31 de Agosto de 2021 archive

Referencial Escolas 2021-2022: Controlo da transmissão de COVID-19 em contexto escolar

Referencial Escolas 2021-2022: Controlo da transmissão de COVID-19 em contexto escolar

 

 

O documento “Referencial Escolas – Controlo da transmissão de COVID-19 em contexto escolar” para o ano letivo 2021/2022 resulta da revisão efetuada, pela Direção-Geral da Saúde, ao Referencial já existente, à luz dos princípios de evidência e conhecimento científico, bem como da evolução da situação epidemiológica, não apresentando alterações de relevo, pelo que a sua aplicação não terá impacto significativo nos estabelecimentos de educação e/ou ensino relativamente ao seu funcionamento no ano letivo 2020/2021. 

 

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Um Bom Ano Letivo

O dia de hoje marca o fim das férias de largas dezenas de milhar de professores que amanhã se irão apresentar nas escolas, muitos deles já com serviço distribuído para a 2.ª fase dos exames nacionais que amanhã começam. e muitos outros que ainda aguardam uma colocação para horários anuais incompletos (que iremos ainda ver se não vão existir imensos horários completos), mas que até hoje ainda não tiveram colocação porque este ano, mais uma vez, o ME resolveu reter estes horários para a RR1, que poderia ter saído hoje, mas não saiu.

Será mais uma vez um ano letivo com regras especiais que ainda hoje ninguém conhece, apesar de estarmos num nível de vacinação como quase mais nenhum país se encontra.

Espero que a grande maioria das escolas tenha preparado o ano letivo da melhor forma possível, sem grandes exageros quanto àquilo que se vai preconizando na comunicação social com regras de distanciamento e de desfasamento entre turmas, e/ou ciclos, e que de uma vez por todas a normalidade consiga regressar às escolas.

As máscaras sabemos que vão continuar, mas que volte à normalidade a convivência escolar entre alunos, professores e encarregados de educação.

Manter uma escola sem esta convivência normal é destruir mais um ano letivo.

Um bom ano letivo para todos os professores e leitores deste blog é o que desejo.

 

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Reserva de Recrutamento… já lá está o separador…

… só faltam as listas.

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1500 Assistentes Operacionais com contrato renovado por 6 meses

 

 

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Academia digital para pais

O Programa Academia Digital para Pais é uma iniciativa da E-Redes em parceria com a Direção-Geral da Educação, que dá a possibilidade aos pais/encarregados de educação de crianças do ensino básico de frequentarem ações de formação promotoras de competências digitais.

Depois do êxito da 1.ª edição, que trabalhou particularmente junto de escolas inseridas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, esta 2.ª edição alarga o seu espetro de ação, quer do ponto de vista do território, quer dos objetivos das ações. Pretende-se, assim, continuar a dotar as famílias de competências digitais básicas que facilitem o acompanhamento escolar dos filhos e ainda lhes facultem ferramentas de integração, essenciais na sociedade atual.

As ações serão agora desenvolvidas em todo o território e o Programa ganha uma nova valência associada à utilização segura e responsável da Internet, das redes e dos computadores.

O regulamento e mais informações sobre a iniciativa encontram-se disponíveis em: https://www.dge.mec.pt/academia-digital-para-pais.

O período de candidatura irá decorrer entre 30 de agosto e 10 de setembro de 2021.

No caso de persistir alguma dúvida, não hesite em contactar-nos através do endereço de correio eletrónico: eamdc@dge.mec.pt.

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Carton do dia – Professores a 31 de agosto

 

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Como vai ser o terceiro ano de escola em pandemia? – Filipa Chasqueira

 

Como vai ser o terceiro ano de escola em pandemia?

Lembro-me bem de quando os casos de covid começaram a aparecer no nosso país e mesmo antes das escolas fecharem os pais optaram por ficar com os filhos em casa. Ainda ninguém sabia o que ia acontecer e, com o que se via pelo mundo, fora muitos temiam o pior.

Ainda assim, acho que naquela altura nem mesmo os mais pessimistas imaginavam que após dois anos e meio ainda íamos andar nisto. Tentou-se tomar sempre as decisões mais sensatas para proteger tudo e todos, mas as crianças foram ficando para trás.

Se, no início, quando ainda ninguém sabia com que linhas o vírus se cosia, fechar as escolas foi também uma forma de proteger os mais novos, a partir do momento em que se percebeu que a transmissibilidade e probabilidade destes grupos desenvolverem doença grave eram muito baixas, deixou de se ter em conta o supremo interesse da criança em todas as decisões que a implicaram.

Por meados de março do ano passado pensava-se que quinze dias de telescola resolveriam tudo e não fariam mal a ninguém. Tudo bem. Ainda não sabíamos com o que estávamos a lidar. Mas os 15 dias passaram a três meses – o final do 2.º período e o 3.º período completo.

Em setembro, quando os alunos regressaram à escola ela estava muito mudada – dos berçários à faculdade as restrições eram mais que muitas, desde máscaras a distanciamentos, a um ano inteiro de testes por tudo e por nada e isolamentos profiláticos a torto e a direito. Até que chegámos a fevereiro e as crianças se viram novamente em casa. A brincar, a brincar, passaram dois anos letivos nisto.

Dos mais novos aos mais velhos, as repercussões são gigantescas. Não só, naturalmente, ao nível da educação, mas também da saúde física e mental e do seu bem-estar. Segundo professores e auxiliares, as crianças voltaram muito mais ansiosas e agressivas à escola e basta ver o aumento da procura de consultas de psicologia e psiquiatria para se perceber que nada disto lhes passou ao lado.

E não estamos sequer a falar da quantidade de bebés que nasceram e permaneceram no hospital apenas na companhia da mãe, sozinha sem o apoio do pai, dos parques infantis sempre fechados, das atividades extracurriculares que abriram tarde ou nem chegaram a abrir.

A questão agora não está em saber se as decisões tomadas foram as mais acertadas para a contenção do vírus, mas perceber que o bem-estar e os interesses dos mais novos foram ficando esquecidos e que esta conta vai continuar a ser paga durante muito tempo.

Ainda não sabemos o que o novo ano escolar nos reserva e como as crianças poderão vir a ser afetadas por esta ou outras variantes novas. Seja como for, não podemos continuar a subestimar o impacto físico e emocional que este vírus está a ter nos mais novos e eles não podem continuar a servir de escudo para os mais frágeis.

Os bebés, crianças e jovens não são menos vulneráveis, estão a crescer, muitos estão ainda no início da vida. Mas, curiosamente, ninguém parece muito preocupado em protegê-los.

 

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