Documento escrito com proposta do ministério sobre recrutamento só estará pronto no próximo ano. Garantias têm como alvo docentes do quadro. Sobre os contratados a negociação continua.
Professores do quadro continuam a ser colocados pelo lugar que ocupam nos concursos, garante ministério

9 comentários
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TREATAS E AREIA ATIRADA PARA OS OLHOS.
Pois a legislação só estar pronta em janeiro depois de concluído o primeiro período e as reuniões de aviação, certo? Entretanto ficamos todos parados à espera que o ME escreva a proposta de municipalização do ensino que é isso que se pretende ou estamos todos a dormir?
O SE desmentiu o ME quando afirmou que os novos QZP´s serão afetos às escolas pelo concelho de diretores, então onde é que está aí a graduação profissional? Não estão a ver que a mobilidade interna vai à vida? Que os docentes de qpz deixam de poder ordenar as suas preferências pela escolas e ser a graduação profissional o único critério onde os diretores não podem escolher? Como são colocados os docentes com horário zero e os que pretendem apenas concorrer a destacamento mas têm componente letiva (atuais 1ª e 3ª prioridades do concurso? Também são os diretores a escolher.
NÃO QUEREMOS CONCELHOS DE DIRETORES INTERMUNICIPAIS, NÃO QUEREMOS QZP´S COINCIDENTES COM CIM, NÃO QUEREMOS OUTROS CRITÉRIOS, QUEREMOS ORDENAÇÕES POR GRADUAÇÃO PROFISSIONAL.ABRAM OS OLHOS!
Onde se lê: “Pois a legislação só estar pronta em janeiro depois de concluído o primeiro período e as reuniões de aviação, certo?” deverá ler-se: “Pois a legislação só estará pronta em janeiro depois de concluído o primeiro período e as reuniões de avaliação, certo?”.
Para além disso a periodicidade do concurso interno sempre foi por nós contestada pois deveria ser anual e não de 4 em 4 anos e agora o ME quer passar para 5 anos e manteR o concurso externo anual com vinculações em Qa anuais? ESTAMOS A DORMIR?
Ninguém aceita o modelo de gestão de escolas com esta nomeação injusta de diretores e agora quer criar O CONCELHO DE DIRETORES e não se iludam porque a seguir vai reforçar as competências do concelho de diretores!!!!!!!
Quanto às quotas e vagas quer dispensar os doutores da obtenção de vagas. A NOSSA LUTA É PELO FIM DESTA INJUSTIÇA COMO ACONTECE NAS ILHAS E NÃO ESTA EXCEPÇÃO QUE MAIS NÃO É DO QUE UMA ARMADILHA PARA CONSENTIRMOS AS VAGAS E QUOTAS.
COM ESTE DISCURSO POLÍTICO O ME APENAS QUER SERENAR ÂNIMOS, DESCONVOCAR A GREVE DO STOP, MANTER NA INÉRCIA OS OUTROS SINDICATOS E DEPOIS EM JANEIRO JÁ TEM A BOMBA DA MUNICIPALIZAÇÃO ESCRITA, VAIS APROVÁ-LA. ABRAM OS OLHOS
ExigE-se a todos os sindicatos um plano de luta conjunto, pois o que o governo está a preparar não é a solução PARA NENHUM DOS PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO. É apenas a municipalização do ensino. Ora depoIs de criado o concelho de diretores, as suas deliberações aplicam-se à área CIM onde estão as ecolas com Qa´s, QZP e contrarados.
Se já existe a mobilidade estatutária com possibilidade de afetar docentes do quadro a projetos e contratação de escola para que os diretores possam recrutar professores após esgotar os opositores à contratação inicial/RR para quê criar concelhos de diretores????????????????????
Vamos esperar até Janeiro para quê? Concordamos com esta ideias?
Como disse aqui antes, fiz um apelo nesse mesmo sentido aos Sindicatos… Apenas um me respondeu… Com uma mão cheia de… Nada.
Claramente, temos que seguir por nós!
À luta!
Eu não vou recuar!!!
Começarei pela greve (não por preferência alguma por sindicato algum em particular, mas porque é a única coisa que está a parecer querer ser alguma coisa – por muitas críticas que lhe possam ser apontadas, vejo que quem critica, não oferece alternativas… Essa é que é essa).
A pseudo conferência do ministro de ontem só me deu mais GANAS!
Vamos lá! Temos a nosso favor as redes sociais. Estas têm a oportunidade de FINALMENTE servirem para alguma coisa!!!
Esta afirmação esclarece alguma coisa????
Onde está escrito que a graduação profissional é o único critério para a elaboração das listas (lugar que ocupam nos concursos)???
ISSO ELE NÃO DIZ.
Este blog costumava esclarecer…, no passado.
O ministro da deseducação e/ou o escuteiro mentiroso?
Desde quando é que um político diz a verdade?
– Afirmou não ser sua intenção passar para as câmaras municipais a contratação de docentes (o que nunca foi dito pela FENPROF), mas, questionado, não confirmou que seria mantido o modelo de concurso nacional tendo a graduação profissional como critério. Sobre se seriam os diretores a contratar os docentes, o ministro não respondeu, recordando-se que no primeiro PowerPoint apresentado pelo ME consta a possibilidade de os docentes de uma escola ou agrupamento serem recrutados por perfil de competências;
– É de lembrar que, em 22 de setembro, após a primeira reunião de revisão do regime de concursos, o ministro afirmou à comunicação social: “Em causa está a intenção de dar autonomia aos diretores para que possam selecionar um terço dos seus professores com base no perfil dos docentes e nos projetos educativos no momento da contratação e da vinculação aos quadros da escola”;
– Garantiu nesta reunião, de 29 de novembro, que a vinculação de docentes continuaria a obedecer ao critério da graduação profissional sem, contudo, se compreender como isso se compagina com a autonomia que pretende dar aos diretores no momento da vinculação;
– Acresce que, no primeiro PowerPoint, apresentado em 22 de setembro, o ME refere uma alteração às condições de vinculação, apontando para que a mesma se concretize, preferencialmente, nas escolas em que os docentes estiveram contratados em anos consecutivos e não por graduação profissional;
– Ainda que possa, agora, alterar a intenção inicial, o que se saudaria, o ministro não alterou a posição que em 8 de novembro defendeu de que a “alocação/afetação” dos docentes dos novos QZP/Mapas de docentes interconcelhios seria da responsabilidade de um conselho local de diretores e não decorrente de graduação profissional;
– Não desmentiu que, contrariamente ao que acontece quando um docente fica em situação de “horário-zero” e com DACL – destacamento por ausência de componente letiva (atualmente, o lugar só se extingue quando o docente dele sair) –, na sua proposta o lugar extingue-se ao fim de 3 anos, ficando sem se saber o que acontecerá ao docente que era seu titular (nesses 3 anos a sua “alocação” a posto de trabalho compete ao conselho local de diretores);
– Outra questão que o ministro não conseguiu explicar na reunião de 29 de novembro foi se continuaremos a ter docentes titulares de lugares, uma vez que é intenção do ME substituir os quadros por mapas de pessoal, violando o que dispõe o ECD. Os quadros são compostos por lugares a preencher por concurso e os mapas de pessoal são compostos por postos de trabalho a preencher por procedimentos concursais: ver conceito de mapa de pessoal – DGAEP.
Já agora, um documento que andou por aí a circular sobre as propostas do ME, não é “falso”, pois quem o escreveu já me contactou e assumiu a autoria, apenas dizendo que a intenção original não era a sua circulação alargada. Mas não é apócrifo, não é falso, decorrendo do que foi falado em reuniões (e não propriamente plenários) de estruturas sindicais.
O Ministério garante que os professores do quadro continuam a ser colocados conforme a posição nos concursos. A decisão assegura estabilidade e transparência no processo. Ferramentas como “Murto-prosentti-laskin” ajudam a calcular percentuais de impacto.