VACINAÇÃO E MENOS ALUNOS POR TURMA: AS RECOMENDAÇÕES DA OMS E UNICEF PARA O PRÓXIMO ANO LETIVO
Setembro é mês de regressar às aulas em toda a Europa e, à semelhança do ano anterior, a pandemia está a colocar vários desafios às escolas em todo o mundo.
Com a variante Delta dominante e altamente transmissível, o Escritório Regional da OMS para a Europa e o Escritório Regional da UNICEF para a Europa e Ásia Central apelam a que todas as escolas se mantenham abertas, minimizando os prejuízos para os estudantes afetados pela pandemia, e que se tornem mais seguras, adotando medidas para minimizar a transmissão do vírus.
A pandemia causou a perturbação mais catastrófica da educação na história. Por conseguinte, é crucial que a aprendizagem em sala de aula continue sem interrupções em toda a Europa. Isto é de extrema importância para a educação, a saúde mental e as competências sociais das crianças, e para que as escolas ajudem a munir os mais novos com as capacidades necessárias para serem membros felizes e produtivos da sociedade”, explica Hans Henri P. Kluge, Director Regional da OMS para a Europa
A OMS e a UNICEF apelam a que todos recebam a vacinação completa, lembrando que a elevada incidência da covid-19 nas comunidades torna a transmissão nas escolas mais provável.
“A pandemia não acabou. Todos temos um papel a desempenhar para assegurar que as escolas permaneçam abertas em toda a região. As crianças e os jovens não podem correr o risco de ter mais um ano de aprendizagem com interrupções. A vacinação e as medidas de proteção em conjunto ajudarão a evitar um regresso aos dias mais negros da pandemia, com quarentenas em que as crianças sofreram com perturbações na aprendizagem”, afirma Philippe Cori, director regional adjunto da UNICEF Europa e Ásia Central.
Para ajudar a manter as escolas abertas e mais seguras, a OMS, UNICEF e a UNESCO aprovaram um conjunto de oito recomendações, destinadas aos 53 Estados-Membros da Região Europeia da OMS:
- As Escolas devem estar entre os últimos lugares a fechar e os primeiros a reabrir.
- Deve ser colocada em prática uma estratégia de testes.
- Devem ser asseguradas medidas eficazes de mitigação de riscos.
- Deve proteger-se a saúde mental e o bem-estar social das crianças.
- Devem proteger-se as crianças mais vulneráveis e marginalizadas.
- Deve ser melhorado o ambiente escolar.
- As crianças e adolescentes devem ser envolvidos na tomada de decisões.
- Deve ser implementada uma estratégia de vacinação destinada a manter as crianças na escola




5 comentários
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O nosso governo vai já a correr colocar menos alunos nas turmas e arranjar sistemas de ventilação eficazes como há noutros países…
Esperem sentados .
O governo só menciona a OMS quando dá jeito.
30 alunos por turma….é pouco….
Pelos menos, deviam testar os alunos antes das aulas começarem e não depois, mas….enfim….
Ah! Ah! Ah! Deixa-me rir!
Já mostraram isto ao Primeiro Ministro e ao Ministro de Educação?
É que eles não sabem!!!
Menos alunos por turma. Isso depende do que o Governo entende por menos, acho que eles têm um grande défice em interpretar. Teremos 30 a 35 alunos é o mínimo possível para que continue a existir poucos docentes a trabalhar para o estado e assim poupar dinheiro. Qualidade de ensino com número de alunos inferior a 25 em alguns anos e mesmo assim, com a realidade atual não é fácil.
Palpites não faltam.