização das disciplinas fundamentais;
      Fim das cidadanias e outras não disciplinas;
      Programas de combate à adição digital;
      Disciplina nas escolas;
      Os pais no lugar deles;
      MELHORES SALÁRIOS!
      A escola não é a familia nem a família é a escola!
      O ministro não parece perceber muito de escolas.
      O grande inimigo dos professores, que não soube governar este país, está prestes a dar o grande salto pessoal em frente e é caso para achar que a Europa está combinada para acabar com os professores!
      Os partidos portugueses também!
      Ir buscar estrangeiros para ensinar cá?! Roubar os mais velhos no tempo de serviço e obrigá-los a arrastarem-se expondo-se ao desrespeito e indignidade?!
      Mas está tudo louco? Inverte-se tudo?!
      O que se passa com estes políticos? Quem lhes paga tais requintes retorcidos?!

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