Para beneficiar de manuais escolares gratuitos, os encarregados de educação têm de registar-se ou aceder em www.manuaisescolares.pt ou através da aplicação móvel Edu Rede Escolar (app “Edu Rede Escolar”).
No primeiro acesso será necessário confirmar o número de contribuinte (NIF), devendo os encarregados de educação ter consigo os dados de acesso ao Portal das Finanças para que seja efetuada a validação. Caso não tenham os dados, devem solicitá-los através do Portal das Finanças.
A partir da plataforma dos manuais escolares gratuitos, os encarregados de educação terão acesso aos dados escolares do(s) educando(s), bem como aos vales correspondentes aos respetivos manuais escolares e à lista das livrarias aderentes onde poderá ser feito o levantamento dos mesmos. Caso não consiga visualizar o(s) seu(s) educando(s), certifique-se, junto da escola, que as listas das turmas já se encontram publicadas e que está registado na escola como encarregado de educação e o seu NIF está corretamente inserido.
Se não conseguir visualizar os vales, é porque ainda não estão disponíveis. Receberá uma notificação por email, assim que os mesmos estejam disponíveis.
Para proceder ao levantamento dos manuais escolares será necessário imprimir os vales ou apresentá-los em formato digital. Na impossibilidade de aceder à internet, o encarregado de educação deve dirigir-se à escola onde o seu educando está matriculado e solicitar os vales em papel.
Para mais informações, consulte as FAQ.
Lembre-se que as datas de acesso aos vales dos manuais são:
- A partir do dia 16 de agosto para os alunos dos seguintes anos de escolaridade: 2º, 3º e 4º anos; 6º ano; 8º e 9º anos; 11º e 12º anos.
- A partir do dia 23 de agosto, para os alunos dos anos de escolaridade de início de ciclo: 1º ano; 5º ano; 7º ano; 10º ano.
Caso tenha alguma duvida deve contactar o suporte do MEGA:
Suporte disponível via [email protected] ou 213 926 020
Disponível segunda-feira a sexta-feira, das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00.
Sou Encarregado de Educação
Para beneficiar dos manuais escolares gratuitos, o encarregado de educação deve aceder à plataforma online e/ou app móvel (Edu Rede Escolar) e consultar os seus vouchers.




1 comentário
A falta de professores nas escolas e nas reservas de recrutamento estão a esgotar-se…
É uma verdadeira falácia, não foi assim no ano letivo 2020/2021, como não é no ano letivo de 2021/2022, nem será em anos vindouros. O que continua a existir é um certo caciquismo nas escolas promovido pelas suas direções no sentido de manipular e ultrapassar a verdade dos factos para conseguirem alterar as regras de contratação de professores, são imparciais e estão postas em prática desde há vários anos pelo Ministério da Educação e Ciência e Tecnologia para que a contratação de professores seja efetivamente transparente e que se desenvolva com a maior equidade.
Estou a escrever este artigo de opinião para transmitir e demonstrar à sociedade portuguesa e aos nossos governantes da perversão que existe no sistema de contratação de Professores, especialmente do ponto de vista ético e deontológico, para evitar de uma vez por todas que os Professores contratados sejam sistematicamente menosprezados e depreciados no exercício da sua profissão, já que são eles que estão a educar as futuras gerações de cidadãos para possuírem determinadas competências enquadradas na tipologia “O Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória”.
Assim sendo, para que se entenda o que pretendo apresentar à opinião pública e demonstrar todos os factos, no ano letivo 2020/21 fui colocada à contratação com aceitação na 4ª reserva de recrutamento para um horário de 12 horas para fazer uma “pseudo” substituição de uma professora por doença que detinha um horário de 18 horas. A Escola onde fui colocada depois de ter espartilhado o horário e entregues 6 horas da professora em baixa por doença a outra professora que tinha também sido contratada no inicio do ano letivo de 2020/21, com um horário de 12 horas, anual, alterou e perverteu a lógica da imparcialidade das contratações, se não vejamos, pelas regras do Ministério da Educação, esta professora que foi colocada, muito provavelmente, não teria esta colocação nesta escola tendo em consideração o seu número de ordem e o horário disponível, bem como muito provavelmente eu também não seria, considerando os mesmos pressupostos, mas o que de facto importa é a verdade, e nada mais. Mas, como se não bastasse, este ano letivo de 2021/2022 temos o mesmo “drama” pelo segundo ano consecutivo fui colocada na mesma Escola, a mesma professora mete atestado médico no dia 09/10/2021, a escola lança na plataforma de recrutamento de professores o concurso no dia 23/10/2021, e na 8ª reserva de recrutamento, sou novamente colocada para a “pseudo” substituição da mesma professora que tinha um horário de 18 Horas. A Escola no dia 1 de setembro de 2021 contratou ao abrigo da 1ª reserva de recrutamento uma professora com um horário anual de 13 horas, e quando a professora adoeceu, mais uma vez indo contra as regras da ética e da deontologia, até porque há ainda uma lista imensa de professores do grupo 410 de Filosofia no desemprego, atribui-lhe mais 8 horas, deixando apenas para a “pseudo” substituta o que restou (9 horas). Fui contratada para as 9 horas, mas se as regras não tivessem sido pervertidas, até poderia nem ter sido colocada para um horário de 18 horas, se estas horas fossem colocadas a concurso poderia ser colocado um(a) professor(a) com um número de ordem mais baixo.
Desejo e apelo a todas as entidades de supervisão do Ministério da Educação e outras Instituições que sejam fiéis depositários da verdade para dignificar e corrigir os atos menos transparentes na contratação e colocação de Professores.
Consideram digno um professor auferir menos que o salário mínimo nacional tendo um horário de 8/9 horas.
Votos cordiais para todos os professores, em especial, para aqueles que têm sido desprezados como eu.