…gosta de porta abertas, como o Presidente da República.
Papa Francisco em Lisboa apela a aposta na saúde, educação e estado social

Num elogio ao Ocidente, o Papa Francisco apela ao humanismo da Europa. “A tua tecnologia, que marcou o progresso e globalizou o mundo, sozinha não basta; e muito menos bastam as armas mais sofisticadas, que não representam investimentos para o futuro, mas empobrecimento do verdadeiro capital humano que é a educação, a saúde, o Estado Social”, declarou Francisco, ao lado do Presidente da República e perante uma plateia de governantes e corpo diplomático, no Centro Cultural de Belém, na manhã desta quarta-feira.




13 comentários
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infelizmente todos os santos referem a educação, Fica bem e ė bonito! Pena é que em Portugal isso esteja no plano do milagre!
Eu e muitos colegas, somos Licenciados pela Universidade de Coimbra…
Não me parece que a referida Universidade seja “uma tasca”.
Tenho muito orgulho na minha faculdade e na minha Universidade!
Os Professores, os professores, os “professores” e as educadoras de infância – tudo diferente (evidentemente) mas tudo igual.
Uma infame “classe” onde, independentemente do conteúdo funcional de cada uma daquelas “sub-classes”, ganham todos o mesmo, senhores!! O estatuto profissional é igual, senhores!
Guardar duas (sim,duas!!) crianças nee, 16 horas semanais – sem mais nada ! – vale o mesmo, ou mais, que ENSINAR matemática no Liceu ; e por aí fora …
Um engenheiro, arquitecto, etc. no sector privado trabalha 40 horas por semana, goza “apenas” um mês de férias e …. (respirem) ganha metade do ordenado da ama-seca. Que dizem?!
Parece mentira mas é verdade!
Boa noite “maria”, “António” ou outro nome qualquer que gosta de mudar para fingir que há muitos a vomitar mentiras neste blogue.
Engenheiros e arquitetos a ganharem metade do ordenado de ama-seca. Diga valores, porque os valores que conheço não se comparam ao de uma ama-seca.
Mas acho bem que ganhem bem. Quem trabalha deve ser bem pago, e justamente pago.
É isso o que os professores querem. E, sobretudo, querem deixar de ser roubados no seu tempo de serviço que foi cumprido.
Não deve saber o que isso é, já que o seu “emprego” é passar os dias neste blogue a dizer mal dos professores, e a proferir inverdades ou mentiras, certamente com uma boa avença no partido do prédio cor de rosa.
Certamente terá algumas férias, já que teclar como faz cansa os dedos. Provavelmente menos férias que os engenheiros e arquitetos que fala, mas não menos que os professores, já que muitos, apesar de estarem formalmente de férias, continuam a trabalhar informalmente para a Escola Pública, fazendo múltiplas tarefas que aparecem sempre no final do ano letivo e algumas em agosto. Lá se vai o mês de férias que refere para as outras profissões que, já agora, só pode ser gozado no mês habitual do ano, ao contrário das restantes profissões.
Espero que goze as suas poucas férias. Por mim, gozarei as minhas férias formais e os dias que tenho informais.
Caro António
E os licenciados pela universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Também são tascas? Fazer generalizações também é perigoso. Se essas instituições têm tão pouca qualidade, então o estado não devia admitir licenciados dessas instituições ou então devia retirar a sua licença de funcionamento, não acha? Não é o estado que regula as instituições de ensino superior e autoriza o seu funcionamento?
Caros colegas, é por isto que os professores nunca conseguem nada! Uns contra os outros: eu sou melhor que tu, tu ganhas mais do que eu, tu mereces menos do que eu… e por aí fora.
Somos colegas e devemos estar todos para o mesmo lado. A desunião não leva a lado nenhum, só leva a que a nossa classe não tenha valorização. Temos que estar todos unidos, não há melhores nem piores mas sim professores que querem o que tem direito, querem o seu tempo de serviço contado, querem o ordenado que merecem e lhes estão a dever.
Unidos venceremos, desunidos não temos valor nenhum.
Pensem todos nisso.
Não ligue a alguns “Antónios” e “marias” que vêm para aqui vomitar alarvidades. São falsos knicks do mesmo energúmeno que tem uma devoção absoluta pelo querido líder dos roedores.
Pena que quem mais se autonomeia arautos da educação seja quem mais a prejudica. Desde doenças fictícias com a conivência da clara médica, a mobilidades por doença forjadas com a conivência das juntas de freguesia até a doenças imaginárias com a conivência ( incompetência) das juntas médicas da ADSE.
Isto associado a greves, grevinhas e grevotas onde a maioria dos participantes apenas reclama “respeito” algo que não têm nem pelo alunos ( vindos e 2 anos de pandemia), nem com os não docentes, nem com a Escola em si.
A Educação é feita por quem lá trabalha não é nem pelos Mários Nogueiras desta sociedade.
Agora venham os insultos
Querer fazer de casos pontuais a norma é absurdo.
Tão absurdo como querer ver a generalidade olhado só em frente com pálas laterais, como os equídeos.
Se as tirar e olhar em volta, verá que casos isolados são isso mesmo, casos, isolados. A generalidade é bem diferente.
Pelo seu papel na sociedade, pela sua missão, pelos seus alunos, pelo seu dever, pela sua família e por si próprios, não desistirão de reivindicar aquilo a que têm justamente direito.
O trabalho efetuado tem de ser contabilizado. Todo ele. Não apenas uma parte. É uma questão de princípio. Demore o tempo que demorar.
Existência de vagas para progredir a escalões remuneratórios, coisa que não existe em mais nenhuma carreira da função pública, nem no privado, tem de acabar. Não apenas para quem entrou antes de 2005. Para todos!
Levar uma geração de professores, a “mais nova”, constituída por profissionais qualificados, com vários anos de serviço, à miséria, a uma reforma de pobreza e sem esperança, é desrespeitar esses profissionais e a Educação.
O respeito pela Educação também passa por respeitar quem a propicia aos alunos. É o respeito pelos professores, e por tudo o que representam.
Nunca desistiremos!