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Das Evidências

Covid-19: confinamento comprometeu escrita e matemática nos mais novos. E acentuou diferenças entre crianças com mais e menos meios em casa

 

Estudo inédito sobre o impacto do fecho de escolas nos alunos do pré-escolar mostra agravamento das desigualdades, sobretudo durante a primeira vaga da pandemia

 

Há cada vez mais dados e certezas sobre o impacto que o fecho de escolas durante meses, em 2020 e em 2021, teve na perda de aprendizagens, sobretudo entre os alunos de famílias com menos recursos. O que um estudo agora concluído mostra é que os confinamentos também tiveram consequências junto das crianças que fizeram o último ano do pré-escolar em pandemia. E que chegaram entretanto ao 1º ano do ensino básico com menos capacidades em áreas consideradas fundamentais para a transição de ciclo do que as demonstradas pelos colegas em anos anteriores.

O estudo, realizado pelas Universidades de Aveiro e de Coimbra e pela associação Empresários pela Inclusão Social (EPIS), sobre os efeitos do confinamento na aprendizagem pré-escolar em Portugal, que será apresentado publicamente na próxima semana, abrangeu mais de 11 mil alunos, de 318 escolas, nos anos letivos de 2018/2019 a 2021/2022. Ou seja, permitiu perceber o estádio de desenvolvimento em que um grupo alargado de crianças iniciou a escolaridade obrigatória nos dois anos antes da pandemia e nos dois afetados pelo fecho de escolas.

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Professores vivem com medo de ser agredidos

Só desde o início do ano letivo, em setembro, já houve 14 professores agredidos por pais e alunos. O caso mais grave aconteceu há 3 semanas, quando uma docente foi barbaramente espancada dentro do recinto escolar por dez mulheres. A professora da Figueira da Foz não quer dar entrevistas, porque teme represálias e ainda vive num clima de terror.

Este é um medo comum a todas as docentes que entrevistámos nas últimas semanas. Uma delas deixou mesmo de lecionar, entre lágrimas e muita desilusão face à impunidade que se tornou o prato do dia-a-dia.

“Até tinha medo de ir ao bar sozinha”. São professoras, foram agredidas na escola e relatam o medo em que vivem

 

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