2 de Junho de 2021 archive

Consulta Pública – Aprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico

 

O Grupo de Trabalho de Matemática (GTM), criado no âmbito do despacho n.º 12530/2018, alterado pelo despacho n.º 7269/2019, teve como missão a elaboração de um conjunto de recomendações sobre o ensino, a aprendizagem e a avaliação na disciplina de Matemática, que resultaram num relatório final: 22 Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática. Na sequência destas recomendações, foi preparada uma nova proposta de Aprendizagens Essenciais do 1.º ao 9.º ano de Escolaridade, que agora se disponibiliza, por forma a dar início ao processo de revisão dos documentos curriculares em vigor.

Com o objetivo de envolver a comunidade educativa, em particular as escolas (através dos órgãos de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa) e os seus docentes no processo de definição das AE, promove-se, entre 2 e 25 de junho, a consulta pública dos documentos relativos à disciplina de Matemática.

Todos os contributos constituirão uma mais-valia neste processo, pelo que a participação de docentes, de instituições e de entidades envolvidos na educação matemática será bem-vinda neste procedimento consultivo.

Assim, devem os interessados apresentar os contributos através do preenchimento do presente formulário.

Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 1.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 2.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 3.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 4.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 5.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 6.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 7.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 8.º ano – aqui.
Aceder às Aprendizagens Essenciais de Matemática – 9.º ano – aqui.

 

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Adenda às Informações-prova – junho 2021

 

Foi publicada uma adenda às informações-prova de 2021, com a indicação das instruções de realização e critérios gerais de classificação. Nesta adenda são também apresentados o número de itens obrigatórios e opcionais para cada prova.

 

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Fazer mais com menos, menos, menos…

Mais dinheiro, mais infraestruturas, mais apoios, mais tecnologias, ou seja, mais, mais e mais. Sobre os agentes que terão o papel de recuperar as aprendizagens, exceptuando a contratação de 3.000 (uma média de aproximadamente 1/2 professor por cada estabelecimento escolar), para já, não ouvimos nada. Ou seja, continuamos no menos, menos, menos. Aliás, com jeitinho virá por aí um novo congelamento e uma nova restruturação da carreira, porque há quem ache que é a cortar nas “despesas” com os salários dos professores que conseguem motivá-los a trabalhar mais e melhor.

Qual foi mesmo a equipa que elaborou este “pacote”? Certamente será composta por indivíduos cheios de grandes ideias e boas intenções. Gostava era de saber quantos professores (no campo, nas escolas, no activo) a compõem. Enfim.

Mauricio Brito

A ler.

“Como em todos os grandes desafios da escola, não serão, no entanto, os cheques ou o reforço dos quadros a determinar o sucesso da ambição do Governo. Mais importante é a motivação, a mobilização e o desenho de planos exigentes e compreensíveis que tenham os alunos e os professores na primeira linha da prioridade. O dinheiro ajuda, mas, mais do que dinheiro, o desafio com que a escola pública e o país se confrontam tem o seu sucesso dependente da capacidade de os seus agentes acreditarem que, nestes tempos difíceis, eles têm nas mãos boa parte do futuro de milhares de crianças e jovens deste país.”

“Regar” o ensino com milhões

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Os cassos de Bullying sucedem-se e não desaparecem por obra e graça do….

 

Desta vez, aconteceu numa escola de Amares. Um aluno de 11 anos foi vitima de agressões reiteradas por parte de um grupo de colegas.

Com uma corda agrediram a criança física e psicologicamente de forma premeditada. No acto estarão envolvidos 4 ou 5 alunos, conforme as versões apresentadas.

O agrupamento de escolas confirmou que a situação está a ser averiguada internamente. O aluno tem estado ausente da escola.

Estes actos têm que ter uma mão firme para que deixem de existir de forma tão frequente nas escolas. Os encarregados de educação têm que ser responsabilizados, a par com os seus educandos, para que a educação e os valores de vida em comunidade possam ser melhor adquiridos por todos.

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Os profs andam com azar às Raqueis….. Luís S. Braga

Depois da Varela, agora a Abecassis
Estava a ler um texto em que uma mãe (Raquel Abecassis) diz uma coisas perversas sobre a escola e professores do filho.
O texto está a ter grande difusão. Fica nele a ideia, que parece intencional no tom da autora, de que quer verberar a “escola pública” e não a escola concreta onde filho estuda. Como tem acesso privilegiado à comunicação social, a mensagem passa sem realmente se deslindar que o problema é naquela concreta e não um problema geral. Porque o que diz não é um problema geral. Mesmo.
As coisas nas escolas “não públicas”, como diz, em vez de privadas, num tique característico, não são o retrato que faz.
E, como li o texto todo, cito uma parte curiosa:
“A triste realidade é que o Estado português é uma entidade pouco recomendável e os seus representantes políticos são o rosto da irresponsabilidade e da incompetência. A culpa é nossa, de todos nós, que não nos indignamos e deixamos andar.
E assim este país continua e continuará a ser o país em que as oportunidades só surgem para quem tem conhecimentos e dinheiro. Quem não tem fica eternamente dependente dos favores de um Estado que cultiva a mediocridade para sobreviver.”
Escusado será dizer que Raquel Abecassis têm, pelo menos, conhecimentos suficientes para conseguir publicar generalizações abusivas num dos jornais mais conhecidos do país.
O que diz sobre o Estado confunde Estado com Governo.
Realmente a culpa dos problemas da Res publica e do Estado é nossa. Mas o país continuará com os defeitos que tem se, quem tem formação para escrever aquele texto burilado, for cínica o bastante para preferir antes mandar bitaites no Observador, a usar os mecanismos democráticos e de participação de que dispõe numa escola pública.
Isto é deixar andar e só se mexer para mandar bocas.
Por exemplo, já falou com o representante dos pais da turma do seu filho para entender e mostrar descontentamento e reunir com a direção?
Que ações tomou a associação de pais?
E os representantes dos pais no Conselho Geral (órgão decisor máximo do agrupamento, em que os pais valem uns 30% e que até pode demitir o diretor), que fizeram para representar o seu descontentamento?
Essa parte falta na sua arenga.
O Estado português até pode ser uma porcaria como diz, Raquel, mas é democrático e tem formas de as pessoas serem ouvidas e terem ganho de causa, sem precisar degradar todos os professores do país (inocentes no caso concreto) num texto de difusão alargada.
E, longe de mim querer ser advogado de defesa, do Mário Nogueira (se pesquisar um bocadinho percebe que o seu discurso sobre ele até parece moderado, face a alguns dos meus) mas, tento ser justo com ele e, só com muito facciosismo irrealista, se podem imputar-lhe problemas concretos de gestão concreta e quotidiana de uma escola qualquer.
A não ser que tenha deixado de ser o papão do sindicalismo, para uso de liberalões do Observador e tenha sido nomeado diretor dessa escola. Creio, com pena, que ainda está na FENPROF e não anda a gerir escolas na Grande Lisboa.
E diga lá: há alguma escola não pública onde o diretor possa ser sujeito a uma moção de demissão, proposta por pais, se for incompetente? Gostava de a ver avançar com isso. E até ajudava. Se a coisa está assim tão mal governada.
O Estado pode ser pouco recomendável, mas a sociedade civil também não se recomenda. Também, e em prejuízo da Res Publica, não aproveita o espaço que ele tem para ser melhorado, com real participação cívica…. Que não é só mandar bocas ao ar.
Respeito o que diz, mas respeitaria mais se me mostrasse participação cívica e não só acidez e preconceito anti-profs……

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