Os ministérios da Educação e da Saúde “estão a trabalhar” nas normas que as escolas devem adoptar no próximo ano lectivo relativamente à pandemia, devendo ser as mesmas com “adaptações residuais”, disse hoje a ministra da Presidência.
Na conferência de imprensa no final da reunião extraordinária do Conselho de Ministros, a ministra de Estado e da Presidência foi questionada se vão manter-se no próximo ano lectivo as regras que vigoraram no último como forma de prevenção do contágio com o novo coronavírus, por exemplo quanto ao distanciamento ou uso de máscara por alunos, professores e auxiliares.
“Relativamente ao ano lectivo, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde, e os seus serviços, estão a trabalhar nas normas que serão comunicadas às escolas antes do regresso dos professores às escolas no dia 1 de Setembro”, afirmou Mariana Vieira da Silva.
De acordo com a ministra, serão “as regras gerais que eram conhecidas, com as adaptações residuais que sempre se fazem” quando se volta “a olhar para um documento”.

4 comentários
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Em vez de promover o distanciamento (turmas radicalmente mais pequenas) e mais e melhor ventilação das salas, não… Continuam com a palhaçada do gelinho nas mãos, máscaras que só protegem na imaginação das pessoas e setas no chão para o vírus circular por esses caminhos.
Tudo aquilo que protege mas custa €€€€ tá quieto..
A mesma palhaçada!
As máscaras na escola deviam limitar-se aos espaços de encontro multiturmas.
A sala de aula é uma bolha família.
Em última análise, que fiquemos apenas nós amordaçados.
A máscara sempre permite menores emissões de dióxido de carbono para a atmosfera . Ao respirar através da máscara, e, como a respiração é uma função constante, parte do dióxido de carbono expelido é novamente inspirado. Compreendem isto não é verdade? A máscara reduz os níveis de oxigénio no cérebro e no sangue . Os “donos do mundo” podiam , pelo menos, deixar as criancinhas em paz. Já basta o sacrifício dos adultos. Julgam que mandam, mas não mandam nada. Só têm de esperar um pouco mais. Pouco.