Desastre em provas de Matemática do 9º ano

Sociedade Portuguesa de Matemática facultou provas alternativas aos exames nacionais. No 9º ano, mais de seis mil alunos fizeram o teste e os resultados foram muito fracos

Desastre em provas de Matemática do 9º ano. Média foi de 38%

São uma espécie de exames alternativos, disponibilizados pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) às escolas que, perante o fim das provas nacionais no 4º e 6º anos e a sua suspensão no 9º, querem ter um outro instrumento de avaliação e perceber como se estão a sair os seus alunos, onde estão a falhar ou não e em comparação com outros estabelecimentos de ensino. A SPM acredita que esta avaliação é ainda mais importante em tempos de pandemia e de recurso forçado ao ensino à distância. Os resultados não foram bons.

Mais de 100 escolas/agrupamentos pediram à SPM que lhes facultasse estas provas. Realizaram-nas no final de maio, em simultâneo, com os testes a serem corrigidos de forma anónima, simulando o cenário de um exame nacional. Algumas escolas decidiram usar as classificações na avalia­ção dos alunos, outras não, o que também influenciará o seu desempenho.

 

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6 comentários

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    • Tiago on 6 de Agosto de 2021 at 13:31
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    Boa iniciativa das escolas que utilizaram as provas na avaliação interna. Sempre achei que os testes são o elemento de avaliação mais fidedigno na avaliação de conhecimentos e competências, embora não deva ter um peso absoluto, deixando espaço para outros instrumentos de avaliação de conhecimentos e competências.
    Os testes de aferição não têm cumprido o propósito para o qual foram pensados. Como é lógico e humano os alunos não utilizam método de trabalho para um momento que não conta para avaliação.

    • Falcão on 6 de Agosto de 2021 at 14:20
    • Responder

    Como todos sabem, e o ME se encarrega muito bem de transmitir à opinião pública, se os resultados são maus a culpa só pode ser dos professores. É obvio, evidente, e nem há discussão ou qualquer hipótese de explicação alternativa. Mas eu até acho que é muito fácil de resolver isto: dado que esta é uma disciplina ESTRUTURANTE (e a História, por exemplo, é para acabar) basta aumentar o número de tempos letivos semanais, dos atuais 45782350 para 9895763693, por exemplo, e ir acrescentando mais sempre que necessário! Creio que assim teremos o assunto resolvido a breve trecho, e se necessário acaba-se mesmo com a História, afinal de que é que serve “estudar os mortos”, já morreram… que sa fod%#&%, não interessa para nada e só confunde as crianças!

    • Pcosta on 6 de Agosto de 2021 at 14:42
    • Responder

    Não apenas o ministério de educação que culpa os professores. Muitos diretores passam a ter essa missão. Gostava de os ver numa sala de aula. Perdem a noção e fogem da sala de aula para o ministério ou perpetuam a sua incompetência nas direções….

    • Zabka on 6 de Agosto de 2021 at 16:34
    • Responder

    Alguém que enfie as Metas pelo Cretino adentro

      • Politicamente Incorrecto on 6 de Agosto de 2021 at 18:32
      • Responder

      Acha mesmo que o problema está nas Metas? O problema é muito mais vasto e complexo. E não tem nada a ver com aulas online mas sim com uma plêiade de pandemias: a pandemia da ausência de exigência (desde o berço), a pandemia do facilitismo, a pandemia da preguiça, a pandemia das estatísticas douradas, etc.

    • Pedro on 6 de Agosto de 2021 at 21:59
    • Responder

    O Crato a usar a SPM para deitar por terra a política educativa do SE Costa, que, diga-se de passagem, é uma política de estrume. A política é porca!

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