Mais dinheiro, mais infraestruturas, mais apoios, mais tecnologias, ou seja, mais, mais e mais. Sobre os agentes que terão o papel de recuperar as aprendizagens, exceptuando a contratação de 3.000 (uma média de aproximadamente 1/2 professor por cada estabelecimento escolar), para já, não ouvimos nada. Ou seja, continuamos no menos, menos, menos. Aliás, com jeitinho virá por aí um novo congelamento e uma nova restruturação da carreira, porque há quem ache que é a cortar nas “despesas” com os salários dos professores que conseguem motivá-los a trabalhar mais e melhor.
Qual foi mesmo a equipa que elaborou este “pacote”? Certamente será composta por indivíduos cheios de grandes ideias e boas intenções. Gostava era de saber quantos professores (no campo, nas escolas, no activo) a compõem. Enfim.
Mauricio Brito
A ler.
“Como em todos os grandes desafios da escola, não serão, no entanto, os cheques ou o reforço dos quadros a determinar o sucesso da ambição do Governo. Mais importante é a motivação, a mobilização e o desenho de planos exigentes e compreensíveis que tenham os alunos e os professores na primeira linha da prioridade. O dinheiro ajuda, mas, mais do que dinheiro, o desafio com que a escola pública e o país se confrontam tem o seu sucesso dependente da capacidade de os seus agentes acreditarem que, nestes tempos difíceis, eles têm nas mãos boa parte do futuro de milhares de crianças e jovens deste país.”




2 comentários
Será bom ver o que se passa na Europa. A Rede Eurydice convida a assistir à conferencia online, ” Professores na Europa: Carreiras, Desenvolvimento e Bem-estar”, que terá lugar na quinta-feira dia 03 de junho, das 10:30 Às 12:00.
para que?
para ficar mais deprimido ?
para ver a shit que temos por cá?