As razões do descontentamento dos professores são vastas, profundas e gerais e os “remendos” que têm sido aplicados só agravam os problemas. Pais, alunos e professores têm de estar profundamente preocupados com tudo o que tem acontecido na Escola Pública.
Conseguiremos estar à altura da responsabilidade e evitar a hecatombe que se aproxima?
Fonte: Correio da manhã





6 comentários
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Não se preocupem com a falta de professores nem com o recrutamento de não profissionalizados. O Ministério da Educação está a preparar a legislação (municipalização do ensino) para que a partir de 2023/24 ou 2024/2055 o conselho de diretores possa recrutar os profissionalizados ou NÃO, que tenham, segundo os critérios manhosos a criar, (para que a coisa fique legal) o perfil adequado para os projetos, projetinhos e coisas afins a abrir no entretanto.
Ora, se as equipas ministeriais têm gente não licenciada a ganhar largos milhares de euros por mês como a comunicação social tem noticiado, porque é que um licenciado não profissionalizado não pode dar aulas ou entreter a malta? Depois aplicam o MAIA e passam a maltinha para melhorar a estatística do sucesso escolar??????? Ora, digam lá que não é uma ideia brilhante?????
Então se não há falta de professores, qual a razão de contratarem pessoas sem formação em ensino?
Não me diga que é só porque sim!
Quer-me parecer que este caminho encetado pelo ME só irá agravar a falta de professores num futuro próximo. A geração de 60 aos 66 vai “aguentar” e vai embora …Por outro lado não entram PROFESSORES em número suficiente. Lá virá o momento em que os pais se vão aperceber que os seus educandos estão a “passar tempo” na escola. O que irá acontecer quando chegar a vez dos pais protestarem a sério?
Cuidado, Professor, não morda a língua! Com tanto veneno (e dor de cotovelo, dado o número de disparates) ainda lhe acontece qualquer coisinha má!
Por acaso não quer fazer parete do Grupo Wagner? Estão a necessitar de pessoas com a sua qualidade e índole. Tenho a certeza que tem o perfil certo para fazer parte do mesmo.
Aproveite! Pode ser que, além da propaganda, consiga um bónus para ir para a frente da batalha.
Venha de lá essa municipalização e que obriguem os professores a trabalhar as 35 horas nas escolas com o bom material informático que lá existe como os outros funcionários autárquicos.
Mal posso esperar que assim em vez de trabalhar 50 ou 60 horas por semana trabalharia apenas as 35 horinhas semanais como os doutores das câmaras que até têm um aumento superior ao nosso.